{"id":5916,"date":"2023-03-28T06:18:58","date_gmt":"2023-03-28T05:18:58","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5916"},"modified":"2023-03-28T06:18:58","modified_gmt":"2023-03-28T05:18:58","slug":"estrelas-pequenas-podem-hospedar-planetas-maiores-do-que-se-pensava-anteriormente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/03\/28\/estrelas-pequenas-podem-hospedar-planetas-maiores-do-que-se-pensava-anteriormente\/","title":{"rendered":"<strong>Estrelas pequenas podem hospedar planetas maiores do que se pensava anteriormente<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com um novo estudo liderado por investigadores da UCL (University College London) e da Universidade de Warwick, estrelas com menos de metade da massa do nosso Sol s\u00e3o capazes de hospedar planetas gigantes ao estilo de J\u00fapiter, em conflito com a teoria mais amplamente aceite de como tais planetas se formam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os gigantes gasosos, tal como outros planetas, formam-se a partir de discos de material que rodeiam as jovens estrelas. Segundo a teoria da acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo, formam primeiro um n\u00facleo de rocha, gelo e outros s\u00f3lidos pesados, atraindo uma camada exterior de g\u00e1s assim que este n\u00facleo seja suficientemente massivo (cerca de 15 a 20 vezes superior \u00e0 Terra).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/wQGSkDNb_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"732\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/wQGSkDNb_o-1024x732.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5917\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/wQGSkDNb_o-1024x732.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/wQGSkDNb_o-300x214.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/wQGSkDNb_o-768x549.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/wQGSkDNb_o-1536x1097.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/wQGSkDNb_o.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do nascer-do-&#8220;Sol&#8221; no exoplaneta NGTS-1b, um gigante gasoso anteriormente descoberto em torno de uma estrela de baixa massa.<br>Cr\u00e9dito: Universidade de Warwick\/Mark Garlick<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, as estrelas de baixa massa t\u00eam discos de baixa massa que, os modelos preveem, n\u00e3o forneceriam material suficiente para formar um gigante de g\u00e1s desta forma, ou pelo menos n\u00e3o depressa o suficiente antes do disco se dispersar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No estudo, aceite para publica\u00e7\u00e3o na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, investigadores examinaram 91.306 estrelas de baixa massa, utilizando observa\u00e7\u00f5es do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, e em 15 casos encontraram quedas no brilho da luz correspondente \u00e0 passagem de um gigante gasoso em frente da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cinco dos 15 potenciais planetas gigantes foram desde ent\u00e3o confirmados como planetas utilizando m\u00e9todos independentes. Um destes planetas confirmados orbita uma estrela que tem um-quinto da massa do Sol &#8211; o que n\u00e3o seria poss\u00edvel de acordo com os modelos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O autor principal Dr. Ed Bryant, do MSSL (Mullard Space Science Laboratory) na UCL, anteriormente da Universidade de Warwick, que iniciou o trabalho como parte do seu doutoramento, afirmou: &#8220;As estrelas de baixa massa s\u00e3o melhores na forma\u00e7\u00e3o de planetas gigantes do que pens\u00e1vamos. Os nossos resultados levantam s\u00e9rias quest\u00f5es para os modelos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. Em particular, a nossa dete\u00e7\u00e3o de gigantes gasosos em \u00f3rbita de estrelas t\u00e3o pequenas quanto 20% da massa do Sol entra em conflito com a teoria atual&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. Vincent Van Eylen, coautor do estudo e tamb\u00e9m do MSSL na UCL, explica: &#8220;O facto de, embora raros, os gigantes de g\u00e1s existirem em torno de estrelas de baixa massa \u00e9 uma descoberta inesperada e significa que os modelos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria ter\u00e3o de ser revistos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma interpreta\u00e7\u00e3o poss\u00edvel \u00e9 que os gigantes de g\u00e1s n\u00e3o se formam atrav\u00e9s da acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo, mas atrav\u00e9s da instabilidade gravitacional, onde o disco que envolve uma estrela se fragmenta em &#8220;tufos&#8221; de poeira e g\u00e1s do tamanho de um planeta. Se for este o caso, as estrelas de baixa massa poderiam acolher gigantes de g\u00e1s muito grandes, com duas ou tr\u00eas vezes a massa de J\u00fapiter. Contudo, isto \u00e9 considerado improv\u00e1vel, uma vez que os discos em torno de estrelas de baixa massa n\u00e3o parecem ser suficientemente massivos para se fragmentarem desta forma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra explica\u00e7\u00e3o, dizem os investigadores, \u00e9 que os astr\u00f3nomos subestimaram o qu\u00e3o massivo pode ser o disco de uma estrela, o que significa que estrelas pequenas poderiam afinal formar planetas gigantes atrav\u00e9s da acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto pode ser devido a se ter calculado incorretamente a massa dos discos que podemos observar atrav\u00e9s de telesc\u00f3pios, ou porque os discos t\u00eam uma massa maior no in\u00edcio da vida de uma estrela, quando s\u00e3o muito dif\u00edceis de observar (pois est\u00e3o embebidas em nuvens de poeira), em compara\u00e7\u00e3o com mais tarde na vida de uma estrela, quando podemos observ\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O coautor Dr. Dan Bayliss (Universidade de Warwick) disse: &#8220;\u00c9 poss\u00edvel que n\u00e3o compreendamos as massas destes discos protoplanet\u00e1rios t\u00e3o bem como pens\u00e1vamos que compreend\u00edamos. Novos instrumentos poderosos como os do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb ser\u00e3o capazes de estudar as propriedades destes discos com mais detalhe&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No seu trabalho, os investigadores procuraram identificar a frequ\u00eancia com que os planetas gigantes ocorreram em torno de estrelas de baixa massa, testando se esta taxa de ocorr\u00eancia se enquadrava no que os modelos de acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo previam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizaram um algoritmo para identificar os sinais dos gigantes de g\u00e1s em tr\u00e2nsito na luz emitida pelas estrelas de baixa massa. Em seguida, examinaram estes sinais, descontando uma s\u00e9rie de falsos positivos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para determinar a probabilidade do seu m\u00e9todo em detetar gigantes gasosos reais em \u00f3rbita destas estrelas, inseriram simula\u00e7\u00f5es de milhares de sinais de planetas em tr\u00e2nsito nos dados reais de luz estelar do TESS e depois executaram o seu algoritmo para ver quantos destes planetas seriam detetados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora os investigadores est\u00e3o a trabalhar para confirmar como planetas (ou descartar) nove dos 15 planetas candidatos que identificaram (cinco foram at\u00e9 agora confirmados como planetas, com um falso positivo). Estes candidatos podem, potencialmente, ser estrelas companheiras ou pode haver outra raz\u00e3o para as quedas em luminosidade. A equipa vai deduzir as massas destes objetos procurando uma &#8220;oscila\u00e7\u00e3o&#8221; na posi\u00e7\u00e3o da estrela hospedeira, indicando o pux\u00e3o gravitacional do poss\u00edvel planeta. Esta oscila\u00e7\u00e3o pode ser detetada atrav\u00e9s da an\u00e1lise espectrosc\u00f3pica da luz da estrela &#8211; medindo diferentes bandas de luz para rastrear o movimento da estrela, quer para longe de n\u00f3s ou na nossa dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ucl.ac.uk\/news\/2023\/mar\/small-stars-may-host-bigger-planets-previously-thought\" target=\"_blank\">\/\/ UCL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/warwick.ac.uk\/newsandevents\/pressreleases\/?newsItem=8a1785d8870451a501870de55b4c693e\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Warwick (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/521\/3\/3663\/7069338\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2303.00659\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com um novo estudo liderado por investigadores da UCL (University 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