{"id":6010,"date":"2023-05-02T06:25:47","date_gmt":"2023-05-02T05:25:47","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6010"},"modified":"2023-05-02T06:25:48","modified_gmt":"2023-05-02T05:25:48","slug":"o-binario-de-contacto-mais-massivo-conhecido-ira-eventualmente-resultar-na-colisao-de-dois-buracos-negros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/05\/02\/o-binario-de-contacto-mais-massivo-conhecido-ira-eventualmente-resultar-na-colisao-de-dois-buracos-negros\/","title":{"rendered":"O bin\u00e1rio de contacto mais massivo conhecido ir\u00e1, eventualmente, resultar na colis\u00e3o de dois buracos negros"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com um novo estudo por investigadores da UCL (University College London) e da Universidade de Potsdam, duas estrelas massivas que se tocam v\u00e3o eventualmente acabar por chocar, gerando ondas no tecido do espa\u00e7o-tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo, aceite para publica\u00e7\u00e3o na revista Astronomy &amp; Astrophysics, analisou um sistema bin\u00e1rio (duas estrelas que se orbitam uma \u00e0 outra em torno de um centro de gravidade m\u00fatuo), analisando a luz das estrelas obtida a partir de uma s\u00e9rie de telesc\u00f3pios terrestres e espaciais.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.uni-potsdam.de\/fileadmin\/projects\/up\/images\/medienmitteilungen\/PM_2023\/2023_041_binarystar-4k_ucl_dasilva.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"538\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/CPHv8QeO_o-1024x538.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6011\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/CPHv8QeO_o-1024x538.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/CPHv8QeO_o-300x158.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/CPHv8QeO_o-768x404.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/CPHv8QeO_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista da estrela bin\u00e1ria. A mais pequena, mais brilhante e mais quente (esquerda), que tem 32 vezes a massa do nosso Sol, est\u00e1 atualmente a perder massa para a companheira maior (direita), que tem 55 vezes a massa do nosso Sol. Uma \u00e9 branca e a outra azul porque s\u00e3o muito quentes: 43.000 e 38.000 K, respetivamente.<br>Cr\u00e9dito: UCL\/J. daSilva<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores descobriram que as estrelas, localizadas na Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es, est\u00e3o em contacto parcial e trocam material entre si, com uma estrela atualmente a &#8220;alimentar-se&#8221; da outra. Completam uma \u00f3rbita uma em torno da outra a cada tr\u00eas dias e s\u00e3o as estrelas mais massivas que se tocam (conhecidas como bin\u00e1rios de contacto) at\u00e9 agora observadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Comparando os resultados das suas observa\u00e7\u00f5es com modelos te\u00f3ricos da evolu\u00e7\u00e3o de estrelas bin\u00e1rias, descobriram que, no modelo mais adequado, a estrela que est\u00e1 a ser devorada transformar-se-\u00e1 num buraco negro e este alimentar-se-\u00e1 da estrela companheira. A estrela sobrevivente ir\u00e1 tornar-se um buraco negro pouco tempo depois.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O primeiro buraco negro formar-se-\u00e1 daqui a menos de um milh\u00e3o de anos e o segundo daqui a menos de 4 milh\u00f5es de anos, mas orbitar-se-\u00e3o um ao outro durante milhares de milh\u00f5es de anos antes de colidirem com uma for\u00e7a tal que ser\u00e1 capaz de gerar ondas gravitacionais &#8211; ondula\u00e7\u00f5es no tecido do espa\u00e7o-tempo &#8211; que poderiam, teoricamente, ser detetadas com instrumentos na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudante de doutoramento Matthew Rickard (F\u00edsica e Astronomia da UCL), autor principal do estudo, disse: &#8220;Gra\u00e7as aos detetores de ondas gravitacionais Virgo e LIGO, foram detetadas d\u00fazias de fus\u00f5es de buracos negros nos \u00faltimos anos. Mas at\u00e9 agora ainda n\u00e3o observ\u00e1mos estrelas que, segundo as previs\u00f5es, colapsariam para buracos negros desta dimens\u00e3o e se fundiriam numa escala de tempo inferior ou mesmo compar\u00e1vel \u00e0 idade do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso modelo mais adequado sugere que estas estrelas se fundir\u00e3o, j\u00e1 como buracos negros, dentro de 18 mil milh\u00f5es de anos. Encontrar estrelas nesta trajet\u00f3ria evolutiva, t\u00e3o perto da nossa Via L\u00e1ctea, \u00e9 uma excelente oportunidade para aprender ainda mais sobre a forma\u00e7\u00e3o destes buracos negros bin\u00e1rios&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O coautor Daniel Pauli, estudante de doutoramento na Universidade de Potsdam, disse: &#8220;Esta estrela bin\u00e1ria \u00e9 o bin\u00e1rio de contacto mais massivo observado at\u00e9 agora. A estrela mais pequena, mais brilhante e mais quente, com 32 vezes a massa do Sol, est\u00e1 atualmente a perder massa para a sua companheira maior, que tem 55 vezes a massa do nosso Sol&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros que os astr\u00f3nomos veem fundir-se hoje formaram-se h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos, quando o Universo tinha n\u00edveis mais baixos de ferro e de outros elementos mais pesados. A propor\u00e7\u00e3o destes elementos pesados aumentou com a idade do Universo, o que torna menos prov\u00e1vel a fus\u00e3o entre buracos negros. Isto porque as estrelas com uma maior propor\u00e7\u00e3o de elementos mais pesados t\u00eam ventos mais fortes e desintegram-se mais cedo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A bem estudada Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es, a cerca de 210.000 anos-luz da Terra, tem, por uma peculiaridade da natureza, cerca de um-s\u00e9timo das abund\u00e2ncias de ferro e outros metais pesados da nossa Gal\u00e1xia. Neste aspeto, imita as condi\u00e7\u00f5es do passado long\u00ednquo do Universo. Mas, ao contr\u00e1rio das gal\u00e1xias mais antigas e distantes, est\u00e1 suficientemente perto para que os astr\u00f3nomos possam medir as propriedades de estrelas individuais e bin\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No seu estudo, os investigadores mediram diferentes bandas de luz provenientes da estrela bin\u00e1ria (an\u00e1lise espectrosc\u00f3pica), utilizando dados obtidos ao longo de v\u00e1rios per\u00edodos de tempo por instrumentos do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA e pelo instrumento MUSE (Multi Unit Spectroscopic Explorer) no VLT (Very Large Telescope) do ESO no Chile, entre outros telesc\u00f3pios, em comprimentos de onda que v\u00e3o do ultravioleta ao \u00f3tico e ao infravermelho pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01GNYMD5RCRF1S01A8M2S5M0Z1.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3b\/fe\/GVaXrCoe_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O enxame estelar NGC 346, onde a estrela bin\u00e1ria est\u00e1 localizada (quadrado vermelho). \u00c9 uma imagem obtida pelo instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, O. Jones (UK ATC), G. De Marchi (ESTEC) e M. Meixner (USRA); processamento de imagem &#8211; A. Pagan (STScI), N. Habel (USRA), L. Lenkic (USRA) e L. Chu (NASA\/Ames)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com estes dados, a equipa conseguiu calcular a velocidade radial das estrelas &#8211; ou seja, o movimento que fazem em dire\u00e7\u00e3o a n\u00f3s ou para longe de n\u00f3s &#8211; bem como as suas massas, brilho, temperatura e \u00f3rbitas. Em seguida, combinaram estes par\u00e2metros com o modelo evolutivo que melhor se ajustava.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sua an\u00e1lise espectrosc\u00f3pica indicou que grande parte do inv\u00f3lucro exterior da estrela mais pequena tinha sido arrancado pela sua companheira maior. Observaram tamb\u00e9m que o raio de ambas as estrelas excedia o seu l\u00f3bulo de Roche &#8211; isto \u00e9, a regi\u00e3o \u00e0 volta de uma estrela onde o material est\u00e1 gravitacionalmente ligado a essa estrela &#8211; confirmando que algum do material da estrela mais pequena est\u00e1 a transbordar e a ser transferido para a estrela companheira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Falando sobre a evolu\u00e7\u00e3o futura das estrelas, Rickard explicou: &#8220;A estrela mais pequena transformar-se-\u00e1 primeiro num buraco negro, daqui a apenas 700.000 anos, atrav\u00e9s de uma explos\u00e3o espetacular chamada supernova, ou poder\u00e1 ser t\u00e3o massiva que colapsar\u00e1 num buraco negro sem qualquer explos\u00e3o externa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O novo buraco negro e a estrela massiva restante permanecer\u00e3o vizinhos inc\u00f3modos durante cerca de tr\u00eas milh\u00f5es de anos, at\u00e9 que este come\u00e7a a acretar mat\u00e9ria da sua companheira, vingando-se desta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pauli, que realizou o trabalho de modelagem, acrescentou: &#8220;Passados apenas 200.000 anos a &#8216;roubar&#8217; material, mas na dire\u00e7\u00e3o inversa \u00e0 anterior &#8211; um instante em termos astron\u00f3micos &#8211; a estrela companheira entrar\u00e1 tamb\u00e9m em colapso e transformar-se-\u00e1 num buraco negro. Estes dois buracos negros continuar\u00e3o a orbitar-se um ao outro, completando uma \u00f3rbita em poucos dias, durante milhares de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Lentamente, perder\u00e3o esta energia orbital atrav\u00e9s da emiss\u00e3o de ondas gravitacionais at\u00e9 se orbitarem um ao outro de poucos em poucos segundos, fundindo-se finalmente daqui a 18 mil milh\u00f5es de anos com uma enorme liberta\u00e7\u00e3o de ondas gravitacionais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ucl.ac.uk\/news\/2023\/apr\/most-massive-touching-stars-ever-found-will-eventually-collide-black-holes\" target=\"_blank\">\/\/ UCL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.uni-potsdam.de\/en\/headlines-and-featured-stories\/detail\/2023-04-27-dark-couple-most-massive-touching-stars-ever-found-will-eventually-collide-as-black-holes\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Potsdam (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.uni-potsdam.de\/en\/headlines-and-featured-stories\/detail\/2023-04-27-dark-couple-most-massive-touching-stars-ever-found-will-eventually-collide-as-black-holes\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2304.13720\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/987582\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/161133\/these-stars-are-already-merging-but-their-future-will-be-catastrophic\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/04\/230427114512.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-04-massive-stars-eventually-collide-black.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2371065-one-star-being-eaten-by-another-will-take-revenge-as-a-black-hole\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Bin\u00e1rio de contato:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Contact_binary\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>L\u00f3bulo de Roche:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Roche_lobe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buracos negros:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Buraco negro de massa estelar (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gracedb.ligo.org\/latest\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GraceDB (Gravitational Wave Candidate Event Database)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave_detection\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomia de ondas gravitacionais &#8211; Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com um novo estudo por investigadores da UCL (University College London) e da Universidade de Potsdam, duas estrelas massivas que se tocam v\u00e3o eventualmente acabar por chocar, gerando ondas no tecido do espa\u00e7o-tempo. 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