{"id":5964,"date":"2023-04-14T06:22:22","date_gmt":"2023-04-14T05:22:22","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5964"},"modified":"2023-04-14T06:22:23","modified_gmt":"2023-04-14T05:22:23","slug":"novo-mapa-do-crescimento-cosmico-do-universo-apoia-a-teoria-da-gravidade-de-einstein","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/04\/14\/novo-mapa-do-crescimento-cosmico-do-universo-apoia-a-teoria-da-gravidade-de-einstein\/","title":{"rendered":"Novo mapa do crescimento c\u00f3smico do Universo apoia a teoria da gravidade de Einstein"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao contr\u00e1rio dos antigos fil\u00f3sofos que imaginavam as origens do Universo, os cosm\u00f3logos modernos utilizam ferramentas quantitativas para obterem uma vis\u00e3o da sua evolu\u00e7\u00e3o e estrutura. A cosmologia moderna remonta ao in\u00edcio do s\u00e9culo XX, com o desenvolvimento da teoria da relatividade geral de Einstein.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, investigadores da colabora\u00e7\u00e3o ACT (Atacama Cosmology Telescope) submeteram um conjunto de artigos cient\u00edficos \u00e0 revista The Astrophysical Journal com um novo mapa inovador da mat\u00e9ria escura distribu\u00edda por um-quarto do c\u00e9u, estendendo-se at\u00e9 \u00e0s profundezas do cosmos, que confirma a teoria de Einstein de como as estruturas massivas crescem e curvam a luz ao longo dos 14 mil milh\u00f5es de anos de vida do Universo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/penntoday.upenn.edu\/sites\/default\/files\/2023-04\/ACT_Graphic_main.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"479\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/7raQzE6P_o-1024x479.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5965\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/7raQzE6P_o-1024x479.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/7raQzE6P_o-300x140.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/7raQzE6P_o-768x359.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/7raQzE6P_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A investiga\u00e7\u00e3o da colabora\u00e7\u00e3o ACT (Atacama Cosmology Telescope) culminou num novo mapa inovador da mat\u00e9ria escura distribu\u00edda por um-quarto de todo o c\u00e9u, chegando \u00e0s profundezas do cosmos. As descobertas fornecem mais apoio \u00e0 teoria da relatividade geral de Einstein, que \u00e9 a base do modelo padr\u00e3o da cosmologia h\u00e1 mais de um s\u00e9culo, e fornecem novos m\u00e9todos para desmistificar a mat\u00e9ria escura.<br>Cr\u00e9dito: Lucy Reading-Ikkanda\/Funda\u00e7\u00e3o Simons<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo mapa utiliza a radia\u00e7\u00e3o do fundo c\u00f3smico de micro-ondas (ou CMB, sigla inglesa para &#8220;cosmic microwave background&#8221;) essencialmente como uma luz de fundo para iluminar toda a mat\u00e9ria entre n\u00f3s e o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 um pouco como uma silhueta, mas em vez de ter apenas preto, tem textura e aglomerados de mat\u00e9ria escura, como se a luz estivesse a passar atrav\u00e9s de uma cortina de tecido com muitos n\u00f3s e ondula\u00e7\u00f5es&#8221;, disse Suzanne Staggs, diretora do ACT e professora de f\u00edsica na Universidade de Princeton. &#8220;A famosa imagem azul e amarela do CMB [de 2003] \u00e9 um instant\u00e2neo de como o Universo era numa \u00fanica \u00e9poca, h\u00e1 cerca de 13 mil milh\u00f5es de anos, e agora isto est\u00e1 a dar-nos informa\u00e7\u00e3o sobre todas as \u00e9pocas desde ent\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 emocionante poder ver o invis\u00edvel, descobrir este andaime de mat\u00e9ria escura que segura as nossas gal\u00e1xias vis\u00edveis repletas de estrelas&#8221;, disse Jo Dunkley, professora de f\u00edsica e ci\u00eancias astrof\u00edsicas, que lidera a an\u00e1lise para o ACT. &#8220;Nesta nova imagem, podemos ver indiretamente a teia c\u00f3smica invis\u00edvel de mat\u00e9ria escura que envolve e liga as gal\u00e1xias&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Normalmente, os astr\u00f3nomos s\u00f3 conseguem medir a luz, pelo que vemos como as gal\u00e1xias est\u00e3o distribu\u00eddas pelo Universo; estas observa\u00e7\u00f5es revelam a distribui\u00e7\u00e3o da massa, por isso mostram principalmente como a mat\u00e9ria escura se distribui pelo Universo&#8221;, disse David Spergel, professor de astronomia na mesma institui\u00e7\u00e3o de ensino e presidente da Funda\u00e7\u00e3o Simons.<\/p>\n\n\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Mape\u00e1mos a distribui\u00e7\u00e3o invis\u00edvel da mat\u00e9ria escura pelo c\u00e9u e \u00e9 exatamente como as nossas teorias preveem&#8221;, disse o coautor Blake Sherwin, que conclui o seu doutoramento em Princeton em 2013 e \u00e9 professor de cosmologia na Universidade de Cambridge, onde lidera um grande grupo de investigadores do ACT. &#8220;Esta \u00e9 uma evid\u00eancia espantosa de que compreendemos a hist\u00f3ria de como a estrutura do nosso Universo se formou ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos, desde logo ap\u00f3s o Big Bang at\u00e9 aos dias de hoje&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele acrescentou: &#8220;Notavelmente, 80% da massa do Universo \u00e9 invis\u00edvel. Ao mapear a distribui\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria escura atrav\u00e9s do c\u00e9u para as maiores dist\u00e2ncias, as nossas medi\u00e7\u00f5es de lentes pelo ACT permitem-nos ver claramente este mundo invis\u00edvel&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quanto propusemos esta experi\u00eancia em 2003, n\u00e3o faz\u00edamos ideia da extens\u00e3o total da informa\u00e7\u00e3o que podia ser extra\u00edda do nosso telesc\u00f3pio&#8221;, disse Mark Devlin, professor de astronomia na Universidade da Pensilv\u00e2nia e vice-diretor do ACT, p\u00f3s-doutorado em Princeton de 1994 a 1995. &#8220;Devemos isto \u00e0 intelig\u00eancia dos te\u00f3ricos, \u00e0s muitas pessoas que constru\u00edram novos instrumentos para tornar o nosso telesc\u00f3pio mais sens\u00edvel e \u00e0s novas t\u00e9cnicas de an\u00e1lise que a nossa equipa criou&#8221;. Isto inclui um novo modelo sofisticado do ru\u00eddo do instrumento do ACT pelo aluno de Princeton Zach Atkins.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/penntoday.upenn.edu\/sites\/default\/files\/2023-04\/Gravitational-Lensing.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0e\/6f\/r6HJn0rI_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Para ver a invis\u00edvel mat\u00e9ria escura, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o observa como a sua gravidade curva a luz, &#8220;janelas&#8221; antigas de espessura desigual que esticam e distorcem o que aparece por detr\u00e1s delas. Aqui, um simples padr\u00e3o de tabuleiro de xadrez (esquerda) \u00e9 deformado pelas manchas roxas antes da imagem ser captada pelo ACT (direita), resultando na vis\u00e3o distorcida \u00e0 direita. Os astr\u00f3nomos procuram estes padr\u00f5es de distor\u00e7\u00e3o na luz distante para mapear as distribui\u00e7\u00f5es de mat\u00e9ria escura.<br>Cr\u00e9dito: Lucy Reading-Ikkanda\/Funda\u00e7\u00e3o Simons<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de constituir a maior parte do Universo, a mat\u00e9ria escura tem sido dif\u00edcil de detetar porque n\u00e3o interage com a luz ou com outras formas de radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica. Tanto quanto sabemos, a mat\u00e9ria escura s\u00f3 interage com a gravidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a localizarem, os mais de 160 colaboradores que constru\u00edram e recolheram dados com o ACT da NSF (National Science Foundation), nos altos Andes chilenos, observaram a luz a emanar ap\u00f3s o alvorecer da forma\u00e7\u00e3o do Universo, o Big Bang &#8211; quando o Universo tinha apenas 380.000 anos. Os cosm\u00f3logos referem-se frequentemente a esta radia\u00e7\u00e3o difusa que preenche todo o cosmos como a &#8220;imagem do Universo quando este era beb\u00e9&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa rastreou como a atra\u00e7\u00e3o gravitacional das estruturas massivas de mat\u00e9ria escura pode distorcer o CMB na sua viagem de 14 mil milh\u00f5es de anos at\u00e9 n\u00f3s, tal como janelas antigas e imperfeitas curvam e distorcem o que conseguimos ver atrav\u00e9s delas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Fizemos um novo mapa de massa utilizando distor\u00e7\u00f5es da luz deixada para tr\u00e1s pelo Big Bang&#8221;, disse Matthew Madhavacheril, p\u00f3s-doc de Princeton de 2016-2018 que \u00e9 o autor principal de um dos artigos cient\u00edficos e professor assistente de f\u00edsica e astronomia na Universidade da Pensilv\u00e2nia. &#8220;Notavelmente, fornece medi\u00e7\u00f5es que mostram que tanto a &#8216;granularidade&#8217; do Universo, quanto o ritmo a que est\u00e1 a crescer ap\u00f3s 14 mil milh\u00f5es de anos de evolu\u00e7\u00e3o, s\u00e3o exatamente o que se esperaria do nosso modelo padr\u00e3o cosmol\u00f3gico baseado na teoria da gravidade de Einstein&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sherwin acrescentou: &#8220;Os nossos resultados tamb\u00e9m proporcionam novas perspetivas para um debate em curso que alguns chamaram &#8216;A Crise na Cosmologia'&#8221;. Esta &#8220;crise&#8221; deriva de medi\u00e7\u00f5es recentes que utilizam uma luz de fundo diferente, emitida por estrelas em gal\u00e1xias, em vez da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo em micro-ondas. Estas produziram resultados que sugerem que a mat\u00e9ria escura n\u00e3o era suficientemente &#8220;grumosa&#8221; sob o modelo padr\u00e3o da cosmologia e levaram a preocupa\u00e7\u00f5es de que o modelo pudesse estar errado. No entanto, os \u00faltimos resultados da equipa do ACT avaliaram com precis\u00e3o que os vastos gr\u00e2nulos vistos nesta imagem t\u00eam o tamanho correto.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/penntoday.upenn.edu\/sites\/default\/files\/2023-04\/ACT_Graphic_short.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/70\/c6\/RQLVadbe_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9dito: Lucy Reading-Ikkanda\/Funda\u00e7\u00e3o Simons<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Enquanto estudos anteriores apontavam para falhas no modelo cosmol\u00f3gico padr\u00e3o, as nossas descobertas fornecem novas garantias de que a nossa teoria fundamental do Universo \u00e9 verdadeira&#8221;, disse Frank Qu, autor principal de um dos artigos e estudante de Cambridge, bem como antigo investigador visitante de Princeton.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O CMB j\u00e1 \u00e9 famoso pelas suas medi\u00e7\u00f5es sem paralelo do estado primordial do Universo, pelo que estes mapas de lentes, descrevendo a sua evolu\u00e7\u00e3o subsequente, s\u00e3o quase demasiado bons&#8221;, disse Staggs, cuja equipa construiu os detetores que recolheram estes dados ao longo dos \u00faltimos cinco anos. &#8220;Temos agora um segundo mapa, muito primordial, do Universo. Em vez de uma &#8216;crise&#8217;, penso que temos uma extraordin\u00e1ria oportunidade de utilizar estes diferentes conjuntos de dados como um todo. O nosso mapa inclui toda a mat\u00e9ria escura, remontando ao Big Bang, e os outros mapas olham para tr\u00e1s cerca de 9 mil milh\u00f5es de anos, o que nos d\u00e1 uma camada muito mais pr\u00f3xima. Podemos comparar os dois para aprender mais sobre o crescimento das estruturas no Universo. Penso que vai revelar-se realmente interessante. O facto de as duas abordagens estarem a obter medidas diferentes \u00e9 fascinante&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ACT, que funcionou durante 15 anos, foi desativado em setembro de 2022. No entanto, espera-se para breve a apresenta\u00e7\u00e3o de mais documentos com os resultados do conjunto final de observa\u00e7\u00f5es e o Observat\u00f3rio Simons realizar\u00e1 futuras observa\u00e7\u00f5es no mesmo local, com um novo telesc\u00f3pio previsto para come\u00e7ar a funcionar em 2024. Este novo instrumento ser\u00e1 capaz de mapear o c\u00e9u quase 10 vezes mais depressa do que o ACT.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.princeton.edu\/news\/2023\/04\/11\/new-map-universes-cosmic-growth-supports-einsteins-theory-gravity\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Princeton (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/penntoday.upenn.edu\/news\/new-findings-reveal-most-detailed-mass-map-dark-matter\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Pensilv\u00e2nia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cam.ac.uk\/research\/news\/new-findings-that-map-the-universes-cosmic-growth-support-einsteins-theory-of-gravity\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cambridge (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.simonsfoundation.org\/2023\/04\/11\/map-of-space-time-distortions-reveals-universes-dark-matter-distribution-proving-einstein-right\/\" target=\"_blank\">\/\/ Funda\u00e7\u00e3o Simons (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.stonybrook.edu\/university\/mapping-dark-matter-like-never-before-2\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Stony Brook (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.utoronto.ca\/news\/detailed-map-matter-cosmos-confirms-einstein-s-theory-general-relativity-astronomers-say\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Toronto (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2304.05196\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2304.05202\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2304.05203\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/985397\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/04\/230411105938.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-04-universe-cosmic-growth-einstein-theory.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/science-environment-65243132\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC News<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2023\/04\/11\/this-strange-new-map-of-dark-matter-proves-einstein-was-right-say-scientists\/?sh=59925b7b73bd\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Teoria da Relatividade Geral:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/General_theory_of_relativity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ACT (Atacama Cosmology Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/act.princeton.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal (Universidade de Princeton)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Cosmology_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao contr\u00e1rio dos antigos fil\u00f3sofos que imaginavam as origens do Universo, os cosm\u00f3logos modernos utilizam ferramentas quantitativas para obterem uma vis\u00e3o da sua evolu\u00e7\u00e3o e estrutura. A cosmologia moderna remonta ao in\u00edcio do s\u00e9culo XX, com o desenvolvimento da teoria da relatividade geral de Einstein. 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