{"id":5919,"date":"2023-03-28T06:22:19","date_gmt":"2023-03-28T05:22:19","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5919"},"modified":"2023-03-28T06:22:19","modified_gmt":"2023-03-28T05:22:19","slug":"hubble-monitoriza-o-tempo-e-as-estacoes-em-jupiter-e-urano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/03\/28\/hubble-monitoriza-o-tempo-e-as-estacoes-em-jupiter-e-urano\/","title":{"rendered":"<strong>Hubble monitoriza o tempo e as esta\u00e7\u00f5es em J\u00fapiter e \u00darano<\/strong>"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/13\/42\/0Xya3H0p_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"419\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/0Xya3H0p_o-1024x419.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5920\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/0Xya3H0p_o-1024x419.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/0Xya3H0p_o-300x123.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/0Xya3H0p_o-768x314.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/0Xya3H0p_o-1536x629.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/0Xya3H0p_o-2048x838.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Composi\u00e7\u00e3o que mostra uma das duas novas imagens de J\u00fapiter (\u00e0 esquerda) e tamb\u00e9m a nova imagem de \u00darano (\u00e0 direita).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI, A. Simon (NASA-GSFC), M. H. Wong (UC Berkeley), J. DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde o seu lan\u00e7amento, em 1990, que o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA tem sido um observador meteorol\u00f3gico interplanet\u00e1rio, mantendo-se atento \u00e0s atmosferas em constante mudan\u00e7a dos gigantes de g\u00e1s do Sistema Solar exterior. E \u00e9 um &#8220;olho sem pestanejar&#8221; que permite a nitidez e sensibilidade do Hubble para monitorizar um caleidosc\u00f3pio de atividades complexas ao longo do tempo. Recentemente foram partilhadas novas imagens de J\u00fapiter e \u00darano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas exteriores para l\u00e1 de Marte n\u00e3o t\u00eam superf\u00edcies s\u00f3lidas para afetar o clima como na Terra. E a luz solar \u00e9 muito menos capaz de impulsionar a circula\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. No entanto, estes s\u00e3o mundos em constante mudan\u00e7a. E o Hubble &#8211; no seu papel de meteorologista interplanet\u00e1rio &#8211; est\u00e1 a acompanhar, como faz todos os anos. O clima de J\u00fapiter \u00e9 conduzido de dentro para fora, \u00e0 medida que mais calor atravessa o seu interior do que recebe do Sol. Este calor impulsiona indiretamente ciclos de mudan\u00e7a de cor nas nuvens, como o ciclo que atualmente destaca um sistema alternante de ciclones e anticiclones. \u00darano tem esta\u00e7\u00f5es que passam ao ritmo de um caracol porque s\u00e3o necess\u00e1rios 84 anos terrestres para completar uma \u00f3rbita em torno do Sol. Mas essas esta\u00e7\u00f5es s\u00e3o extremas, porque \u00darano est\u00e1 inclinado para o lado. \u00c0 medida que o ver\u00e3o se aproxima no hemisf\u00e9rio norte, o Hubble v\u00ea uma crescente calota polar de n\u00e9voa fotoqu\u00edmica a alta altitude que parece semelhante ao &#8220;smog&#8221; sobre as cidades da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inaugurado em 2014, o programa OPAL (Outer Planet Atmospheres Legacy) do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble tem vindo a fornecer-nos uma vis\u00e3o anual dos planetas gigantes. Aqui ficam algumas imagens recentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>J\u00fapiter<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/04\/de\/yEsKJz50_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/04\/de\/yEsKJz50_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Duas novas imagens Hubble de J\u00fapiter, a da esquerda obtida a 12 de novembro de 2022 e a segunda (direita) capturada no dia 6 de janeiro de 2023.\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2303d.jpg\" target=\"_blank\">Clique aqui<\/a>\u00a0para ver apenas a da esquerda;\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2303e.jpg\" target=\"_blank\">clique aqui<\/a>\u00a0para ver somente a da direita.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI, A. Simon (NASA-GSFC), M. H. Wong (UC Berkeley), J. DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A previs\u00e3o meteorol\u00f3gica para J\u00fapiter \u00e9 tempo tempestuoso a baixas latitudes norte. \u00c9 vis\u00edvel uma cadeia proeminente de tempestades alternadas, formando uma &#8220;rua de v\u00f3rtices&#8221;, como alguns astr\u00f3nomos planet\u00e1rios lhe chamam. Este \u00e9 um padr\u00e3o ondulat\u00f3rio de ciclones e anticiclones aninhados, juntos como as engrenagens alternadas de uma m\u00e1quina que se move no sentido hor\u00e1rio e anti-hor\u00e1rio. Se as tempestades se aproximarem o suficiente umas das outras e se fundirem, podem construir uma tempestade ainda maior, potencialmente rivalizando com o tamanho atual da Grande Mancha Vermelha. O padr\u00e3o escalonado de ciclones e anticiclones impede com que tempestades individuais se fundam. \u00c9 tamb\u00e9m vista atividade no interior destas tempestades; na d\u00e9cada de 1990 o Hubble n\u00e3o viu quaisquer ciclones e anticiclones com rel\u00e2mpagos incorporados, mas estas tempestades surgiram na \u00faltima d\u00e9cada. As fortes diferen\u00e7as de cor indicam que o Hubble est\u00e1 tamb\u00e9m a ver diferentes alturas e profundidades de nuvens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A lua laranja Io &#8220;fotobomba&#8221; esta vista do topo das nuvens multicoloridas de J\u00fapiter, lan\u00e7ando uma sombra em dire\u00e7\u00e3o ao limbo ocidental do planeta. A resolu\u00e7\u00e3o do Hubble \u00e9 t\u00e3o n\u00edtida que consegue ver o aspeto laranja salpicado de Io, o resultado dos seus numerosos vulc\u00f5es ativos. Estes vulc\u00f5es foram descobertos pela primeira vez quando a nave espacial Voyager 1 passou pelo sistema joviano em 1979. O interior derretido da lua \u00e9 sobreposto por uma fina crosta atrav\u00e9s da qual os vulc\u00f5es ejetam o material. O enxofre assume v\u00e1rias tonalidades a diferentes temperaturas, raz\u00e3o pela qual a superf\u00edcie de Io \u00e9 t\u00e3o colorida. Esta fotografia foi obtida a 12 de novembro de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na segunda imagem de J\u00fapiter, a lend\u00e1ria Grande Mancha Vermelha de J\u00fapiter assume um lugar de destaque. Embora este v\u00f3rtice seja suficientemente grande para engolir a Terra, na realidade encolheu at\u00e9 ao seu menor tamanho de sempre, de acordo com os registos de observa\u00e7\u00e3o que datam at\u00e9 h\u00e1 150 anos. A lua gelada de J\u00fapiter, Ganimedes, pode ser vista a transitar pelo planeta gigante na parte inferior direita. Ligeiramente maior do que o planeta Merc\u00fario, Ganimedes \u00e9 a maior lua do Sistema Solar. \u00c9 um mundo craterado e tem uma superf\u00edcie principalmente de \u00e1gua gelada com fluxos glaciares aparentes impulsionados pelo calor interno. Esta imagem foi capturada no dia 6 de janeiro de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00fapiter e as suas grandes luas oce\u00e2nicas (Ganimedes, Calisto e Europa), s\u00e3o o alvo da Juice (Jupiter Icy Moons Explorer) da ESA. Est\u00e3o atualmente em curso preparativos para o lan\u00e7amento desta nave espacial a partir da Guiana Francesa no dia 13 de abril de 2023. Ganimedes \u00e9 o principal alvo da Juice. Como a pr\u00f3xima ousada miss\u00e3o da humanidade ao Sistema Solar exterior, a Juice ir\u00e1 completar numerosos &#8220;flybys&#8221; por Ganimedes e eventualmente entrar em \u00f3rbita da lua. A miss\u00e3o vai explorar v\u00e1rios t\u00f3picos chave: o misterioso campo magn\u00e9tico de Ganimedes, o seu oceano oculto, o seu n\u00facleo complexo, o seu conte\u00fado de gelo e concha, as suas intera\u00e7\u00f5es com o ambiente local e com o de J\u00fapiter, a sua atividade passada e presente e se a lua poder\u00e1 ou n\u00e3o ser um ambiente habit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00darano<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/44\/51\/o1GrfgHc_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/44\/51\/o1GrfgHc_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Duas imagens Hubble de \u00darano, a primeira (esquerda) obtida em 2014 e a segunda (direita) no dia 10 de novembro de 2022.\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2303h.jpg\" target=\"_blank\">Clique aqui<\/a>\u00a0para ver apenas a da esquerda;\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2303i.jpg\" target=\"_blank\">clique aqui<\/a>\u00a0para ver somente a da direita.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI, A. Simon (NASA-GSFC), M. H. Wong (UC Berkeley), J. DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O exc\u00eantrico planet\u00e1rio, \u00darano, gira em torno do Sol de lado \u00e0 medida que segue a sua \u00f3rbita de 84 anos, em vez de girar numa posi\u00e7\u00e3o mais &#8220;vertical&#8221; como a Terra. O seu eixo de rota\u00e7\u00e3o, inclinado horizontalmente, est\u00e1 a apenas 8 graus do plano orbital do planeta. Uma teoria recente prop\u00f5e que \u00darano j\u00e1 teve uma lua t\u00e3o massiva que o desestabilizou gravitacionalmente e depois colidiu com o planeta. Outras possibilidades incluem impactos gigantescos durante a forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, ou mesmo planetas gigantes exercendo torques ressonantes uns sobre os outros ao longo do tempo. As consequ\u00eancias da inclina\u00e7\u00e3o de \u00darano s\u00e3o que, durante per\u00edodos de tempo at\u00e9 42 anos, partes de um hemisf\u00e9rio ficam completamente sem luz solar. Quando a sonda Voyager 2 o visitou durante a d\u00e9cada de 1980, o polo sul do planeta estava apontado quase diretamente para o Sol. A vista mais recente do Hubble mostra o polo norte a inclinar-se agora para o Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A primeira \u00e9 uma imagem Hubble de \u00darano tirada em 2014, sete anos ap\u00f3s o equin\u00f3cio da primavera no norte, quando o Sol brilhava diretamente sobre o equador do planeta, e mostra uma das primeiras imagens do programa OPAL. M\u00faltiplas tempestades com nuvens de cristais de metano gelado aparecem a latitudes m\u00e9dias norte acima da atmosfera inferior ciano do planeta. O Hubble fotografou o sistema de an\u00e9is em 2007, mas os an\u00e9is come\u00e7aram a abrir-se sete anos mais tarde nesta imagem. Nesta altura, o planeta tinha v\u00e1rias pequenas tempestades e at\u00e9 algumas bandas de nuvens t\u00e9nues.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na segunda imagem, de 2022, o polo norte de \u00darano mostra uma n\u00e9voa fotoqu\u00edmica espessa que parece semelhante ao &#8220;smog&#8221; sobre as cidades. V\u00e1rias pequenas tempestades podem ser vistas perto da orla da n\u00e9voa polar. O Hubble tem vindo a seguir o tamanho e brilho da calota polar norte e continua a ficar a mais brilhante ano ap\u00f3s ano. Os astr\u00f3nomos est\u00e3o a desenredar v\u00e1rios efeitos &#8211; da circula\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, propriedades das part\u00edculas e processos qu\u00edmicos &#8211; que controlam a forma como a calota polar atmosf\u00e9rica muda com as esta\u00e7\u00f5es do ano. No equin\u00f3cio uraniano de 2007, nenhum dos polos era particularmente brilhante. \u00c0 medida que o solst\u00edcio de ver\u00e3o no norte se aproxima &#8211; ter\u00e1 lugar em 2028 -, a calota pode ficar ainda mais brilhante e estar\u00e1 diretamente apontada para a Terra, permitindo uma boa vis\u00e3o dos an\u00e9is e do polo norte; o sistema de an\u00e9is aparecer\u00e1 ent\u00e3o de face. Esta imagem foi obtida no dia 10 de novembro de 2022.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubble\u2019s new views of Jupiter and Uranus\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/a_3nVwGl4ck?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Hubble_monitors_changing_weather_and_seasons_on_Jupiter_and_Uranus\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/hubble-monitors-changing-weather-and-seasons-at-jupiter-and-uranus\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2303\/\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-007\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>J\u00fapiter:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/jupiter\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/jupiter.html\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Io:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/io\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/io.html\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Io_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ganimedes:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/ganymede\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/ganymede\/\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ganymede_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00darano:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/uranus\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/uranus\/\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Uranus_(planet)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/prepds\/opal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa OPAL<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JUICE (Jupiter Icy Moons Explorer):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Juice\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter_Icy_Moon_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Composi\u00e7\u00e3o que mostra uma das duas novas imagens de J\u00fapiter (\u00e0 esquerda) e tamb\u00e9m a nova imagem de \u00darano (\u00e0 direita).Cr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI, A. 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