{"id":6016,"date":"2023-05-05T06:19:53","date_gmt":"2023-05-05T05:19:53","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6016"},"modified":"2023-05-05T06:19:54","modified_gmt":"2023-05-05T05:19:54","slug":"webb-encontra-vapor-de-agua-mas-de-um-planeta-rochoso-ou-da-sua-estrela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/05\/05\/webb-encontra-vapor-de-agua-mas-de-um-planeta-rochoso-ou-da-sua-estrela\/","title":{"rendered":"Webb encontra vapor de \u00e1gua, mas de um planeta rochoso ou da sua estrela?"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/kXhvz3oR_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6017\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/kXhvz3oR_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/kXhvz3oR_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/kXhvz3oR_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/kXhvz3oR_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o representa o exoplaneta rochoso GJ 486 b, que orbita uma estrela an\u00e3 vermelha a apenas 26 anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Virgem. Ao observar o tr\u00e2nsito de GJ 486 b em frente da sua estrela, os astr\u00f3nomos procuraram sinais de uma atmosfera. Detetaram ind\u00edcios de vapor de \u00e1gua. No entanto, eles alertam que, embora isso possa ser um sinal de uma atmosfera planet\u00e1ria, a \u00e1gua pode estar na pr\u00f3pria estrela &#8211; especificamente, em manchas estelares frias &#8211; e n\u00e3o no planeta.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s vermelhas s\u00e3o as estrelas mais comuns no Universo, o que significa que \u00e9 mais prov\u00e1vel encontrar exoplanetas rochosos em \u00f3rbita de estrelas deste tipo. As estrelas an\u00e3s vermelhas s\u00e3o frias, pelo que um planeta tem de a &#8220;abra\u00e7ar&#8221; numa \u00f3rbita apertada para se manter suficientemente quente para, potencialmente, albergar \u00e1gua l\u00edquida (o que significa que se encontra na zona habit\u00e1vel). Estas estrelas s\u00e3o tamb\u00e9m ativas, particularmente quando s\u00e3o jovens, libertando radia\u00e7\u00e3o ultravioleta e raios-X que podem destruir atmosferas planet\u00e1rias. Consequentemente, uma quest\u00e3o importante em aberto na astronomia \u00e9 saber se um planeta rochoso poderia manter, ou restabelecer, uma atmosfera num ambiente t\u00e3o hostil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para ajudar a responder a esta quest\u00e3o, os astr\u00f3nomos utilizaram o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA para estudar um exoplaneta rochoso conhecido como GJ 486 b. Est\u00e1 demasiado perto da sua estrela para estar dentro da zona habit\u00e1vel, com uma temperatura \u00e0 superf\u00edcie de cerca de 430 graus Celsius. E, no entanto, as suas observa\u00e7\u00f5es usando o NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb mostram ind\u00edcios de vapor de \u00e1gua. Se o vapor de \u00e1gua estiver associado ao planeta, isso indicaria que este tem uma atmosfera, apesar da sua temperatura escaldante e da proximidade \u00e0 estrela. O vapor de \u00e1gua j\u00e1 foi observado em exoplanetas gasosos, mas at\u00e9 \u00e0 data n\u00e3o foi definitivamente detetada qualquer atmosfera em torno de um exoplaneta rochoso. No entanto, a equipa adverte que o vapor de \u00e1gua pode estar na pr\u00f3pria estrela &#8211; especificamente, em manchas estelares frias &#8211; e n\u00e3o no planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vemos um sinal e \u00e9 quase certo que se deve \u00e0 \u00e1gua. Mas ainda n\u00e3o podemos dizer se essa \u00e1gua faz parte da atmosfera do planeta, o que significa que o planeta tem uma atmosfera, ou se estamos apenas a ver uma assinatura da \u00e1gua vinda da estrela&#8221;, disse Sarah Moran da Universidade do Arizona em Tucson, autora principal do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O vapor de \u00e1gua numa atmosfera de um planeta quente e rochoso representaria um grande avan\u00e7o para a ci\u00eancia exoplanet\u00e1ria. Mas temos de ter cuidado e certificarmo-nos de que a estrela n\u00e3o \u00e9 a culpada&#8221;, acrescentou Kevin Stevenson do JHUAPL (Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory), investigador principal do programa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">GJ 486 b \u00e9 cerca de 30% maior do que a Terra e tr\u00eas vezes mais massivo, o que significa que \u00e9 um mundo rochoso com uma gravidade mais forte do que a do nosso planeta. Orbita uma estrela an\u00e3 vermelha em pouco menos de 1,5 dias terrestres. Espera-se que sofra acoplamento de mar\u00e9, com um lado diurno permanente e um lado noturno permanente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">GJ 486 b transita a sua estrela, passando \u00e0 sua frente a partir do nosso ponto de vista. Se tiver uma atmosfera, quando transita, a luz estelar filtra-se atrav\u00e9s desses gases, imprimindo impress\u00f5es digitais na luz que permitem aos astr\u00f3nomos descodificar a sua composi\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de uma t\u00e9cnica chamada espectroscopia de transmiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa observou dois tr\u00e2nsitos, cada um com a dura\u00e7\u00e3o de cerca de uma hora. Depois utilizaram tr\u00eas m\u00e9todos diferentes para analisar os dados resultantes. Os resultados dos tr\u00eas m\u00e9todos s\u00e3o consistentes, na medida em que mostram um espectro praticamente plano, com um aumento intrigante nos comprimentos de onda infravermelhos mais curtos. A equipa correu modelos inform\u00e1ticos considerando uma s\u00e9rie de mol\u00e9culas diferentes e concluiu que a fonte mais prov\u00e1vel do sinal era o vapor de \u00e1gua.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-01gyt3sgg8px9c0034cb3ygq37.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/95\/57\/xfLh8CEO_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este gr\u00e1fico mostra o espectro de transmiss\u00e3o obtido pelas observa\u00e7\u00f5es do Webb do exoplaneta rochoso GJ 486 b. A an\u00e1lise da equipa cient\u00edfica mostra ind\u00edcios de vapor de \u00e1gua; no entanto, os modelos de computador mostram que o sinal pode ser de uma atmosfera planet\u00e1ria rica em \u00e1gua (indicada pela linha azul) ou de manchas estelares da estrela an\u00e3 vermelha hospedeira (indicada pela linha amarela). Os dois modelos divergem visivelmente nos comprimentos de onda infravermelhos mais curtos, indicando que ser\u00e3o necess\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es adicionais com outros instrumentos do Webb para determinar a origem do sinal da \u00e1gua.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora o vapor de \u00e1gua possa indicar, potencialmente, a presen\u00e7a de uma atmosfera em GJ 486 b, uma explica\u00e7\u00e3o igualmente plaus\u00edvel \u00e9 vapor de \u00e1gua na estrela. Surpreendentemente, mesmo no nosso pr\u00f3prio Sol, o vapor de \u00e1gua pode por vezes existir nas manchas solares, porque estas manchas solares s\u00e3o muito frias em compara\u00e7\u00e3o com a superf\u00edcie estelar circundante. A estrela-m\u00e3e de GJ 486 b \u00e9 muito mais fria do que o Sol, pelo que ainda mais vapor de \u00e1gua se concentraria nas suas manchas estelares. Como resultado, poderia criar um sinal que imitasse uma atmosfera planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o observ\u00e1mos ind\u00edcios de que o planeta tenha atravessado quaisquer manchas estelares durante os tr\u00e2nsitos. Mas isso n\u00e3o significa que n\u00e3o existam manchas estelares noutros locais na estrela. E esse \u00e9 exatamente o cen\u00e1rio f\u00edsico que imprimiria este sinal de \u00e1gua nos dados e poderia acabar por se assemelhar a uma atmosfera planet\u00e1ria&#8221;, explicou Ryan MacDonald da Universidade de Michigan em Ann Arbor, um dos coautores do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seria de esperar que uma atmosfera de vapor de \u00e1gua sofresse uma eros\u00e3o gradual devido ao aquecimento e irradia\u00e7\u00e3o. Consequentemente, a existir uma atmosfera, \u00e9 prov\u00e1vel que tenha de ser constantemente reabastecida por vulc\u00f5es que ejetam vapor do interior do planeta. Se a \u00e1gua estiver, de facto, na atmosfera do planeta, s\u00e3o necess\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es adicionais para determinar a quantidade de \u00e1gua presente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Futuras observa\u00e7\u00f5es com o JWST poder\u00e3o lan\u00e7ar mais luz sobre este sistema. Um programa vindouro ir\u00e1 usar o MIRI (Mid-Infrared Instrument) para observar o lado diurno do planeta. Se o planeta n\u00e3o tiver atmosfera, ou se tiver apenas uma fina atmosfera, ent\u00e3o espera-se que a parte mais quente do lado diurno esteja diretamente debaixo da estrela. No entanto, se o ponto mais quente estiver deslocado, isso indicaria uma atmosfera que pode fazer circular o calor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em \u00faltima an\u00e1lise, ser\u00e3o necess\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es a comprimentos de onda infravermelhos mais curtos por outro instrumento do Webb, o NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph), para diferenciar entre a atmosfera planet\u00e1ria e os cen\u00e1rios de manchas estelares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 a jun\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios instrumentos que vai realmente determinar se este planeta tem ou n\u00e3o uma atmosfera&#8221;, disse Stevenson.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo foi aceite para publica\u00e7\u00e3o na revista The Astrphysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/webb-finds-water-vapor-but-from-a-rocky-planet-or-its-star\" target=\"_blank\"><\/a><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/webb-finds-water-vapor-but-from-a-rocky-planet-or-its-star\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esawebb.org\/images\/GJ486b\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-120\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.jhuapl.edu\/news\/news-releases\/230501-nasa-webb-maybe-spots-water-vapor-around-rocky-exoplanet\" target=\"_blank\">\/\/ JHUAPL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.umich.edu\/jwst-sees-water-vapor-near-a-distant-planetbut-is-it-in-the-planets-atmosphere-or-its-star\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Michigan (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.imperial.ac.uk\/news\/244692\/signs-that-rocky-exoplanet-could-have\/\" target=\"_blank\">\/\/ Col\u00e9gio Imperial de Londres (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2305.00868\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-exoplanet-water-vapor-atmosphere-or-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/161174\/jwst-tries-to-untangle-the-signals-of-water-is-it-coming-from-the-planet-or-the-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/05\/230501143017.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-05-webb-vapor-rocky-planet-star.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Webb_finds_water_vapor_but_from_a_rocky_planet_or_its_star_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2023\/05\/02\/world\/webb-telescope-planet-star-atmosphere-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/webb-telescope-water-vapor-rocky-exoplanet-red-dwarf-1850391696\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GJ 486 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7840\/gj-486-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/gj%20486%20b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/gj_486_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gliese_486\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta ilustra\u00e7\u00e3o representa o exoplaneta rochoso GJ 486 b, que orbita uma estrela an\u00e3 vermelha a apenas 26 anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Virgem. 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