{"id":5840,"date":"2023-02-28T07:22:34","date_gmt":"2023-02-28T06:22:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5840"},"modified":"2023-02-28T07:22:35","modified_gmt":"2023-02-28T06:22:35","slug":"as-luas-de-jupiter-e-saturno-podem-albergar-uma-forma-recentemente-descoberta-de-gelo-salgado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/02\/28\/as-luas-de-jupiter-e-saturno-podem-albergar-uma-forma-recentemente-descoberta-de-gelo-salgado\/","title":{"rendered":"<strong>As luas de J\u00fapiter e Saturno podem albergar uma forma recentemente descoberta de gelo salgado<\/strong>"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/photojournal.jpl.nasa.gov\/jpeg\/PIA19048.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"614\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/fsYE30vy_o-1024x614.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5841\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/fsYE30vy_o-1024x614.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/fsYE30vy_o-300x180.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/fsYE30vy_o-768x461.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/fsYE30vy_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra as riscas vermelhas na superf\u00edcie de Europa, a mais pequena das quatro grandes luas de J\u00fapiter. A descoberta de dois novos tipos de gelo salgado pode explicar o material nestas riscas e fornecer pistas da composi\u00e7\u00e3o do oceno subterr\u00e2neo de Europa.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/Instituto SETI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As riscas vermelhas que cruzam a superf\u00edcie de Europa, uma das luas de J\u00fapiter, s\u00e3o impressionantes. Os cientistas suspeitam que se trata de uma mistura de gelada de \u00e1gua e sais, mas a sua assinatura qu\u00edmica \u00e9 misteriosa porque n\u00e3o corresponde a nenhuma subst\u00e2ncia conhecida na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional liderada pela Universidade de Washington pode ter resolvido o puzzle com a descoberta de um novo tipo de cristal s\u00f3lido que se forma quando a \u00e1gua e o sal de mesa se combinam em condi\u00e7\u00f5es frias e de alta press\u00e3o. Os investigadores pensam que a nova subst\u00e2ncia criada num laborat\u00f3rio na Terra poderia formar-se na superf\u00edcie e no fundo dos oceanos profundos destes mundos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo, publicado na semana de 20 de fevereiro na revista PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), anuncia uma nova combina\u00e7\u00e3o para duas das subst\u00e2ncias mais comuns da Terra: \u00e1gua e cloreto de s\u00f3dio, ou sal de mesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 raro hoje em dia haverem descobertas fundamentais na ci\u00eancia&#8221;, disse o autor principal Baptiste Journaux, professor assistente de Ci\u00eancias da Terra e do Espa\u00e7o na Universidade de Washington. &#8220;O sal e a \u00e1gua s\u00e3o muito bem conhecidos nas condi\u00e7\u00f5es da Terra. Mas, para al\u00e9m disso, estamos totalmente \u00e0s escuras. E agora temos estes objetos planet\u00e1rios que provavelmente t\u00eam compostos que nos s\u00e3o muito familiares, mas em condi\u00e7\u00f5es muito ex\u00f3ticas. Temos que refazer toda a ci\u00eancia mineral\u00f3gica fundamental feita no s\u00e9culo XIX, mas a alta press\u00e3o e baixa temperatura. Vivemos tempos excitantes&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/75\/4d\/E004nxYe_o.png\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra o hidrato rec\u00e9m-descoberto que tem duas mol\u00e9culas de cloreto de s\u00f3dio por cada 17 mol\u00e9culas de \u00e1gua. Este cristal formou-se a altas press\u00f5es mas permanece est\u00e1vel a condi\u00e7\u00f5es frias e de baixa press\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: Journaux et al.\/PNAS<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A temperaturas baixas, a \u00e1gua e os sais combinam-se para formar uma rede r\u00edgida, salgada e gelada, conhecida como hidrato, mantida no lugar por liga\u00e7\u00f5es de hidrog\u00e9nio. O \u00fanico hidrato de cloreto de s\u00f3dio anteriormente conhecido era uma estrutura simples com uma mol\u00e9cula de sal para cada duas mol\u00e9culas de \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas os dois novos hidratos, encontrados a press\u00f5es moderadas e a baixas temperaturas, s\u00e3o surpreendentemente diferentes. Um tem dois cloretos de s\u00f3dio para cada 17 mol\u00e9culas de \u00e1gua; o outro tem um cloreto de s\u00f3dio para cada 13 mol\u00e9culas de \u00e1gua. Isto explicaria porque \u00e9 que as assinaturas da superf\u00edcie das luas de J\u00fapiter s\u00e3o mais &#8220;aquosas&#8221; do que o esperado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tem a estrutura que os cientistas planet\u00e1rios t\u00eam estado \u00e0 espera&#8221;, disse Journaux.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta de novos tipos de gelo salgado tem import\u00e2ncia n\u00e3o s\u00f3 para a ci\u00eancia planet\u00e1ria, mas tamb\u00e9m para a qu\u00edmica f\u00edsica e mesmo para a investiga\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, que utiliza hidratos para o armazenamento de energia, disse Journaux.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e6\/fe\/7p0baiNs_o.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e6\/fe\/7p0baiNs_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os investigadores descobriram dois novos cristais feitos de \u00e1gua e sal de mesa a baixas temperaturas, abaixo de aproximadamente -50\u00ba C. A estrutura anteriormente conhecida (esquerda) tem uma mol\u00e9cula de sal (bolas amarelas e verdes) por cada duas mol\u00e9culas de \u00e1gua (bolas vermelhas e cor-de-rosa). Os raios-X permitem aos investigadores determinar a posi\u00e7\u00e3o de \u00e1tomos individuais nas novas estruturas. A estrutura central tem duas mol\u00e9culas de cloreto de s\u00f3dio por cada 17 mol\u00e9culas de \u00e1gua e mant\u00e9m-se est\u00e1vel mesmo que a press\u00e3o caia para perto do v\u00e1cuo, como existiria numa superf\u00edcie lunar. A estrutura da direita tem uma mol\u00e9cula de cloreto de s\u00f3dio por cada 13 mol\u00e9culas de \u00e1gua e \u00e9 est\u00e1vel apenas a alta press\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: Baptiste Journaux\/Universidade de Washington<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A experi\u00eancia envolveu a compress\u00e3o de um bocadinho de \u00e1gua salgada em instala\u00e7\u00f5es sincrotr\u00e3o na Fran\u00e7a, na Alemanha e nos EUA entre dois diamantes do tamanho de um gr\u00e3o de areia, comprimindo o l\u00edquido at\u00e9 25.000 vezes a press\u00e3o atmosf\u00e9rica padr\u00e3o. Os diamantes transparentes permitiram \u00e0 equipa observar o processo atrav\u00e9s de um microsc\u00f3pio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Est\u00e1vamos a tentar medir como a adi\u00e7\u00e3o de sal iria alterar a quantidade de gelo que poder\u00edamos obter, uma vez que o sal atua como anticongelante&#8221;, disse Baptiste. &#8220;Surpreendentemente, quando exercemos press\u00e3o, o que vimos \u00e9 que estes cristais, que n\u00e3o esper\u00e1vamos, come\u00e7aram a crescer. Foi uma descoberta muito fortuita&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tais condi\u00e7\u00f5es frias e de alta press\u00e3o criadas no laborat\u00f3rio seriam comuns nas luas de J\u00fapiter, onde os cientistas pensam que 5 a 10 quil\u00f3metros de gelo cobrem oceanos com at\u00e9 v\u00e1rias centenas de quil\u00f3metros de espessura, com formas ainda mais densas de gelo poss\u00edveis no fundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A press\u00e3o apenas aproxima as mol\u00e9culas, pelo que a sua intera\u00e7\u00e3o muda &#8211; este \u00e9 o principal motor da diversidade nas estruturas cristalinas que encontramos&#8221;, disse Journaux.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma vez formados os hidratos recentemente descobertos, uma das duas estruturas permaneceu est\u00e1vel mesmo depois da press\u00e3o ter sido libertada.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/a3\/85\/tqqWwD3Q_o.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/a3\/85\/tqqWwD3Q_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra riscas brancas na superf\u00edcie de Ganimedes, a maior das luas de J\u00fapiter. A descoberta de novos tipos de gelo salgado poder\u00e1 explicar o material nestas riscas e fornecer pistas sobre a composi\u00e7\u00e3o do oceano coberto de gelo de Ganimedes.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL\/JUNO<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Determin\u00e1mos que se mant\u00e9m est\u00e1vel \u00e0 press\u00e3o normal at\u00e9 cerca de -50\u00ba C. Assim, se tivermos um lago muito salgado, por exemplo na Ant\u00e1rtida, que possa estar exposto a estas temperaturas, este hidrato rec\u00e9m-descoberto poder\u00e1 l\u00e1 estar presente&#8221;, disse Journaux.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa espera fazer ou recolher uma amostra maior para permitir uma an\u00e1lise mais completa e verificar se as assinaturas das luas geladas correspondem \u00e0s assinaturas dos hidratos rec\u00e9m-descobertos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas miss\u00f5es v\u00e3o em breve explorar as luas geladas de J\u00fapiter: a JUICE (Jupiter Icy Moons Explorer) da ESA, com lan\u00e7amento previsto para o pr\u00f3ximo m\u00eas de abril, e a Europa Clipper da NASA, com lan\u00e7amento previsto para outubro de 2024. A miss\u00e3o Dragonfly da NASA ser\u00e1 lan\u00e7ada para a lua de Saturno, Tit\u00e3, em 2026. Saber que elementos qu\u00edmicos estas miss\u00f5es v\u00e3o encontrar vai ajudar a melhor orientar a sua busca por assinaturas de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes s\u00e3o os \u00fanicos corpos planet\u00e1rios, al\u00e9m da Terra, onde a \u00e1gua l\u00edquida \u00e9 est\u00e1vel em escalas geol\u00f3gicas de tempo, o que \u00e9 crucial para o aparecimento e desenvolvimento da vida&#8221;, disse Journaux. &#8220;S\u00e3o, na minha opini\u00e3o, o melhor lugar no nosso Sistema Solar para descobrir vida extraterrestre, pelo que precisamos de estudar os seus oceanos e interiores ex\u00f3ticos para compreender melhor como se formaram, evolu\u00edram e como podem reter \u00e1gua l\u00edquida nas regi\u00f5es frias do Sistema Solar, t\u00e3o afastadas do Sol&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.washington.edu\/news\/2023\/02\/21\/newly-discovered-form-of-salty-ice-could-exist-on-surface-of-extraterrestrial-moons\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Washington (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.2217125120\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (PNAS)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/discovery-new-salt-europe-streaks-mystery\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/160265\/europa-could-be-covered-in-salty-ice\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/discovery-of-two-new-forms-of-salt-water-could-rewrite-fundamental-chemistry\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Newly_discovered_form_of_salty_ice_could_exist_on_surface_of_extraterrestrial_moons_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2023\/02\/20\/world\/salty-ice-europa-ocean-moons-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cloreto de s\u00f3dio (sal):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sodium_chloride\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Hidrohalite:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hydrohalite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Europa:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/europa\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Europa_(moon)\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ganimedes:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/ganymede\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ganymede_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tit\u00e3:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/saturn-moons\/titan\/overview\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.solarviews.com\/eng\/titan.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Solarviews<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Titan_%28moon%29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JUICE (Jupiter Icy Moons Explorer):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Juice\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter_Icy_Moon_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Europa Clipper:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/missions\/europa-clipper\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Europa_Clipper\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dragonfly:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/dragonfly\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/dragonfly.jhuapl.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">JHUAPL<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dragonfly_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem mostra as riscas vermelhas na superf\u00edcie de Europa, a mais pequena das quatro grandes luas de J\u00fapiter. 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