{"id":5599,"date":"2022-11-25T07:14:55","date_gmt":"2022-11-25T06:14:55","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5599"},"modified":"2022-11-25T07:14:55","modified_gmt":"2022-11-25T06:14:55","slug":"determinada-a-forma-do-halo-estelar-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/11\/25\/determinada-a-forma-do-halo-estelar-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"<strong>Determinada a forma do halo estelar da Via L\u00e1ctea<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um novo estudo revelou a verdadeira forma da nuvem difusa de estrelas que rodeia o disco da nossa Gal\u00e1xia. Durante d\u00e9cadas, os astr\u00f3nomos pensaram que esta nuvem de estrelas &#8211; chamada halo estelar &#8211; era largamente esf\u00e9rica, como uma bola de praia. Agora, um novo modelo baseado em observa\u00e7\u00f5es modernas mostra que o halo estelar \u00e9 oblongo e inclinado, muito semelhante a uma bola de r\u00e2guebi.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas &#8211; publicadas este m\u00eas na revista The Astronomical Journal &#8211; fornecem uma vis\u00e3o sobre uma s\u00e9rie de \u00e1reas tem\u00e1ticas astrof\u00edsicas. Os resultados, por exemplo, lan\u00e7am luz sobre a hist\u00f3ria da nossa Gal\u00e1xia e a evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica, ao mesmo tempo que fornecem pistas na cont\u00ednua ca\u00e7a \u00e0 subst\u00e2ncia misteriosa conhecida como mat\u00e9ria escura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A forma do halo estelar \u00e9 um par\u00e2metro muito fundamental que acab\u00e1mos de medir com maior precis\u00e3o do que era poss\u00edvel antes&#8221;, diz o autor principal do estudo Jiwon &#8220;Jesse&#8221; Han, estudante de doutoramento no Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian. &#8220;H\u00e1 muitas implica\u00e7\u00f5es importantes do halo estelar n\u00e3o ser esf\u00e9rico, mas sim com a forma de uma bola de r\u00e2guebi ou de um zepelim &#8211; \u00e9 s\u00f3 escolher!&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/I6zCbpg5_o.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"650\" height=\"433\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/I6zCbpg5_o.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5600\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/I6zCbpg5_o.png 650w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/I6zCbpg5_o-300x200.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do halo estelar inclinado e alongado da Via L\u00e1ctea.<br>Cr\u00e9dito: Melissa Weiss\/Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Durante d\u00e9cadas, a suposi\u00e7\u00e3o geral tem sido a de que o halo estelar \u00e9 mais ou menos esf\u00e9rico e isotr\u00f3pico, ou o mesmo em todas as dire\u00e7\u00f5es&#8221;, acrescenta o coautor do estudo Charlie Conroy, orientador de Han e professor de astronomia na Universidade de Harvard e no Centro para Astrof\u00edsica. &#8220;Sabemos agora que a imagem dos nossos livros, da nossa Gal\u00e1xia inserida num volume esf\u00e9rico de estrelas, tem de ser rejeitada&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O halo estelar da Via L\u00e1ctea \u00e9 a por\u00e7\u00e3o vis\u00edvel do que \u00e9 mais amplamente chamado halo gal\u00e1ctico. Este halo gal\u00e1ctico \u00e9 dominado por mat\u00e9ria escura invis\u00edvel, cuja presen\u00e7a s\u00f3 \u00e9 mensur\u00e1vel gra\u00e7as \u00e0 gravidade que exerce. Cada gal\u00e1xia tem o seu pr\u00f3prio halo de mat\u00e9ria escura. Estes halos servem como uma esp\u00e9cie de andaime sobre o qual pende a mat\u00e9ria comum e vis\u00edvel. Por sua vez, essa mat\u00e9ria vis\u00edvel forma estrelas e outras estruturas gal\u00e1cticas. Para melhor compreender como as gal\u00e1xias se formam e interagem, bem como a natureza subjacente da mat\u00e9ria escura, os halos estelares s\u00e3o alvos astrof\u00edsicos valiosos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O halo estelar \u00e9 um rastreador din\u00e2mico do halo gal\u00e1ctico&#8221;, diz Han. &#8220;A fim de aprender mais sobre os halos gal\u00e1cticos em geral, e especialmente sobre o halo gal\u00e1ctico e a hist\u00f3ria da nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia, o halo estelar \u00e9 um \u00f3timo lugar para come\u00e7ar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, a forma do halo estelar da Via L\u00e1ctea h\u00e1 muito que desafia os astr\u00f3nomos, pela simples raz\u00e3o de que estamos embutidos nela. O halo estelar estende-se por v\u00e1rias centenas de milhares de anos-luz acima e abaixo do plano repleto de estrelas da nossa Gal\u00e1xia, onde o nosso Sistema Solar reside.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ao contr\u00e1rio das outras gal\u00e1xias, onde apenas olhamos para elas e medimos os seus halos&#8221;, diz Han, &#8220;falta-nos o mesmo tipo de perspetiva a\u00e9rea, exterior ao halo da nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Complicando ainda mais as coisas, o halo estelar provou ser bastante difuso, contendo apenas cerca de um por cento da massa de todas as estrelas da Gal\u00e1xia. No entanto, com o tempo, os astr\u00f3nomos conseguiram identificar muitos milhares de estrelas que povoam este halo, que se distinguem de outras estrelas da Via L\u00e1ctea devido \u00e0 sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica distinta (medida atrav\u00e9s de estudos da sua luz estelar), bem como pelas suas dist\u00e2ncias e movimentos atrav\u00e9s do c\u00e9u. Atrav\u00e9s de tais estudos, os astr\u00f3nomos aperceberam-se que as estrelas do halo n\u00e3o est\u00e3o uniformemente distribu\u00eddas. Desde ent\u00e3o, o objetivo tem sido estudar os padr\u00f5es de densidade excessiva das estrelas &#8211; aparecendo espacialmente como cachos e correntes &#8211; para classificar as origens finais do halo estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo estudo dos investigadores e colegas do Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian aproveita dois grandes conjuntos de dados recolhidos nos \u00faltimos anos, levantamentos estes que sondaram o halo estelar como nunca antes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O primeiro conjunto \u00e9 o do Gaia, uma nave espacial revolucion\u00e1ria lan\u00e7ada pela Ag\u00eancia Espacial Europeia em 2013. O Gaia tem vindo a compilar as medi\u00e7\u00f5es mais precisas das posi\u00e7\u00f5es, movimentos e dist\u00e2ncias de milhares de milh\u00f5es de estrelas na Via L\u00e1ctea, incluindo algumas estrelas pr\u00f3ximas do halo estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O segundo conjunto de dados \u00e9 do H3 (Hectochelle in the Halo at High Resolution), um levantamento terrestre realizado com o MMT (Multiple Mirror Telescope), localizado no Observat\u00f3rio Fred Lawrence Whipple no estado norte-americano do Arizona, uma colabora\u00e7\u00e3o entre o Centro para Astrof\u00edsica e a Universidade do Arizona. O H3 reuniu observa\u00e7\u00f5es detalhadas de dezenas de milhares de estrelas do halo estelar, demasiado distantes para o Gaia avaliar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A combina\u00e7\u00e3o destes dados num modelo flex\u00edvel que permitiu que a forma do halo estelar surgisse de todas as observa\u00e7\u00f5es produziu o halo decididamente n\u00e3o esf\u00e9rico &#8211; e a forma de bola de r\u00e2guebi encaixa bem com outras descobertas at\u00e9 \u00e0 data. A forma, por exemplo, concorda de forma independente e fortemente com uma teoria de ponta relativa \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do halo estelar da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com este quadro, o halo estelar formou-se quando uma gal\u00e1xia an\u00e3 solit\u00e1ria colidiu h\u00e1 7-10 mil milh\u00f5es de anos com a nossa muito maior Gal\u00e1xia. A gal\u00e1xia an\u00e3 \u00e9 divertidamente conhecida como Gaia-Salsicha-Enc\u00e9lado (GSE), onde &#8220;Gaia&#8221; se refere \u00e0 j\u00e1 mencionada nave espacial, &#8220;Salsicha&#8221; ao padr\u00e3o que aparece ao tra\u00e7ar os dados do Gaia e &#8220;Enc\u00e9lado&#8221; \u00e9 o gigante mitol\u00f3gico grego que foi enterrado debaixo de uma montanha &#8211; mais ou menos como a GSE foi enterrada na Via L\u00e1ctea. Como consequ\u00eancia deste evento de colis\u00e3o gal\u00e1ctica, a gal\u00e1xia an\u00e3 foi dilacerada e as suas estrelas constituintes espalhadas num halo disperso. Tal hist\u00f3ria de origem explica a disparidade entre as estrelas do halo estelar e as estrelas nascidas e criadas na Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados do estudo detalham adicionalmente como a GSE e a Via L\u00e1ctea interagiram h\u00e1 todos esses \u00e9ones atr\u00e1s. A forma de bola de r\u00e2guebi &#8211; tecnicamente chamada elipsoide triaxial &#8211; reflete as observa\u00e7\u00f5es de dois amontoados de estrelas no halo estelar. Os amontoados formaram-se ostensivamente quando a GSE passou por duas \u00f3rbitas da Via L\u00e1ctea. Durante estas \u00f3rbitas, a GSE teria abrandado duas vezes no chamado apocentro, o ponto mais afastado da \u00f3rbita da gal\u00e1xia an\u00e3 em torno do maior atractor gravitacional, a grande Via L\u00e1ctea; estas &#8220;pausas&#8221; levaram \u00e0 liberta\u00e7\u00e3o adicional de estrelas por parte da GSE. Entretanto, a inclina\u00e7\u00e3o do halo estelar indica que a GSE se encontrou com a Via L\u00e1ctea num \u00e2ngulo incidente e n\u00e3o de frente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A inclina\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de estrelas no halo estelar fornecem uma confirma\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica de que a nossa Gal\u00e1xia colidiu com outra gal\u00e1xia mais pequena h\u00e1 7-10 mil milh\u00f5es de anos&#8221;, diz Conroy.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Notavelmente, j\u00e1 passou tanto tempo desde a colis\u00e3o da GSE com a Via L\u00e1ctea que se esperava que as estrelas do halo estelar se instalassem dinamicamente na cl\u00e1ssica forma esf\u00e9rica, h\u00e1 muito assumida. A equipa diz que o facto de n\u00e3o o terem feito provavelmente tem a ver com o halo gal\u00e1ctico mais amplo. Esta estrutura dominada pela mat\u00e9ria escura est\u00e1, ela pr\u00f3pria, provavelmente inclinada e, atrav\u00e9s da sua gravidade, est\u00e1 igualmente a manter o halo estelar inclinado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O halo estelar inclinado sugere fortemente que o halo de mat\u00e9ria escura tamb\u00e9m est\u00e1 inclinado&#8221;, diz Conroy. &#8220;Uma inclina\u00e7\u00e3o no halo de mat\u00e9ria escura pode ter ramifica\u00e7\u00f5es significativas para a nossa capacidade de detetar part\u00edculas de mat\u00e9ria escura em laborat\u00f3rios c\u00e1 na Terra&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este \u00faltimo ponto de Conroy alude \u00e0s m\u00faltiplas experi\u00eancias de detetores de mat\u00e9ria escura agora em curso e planeadas. Estes detetores podem aumentar as suas hip\u00f3teses de capturar uma intera\u00e7\u00e3o elusiva com a mat\u00e9ria escura se os astrof\u00edsicos puderem julgar onde a subst\u00e2ncia est\u00e1 mais fortemente concentrada, galacticamente falando. \u00c0 medida que a Terra se move pela Via L\u00e1ctea, vai encontrar periodicamente estas mais densas e velozes regi\u00f5es de part\u00edculas de mat\u00e9ria escura, aumentando as probabilidades de dete\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta da configura\u00e7\u00e3o mais plaus\u00edvel do halo estelar \u00e9 o que faz avan\u00e7ar muitas investiga\u00e7\u00f5es astrof\u00edsicas enquanto se preenchem os detalhes b\u00e1sicos sobre o nosso lugar no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas s\u00e3o perguntas t\u00e3o intuitivamente interessantes de fazer sobre a nossa Gal\u00e1xia: &#8216;Qual \u00e9 o aspeto da nossa Gal\u00e1xia?&#8217; e &#8216;Qual \u00e9 o aspeto do halo estelar?&#8217;,&#8221; diz Han. &#8220;Com esta linha de investiga\u00e7\u00e3o e estudo em particular, estamos finalmente a responder a essas perguntas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/tilt-our-stars-shape-milky-ways-halo-stars-realized\" target=\"_blank\">\/\/ Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ac97e9\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2208.04327\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way#Halo\" target=\"_blank\">Halo da Via L\u00e1ctea (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Halo estelar:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_halo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Halo gal\u00e1ctico:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galactic_halo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Halo de mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter_halo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GSE (Gaia-Salsicha-Enc\u00e9lado):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_Sausage\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=8T2EdRZ_iE4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simula\u00e7\u00e3o da Salsicha Gaia (Denis Erkal via YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo DR3 do Gaia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio MMT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.mmto.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.as.arizona.edu\/mmt-65m-telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Arizona<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MMT_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo revelou a verdadeira forma da nuvem difusa de estrelas que rodeia o disco da nossa Gal\u00e1xia. 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