{"id":5672,"date":"2022-12-23T07:18:24","date_gmt":"2022-12-23T06:18:24","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5672"},"modified":"2022-12-23T07:18:24","modified_gmt":"2022-12-23T06:18:24","slug":"exoplaneta-esta-a-espiralar-em-direcao-a-sua-estrela-hospedeira-evoluida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/12\/23\/exoplaneta-esta-a-espiralar-em-direcao-a-sua-estrela-hospedeira-evoluida\/","title":{"rendered":"<strong>Exoplaneta est\u00e1 a espiralar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sua estrela hospedeira evolu\u00edda<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pela primeira vez, os astr\u00f3nomos avistaram um exoplaneta cuja \u00f3rbita est\u00e1 a decair em torno de uma estrela hospedeira evolu\u00edda, ou seja, mais antiga. O mundo afetado parece destinado a aproximar-se cada vez mais da sua estrela amadurecida at\u00e9 \u00e0 colis\u00e3o e oblitera\u00e7\u00e3o final.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta fornece novas informa\u00e7\u00f5es sobre o longo processo de decaimento orbital planet\u00e1rio ao proporcionar o primeiro olhar sobre um sistema nesta fase tardia da evolu\u00e7\u00e3o. A &#8220;morte-por-estrela&#8221; \u00e9 algo que se pensa que muitos planetas venham a estar destinados e poder\u00e1 ser tamb\u00e9m o adeus final da Terra, daqui a milhares de milh\u00f5es de anos, \u00e0 medida que o nosso Sol envelhece.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;J\u00e1 t\u00ednhamos detetado anteriormente evid\u00eancias de exoplanetas a espiralar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s suas estrelas, mas nunca t\u00ednhamos visto antes um planeta assim em torno de uma estrela evolu\u00edda&#8221;, diz Shreyas Vissapragada, membro do grupo 51 Pegasi b do Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian e autor principal de um novo estudo que descreve os resultados. &#8220;A teoria prev\u00ea que as estrelas evolu\u00eddas s\u00e3o muito eficazes na extra\u00e7\u00e3o de energia das \u00f3rbitas dos seus planetas e agora podemos testar estas teorias com observa\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/gl5GQuD9_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5673\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/gl5GQuD9_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/gl5GQuD9_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/gl5GQuD9_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/gl5GQuD9_o-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/gl5GQuD9_o.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o do sistema Kepler-1658. Kepler-1658b, orbitando com um per\u00edodo de apenas 3,8 dias, foi o primeiro candidato a exoplaneta descoberto pelo Kepler.<br>Cr\u00e9dito: Gabriel Perez Diaz\/Instituto de Astrof\u00edsica das Can\u00e1rias<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados foram publicados na passada segunda-feira na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O malfadado exoplaneta tem a designa\u00e7\u00e3o de Kepler-1658b. Como o seu nome indica, os astr\u00f3nomos descobriram o exoplaneta com o telesc\u00f3pio espacial Kepler, uma miss\u00e3o pioneira de ca\u00e7a exoplanet\u00e1ria que foi lan\u00e7ada em 2009. Curiosamente, o mundo foi o primeiro [novo] candidato a exoplaneta que o Kepler observou. No entanto, foi necess\u00e1ria quase uma d\u00e9cada para confirmar a sua exist\u00eancia, altura em que o objeto foi colocado oficialmente no cat\u00e1logo do Kepler como a sua 1658.\u00ba entrada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Kepler-1658b \u00e9 um J\u00fapiter quente, alcunha dada a exoplanetas ao mesmo n\u00edvel de massa e tamanho de J\u00fapiter, mas em \u00f3rbitas abrasadoramente ultra-\u00edntimas em torno das suas estrelas hospedeiras. Para Kepler-1658b, essa dist\u00e2ncia \u00e9 de apenas um-oitavo do espa\u00e7o entre o nosso Sol e o seu planeta mais interior, Merc\u00fario. Para os J\u00fapiteres quentes e outros planetas como Kepler-1658b, que j\u00e1 est\u00e3o muito pr\u00f3ximos das suas estrelas, o decaimento orbital parece culminar certamente na destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A medi\u00e7\u00e3o do decaimento orbital dos exoplanetas tem desafiado os investigadores porque o processo \u00e9 muito lento e gradual. No caso de Kepler-1658b, de acordo com o novo estudo, o seu per\u00edodo orbital est\u00e1 a diminuir ao min\u00fasculo ritmo de cerca de 131 milissegundos (mil\u00e9simos de segundo) por ano, com uma \u00f3rbita mais curta indicando que o planeta se aproximou da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A dete\u00e7\u00e3o deste decl\u00ednio exigiu v\u00e1rios anos de observa\u00e7\u00f5es cuidadosas. O acompanhamento come\u00e7ou com o Kepler e depois foi retomado pelo Telesc\u00f3pio Hale do Observat\u00f3rio Palomar no sul da Calif\u00f3rnia e, finalmente, pelo TESS (Transiting Exoplanet Survey Telescope), que foi lan\u00e7ado em 2018. Todos os tr\u00eas instrumentos capturaram tr\u00e2nsitos, o termo para quando um exoplaneta atravessa a face da sua estrela e provoca uma queda muito ligeira no seu brilho. Durante os \u00faltimos 13 anos, o intervalo entre os tr\u00e2nsitos de Kepler-1658b tem diminu\u00eddo ligeiramente, mas de forma constante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A principal causa do decaimento orbital sofrido por Kepler-1658b s\u00e3o as mar\u00e9s &#8211; o mesmo fen\u00f3meno respons\u00e1vel pela subida e descida di\u00e1ria dos oceanos da Terra. As mar\u00e9s s\u00e3o geradas por intera\u00e7\u00f5es gravitacionais entre dois corpos em \u00f3rbita, tais como entre o nosso mundo e a Lua ou Kepler-1658b e a sua estrela. As gravidades dos corpos distorcem-se mutuamente e, \u00e0 medida que os corpos respondem a esta mudan\u00e7as, \u00e9 libertada energia. Dependendo das dist\u00e2ncias, tamanhos e per\u00edodos de rota\u00e7\u00e3o dos corpos envolvidos, estas intera\u00e7\u00f5es de mar\u00e9 podem resultar em corpos que se empurram uns aos outros &#8211; o caso da Terra e da Lua, que se afasta lentamente &#8211; ou que se puxam para mais perto, como com Kepler-1658b em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sua estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 ainda muito que os investigadores n\u00e3o compreendem acerca destas din\u00e2micas, particularmente em cen\u00e1rios de estrelas e planetas. Consequentemente, um estudo mais aprofundado do sistema Kepler-1658b dever\u00e1 revelar-se instrutivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrela evoluiu at\u00e9 ao ponto, no seu ciclo de vida estelar, em que come\u00e7ou a crescer, tal como se espera do nosso Sol, e entrou no que os astr\u00f3nomos chamam de fase sub-gigante. A estrutura interna das estrelas evolu\u00eddas deveria levar mais prontamente \u00e0 dissipa\u00e7\u00e3o da energia das mar\u00e9s retirada das \u00f3rbitas dos planetas em compara\u00e7\u00e3o com estrelas n\u00e3o evolu\u00eddas como o nosso Sol. Isto acelera o processo de decaimento orbital, tornando mais f\u00e1cil o estudo em escalas humanas de tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados ajudam ainda a explicar uma surpresa intr\u00ednseca acerca de Kepler-1658b, que parece mais brilhante e mais quente do que o esperado. As intera\u00e7\u00f5es de mar\u00e9 que diminuem a \u00f3rbita do planeta podem tamb\u00e9m estar a provocar um aumento de energia dentro do pr\u00f3prio planeta, diz a equipa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Vissapragada aponta para uma situa\u00e7\u00e3o semelhante com a lua de J\u00fapiter, Io, o corpo mais vulc\u00e2nico do Sistema Solar. O empurrar e puxar gravitacional de J\u00fapiter sobre Io derrete as &#8220;entranhas&#8221; do planeta. Esta rocha derretida irrompe ent\u00e3o atrav\u00e9s da famosa superf\u00edcie infernal da lua, repleta de dep\u00f3sitos sulf\u00fareos amarelos e lava vermelha fresca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">V\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es adicionais de Kepler-1658b dever\u00e3o lan\u00e7ar mais luz sobre as intera\u00e7\u00f5es entre corpos celestes. E, tendo em conta que se prev\u00ea que o TESS continue a escrutinar milhares de estrelas pr\u00f3ximas, Vissapragada e colegas esperam que o telesc\u00f3pio descubra v\u00e1rios outros exemplos de exoplanetas a espiralarem em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s suas estrelas hospedeiras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Agora que temos evid\u00eancias de um planeta a espiralar em dire\u00e7\u00e3o a uma estrela evolu\u00edda, podemos realmente come\u00e7ar a refinar os nossos modelos da f\u00edsica de mar\u00e9s&#8221;, diz Vissapragada. &#8220;O sistema Kepler-1658 pode servir como laborat\u00f3rio celeste, desta forma, durante anos e, com alguma sorte, em breve poder\u00e3o haver muitos mais destes laborat\u00f3rios&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Vissapragada, que recentemente se juntou ao Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian e est\u00e1 agora a ser mentorado por Mercedes Lopez-Morales, aguarda com expetativa que a ci\u00eancia dos exoplanetas continue a avan\u00e7ar dramaticamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Shreyas tem sido uma adi\u00e7\u00e3o bem-vinda \u00e0 nossa equipa que trabalha na caracteriza\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o dos exoplanetas e das suas atmosferas&#8221;, diz Lopez-Morales, astr\u00f3noma do Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Mal posso esperar para ver o que todos n\u00f3s vamos acabar por descobrir juntos&#8221;, acrescenta Vissapragada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/alien-planet-found-spiraling-its-doom-around-aging-star\" target=\"_blank\">\/\/ Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.princeton.edu\/news\/2022\/12\/19\/keplers-first-exoplanet-spiraling-toward-its-doom\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Princeton (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/news\/1718\/discovery-alert-for-this-familiar-planet-a-death-spiral\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.hawaii.edu\/news\/2022\/12\/19\/planet-spiraling-to-its-doom\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Hawaii (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/aca47e\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2212.09752\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/974381\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/exoplanet-on-spiral-collision-course-with-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/159312\/giant-exoplanet-is-spiraling-inward-to-its-doom\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-12-alien-planet-spiraling-doom-aging.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/12\/221219094937.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/science\/astronomers-discover-exoplanet-spiraling-toward-its-demise\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2022\/12\/19\/world\/doomed-exoplanet-aging-star-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/planeta-assassinado-estrela-sol-mesmo-513527\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Kepler-1658b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/kepler-1658b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/kepler-1658_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/exoplanet-on-spiral-collision-course-with-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Decaimento orbital:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Orbital_decay\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/overview\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Palomar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.astro.caltech.edu\/palomar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Palomar_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/sites.astro.caltech.edu\/palomar\/about\/telescopes\/hale.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio Hale (Obs. Palomar)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hale_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio Hale (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela primeira vez, os astr\u00f3nomos avistaram um exoplaneta cuja \u00f3rbita est\u00e1 a decair em torno de uma estrela hospedeira evolu\u00edda, ou seja, mais antiga. 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