{"id":5734,"date":"2023-01-17T07:21:57","date_gmt":"2023-01-17T06:21:57","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5734"},"modified":"2023-01-17T07:21:58","modified_gmt":"2023-01-17T06:21:58","slug":"jwst-revela-ligacoes-entre-galaxias-proximas-e-distantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/01\/17\/jwst-revela-ligacoes-entre-galaxias-proximas-e-distantes\/","title":{"rendered":"<strong>JWST revela liga\u00e7\u00f5es entre gal\u00e1xias pr\u00f3ximas e distantes<\/strong>"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/early_peas_behind_smacs_0723_1080.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"847\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ijKAkA1C_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5735\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ijKAkA1C_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ijKAkA1C_o-300x258.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ijKAkA1C_o-768x660.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um trio de objetos fracos (nos c\u00edrculos verdes), capturados na imagem profunda do enxame de gal\u00e1xias SMACS 0723 obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, exibem propriedades notavelmente semelhantes \u00e0s raras e pequenas gal\u00e1xias &#8220;ervilha&#8221; encontradas muito mais perto de n\u00f3s. A massa do enxame faz dele uma lente gravitacional, que tanto amplia como distorce o aspeto das gal\u00e1xias de fundo. Vemos estas primeiras ervilhas quando o Universo tinha cerca de 5% da sua idade atual de 13,8 mil milh\u00f5es de anos. A ervilha mais distante, \u00e0 esquerda, cont\u00e9m apenas 2% da abund\u00e2ncia de oxig\u00e9nio de uma gal\u00e1xia como a nossa e pode ser a gal\u00e1xia mais quimicamente primitiva j\u00e1 identificada.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA e STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma nova an\u00e1lise de gal\u00e1xias distantes observadas pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA mostra que s\u00e3o extremamente jovens e partilham algumas semelhan\u00e7as not\u00e1veis com as &#8220;ervilhas&#8221;, uma classe rara de gal\u00e1xias pequenas no nosso quintal c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas detalhadas destas primeiras gal\u00e1xias, vemos que elas incluem o que poder\u00e1 ser a gal\u00e1xia mais primitiva identificada at\u00e9 agora. Ao mesmo tempo, podemos ligar estas gal\u00e1xias desde a alvorada do Universo a gal\u00e1xias semelhantes pr\u00f3ximas, que podemos estudar com muito mais detalhe&#8221;, disse James Rhoads, astrof\u00edsico do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, que apresentou os resultados no 241.\u00ba encontro da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em Seattle.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo cient\u00edfico que descreve os resultados, liderado por Rhoads, foi publicado dia 3 de janeiro na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias ervilha foram descobertas e assim denominadas em 2009 por volunt\u00e1rios que participavam no Galaxy Zoo, um projeto onde cientistas cidad\u00e3os ajudam a classificar gal\u00e1xias em imagens, come\u00e7ando com as do SDSS (Sloan Digital Sky Survey). As ervilhas destacaram-se como pontos pequenos, redondos e n\u00e3o resolvidos com uma tonalidade claramente verde, uma consequ\u00eancia tanto das cores atribu\u00eddas a diferentes filtros nas composi\u00e7\u00f5es do levantamento como de uma propriedade das pr\u00f3prias gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As cores das gal\u00e1xias ervilha s\u00e3o invulgares porque uma fra\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel da sua luz prov\u00e9m de nuvens brilhantes de g\u00e1s. Os gases emitem luz em comprimentos de onda espec\u00edficos &#8211; ao contr\u00e1rio das estrelas, que produzem um espectro cont\u00ednuo de cor parecido a um arco-\u00edris. As ervilhas s\u00e3o tamb\u00e9m bastante compactas, tipicamente com apenas cerca de 5000 anos-luz de di\u00e2metro ou cerca de 5% do tamanho da nossa Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/gp_comparison.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/7d\/88\/sjwhlE2d_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma gal\u00e1xia &#8220;ervilha&#8221; fotografada pelo SDSS (Sloan Digital Sky Survey), juntamente com uma imagem infravermelha de uma ervilha primitiva capturada pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA. \u00c0 esquerda est\u00e1 J122051+491255, uma ervilha a cerca de 170 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, com cerca de 4000 anos-luz de di\u00e2metro, um tamanho t\u00edpico. \u00c0 direita est\u00e1 uma ervilha primitiva conhecida como 04590, cuja luz levou 13,1 mil milh\u00f5es de anos a chegar at\u00e9 n\u00f3s. Compensando o efeito de lente gravitacional do enxame e a maior dist\u00e2ncia da gal\u00e1xia, 04590 \u00e9 ainda mais compacta, compar\u00e1vel \u00e0s ervilhas mais pequenas que se encontram nas redondezas.<br>Cr\u00e9dito: SDSS e NASA, ESA, CSA e STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As ervilhas podem ser pequenas, mas a sua atividade de forma\u00e7\u00e3o estelar \u00e9 invulgarmente intensa tendo em conta o seu tamanho, pelo que produzem luz ultravioleta brilhante&#8221;, disse Keunho Kim, investigador p\u00f3s-doutorado na Universidade de Cincinnati e membro da equipa de an\u00e1lise. &#8220;Gra\u00e7as \u00e0s imagens ultravioletas das gal\u00e1xias ervilha pelo Hubble e por investiga\u00e7\u00f5es no solo sobre gal\u00e1xias primitivas, \u00e9 evidente que ambas partilham esta propriedade&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em julho de 2022, a NASA e os seus parceiros na miss\u00e3o Webb lan\u00e7aram a imagem infravermelha mais profunda e n\u00edtida do Universo distante at\u00e9 agora vista, capturando milhares de gal\u00e1xias dentro e por detr\u00e1s de um enxame conhecido como SMACS 0723. A massa do enxame faz dele uma lente gravitacional, que tanto amplia como distorce o aspeto das gal\u00e1xias de fundo. Entre as gal\u00e1xias mais fracas atr\u00e1s do enxame encontrava-se um trio de objetos infravermelhos compactos que pareciam poder ser parentes distantes das ervilhas. A mais distante destas tr\u00eas gal\u00e1xias foi ampliada cerca de 10 vezes, fornecendo uma ajuda significativa da natureza, j\u00e1 sem contar com as capacidades sem precedentes do novo telesc\u00f3pio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb fez mais do que observar o enxame &#8211; o seu instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) tamb\u00e9m capturou os espectros de gal\u00e1xias selecionadas na \u00e1rea. Quando Rhoads e os seus colegas examinaram estas medi\u00e7\u00f5es e as corrigiram para o comprimento de onda resultante da expans\u00e3o do espa\u00e7o, viram caracter\u00edsticas emitidas pelo oxig\u00e9nio, hidrog\u00e9nio e n\u00e9on alinhadas numa espantosa semelhan\u00e7a com as vistas em ervilhas pr\u00f3ximas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, os espectros do Webb tornaram poss\u00edvel medir pela primeira vez a quantidade de oxig\u00e9nio nestas gal\u00e1xias do amanhecer c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/webb_peas_spectral_1080.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/07\/14\/0dW17kve_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do JWST captou as impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas de gal\u00e1xias selecionadas por detr\u00e1s de SMACS 0723, incluindo tr\u00eas objetos t\u00e9nues e distantes. Quando corrigidos para os comprimentos de onda provocados pela expans\u00e3o do espa\u00e7o ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos, os espectros destas gal\u00e1xias (vistos a vermelho) exibem caracter\u00edsticas emitidas pelo oxig\u00e9nio, hidrog\u00e9nio e n\u00e9on que mostram uma semelhan\u00e7a espantosa com as que s\u00e3o vistas nas chamadas gal\u00e1xias &#8220;ervilha&#8221; encontradas nas proximidades (a verde). Al\u00e9m disso, as observa\u00e7\u00f5es do Webb tornaram poss\u00edvel medir pela primeira vez a quantidade de oxig\u00e9nio nestas gal\u00e1xias do amanhecer c\u00f3smico. As linhas espectrais foram esticadas verticalmente a fim de clarificar estas rela\u00e7\u00f5es.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA\/Rhoads et al. 2023<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que as estrelas produzem energia, transmutam elementos mais leves como o hidrog\u00e9nio e o h\u00e9lio em elementos mais pesados. Quando as estrelas explodem ou perdem as suas camadas exteriores no fim das suas vidas, estes elementos mais pesados tornam-se incorporados no g\u00e1s que forma as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es estelares, e o processo continua. Ao longo da hist\u00f3ria c\u00f3smica, as estrelas t\u00eam enriquecido o Universo de forma constante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas das gal\u00e1xias vistas pelo Webb cont\u00eam oxig\u00e9nio a cerca de 20% do n\u00edvel da nossa Via L\u00e1ctea. Parecem-se com as t\u00edpicas gal\u00e1xias ervilha que, no entanto, constituem menos de 0,1% das gal\u00e1xias vizinhas observadas pelo SDSS. A terceira gal\u00e1xia estudada \u00e9 ainda mais invulgar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a ver estes objetos como eram h\u00e1 13,1 mil milh\u00f5es de anos, quando o Universo tinha cerca de 5% da sua idade atual&#8221; disse a investigadora Sangeeta Malhotra, de Goddard. &#8220;E vemos que s\u00e3o gal\u00e1xias jovens em todos os sentidos &#8211; cheias de estrelas jovens e g\u00e1s incandescente que cont\u00e9m poucos elementos qu\u00edmicos reciclados de estrelas anteriores. De facto, uma delas cont\u00e9m apenas 2% do oxig\u00e9nio de uma gal\u00e1xia como a nossa e pode ser a gal\u00e1xia mais quimicamente primitiva at\u00e9 agora identificada&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/nasa-s-webb-telescope-reveals-links-between-galaxies-near-and-far\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.uc.edu\/news\/articles\/2023\/01\/uc-researcher-explains-significance-of-pea-sized-galaxies.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cincinnati (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/acaaaf\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2207.13020\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-023-00064-7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nature<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-green-pea-galaxies\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/159567\/the-james-webb-links-modern-oddball-galaxies-to-ancient-galaxies-in-the-cosmic-dawn\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-01-nasa-webb-telescope-reveals-links.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xias &#8220;ervilha&#8221;:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pea_galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SMACS 0723:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/SMACS_J0723.3-7327\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um trio de objetos fracos (nos c\u00edrculos verdes), capturados na imagem profunda do enxame de gal\u00e1xias SMACS 0723 obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, exibem propriedades notavelmente semelhantes \u00e0s raras e pequenas gal\u00e1xias &#8220;ervilha&#8221; encontradas muito mais perto de n\u00f3s. 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