{"id":5846,"date":"2023-02-28T07:26:43","date_gmt":"2023-02-28T06:26:43","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5846"},"modified":"2023-02-28T07:26:43","modified_gmt":"2023-02-28T06:26:43","slug":"telescopio-webb-avista-galaxias-antigas-mas-tao-massivas-que-segundo-a-teoria-atual-nem-sequer-deveriam-existir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/02\/28\/telescopio-webb-avista-galaxias-antigas-mas-tao-massivas-que-segundo-a-teoria-atual-nem-sequer-deveriam-existir\/","title":{"rendered":"<strong>Telesc\u00f3pio Webb avista gal\u00e1xias antigas mas t\u00e3o massivas que segundo a teoria atual nem sequer deveriam existir<\/strong>"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ea\/85\/XNijjE4j_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"728\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/XNijjE4j_o-1024x728.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5847\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/XNijjE4j_o-1024x728.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/XNijjE4j_o-300x213.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/XNijjE4j_o-768x546.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/XNijjE4j_o.jpg 1500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um mosaico recolhido pelo JWST de uma regi\u00e3o do espa\u00e7o perto da Ursa Maior, com inser\u00e7\u00f5es mostrando a localiza\u00e7\u00e3o de seis novas candidatas a gal\u00e1xia no amanhecer do Universo.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, I. Labbe (Universidade de Tecnologia de Swinburne); processamento &#8211; G. Brammer (Instituto Niels Bohr na Universidade de Copenhaga)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Num novo estudo, uma equipa internacional de astrof\u00edsicos descobriu v\u00e1rios objetos misteriosos escondidos em imagens do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb: seis potenciais gal\u00e1xias que emergiram t\u00e3o cedo na hist\u00f3ria do Universo e que s\u00e3o t\u00e3o massivas que n\u00e3o deveriam ser poss\u00edveis sob a atual teoria cosmol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>Cada uma das gal\u00e1xias candidatas pode ter existido no amanhecer do Universo, cerca de 500 a 700 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, ou h\u00e1 mais de 13 mil milh\u00f5es de anos. S\u00e3o tamb\u00e9m gigantescas, contendo quase tantas estrelas como a Via L\u00e1ctea dos tempos modernos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 de loucos&#8221;, disse Erica Nelson, coautora da nova investiga\u00e7\u00e3o e professora assistente de astrof\u00edsica na Universidade do Colorado em Boulder, EUA. &#8220;Simplesmente n\u00e3o se espera que o Universo primitivo seja capaz de se organizar t\u00e3o rapidamente. Estas gal\u00e1xias n\u00e3o deveriam ter tido tempo para se formar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Nelson e colegas, incluindo o primeiro autor Ivo Labb\u00e9 da Universidade de Tecnologia de Swinburne na Austr\u00e1lia, publicaram os seus resultados na edi\u00e7\u00e3o de 22 fevereiro da revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<p>Os achados mais recentes n\u00e3o s\u00e3o as gal\u00e1xias mais antigas j\u00e1 observadas pelo JWST, que foi lan\u00e7ado em dezembro de 2021 e \u00e9 o telesc\u00f3pio mais poderoso alguma vez enviado para o espa\u00e7o. No ano passado, outra equipa de cientistas avistou v\u00e1rias gal\u00e1xias que provavelmente coalesceram a partir de g\u00e1s cerca de 350 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Esses objetos, no entanto, s\u00e3o min\u00fasculos em compara\u00e7\u00e3o com as novas gal\u00e1xias, contendo muitas vezes menos massa.<\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores ainda precisam de mais dados para confirmar que estas gal\u00e1xias s\u00e3o t\u00e3o grandes e que datam t\u00e3o atr\u00e1s no tempo como parecem. Contudo, as suas observa\u00e7\u00f5es preliminares fornecem uma amostra tentadora de como o James Webb poder\u00e1 reescrever os livros de astronomia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Outra possibilidade \u00e9 que estas coisas s\u00e3o um tipo diferente de objeto estranho, como quasares fracos, o que seria igualmente interessante&#8221;, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pontos difusos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 muita excita\u00e7\u00e3o no ar: em 2022, Nelson e colegas dos EUA, Austr\u00e1lia, Dinamarca e Espanha formaram uma equipa &#8220;ad hoc&#8221; para investigar os dados que o JWST estava a transmitir para a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>As suas recentes descobertas prov\u00eam do levantamento CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science) do telesc\u00f3pio. Estas imagens olham profundamente para uma zona do c\u00e9u perto da Ursa Maior &#8211; uma regi\u00e3o do espa\u00e7o relativamente enfadonha, pelo menos \u00e0 primeira vista, que o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble observou pela primeira vez na d\u00e9cada de 1990.<\/p>\n\n\n\n<p>Nelson estava a espreitar uma sec\u00e7\u00e3o do tamanho de um selo postal de uma imagem quando avistou algo estranho: alguns &#8220;pontos difusos&#8221; de luz que pareciam demasiado brilhantes para serem reais.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Eles eram t\u00e3o vermelhos e t\u00e3o brilhantes&#8221;, disse Nelson. &#8220;N\u00e3o est\u00e1vamos \u00e0 espera de os ver&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela explicou que, em astronomia, a luz vermelha normalmente assinala luz antiga. O Universo, disse Nelson, tem vindo a expandir-se desde o in\u00edcio dos tempos. \u00c0 medida que cresce, as gal\u00e1xias e outros objetos celestes afastam-se cada vez mais e a luz que emitem \u00e9 esticada. Quanto mais a luz \u00e9 esticada, mais vermelha parece aos instrumentos humanos (em contraste, a luz dos objetos que se aproximam da Terra parece mais azul).<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa fez c\u00e1lculos e descobriu que as suas gal\u00e1xias antigas tamb\u00e9m eram enormes, abrigando dezenas a centenas de milhares de milh\u00f5es de estrelas do tamanho do Sol, em termos de massa, ao n\u00edvel da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas gal\u00e1xias primordiais, no entanto, provavelmente n\u00e3o tinham muito em comum com a nossa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A Via L\u00e1ctea forma cerca de uma a duas novas estrelas por ano&#8221;, disse Nelson. &#8220;Algumas destas gal\u00e1xias teriam de estar a formar centenas de novas estrelas por ano durante toda a hist\u00f3ria do Universo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Nelson e colegas querem usar o James Webb para recolher muito mais informa\u00e7\u00e3o sobre estes objetos misteriosos, mas j\u00e1 viram o suficiente para agu\u00e7ar a sua curiosidade. Para come\u00e7ar, os c\u00e1lculos sugerem que n\u00e3o deveria ter havido mat\u00e9ria normal suficiente &#8211; do tipo que comp\u00f5e estrelas e corpos humanos &#8211; naquela \u00e9poca para formar tantas estrelas t\u00e3o rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Mesmo que apenas uma destas gal\u00e1xias seja real, vai empurrar contra os limites da nossa compreens\u00e3o da cosmologia&#8221;, disse Nelson.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observando o passado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para Nelson, as novas descobertas s\u00e3o o culminar de uma viagem que come\u00e7ou quando ela ainda andava na escola prim\u00e1ria. Quanto tinha 10 anos, escreveu um texto sobre o Hubble, um telesc\u00f3pio lan\u00e7ado em 1990 e que ainda hoje est\u00e1 ativo. Nelson ficou agarrada.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A luz demora tempo a viajar de uma gal\u00e1xia at\u00e9 n\u00f3s, o que significa que se est\u00e1 a olhar para tr\u00e1s no tempo quando se observam estes objetos&#8221;, comentou. &#8220;Eu achei este conceito t\u00e3o arrebatador que naquele instante decidi que era isto que queria fazer na minha vida&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O r\u00e1pido ritmo de descoberta com o JWST \u00e9 muito parecido com o dos primeiros dias do Hubble, disse Nelson. Na altura, muitos cientistas pensavam que as gal\u00e1xias s\u00f3 come\u00e7aram a formar-se milhares de milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Mas os investigadores cedo descobriram que o Universo primitivo era muito mais complexo e excitante do que poderiam ter imaginado.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Apesar de j\u00e1 termos aprendido a nossa li\u00e7\u00e3o com o Hubble, ainda n\u00e3o esper\u00e1vamos que o James Webb visse gal\u00e1xias t\u00e3o maduras t\u00e3o longe no tempo&#8221;, disse Nelson. &#8220;Estou muito entusiasmada!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.colorado.edu\/today\/2023\/02\/22\/webb-telescope-spots-super-old-massive-galaxies-shouldnt-exist\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Colorado em Boulder (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.psu.edu\/news\/research\/story\/discovery-massive-early-galaxies-defies-prior-understanding-universe\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Estatal da Pensilv\u00e2nia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.swinburne.edu.au\/news\/2023\/02\/how-giant-baby-galaxies-are-shaking-up-our-understanding-of-the-early-universe\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Tecnologia de Swinburne (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-05786-2\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2207.12446\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomy.com\/news\/2023\/02\/giant-young-galaxies-shake-up-our-understanding-of-the-early-universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-giant-distant-galaxies-surprise\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/160243\/six-galaxies-that-are-too-big-too-early\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/massive-young-galaxies\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2360662-huge-young-galaxies-seen-by-jwst-may-upend-our-models-of-the-universe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/02\/230222115828.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/spaceref.com\/science-and-exploration\/webb-spots-super-old-massive-galaxies-that-shouldnt-exist\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Ref<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-02-webb-massive-galaxies-early-universe.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/lifestyle\/science\/galaxies-spotted-by-webb-telescope-rewrite-understanding-early-universe-2023-02-22\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.euronews.com\/next\/2023\/02\/23\/scientists-mind-blown-after-james-webb-telescope-finds-massive-universe-breaker-galaxies\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">euronews<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ceers.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/ceers_jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um mosaico recolhido pelo JWST de uma regi\u00e3o do espa\u00e7o perto da Ursa Maior, com inser\u00e7\u00f5es mostrando a localiza\u00e7\u00e3o de seis novas candidatas a gal\u00e1xia no amanhecer do Universo.Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, I. Labbe (Universidade de Tecnologia de Swinburne); processamento &#8211; G. Brammer (Instituto Niels Bohr na Universidade de Copenhaga) Num novo estudo, uma equipa &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5847,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[60,16,1],"tags":[1387,329,387],"class_list":["post-5846","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-ceers","tag-expansao-do-universo","tag-jwst"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5846","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5846"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5846\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5848,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5846\/revisions\/5848"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5847"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5846"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5846"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5846"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}