{"id":5716,"date":"2023-01-10T07:26:15","date_gmt":"2023-01-10T06:26:15","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5716"},"modified":"2023-01-10T07:26:16","modified_gmt":"2023-01-10T06:26:16","slug":"telescopio-james-webb-revela-galaxias-semelhantes-a-via-lactea-no-universo-jovem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/01\/10\/telescopio-james-webb-revela-galaxias-semelhantes-a-via-lactea-no-universo-jovem\/","title":{"rendered":"<strong>Telesc\u00f3pio James Webb revela gal\u00e1xias semelhantes \u00e0 Via L\u00e1ctea no Universo jovem<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p>Novas imagens, pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, revelam pela primeira vez gal\u00e1xias com barras estelares &#8211; caracter\u00edsticas alongadas de estrelas que se estendem dos centros das gal\u00e1xias para os seus discos exteriores &#8211; numa altura em que o Universo tinha apenas 25% da sua idade atual. A descoberta das chamadas gal\u00e1xias barradas, semelhantes \u00e0 nossa Via L\u00e1ctea, t\u00e3o cedo no Universo, vai exigir que os cientistas refinem as suas teorias sobre a evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes do Webb, as imagens do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble nunca tinham detetado barras em \u00e9pocas t\u00e3o jovens. Numa imagem Hubble, uma gal\u00e1xia, EGS-23205, \u00e9 pouco mais do que uma mancha em forma de disco, mas na imagem obtida pelo Webb no ver\u00e3o passado, \u00e9 uma bela gal\u00e1xia em espiral com uma clara barra estelar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/O7WiPIlo_o.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/O7WiPIlo_o-1024x683.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5717\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/O7WiPIlo_o-1024x683.png 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/O7WiPIlo_o-300x200.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/O7WiPIlo_o-768x512.png 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/O7WiPIlo_o.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O poder do JWST em mapear gal\u00e1xias a alta resolu\u00e7\u00e3o e em comprimentos de onda infravermelhos mais longos do que o Hubble, permite-lhe olhar atrav\u00e9s da poeira e revelar a estrutura subjacente e a massa de gal\u00e1xias distantes. Isto pode ser visto nestas duas imagens da gal\u00e1xia EGS23205, vista como era h\u00e1 cerca de 11 mil milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Na imagem Hubble (esquerda, tirada com o filtro infravermelho pr\u00f3ximo), a gal\u00e1xia \u00e9 pouco mais do que uma mancha em forma de disco obscurecida pela poeira e impactada pelo brilho de estrelas jovens, mas na imagem JWST correspondente no infravermelho m\u00e9dio (tirada no ver\u00e3o passado), \u00e9 uma bela gal\u00e1xia em espiral com uma clara barra estelar.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/CEERS\/Universidade do Texas em Austin<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>&#8220;Olhei para estes dados e disse: &#8216;Vamos largar tudo o resto!'&#8221;, disse Shardha Jogee, professora de astronomia na Universidade do Texas em Austin. &#8220;As barras dificilmente vis\u00edveis nos dados do Hubble saltaram \u00e0 vista na imagem do Webb, mostrando o tremendo poder do telesc\u00f3pio em ver a estrutura subjacente nas gal\u00e1xias&#8221;, disse, descrevendo os dados do CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science Survey), liderado pelo professor Steven Finkelsetin da Universidade do Texas em Austin.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa identificou outra gal\u00e1xia barrada, EGS-24268, h\u00e1 cerca de 11 mil milh\u00f5es de anos, o que faz com que duas gal\u00e1xias barradas existam mais longe no tempo do que qualquer outra gal\u00e1xia anteriormente descoberta.<\/p>\n\n\n\n<p>Num artigo aceite para publica\u00e7\u00e3o na revista The Astrophysical Journal Letters, destacam estas duas gal\u00e1xias e mostram exemplos de quatro outras gal\u00e1xias barradas vistas h\u00e1 mais de 8 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para este estudo, estamos perante um novo regime onde ningu\u00e9m tinha utilizado este tipo de dados ou feito este tipo de an\u00e1lise quantitativa antes&#8221;, disse Yuchen &#8220;Kay&#8221; Guo, estudante que liderou a an\u00e1lise, &#8220;por isso tudo \u00e9 novo. \u00c9 como entrar numa floresta em que nunca ningu\u00e9m tinha entrado&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>As barras desempenham um papel importante na evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica ao canalizarem g\u00e1s para as regi\u00f5es centrais, impulsionando a forma\u00e7\u00e3o estelar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As barras resolvem o problema da cadeia de abastecimento nas gal\u00e1xias&#8221;, disse Jogee. &#8220;Tal como precisamos de trazer mat\u00e9ria-prima do porto para as f\u00e1bricas para fazer novos produtos, uma barra transporta poderosamente g\u00e1s para a regi\u00e3o central, onde o g\u00e1s \u00e9 rapidamente convertido em novas estrelas a um ritmo tipicamente 10 a 100 vezes mais depressa do que no resto da gal\u00e1xia&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.utexas.edu\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/montage_of_all_bars_colored_viridis_shortT.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/44\/0a\/CJz7HBy6_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Montagem de imagens obtidas pelo James Webb mostrando seis exemplos de gal\u00e1xias barradas, duas das quais representam os tempos mais antigos identificados e caracterizados at\u00e9 \u00e0 data. Os r\u00f3tulos na parte superior esquerda de cada figura mostram o tempo de retrocesso de cada gal\u00e1xia, variando de 8,4 a 11 mil milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, quando o Universo tinha apenas 40% a 20% da sua idade actual.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/CEERS\/Universidade do Texas em Austin<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>As barras tamb\u00e9m ajudam a fazer crescer buracos negros supermassivos nos centros das gal\u00e1xias, canalizando o g\u00e1s parte do caminho.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta de barras durante tais \u00e9pocas iniciais abala de v\u00e1rias maneiras os cen\u00e1rios de evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta descoberta das primeiras barras significa que os modelos de evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica t\u00eam agora um novo percurso, atrav\u00e9s das barras, para acelerar a produ\u00e7\u00e3o de novas estrelas nas primeiras \u00e9pocas&#8221;, disse Jogee.<\/p>\n\n\n\n<p>E a pr\u00f3pria exist\u00eancia destas primeiras barras desafia os modelos te\u00f3ricos, uma vez que precisam de acertar a f\u00edsica gal\u00e1ctica a fim de prever a abund\u00e2ncia correta de barras. A equipa ir\u00e1 testar diferentes modelos nos seus pr\u00f3ximos trabalhos.<\/p>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb pode desvendar estruturas em gal\u00e1xias distantes melhor do que o Hubble por duas raz\u00f5es: em primeiro lugar, o seu espelho maior d\u00e1-lhe mais capacidade de recolha de luz, permitindo-lhe ver mais longe e com maior resolu\u00e7\u00e3o. Em segundo lugar, consegue ver melhor atrav\u00e9s da poeira, pois observa em comprimentos de onda infravermelhos mais longos do que o Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p>Os estudantes Eden Wise e Zilei Chen desempenharam um papel fundamental na investiga\u00e7\u00e3o ao rever visualmente centenas de gal\u00e1xias, procurando aquelas que pareciam ter barras, o que ajudou a reduzir a lista a algumas dezenas para que os outros investigadores pudessem analisar com uma abordagem matem\u00e1tica mais intensiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros coautores da Universidade do Texas em Austin s\u00e3o Steven Finkelstein, Micaela Bagley e Maximilien Franco. D\u00fazias de coautores de outras institui\u00e7\u00f5es s\u00e3o origin\u00e1rios de outras partes dos EUA, do Reino Unido, Jap\u00e3o, Espanha, Fran\u00e7a, It\u00e1lia, Austr\u00e1lia e Israel.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.utexas.edu\/2023\/01\/05\/james-webb-telescope-reveals-milky-way-like-galaxies-in-young-universe\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Texas em Austin (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2210.08658\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-milky-way-galaxies-early-universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/159515\/new-jwst-image-shows-that-grand-spiral-galaxies-had-already-formed-11-billion-years-ago\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-01-james-webb-telescope-reveals-milky.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gal\u00e1xias espirais barradas:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Barred_spiral_galaxy\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ceers.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/ceers_jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novas imagens, pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, revelam pela primeira vez gal\u00e1xias com barras estelares &#8211; 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