{"id":5893,"date":"2023-03-17T07:27:43","date_gmt":"2023-03-17T06:27:43","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5893"},"modified":"2023-03-17T07:27:44","modified_gmt":"2023-03-17T06:27:44","slug":"dados-da-magellan-revelam-atividade-vulcanica-em-venus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/03\/17\/dados-da-magellan-revelam-atividade-vulcanica-em-venus\/","title":{"rendered":"Dados da Magellan revelam atividade vulc\u00e2nica em V\u00e9nus"},"content":{"rendered":"\n<p>Foram observadas, pela primeira vez na superf\u00edcie de V\u00e9nus, evid\u00eancias geol\u00f3gicas diretas de atividade vulc\u00e2nica recente. Os cientistas fizeram a descoberta depois de analisarem imagens de radar tiradas h\u00e1 mais de 30 anos, na d\u00e9cada de 1990, pela miss\u00e3o Magellan da NASA. As imagens revelaram uma fissura vulc\u00e2nica que mudou de forma e aumentou significativamente de tamanho em menos de um ano.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/6c\/54\/CACtGTe5_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"555\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/CACtGTe5_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5894\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/CACtGTe5_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/CACtGTe5_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/CACtGTe5_o-768x433.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este modelo 3D gerado por computador da superf\u00edcie de V\u00e9nus mostra o cume de Maat Mons, o vulc\u00e3o que est\u00e1 a exibir sinais de atividade. Um novo estudo revelou que uma das fissuras de Maat Mons foi ampliada e mudou de forma ao longo de um per\u00edodo de oito meses em 1991, indicando a ocorr\u00eancia de um evento eruptivo.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os cientistas estudam vulc\u00f5es ativos para compreender como o interior de um planeta pode moldar a sua crosta, impulsionar a sua evolu\u00e7\u00e3o e afetar a sua habitabilidade. Uma das novas miss\u00f5es da NASA a V\u00e9nus ir\u00e1 fazer exatamente isso. Liderada pelo JPL da NASA no sul do estado norte-americano da Calif\u00f3rnia, a VERITAS (Venus Emissivity, Radio science, InSAR, Topography, And Spectroscopy) ser\u00e1 lan\u00e7ada dentro de uma d\u00e9cada. O orbitador estudar\u00e1 V\u00e9nus da superf\u00edcie ao n\u00facleo para compreender como um planeta rochoso do mesmo tamanho da Terra tomou um caminho muito diferente, evoluindo para um mundo coberto por plan\u00edcies vulc\u00e2nicas e terreno deformado escondido sob uma atmosfera espessa, quente e t\u00f3xica.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A sele\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o VERITAS pela NASA inspirou-me a procurar por atividade vulc\u00e2nica recente nos dados da Magellan&#8221;, disse Robert Herrick, professor na Universidade do Alaska, em Fairbanks, membro da equipa cient\u00edfica da VERITAS, que liderou a pesquisa dos dados de arquivo. &#8220;N\u00e3o esperava realmente ter sucesso, mas ap\u00f3s cerca de 200 horas de compara\u00e7\u00e3o manual das imagens de diferentes \u00f3rbitas da Magellan, vi duas imagens da mesma regi\u00e3o, tiradas com oito meses de intervalo, exibindo altera\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas provocadas por uma erup\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa e as suas conclus\u00f5es est\u00e3o descritas num novo estudo publicado na revista Science. Herrick tamb\u00e9m apresentou os achados no passado dia 15 de mar\u00e7o durante a 54.\u00aa Confer\u00eancia de Ci\u00eancia Lunar e Planet\u00e1ria, realizada no estado norte-americano do Texas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2-study_area_for_pub_jan23-1041.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/6a\/09\/bNoXK5Nn_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os dados de altitude para as regi\u00f5es Maat Mons e Ozza Mons, na superf\u00edcie de V\u00e9nus, podem ser vistos \u00e0 esquerda, com a \u00e1rea de estudo indicada pela caixa preta. \u00c0 direita est\u00e3o as observa\u00e7\u00f5es da Magellan antes (A) e depois (B) da amplia\u00e7\u00e3o da fissura de Maat Mons, com poss\u00edveis novos fluxos de lava ap\u00f3s um evento eruptivo.<br>Cr\u00e9dito: Robert Herrick\/UAF<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Modelando um vulc\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As mudan\u00e7as geol\u00f3gicas que Herrick encontrou ocorreram em Atla Regio, uma vasta regi\u00e3o montanhosa perto do equador de V\u00e9nus que acolhe dois dos maiores vulc\u00f5es do planeta, Ozza Mons e Maat Mons. H\u00e1 muito que se pensa que a regi\u00e3o \u00e9 vulcanicamente ativa, mas n\u00e3o havia evid\u00eancias diretas de atividade recente. Ao examinar as imagens de radar da Magellan, Herrick identificou uma fissura vulc\u00e2nica associada a Maat Mons que mudou significativamente entre fevereiro e outubro de 1991.<\/p>\n\n\n\n<p>Na imagem de fevereiro, a fissura aparecia quase circular, cobrindo uma \u00e1rea com menos de 2,2 quil\u00f3metros quadrados. Tinha lados interiores \u00edngremes e mostrava sinais de lava nas suas encostas exteriores, factores que sugeriam atividade. Nas imagens de radar captadas oito meses mais tarde, a mesma abertura tinha duplicado de tamanho e ficado deformada. Parecia tamb\u00e9m estar cheia at\u00e9 acima com um lago de lava.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas como as duas observa\u00e7\u00f5es eram de \u00e2ngulos de vis\u00e3o opostos, tinham perspetivas diferentes, o que as tornava dif\u00edceis de comparar. A baixa resolu\u00e7\u00e3o dos dados com tr\u00eas d\u00e9cadas s\u00f3 tornou o trabalho mais complicado.<\/p>\n\n\n\n<p>Herrick juntou-se a Scott Hensley do JPL, cientista do projeto VERITAS e especialista na an\u00e1lise de dados de radar como os da Magellan. Os dois investigadores criaram modelos inform\u00e1ticos da fissura em v\u00e1rias configura\u00e7\u00f5es para testar diferentes cen\u00e1rios de eventos geol\u00f3gicos, tais como deslizamentos de terras. A partir desses modelos, conclu\u00edram que s\u00f3 uma erup\u00e7\u00e3o poderia ter provocado a mudan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Apenas algumas das simula\u00e7\u00f5es coincidiram com as imagens e o cen\u00e1rio mais prov\u00e1vel \u00e9 que a atividade vulc\u00e2nica ocorreu \u00e0 superf\u00edcie de V\u00e9nus durante a miss\u00e3o da Magellan&#8221;, disse Hensley. &#8220;Embora este seja apenas um ponto de dados para um planeta inteiro, confirma a exist\u00eancia de atividade geol\u00f3gica moderna&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas compararam o tamanho do fluxo de lava gerado pela atividade de Maat Mons com a erup\u00e7\u00e3o do Kilauea em 2018, na Ilha Grande do Hawaii.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/20\/46\/hRMleQA0_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/20\/46\/hRMleQA0_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este mapa global e simulado por computador da superf\u00edcie de V\u00e9nus foi constru\u00eddo a partir de dados das miss\u00f5es Magellan e Pioneer Orbiter da NASA. Maat Mons, o vulc\u00e3o que exibiu sinais de uma erup\u00e7\u00e3o recente, est\u00e1 dentro do quadrado perto do equador do planeta.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>O legado da Magellan<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Herrick, Hensley e o resto da equipa da VERITAS est\u00e3o ansiosos por ver como o conjunto de instrumentos cient\u00edficos avan\u00e7ados e os dados de alta resolu\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o ir\u00e3o complementar a not\u00e1vel cole\u00e7\u00e3o de imagens de radar da Magellan, que transformou o conhecimento da humanidade sobre V\u00e9nus.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;V\u00e9nus \u00e9 um mundo enigm\u00e1tico e a Magellan sugeriu tantas possibilidades&#8221;, disse Jennifer Whitten, investigadora adjunta principal da VERITAS na Universidade de Tulane, em Nova Orle\u00e3es. &#8220;Agora que estamos muito certos de que o planeta sofreu uma erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica h\u00e1 apenas 30 anos, esta \u00e9 uma antevis\u00e3o das incr\u00edveis descobertas que a VERITAS ir\u00e1 fazer&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A VERITAS vai utilizar um radar de abertura sint\u00e9tica topo-de-gama para criar mapas globais em 3D e um espectr\u00f3metro no infravermelho pr\u00f3ximo para descobrir de que \u00e9 feita a superf\u00edcie. A sonda tamb\u00e9m ir\u00e1 medir o campo gravitacional do planeta para determinar a estrutura do interior de V\u00e9nus. Juntos, os instrumentos v\u00e3o fornecer pistas sobre os processos geol\u00f3gicos passados e presentes do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>E enquanto os dados da Magellan eram originalmente complexos de estudar &#8211; Herrick disse que na d\u00e9cada de 1990 basearam-se em caixas de CDs de dados de V\u00e9nus que foram compilados pela NASA e entregues por correio -, os dados da VERITAS estar\u00e3o dispon\u00edveis online para a comunidade cient\u00edfica. Isso permitir\u00e1 aos investigadores aplicar t\u00e9cnicas de ponta, como a aprendizagem de m\u00e1quina, para analisar o planeta e ajudar a revelar os seus segredos mais \u00edntimos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses estudos ser\u00e3o complementados pela EnVision, uma miss\u00e3o europeia a V\u00e9nus com lan\u00e7amento previsto para o in\u00edcio da d\u00e9cada de 2030. A sonda transportar\u00e1 o seu pr\u00f3prio radar de abertura sint\u00e9tica (de nome VenSAR), que est\u00e1 a ser desenvolvido no JPL, bem como um espectr\u00f3metro semelhante ao que a VERITAS levar\u00e1. Tanto Hensley como Herrick s\u00e3o membros chave da equipa cient\u00edfica do VenSAR.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/nasa-s-magellan-data-reveals-volcanic-activity-on-venus\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/uaf.edu\/news\/uaf-scientist-offers-evidence-that-venus-is-volcanically-active.php\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Alaska, Fairbanks (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.abm7735\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/active-volcano-shows-venus-living-planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-023-00783-x\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nature<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.planetary.org\/articles\/possible-active-volcanism-on-venus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Planetary Society<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2364447-vent-on-venus-is-clearest-sign-yet-the-planet-is-volcanically-active\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-03-scientists-evidence-venus-volcanically.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/volcano-venus-erupting-decades-old-nasa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/earthsky.org\/space\/active-volcanoes-on-venus-magellan-data\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EarthSky<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/venus-is-volcanically-alive\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">National Geographic<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Science_News\/2023\/03\/15\/volcanic-activity-venus-nasa-magellan-images\/2981678933312\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2023\/03\/15\/venus-is-volcanically-active-right-now-say-scientists-using-32-year-old-images\/?sh=28469b99d11f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>V\u00e9nus:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/venus\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Venus_%28planet%29\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Volcanism_on_Venus\" target=\"_blank\">Vulcanismo em V\u00e9nus (Wikipedia)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Maat_Mons\" target=\"_blank\">Maat Mons (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sonda Magellan:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www2.jpl.nasa.gov\/magellan\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magellan_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VERITAS (Venus Emissivity, Radio science, InSAR, Topography, And Spectroscopy):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/missions\/veritas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">JPL\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/VERITAS_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>EnVision:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/EnVision_factsheet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/EnVision\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foram observadas, pela primeira vez na superf\u00edcie de V\u00e9nus, evid\u00eancias geol\u00f3gicas diretas de atividade vulc\u00e2nica recente. 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As imagens revelaram uma fissura vulc\u00e2nica que mudou de forma e aumentou significativamente &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5894,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,16],"tags":[1503,649,172,702],"class_list":["post-5893","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","tag-envision","tag-magellan","tag-venus","tag-veritas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5893","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5893"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5893\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5895,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5893\/revisions\/5895"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5894"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5893"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5893"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5893"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}