{"id":5947,"date":"2023-04-07T06:24:17","date_gmt":"2023-04-07T05:24:17","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5947"},"modified":"2023-04-07T06:24:18","modified_gmt":"2023-04-07T05:24:18","slug":"hubble-encontra-inesperadamente-um-quasar-duplo-no-universo-distante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/04\/07\/hubble-encontra-inesperadamente-um-quasar-duplo-no-universo-distante\/","title":{"rendered":"Hubble encontra, inesperadamente, um quasar duplo no Universo distante"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Universo primitivo era um lugar exuberante onde as gal\u00e1xias frequentemente esbarravam umas nas outras e frequentemente se fundiam. Utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA e outros observat\u00f3rios espaciais e terrestres, os astr\u00f3nomos fizeram uma descoberta inesperada e rara: um par de quasares gravitacionalmente ligados, ambos &#8220;ardendo&#8221; dentro de duas gal\u00e1xias em fus\u00e3o. Existiram quando o Universo tinha apenas 3 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados de um novo estudo liderado por investigadores da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign e da Universidade Johns Hopkins foram publicados na revista Nature.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/hubble_doublequasar_stsci-01gwq9wa2k9n3tvybwsze8pdn7.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/PLc8XTPc_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5948\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/PLc8XTPc_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/PLc8XTPc_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/PLc8XTPc_o-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra dois quasares brilhantes que residem nos n\u00facleos de duas gal\u00e1xias que est\u00e3o no ca\u00f3tico processo de fus\u00e3o. Este &#8220;jogo da corda&#8221; gravitacional entre as duas gal\u00e1xias despoleta imensa forma\u00e7\u00e3o estelar. Os quasares s\u00e3o far\u00f3is brilhantes de luz intensa provenientes dos centros de gal\u00e1xias distantes. S\u00e3o alimentados por buracos negros supermassivos que se alimentam vorazmente de mat\u00e9ria em queda. Este frenesim de alimenta\u00e7\u00e3o desencadeia uma torrente de radia\u00e7\u00e3o que pode superar a luz coletiva de milhares de milh\u00f5es de estrelas na gal\u00e1xia hospedeira. Os buracos negros e as suas gal\u00e1xias fundem-se em algumas dezenas de milh\u00f5es de anos, formando um buraco negro ainda mais massivo.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, Joseph Olmsted (STScI)\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os quasares s\u00e3o objetos brilhantes alimentados por buracos negros supermassivos e vorazes que expelem quantidades enormes de energia enquanto se alimentam de g\u00e1s, poeira e qualquer outra coisa dentro do seu alcance gravitacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o vemos muitos quasares duplos nesta fase inicial do Universo e \u00e9 por isso que esta descoberta \u00e9 t\u00e3o excitante&#8221;, disse o estudante Yu-Ching Chen da Universidade de Illinois, autor principal do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 cada vez mais evid\u00eancias de que as grandes gal\u00e1xias s\u00e3o constru\u00eddas atrav\u00e9s de fus\u00f5es. Os sistemas mais pequenos juntam-se para formar sistemas e estruturas cada vez maiores. Durante esse processo, formaram-se pares de buracos negros dentro das gal\u00e1xias em fus\u00e3o. &#8220;O conhecimento da popula\u00e7\u00e3o progenitora dos buracos negros eventualmente vai acabar por nos dizer mais sobre o aparecimento dos buracos negros supermassivos no Universo inicial e qu\u00e3o frequentes essas fus\u00f5es podem ser&#8221;, disse Chen.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a come\u00e7ar a desvendar esta ponta do iceberg da popula\u00e7\u00e3o dos primeiros quasares bin\u00e1rios&#8221; disse o coautor Xin Liu, professor de astronomia na mesma institui\u00e7\u00e3o de ensino. &#8220;Esta \u00e9 a particularidade deste estudo. Diz-nos que esta popula\u00e7\u00e3o existe e agora temos um m\u00e9todo para identificar quasares duplos que est\u00e3o separados por menos do que o tamanho de uma \u00fanica gal\u00e1xia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta foi uma procura parecida \u00e0 de uma agulha num palheiro que exigiu o poder combinado do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA e do Observat\u00f3rio W. M. Keck no Hawaii. O observat\u00f3rio espacial Gaia da ESA ajudou na descoberta original do quasar duplo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A sensibilidade e resolu\u00e7\u00e3o do Hubble forneceu imagens que nos permitem descartar outras possibilidades para o que o estamos a ver&#8221;, disse Chen. O Hubble mostra inequivocamente que se trata de facto de um par genu\u00edno de buracos negros supermassivos, em vez de duas imagens do mesmo quasar criadas pelos efeitos \u00f3ticos de uma lente gravitacional em primeiro plano. E o Hubble mostra uma caracter\u00edstica de mar\u00e9 da fus\u00e3o das duas gal\u00e1xias, onde a gravidade distorce a forma das gal\u00e1xias, formando duas caudas de estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, a n\u00edtida resolu\u00e7\u00e3o do Hubble, por si s\u00f3, n\u00e3o \u00e9 suficientemente boa para procurar estes far\u00f3is de luz dupla, disseram os investigadores. A equipa alistou o Gaia, um sat\u00e9lite lan\u00e7ado em 2013, para identificar potenciais candidatos a quasar duplo. O Gaia mede as posi\u00e7\u00f5es, dist\u00e2ncias e movimentos de objetos celestes pr\u00f3ximos de forma muito precisa. Os quasares aparecem como objetos individuais nos dados do Gaia porque est\u00e3o t\u00e3o pr\u00f3ximos uns dos outros. No entanto, os seus instrumentos conseguem capturar um movimento subtil e inesperado que imita uma mudan\u00e7a aparente na posi\u00e7\u00e3o de alguns dos quasares que observa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/7e\/53\/d6UGei2e_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/7e\/53\/d6UGei2e_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma imagem obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble de um par de quasares que existia quando o Universo tinha apenas 3 mil milh\u00f5es de anos. Est\u00e3o embutidos dentro de um par de gal\u00e1xias em colis\u00e3o. Os quasares est\u00e3o separados por menos do que o tamanho de uma \u00fanica gal\u00e1xia. Os quasares s\u00e3o alimentados por buracos negros vorazes e supermassivos que expelem quantidades enormes de energia enquanto se alimentam de g\u00e1s, poeira e qualquer outra coisa dentro do seu alcance gravitacional. Os buracos negros v\u00e3o acabar por se fundir.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Yu-Ching Chen (UIUC), Hsiang-Chih Hwang (IAS), Nadia Zakamska (JHU), Yue Shen (UIUC)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa disse que, na realidade, os quasares n\u00e3o se est\u00e3o a mover pelo espa\u00e7o de forma mensur\u00e1vel. Ao inv\u00e9s, o movimento subtil pode ser evid\u00eancia de flutua\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias de luz, uma vez que cada membro do par de quasares varia em brilho e em escalas de tempo de dias a meses, dependendo do &#8220;hor\u00e1rio de alimenta\u00e7\u00e3o&#8221; do buraco negro. Este brilho alternado entre o par de quasares \u00e9 semelhante a ver um sinal de travessia de uma linha f\u00e9rrea \u00e0 dist\u00e2ncia. Como as luzes de ambos os lados do sinal estacion\u00e1rio piscam alternadamente, o sinal d\u00e1 a ilus\u00e3o de se mover.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro desafio \u00e9 que, dado que a gravidade distorce o espa\u00e7o, uma gal\u00e1xia em primeiro plano poderia dividir a imagem de um quasar distante em dois, criando a ilus\u00e3o de que se trata de um bin\u00e1rio. O telesc\u00f3pio Keck foi utilizado para garantir que n\u00e3o havia uma gal\u00e1xia a servir como lente gravitacional entre a Terra e o quasar duplo suspeito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma vez que o Hubble observa o passado distante, este quasar duplo j\u00e1 n\u00e3o existe. Ao longo dos 10 mil milh\u00f5es de anos que se seguiram, as suas gal\u00e1xias hospedeiras provavelmente fundiram-se numa gal\u00e1xia el\u00edptica gigante, como as que hoje se veem no Universo local. E os quasares fundiram-se para formar um \u00fanico buraco negro supermassivo e gigantesco no seu centro. M87, uma gal\u00e1xia el\u00edptica gigante nossa vizinha, tem um buraco negro supermassivo com 6,5 mil milh\u00f5es de vezes a massa do nosso Sol. Talvez este buraco negro tenha sido criado a partir de uma ou mais fus\u00f5es gal\u00e1cticas ao longo dos \u00faltimos milhares de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O futuro Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman da NASA, com a mesma acuidade visual que o Hubble, \u00e9 ideal para ca\u00e7ar quasares bin\u00e1rios. O Hubble tem sido utilizado para registar cuidadosamente dados de alvos individuais. Mas a vis\u00e3o infravermelha e de grande angular do Roman \u00e9 200 vezes maior do que a do Hubble. &#8220;Muitos quasares podem ser sistemas bin\u00e1rios. O telesc\u00f3pio Roman pode fazer enormes avan\u00e7os nesta \u00e1rea de investiga\u00e7\u00e3o&#8221;, conclui Liu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/hubble-unexpectedly-finds-double-quasar-in-distant-universe\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.keckobservatory.org\/dual-quasar\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio W. M. Keck (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-002\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.illinois.edu\/view\/6367\/1173956073\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/news\/noirlab2309\/\" target=\"_blank\">\/\/ NOIRLab (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.gemini.edu\/pr\/dual-quasars-blaze-bright-center-merging-galaxies-0\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio Gemini (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cmu.edu\/mcs\/news-events\/2023\/0405-hubble-double-quasar.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Carnegie Mellon (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-05766-6.epdf?sharing_token=yVTjsQj9_sj-wtSUIId3ytRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0MbKAaDQAu-2CVH2TG8yW-TxzsNbRYPq_Zt9GvBrgdsMtZUbJRLGMD3Of9Z_vNrECiW6Zve50H1KbMzLGo2nea79v2_f0FRrkn6yA2JW3SKkQ0TUiHn9VTesOoLVTG84HE=\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2209.11249\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/merging-supermassive-black-holes-cosmic-noon\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/04\/230405130135.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-04-dual-quasar-supermassive-black-holes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Science_News\/2023\/04\/05\/double-quasars-uncovered\/1181680721155\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quasar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Quasar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGAs (N\u00facleos Gal\u00e1cticos Ativos):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Active_galactic_nucleus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo DR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RST ([Nancy Grace] Roman Space Telescope, anteriormente WFIRST):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/roman.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nancy_Grace_Roman_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASARoman\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASARoman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Universo primitivo era um lugar exuberante onde as gal\u00e1xias frequentemente esbarravam umas nas outras e frequentemente se fundiam. 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