{"id":5788,"date":"2023-02-07T07:31:16","date_gmt":"2023-02-07T06:31:16","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5788"},"modified":"2023-02-07T07:31:17","modified_gmt":"2023-02-07T06:31:17","slug":"um-exoplaneta-que-podera-albergar-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/02\/07\/um-exoplaneta-que-podera-albergar-vida\/","title":{"rendered":"Um exoplaneta que poder\u00e1 albergar vida"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/VkIIjqU3_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/VkIIjqU3_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5789\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/VkIIjqU3_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/VkIIjqU3_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/VkIIjqU3_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/VkIIjqU3_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o art\u00edstica de um exoplaneta rochoso com a massa da Terra, como Wolf 1069 b, em \u00f3rbita de uma estrela an\u00e3 vermelha. Caso o planeta tenha sido capaz de reter a sua atmosfera, h\u00e1 grandes probabilidades de ter \u00e1gua l\u00edquida e condi\u00e7\u00f5es habit\u00e1veis numa vasta \u00e1rea do seu lado diurno.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Centro de Pesquisa Ames\/Daniel Rutter<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi recentemente descoberto um exoplaneta onde poder\u00e1 valer a pena procurar sinais de vida. An\u00e1lises efetuadas por uma equipa liderada pela astr\u00f3noma Diana Kossakoski do Instituto Max Planck para Astronomia descrevem um planeta que orbita a sua estrela hospedeira, a an\u00e3 vermelha Wolf 1069, na zona habit\u00e1vel. Esta zona inclui dist\u00e2ncias em torno da estrela para as quais pode existir \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 superf\u00edcie do planeta. Al\u00e9m disso, o planeta, chamado Wolf 1069 b, tem uma massa semelhante \u00e0 da Terra. Muito provavelmente, este \u00e9 um planeta rochoso que tamb\u00e9m pode ter uma atmosfera. Isto torna-o um dos poucos alvos promissores onde procurar sinais de condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 vida e bioassinaturas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando os astr\u00f3nomos procuram planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, est\u00e3o particularmente interessados em planetas semelhantes \u00e0 Terra. Dos mais de 5000 exoplanetas descobertos at\u00e9 agora, apenas cerca de uma d\u00fazia t\u00eam uma massa semelhante \u00e0 da Terra e habitam na zona habit\u00e1vel, a gama de dist\u00e2ncias, num sistema planet\u00e1rio, onde a \u00e1gua pode manter a sua forma l\u00edquida \u00e0 superf\u00edcie do planeta. Com Wolf 1069 b, temos mais um candidato na lista de exoplanetas sobre os quais a vida poder\u00e1 ter evolu\u00eddo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um planeta com dia e noite eternos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A dete\u00e7\u00e3o de planetas com baixa massa continua a ser um grande desafio. Diana Kossakowski e a sua equipa no Instituto Max Planck para Astronomia em Heidelberg assumiram esta tarefa. Como parte do projeto Carmenes, foi desenvolvido um instrumento especificamente para a procura de mundos potencialmente habit\u00e1veis. A equipa Carmenes est\u00e1 a utilizar este aparelho no Observat\u00f3rio de Calar Alto, na Espanha. &#8220;Quando analis\u00e1mos os dados da estrela Wolf 1069, descobrimos um sinal claro e de baixa amplitude do que parece ser um planeta com aproximadamente a massa da Terra&#8221;, disse Diana Kossakowski. &#8220;Orbita a estrela em cerca de 15,6 dias a uma dist\u00e2ncia equivalente a quinze avos da separa\u00e7\u00e3o entre a Terra e o Sol&#8221;. Os resultados do estudo foram agora publicados na revista Astronomy &amp; Astrophysics.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com o estudo, a superf\u00edcie da estrela an\u00e3 \u00e9 relativamente fria e, por isso, parece laranja-avermelhada. &#8220;Como resultado, a chamada zona habit\u00e1vel desloca-se para mais perto&#8221;, explica Kossakowski. Apesar da sua pequena dist\u00e2ncia \u00e0 estrela, o planeta Wolf 1069 b recebe, portanto, apenas cerca de 65% da energia que a Terra recebe do Sol. Estas condi\u00e7\u00f5es especiais tornam os planetas em torno de an\u00e3s vermelhas como Wolf 1069 potencialmente amig\u00e1veis \u00e0 vida. Al\u00e9m disso, todos eles podem partilhar uma propriedade especial: t\u00eam provavelmente bloqueio de mar\u00e9s. Por outras palavras, o planeta tem sempre a mesma face voltada para a estrela, enquanto a outra nunca &#8220;v\u00ea&#8221; a estrela. Portanto, h\u00e1 um dia eterno, enquanto do outro lado \u00e9 sempre noite. Esta \u00e9 tamb\u00e9m a raz\u00e3o pela qual vemos sempre o mesmo lado da Lua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Simula\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas para exoplanetas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se se assumir que Wolf 1069 b \u00e9 um planeta &#8220;nu&#8221; e rochoso, a temperatura m\u00e9dia mesmo no lado virado para a estrela seria de apenas -23\u00ba C. Contudo, de acordo com os conhecimentos atuais, \u00e9 bem poss\u00edvel que Wolf 1069 b tenha formado uma atmosfera. Sob esta hip\u00f3tese, a sua temperatura pode subir para 13\u00ba C, como demonstram as simula\u00e7\u00f5es por computador com modelos clim\u00e1ticos. Nestas circunst\u00e2ncias, a \u00e1gua continuaria l\u00edquida e as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 vida poderiam prevalecer, porque a vida como a conhecemos depende da \u00e1gua.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.mpg.de\/19800973\/original-1675346769.webp?t=eyJ3aWR0aCI6MTIwMCwiZmlsZV9leHRlbnNpb24iOiJ3ZWJwIiwicXVhbGl0eSI6ODYsIm9ial9pZCI6MTk4MDA5NzN9--8edbc5a94d034bf7b39dfb0f5beeefce552a9496\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/a9\/30\/gXYNrUkt_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mapa simulado da temperatura \u00e0 superf\u00edcie de Wolf 1069 b, assumindo uma atmosfera semelhante \u00e0 da Terra. O mapa est\u00e1 centrado num ponto que est\u00e1 sempre virado para a estrela. As temperaturas s\u00e3o dadas em Kelvin. 273,15 K corresponde a 0\u00ba Celsius. A \u00e1gua l\u00edquida seria poss\u00edvel \u00e0 superf\u00edcie do planeta dentro do c\u00edrculo vermelho.<br>Cr\u00e9dito: Kossakowski et al. (2023)\/Instituto Max Planck para Astronomia<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma atmosfera n\u00e3o \u00e9 apenas uma condi\u00e7\u00e3o pr\u00e9via para o aparecimento da vida de um ponto de vista clim\u00e1tico. Tamb\u00e9m protegeria Wolf 1069 b da radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica altamente energ\u00e9tica e das part\u00edculas que destroem poss\u00edveis biomol\u00e9culas. A radia\u00e7\u00e3o e as part\u00edculas ou prov\u00eam do espa\u00e7o interestelar ou da estrela central. Se a radia\u00e7\u00e3o da estrela for demasiado intensa, pode tamb\u00e9m despojar a atmosfera de um planeta, como aconteceu em Marte. Mas, como an\u00e3 vermelha, Wolf 1069 emite apenas radia\u00e7\u00e3o relativamente fraca. Assim, neste planeta recentemente descoberto pode ter sido preservada uma atmosfera. \u00c9 at\u00e9 poss\u00edvel que o planeta tenha um campo magn\u00e9tico que o protege das part\u00edculas carregadas do vento estelar. Muitos planetas rochosos t\u00eam um n\u00facleo l\u00edquido, o que gera um campo magn\u00e9tico atrav\u00e9s do efeito d\u00ednamo, semelhante ao do planeta Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A dif\u00edcil procura por exoplanetas com a massa da Terra<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tem havido um enorme progresso na busca por exoplanetas desde que o primeiro deste tipo foi descoberto h\u00e1 30 anos. Ainda assim, as assinaturas que os astr\u00f3nomos procuram a fim de detetar planetas com massas e di\u00e2metros semelhantes \u00e0 Terra s\u00e3o relativamente dif\u00edceis de extrair dos dados. A equipa Carmenes est\u00e1 \u00e0 procura de pequenas mudan\u00e7as peri\u00f3dicas no espectro estelar. Espera-se que estas mudan\u00e7as surjam quando um companheiro &#8220;puxa&#8221; a estrela hospedeira, fazendo com que oscile. Como resultado, a frequ\u00eancia da luz medida a partir da Terra muda devido ao efeito Doppler. No caso de Wolf 1069 e do seu rec\u00e9m-descoberto planeta, estas flutua\u00e7\u00f5es s\u00e3o suficientemente grandes para serem medidas. Uma das raz\u00f5es \u00e9 que a diferen\u00e7a de massa entre a estrela e o planeta \u00e9 relativamente pequena, fazendo com que a estrela oscile em torno do centro de massa do sistema de forma mais pronunciada do que em outros casos. A partir do sinal peri\u00f3dico, a massa do planeta tamb\u00e9m pode ser estimada.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.mpg.de\/19800631\/original-1675346769.webp?t=eyJ3aWR0aCI6MTIwMCwiZmlsZV9leHRlbnNpb24iOiJ3ZWJwIiwicXVhbGl0eSI6ODYsIm9ial9pZCI6MTk4MDA2MzF9--7c3af347aa736ad157c4945d6a1155b840f55008\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/74\/c0\/pCS8d3mE_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o que compara tr\u00eas sistemas exoplanet\u00e1rios de estrelas an\u00e3s vermelhas que hospedam planetas de massa terrestre. Os an\u00e9is verdes indicam as zonas habit\u00e1veis individuais.<br>Cr\u00e9dito: Departamento gr\u00e1fico do Instituto Max Planck para Astronomia\/J. Neidel<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Apenas um punhado de candidatos para futura caracteriza\u00e7\u00e3o exoplanet\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A uma dist\u00e2ncia de 31 anos-luz, Wolf 1069 b \u00e9 o sexto planeta, de massa terrestre e na zona habit\u00e1vel, mais pr\u00f3ximo de n\u00f3s. Pertence a um pequeno grupo de objetos, como Proxima Centauri b e TRAPPIST-1 e, que s\u00e3o candidatos a buscas por bioassinaturas. No entanto, tais observa\u00e7\u00f5es est\u00e3o atualmente para l\u00e1 das capacidades da investiga\u00e7\u00e3o astron\u00f3mica. &#8220;Teremos provavelmente de esperar mais dez anos por isto&#8221;, salienta Kossakowski. O ELT (Extremely Large Telescope), atualmente em constru\u00e7\u00e3o no Chile, poder\u00e1 ser capaz de estudar a composi\u00e7\u00e3o das atmosferas destes planetas e possivelmente at\u00e9 detetar evid\u00eancias moleculares de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.mpg.de\/19798012\/exoplanet-earth-like-habitable\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Max Planck para Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aanda.org\/component\/article?access=doi&amp;doi=10.1051\/0004-6361\/202245322\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2301.02477\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/wolf-1069-b-exoplanet-habitable-earth-mass-discovery\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-02-astronomers-rare-earth-mass-rocky-planet.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2023\/02\/03\/found-an-earth-mass-planet-thats-potentially-habitable-and-just-31-light-years-away\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Wolf 1069 b:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wolf_1069_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/Wolf%201069%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Wolf 1069:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wolf_1069\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio de Calar Alto:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.caha.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Calar_Alto_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/carmenes.caha.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CARMENES<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Projeto CARMENES:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/carmenes.caha.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ELT (Extremely Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/e-elt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/eelt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO &#8211; 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/European_Extremely_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ilustra\u00e7\u00e3o art\u00edstica de um exoplaneta rochoso com a massa da Terra, como Wolf 1069 b, em \u00f3rbita de uma estrela an\u00e3 vermelha. 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