{"id":5657,"date":"2022-12-16T07:33:23","date_gmt":"2022-12-16T06:33:23","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5657"},"modified":"2022-12-16T07:33:23","modified_gmt":"2022-12-16T06:33:23","slug":"descoberta-do-webb-confirmacao-de-galaxias-no-universo-muito-jovem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/12\/16\/descoberta-do-webb-confirmacao-de-galaxias-no-universo-muito-jovem\/","title":{"rendered":"<strong>Descoberta do Webb: confirma\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias no Universo muito jovem<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, incluindo cientistas das Universidades de Hertfordshire, Cambridge, Oxford e da Universidade John Moores em Liverpool, relatou a descoberta das mais antigas gal\u00e1xias alguma vez confirmadas no nosso Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Gra\u00e7as aos dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, os cientistas confirmaram observa\u00e7\u00f5es de gal\u00e1xias que datam dos primeiros tempos do Universo, menos de 400 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang &#8211; quando o Universo tinha apenas 2% da sua idade atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Imagens, pelo Webb, j\u00e1 tinham anteriormente sugerido poss\u00edveis candidatos a gal\u00e1xias t\u00e3o primitivas. Agora, a sua idade foi confirmada usando observa\u00e7\u00f5es espectrosc\u00f3picas, que medem a luz para determinar a velocidade e composi\u00e7\u00e3o dos objetos no espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/JADES1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"762\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/P5MSTsWd_o-1024x762.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5658\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/P5MSTsWd_o-1024x762.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/P5MSTsWd_o-300x223.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/P5MSTsWd_o-768x571.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/P5MSTsWd_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey) focou-se na \u00e1rea dentro e em redor do HUDF (Hubble Ultra Deep Field). Utilizando o instrumento NIRCam do Webb, os cientistas observaram o campo em nove diferentes comprimentos de onda do espectro infravermelho. A partir destas imagens (vistas \u00e0 esquerda), a equipa procurou gal\u00e1xias fracas que s\u00e3o vis\u00edveis no infravermelho, mas cujos espectros foram abruptamente cortados num comprimento de onda cr\u00edtico conhecido como &#8220;quebra de Lyman&#8221;. O instrumento NIRSpec do Webb produziu ent\u00e3o uma medi\u00e7\u00e3o precisa do desvio para o vermelho de cada gal\u00e1xia (visto \u00e0 direita). Quatro das gal\u00e1xias estudadas s\u00e3o particularmente especiais, uma vez que se revelou estarem numa \u00e9poca sem precedentes. Estas gal\u00e1xias remontam a menos de 400 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, quando o Universo tinha apenas 2% da sua idade atual.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA e STScI, M. Zamani (ESA\/Webb), L. Hustak (STScI); ci\u00eancia &#8211; B. Robertson (UCSC), S. Tacchella (Cambridge), E. Curtis-Lake (Hertfordshire), S. Carniani (Scuola Normale Superiore) e Colabora\u00e7\u00e3o JADES<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas observa\u00e7\u00f5es revelaram padr\u00f5es distintos na pequena quantidade de luz proveniente destas gal\u00e1xias incrivelmente fracas, permitindo aos cientistas verificar que a luz que emitem levou cerca de 13,4 milh\u00f5es de anos a chegar at\u00e9 n\u00f3s, o que corrobora o seu estatuto como algumas das gal\u00e1xias mais antigas algumas vez observadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas tamb\u00e9m podem agora confirmar que duas destas gal\u00e1xias est\u00e3o mais longe do que quaisquer observa\u00e7\u00f5es feitas pelo Telesc\u00f3pio Hubble &#8211; sublinhando o incr\u00edvel poder e capacidade do Webb em detetar partes nunca antes vistas do Universo jovem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Dra. Emma Curtis-Lake, membro do Webb na Universidade de Hertfordshire e autora principal de um dos dois artigos cient\u00edficos sobre os achados, explicou:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi crucial provar que estas gal\u00e1xias habitam, de facto, o Universo primitivo, pois \u00e9 muito poss\u00edvel que gal\u00e1xias mais pr\u00f3ximas se mascarem como gal\u00e1xias muito distantes. A observa\u00e7\u00e3o do espectro revelou o que esper\u00e1vamos, confirmando que estas gal\u00e1xias est\u00e3o no verdadeiro limite do que podemos ver, algumas mais distantes do que at\u00e9 o Hubble consegue detetar &#8211; \u00e9 um feito tremendamente excitante para a miss\u00e3o!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados foram alcan\u00e7ados por uma colabora\u00e7\u00e3o internacional de mais de 80 astr\u00f3nomos de dez pa\u00edses atrav\u00e9s do programa JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey). \u00c0 equipa foi-lhe alocado pouco mais de um m\u00eas de observa\u00e7\u00e3o telesc\u00f3pica, usando dois instrumentos do Webb: o NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) e o NIRCam (Near-Infrared Camera). Estes instrumentos foram desenvolvidos com o objetivo principal de investigar as gal\u00e1xias mais antigas e mais fracas, e a equipa comentou a sua emo\u00e7\u00e3o ao dar um novo passo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sua compreens\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As nossas observa\u00e7\u00f5es sugerem que a forma\u00e7\u00e3o das primeiras estrelas e gal\u00e1xias come\u00e7ou muito cedo na hist\u00f3ria do Universo&#8221;, explica o professor Andrew Bunker, professor de astrof\u00edsica na Universidade de Oxford.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante 10 dias do seu tempo de observa\u00e7\u00e3o, a equipa de astr\u00f3nomos do programa JADES concentrou-se numa pequena mancha de c\u00e9u do famoso HUDF (Hubble Ultra Deep Field) que, durante quase 20 anos, tem sido favorito dos astr\u00f3nomos e que tem sido analisado ao limite de quase todos os grandes telesc\u00f3pios existentes. Contudo, com o Webb, a equipa foi capaz de observar em nove diferentes comprimentos de onda infravermelhos, fornecendo uma imagem extremamente n\u00edtida e sens\u00edvel do campo. A imagem revela quase 100.000 gal\u00e1xias, cada uma a milhares de milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, uma &#8220;agulha num palheiro&#8221; c\u00f3smico equivalente a olhar para o ecr\u00e3 de um telem\u00f3vel no lado oposto de um campo de futebol.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01GKT0TT83R41FVZ9JGNWGB2AH.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0a\/7d\/xpVLbfXQ_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb destaca a regi\u00e3o de estudo pelo JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey). Esta \u00e1rea fica dentro e em redor do HUDF (Hubble Ultra Deep Field). Os cientistas utilizaram o instrumento NIRCam do Webb para observar o campo em nove diferentes gamas da luz infravermelhoa. A partir destas imagens, a equipa procurou gal\u00e1xias fracas que s\u00e3o vis\u00edveis no infravermelho, mas cujos espectros foram abruptamente cortados a um comprimento de onda cr\u00edtico. Realizaram observa\u00e7\u00f5es adicionais (n\u00e3o mostradas aqui) com o instrumento NIRSpec do Webb para medir o desvio para o vermelho de cada gal\u00e1xia e revelar assim as propriedades do g\u00e1s e das estrelas nestas gal\u00e1xias.<br>Nesta imagem, o azul representa a luz a 1,15 micr\u00f3metros (115W), o verde a 2,0 micr\u00f3metros (200W), e o vermelho a 4,44 micr\u00f3metros (444W).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA e M. Zamani (ESA\/Webb); ci\u00eancia &#8211; B. Robertson (UCSC), S. Tacchella (Cambridge), E. Curtis-Lake (Hertfordshire), S. Carniani (Scuola Normale Superiore) e Colabora\u00e7\u00e3o JADES<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias mais antigas foram identific\u00e1veis pelas suas bandas distintas, vis\u00edveis no infravermelho, mas invis\u00edveis em outros comprimentos de onda. Numa rara janela de observa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de 28 horas, o NIRSpec foi utilizado para espalhar a luz emitida por cada gal\u00e1xia num espectro de arco-\u00edris. Isto permitiu aos astr\u00f3nomos medir a quantidade de luz recebida em cada comprimento de onda e estudar os padr\u00f5es \u00fanicos de luz criados pelas propriedades do g\u00e1s e das estrelas dentro de cada gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Crucialmente, quatro das gal\u00e1xias foram reveladas como tendo tido origem mais cedo no Universo do que quaisquer observa\u00e7\u00f5es anteriores. &#8220;Isto confirma que estamos numa nova fronteira das nossas investiga\u00e7\u00f5es sobre o nascimento das gal\u00e1xias&#8221;, disse a Dra. Curtis-Lake.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O professor assistente Sandro Tacchella, do Laborat\u00f3rio Cavendish, Universidade de Cambridge &#8211; coautor do segundo artigo cient\u00edfico &#8211; explicou porque \u00e9 importante compreender as origens destas gal\u00e1xias:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 dif\u00edcil compreender as gal\u00e1xias sem compreender os per\u00edodos iniciais do seu desenvolvimento. Tal como com os seres humanos, muito do que acontece mais tarde depende do impacto destas primeiras gera\u00e7\u00f5es de estrelas. Tantas perguntas sobre gal\u00e1xias t\u00eam estado \u00e0 espera da oportunidade transformadora do Webb, e estamos entusiasmados por podermos desempenhar um papel na revela\u00e7\u00e3o desta hist\u00f3ria&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos da equipa JADES planeiam agora concentrar-se noutra \u00e1rea do c\u00e9u para realizar mais espectroscopia e obter mais imagens, na esperan\u00e7a de revelar mais sobre as primeiras origens do nosso Universo e de como estas primeiras gal\u00e1xias evoluem com o tempo c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 ainda apenas a primeira fase inicial da miss\u00e3o do JWST&#8221;, disse o Dr. Alex Cameron, astr\u00f3nomo da Universidade de Oxford. &#8220;Uma coisa \u00e9 encontrar estas gal\u00e1xias, mas \u00e0 medida que a miss\u00e3o avan\u00e7a, vamos continuar tamb\u00e9m a desenvolver a nossa compreens\u00e3o das propriedades destas primeiras gal\u00e1xias. Este \u00e9 um emocionante passo inicial de um processo muito mais longo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nota:<\/strong>&nbsp;a ci\u00eancia aqui detalhada ainda n\u00e3o sofreu&nbsp;<a href=\"https:\/\/esawebb.org\/about\/general\/webb-scientific-method\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">revis\u00e3o por pares<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.herts.ac.uk\/about-us\/news-and-events\/news\/2022\/breakthrough-from-webb-telescope-confirmation-of-galaxies-in-the-very-early-universe\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Hertfordshire (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esawebb.org\/images\/JADES1\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/early-highlights\/nasas-webb-reaches-new-milestone-in-quest-for-distant-galaxies\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/2022\/12\/09\/nasas-webb-reaches-new-milestone-in-quest-for-distant-galaxies\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (blog)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ljmu.ac.uk\/about-us\/news\/articles\/2022\/12\/9\/james-webb-renske-smit\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade John Moores em Liverpool (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.ucsc.edu\/2022\/12\/earliest-galaxies.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia, Santa Cruz (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.arizona.edu\/story\/infant-galaxies-spotted-webb-telescope-reaching-major-science-goal-mission\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2212.04480\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2212.04568\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/159149\/webb-completes-its-first-deep-field-with-nine-days-of-observing-time-what-did-it-find\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/its-official-jwst-breaks-record-for-most-distant-galaxy-ever-detected\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-12-nasa-webb-milestone-quest-distant.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/science\/jwst-gets-visual-data-from-the-most-distant-galaxies-yet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2022\/12\/10\/webb-telescope-finds-earliest-galaxies-yet-close-to-the-big-dipper\/?sh=131f8b9c12ea\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst-nirspec-gto\/jades\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/research\/james-webb-space-telescope-advanced-deep-extragalactic-survey-jades\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HUDF (Hubble Ultra Deep Field):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/esahubble.org\/images\/heic0611b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Hubble<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Ultra-Deep_Field\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, incluindo cientistas das Universidades de Hertfordshire, Cambridge, Oxford e da Universidade John Moores em Liverpool, relatou a descoberta das mais antigas gal\u00e1xias alguma vez confirmadas no nosso Universo. 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