{"id":5980,"date":"2023-04-21T06:15:42","date_gmt":"2023-04-21T05:15:42","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5980"},"modified":"2023-04-21T06:15:43","modified_gmt":"2023-04-21T05:15:43","slug":"tess-da-nasa-celebra-quinto-ano-a-procura-de-novos-mundos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/04\/21\/tess-da-nasa-celebra-quinto-ano-a-procura-de-novos-mundos\/","title":{"rendered":"TESS da NASA celebra quinto ano \u00e0 procura de novos mundos"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/5lwAvROk_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"315\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/5lwAvROk_o-1024x315.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5981\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/5lwAvROk_o-1024x315.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/5lwAvROk_o-300x92.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/5lwAvROk_o-768x236.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/5lwAvROk_o.jpg 1041w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda (centro) brilha neste detalhe de um sector fotografado pela miss\u00e3o TESS da NASA.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/MIT\/TESS e Ethan Kruse (Universidade de Maryland College Park)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Agora no seu quinto ano no espa\u00e7o, o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA continua a ser um grande sucesso. As c\u00e2maras do TESS mapearam mais de 93% de todo o c\u00e9u, descobriram 329 novos mundos e milhares de candidatos e forneceram novos conhecimentos sobre uma vasta gama de fen\u00f3menos c\u00f3smicos, desde pulsa\u00e7\u00f5es estelares e estrelas explosivas aos buracos negros supermassivos.<\/p>\n\n\n\n<p>Usando as suas quatro c\u00e2maras, o TESS monitoriza grandes faixas do c\u00e9u chamadas sectores durante cerca de um m\u00eas de cada vez. Cada sector mede 24 por 96 graus, cerca da largura de uma m\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia do bra\u00e7o esticado desde o horizonte e at\u00e9 ao z\u00e9nite. As c\u00e2maras captam um total de 192 milh\u00f5es de pix\u00e9is em cada imagem completa. Durante a sua miss\u00e3o principal, o TESS capturou uma destas imagens a cada 30 minutos, mas esta &#8220;enxurrada&#8221; de dados tem aumentado com o tempo. As c\u00e2maras registam agora cada sector a cada 200 segundos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"TESS\u2019s 5th Anniversary Skyview\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yCWgToX5YQg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;O volume de dados de alta qualidade, agora dispon\u00edvel, \u00e9 bastante impressionante&#8221;, disse Knicole Col\u00f3n, cientista do projeto TESS no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland. &#8220;Temos mais de 251 terabytes apenas para um dos principais produtos de dados, de nome imagens de quadro completo. Isto \u00e9 o equivalente a fazer streaming de 167.000 filmes em &#8216;full HD'&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O TESS extrai partes de cada imagem de quadro completo para fazer recortes em torno de objetos c\u00f3smicos espec\u00edficos &#8211; mais de 467.000 neste momento &#8211; e juntos criam um registo detalhado da mudan\u00e7a de brilho para cada um deles&#8221;, disse Christina Hedges, chefe do Gabinete de Investiga\u00e7\u00e3o Geral do TESS e investigadora na Universidade de Maryland e no Centro Goddard. &#8220;Utilizamos estes ficheiros para produzir curvas de luz, um produto que mostra graficamente como o brilho de uma fonte se altera ao longo do tempo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Para encontrar exoplanetas, ou mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, o TESS procura a diminui\u00e7\u00e3o de brilho estelar provocado por um planeta em \u00f3rbita quando este passa \u00e0 sua frente, da perspetiva do Sistema Solar. Mas as estrelas tamb\u00e9m mudam de brilho por outras raz\u00f5es: explodindo como supernovas, erup\u00e7\u00f5es repentinas, manchas estelares nas suas superf\u00edcies girat\u00f3rias e at\u00e9 ligeiras altera\u00e7\u00f5es devido a oscila\u00e7\u00f5es impulsionadas por ondas sonoras internas. As observa\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e regulares do TESS permitem um estudo mais detalhado destes fen\u00f3menos.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas estrelas d\u00e3o ao TESS uma mistura destes comportamentos que alteram o seu brilho. Um exemplo \u00e9 AU Microscopii, que se pensa ter cerca de 25 milh\u00f5es de anos &#8211; uma jovem rebelde com menos de 1% da idade do nosso Sol. Regi\u00f5es com manchas \u00e0 superf\u00edcie de AU Mic crescem e encolhem e a rota\u00e7\u00e3o da estrela tr\u00e1-las para dentro e leva-as para fora de vista. A estrela tempestuosa tamb\u00e9m irrompe com surtos frequentes. Com tudo isto a acontecer, o TESS, com a ajuda do agora reformado Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA, descobriu um planeta com cerca de quatro vezes o tamanho da Terra que completa uma \u00f3rbita a cada 8,5 dias. E, em 2022, os cientistas anunciaram que os dados do TESS revelaram outro mundo, mais pequeno, quase tr\u00eas vezes maior do que a Terra com uma \u00f3rbita de 18,9 dias. Estas descobertas tornaram o sistema muito importante no que toca a compreender como as estrelas e os planetas se formam e evoluem.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui ficam mais alguns dos maiores \u00eaxitos da miss\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O TESS observou, at\u00e9 agora, milhares de supernovas e centenas de outros candidatos transit\u00f3rios, ou de curta dura\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>TOI 700 d foi o primeiro planeta que o TESS descobriu que orbita dentro da zona habit\u00e1vel da sua estrela. Esta \u00e9 a gama de dist\u00e2ncias orbitais onde a \u00e1gua l\u00edquida poderia, potencialmente, existir \u00e0 superf\u00edcie do planeta. Em janeiro, os astr\u00f3nomos anunciaram que a este mundo do tamanho da Terra se juntou outro, TOI 700 e, que tamb\u00e9m orbita na zona habit\u00e1vel da estrela;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"TESS Finds System&#039;s Second Earth-Size Planet\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tqUtKNKD8UM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A gal\u00e1xia ativa ESO 253-3 abriga um buraco negro com 78 milh\u00f5es de vezes a massa do Sol com ciclos de atividade a cada 114 dias, o primeiro buraco negro supermassivo com surtos regulares. Para compreender porqu\u00ea, os astr\u00f3nomos combinaram observa\u00e7\u00f5es terrestres das erup\u00e7\u00f5es com dados do TESS, do Swift e NuSTAR da NASA, e do sat\u00e9lite XMM-Newton operado pela ESA. A resposta mais prov\u00e1vel, dizem, \u00e9 que uma estrela gigante passa perto o suficiente do buraco negro monstruoso uma vez a cada \u00f3rbita para a gravidade do buraco negro retirar algum g\u00e1s estelar. Este material cai para dentro, criando um clar\u00e3o quando atinge o vasto disco de g\u00e1s que envolve o buraco negro;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Swift, TESS Catch Eruptions From an Active Galaxy\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4esMWZZAaA8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O TESS descobriu um trio de mundos quentes maiores do que a Terra orbitando uma vers\u00e3o muito mais jovem do nosso Sol de nome TOI 451, localizada a cerca de 400 anos-luz de dist\u00e2ncia. O sistema foi encontrado num rec\u00e9m-descoberto &#8220;rio&#8221; de estrelas, chamado corrente Peixe-Er\u00eddano, que se estende por um-ter\u00e7o do c\u00e9u. O TESS mostrou que muitas das estrelas reveladas tinham manchas estelares e giravam rapidamente &#8211; evid\u00eancia clara de que a corrente tinha apenas 120 milh\u00f5es de anos, ou um-oitavo da idade das estimativas anteriores.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/toi_451_infographic_1041.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/XYFqKkpQ\/toi-451-infographic-1041.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra as caracter\u00edsticas principais de TOI 451, um sistema com tr\u00eas planetas localizado a 400 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Er\u00eddano.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>O enorme volume de dados que o TESS j\u00e1 capturou augura novas descobertas. \u00c9 uma biblioteca de observa\u00e7\u00f5es que os astr\u00f3nomos v\u00e3o continuar a explorar durante anos, mas h\u00e1 muito mais por vir.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estamos a celebrar o quinto ano de opera\u00e7\u00f5es do TESS &#8211; e desejamos-lhe muitos parab\u00e9ns!&#8221; disse Col\u00f3n.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/nasa-s-tess-celebrates-fifth-year-scanning-the-sky-for-new-worlds\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>AU Mic:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/AU_Microscopii\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/au_mic_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AU Mic b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/au_mic_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AU Mic c (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sistema planet\u00e1rio TOI 700:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/toi%20700\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TOI_700#Planetary_system\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7656\/toi-700-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 700 b (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-700_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 700 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7657\/toi-700-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 700 c (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-700_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 700 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7658\/toi-700-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 700 d (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-700_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 700 d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TOI-700_d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 700 d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-700_e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 700 e (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TOI 451:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TOI-451%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7807\/toi-451-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 b (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-451_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7808\/toi-451-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 c (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-451_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7809\/toi-451-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 d (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-451_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 d (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda (centro) brilha neste detalhe de um sector fotografado pela miss\u00e3o TESS da NASA.Cr\u00e9dito: NASA\/MIT\/TESS e Ethan Kruse (Universidade de Maryland College Park) Agora no seu quinto ano no espa\u00e7o, o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA continua a ser um grande sucesso. 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