{"id":5592,"date":"2022-11-22T07:19:26","date_gmt":"2022-11-22T06:19:26","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5592"},"modified":"2022-11-22T07:19:26","modified_gmt":"2022-11-22T06:19:26","slug":"telescopio-webb-revela-o-nascimento-de-galaxias-como-o-universo-se-tornou-transparente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/11\/22\/telescopio-webb-revela-o-nascimento-de-galaxias-como-o-universo-se-tornou-transparente\/","title":{"rendered":"<strong>Telesc\u00f3pio Webb revela o nascimento de gal\u00e1xias, como o Universo se tornou transparente<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um estudo liderado pela UCLA (Universidade da Calif\u00f3rnia, Los Angeles), e publicado numa edi\u00e7\u00e3o especial da revista The Astrophysical Journal, relata que as primeiras gal\u00e1xias eram bolas de fogo c\u00f3smicas que convertiam g\u00e1s em estrelas a velocidades estonteantes e em toda a sua extens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o, baseada em dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, \u00e9 o primeiro estudo sobre a forma e estrutura dessas gal\u00e1xias. Mostra que n\u00e3o eram nada como as gal\u00e1xias atuais em que a forma\u00e7\u00e3o estelar est\u00e1 confinada a pequenas regi\u00f5es, tais como na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Orionte na nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2220a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"422\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/MEgBaTHZ_o-1024x422.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5593\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/MEgBaTHZ_o-1024x422.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/MEgBaTHZ_o-300x124.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/MEgBaTHZ_o-768x316.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/MEgBaTHZ_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Duas das gal\u00e1xias mais distantes vistas at\u00e9 \u00e0 data podem ser vistas nestas imagens Webb das regi\u00f5es exteriores do gigantesco enxame de gal\u00e1xias Abell 2744. As gal\u00e1xias n\u00e3o est\u00e3o dentro do enxame, mas muitos milhares de milh\u00f5es de anos-luz atr\u00e1s dele. A gal\u00e1xia apresentada na imagem no centro superior \u00e9 extra\u00edda da imagem \u00e0 esquerda. Existiu apenas 450 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. A gal\u00e1xia apresentada na imagem no centro inferior \u00e9 extra\u00edda da imagem \u00e0 direita. Existiu 350 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Ambas as gal\u00e1xias s\u00e3o vistas muito perto do Big Bang que ocorreu h\u00e1 13,8 mil milh\u00f5es de anos. Estas gal\u00e1xias s\u00e3o min\u00fasculas em compara\u00e7\u00e3o com a nossa Via L\u00e1ctea, tendo apenas uma fra\u00e7\u00e3o do seu tamanho, mesmo at\u00e9 a gal\u00e1xia inesperadamente alongada vista na imagem do centro superior.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, T. Treu (UCLA)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a ver gal\u00e1xias formarem novas estrelas a um ritmo eletrizante&#8221;, disse Tommaso Treu, o autor principal do estudo, professor de f\u00edsica e astronomia da UCLA. &#8220;A incr\u00edvel resolu\u00e7\u00e3o do Webb permite-nos estudar estas gal\u00e1xias com detalhes sem precedentes e vemos toda esta forma\u00e7\u00e3o estelar a ocorrer dentro das regi\u00f5es destas gal\u00e1xias&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Treu dirige o projeto GLASS-JWST, pertencendo ao programa ERS (Early Release Science) do Webb, cujos primeiros resultados s\u00e3o o tema da edi\u00e7\u00e3o especial da revista. Outro estudo conduzido pela UCLA, presente na edi\u00e7\u00e3o, descobriu que as gal\u00e1xias que se formaram logo ap\u00f3s o Big Bang &#8211; em menos de mil milh\u00f5es de anos &#8211; poderiam ter come\u00e7ado a queimar os restos de hidrog\u00e9nio absorvente de fot\u00f5es, dando luz a um Universo escuro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;At\u00e9 os nossos melhores telesc\u00f3pios tiveram dificuldade em confirmar as dist\u00e2ncias destas gal\u00e1xias, por isso n\u00e3o sab\u00edamos se tornavam o Universo transparente ou n\u00e3o&#8221;, disse Guido Roberts-Borsani, investigador p\u00f3s-doutorado da UCLA e l\u00edder do estudo. &#8220;O Webb est\u00e1 a mostrar-nos que n\u00e3o s\u00f3 consegue fazer o trabalho, como tamb\u00e9m o faz com uma facilidade surpreendente. Muda completamente o jogo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas descobertas s\u00e3o duas de muitas descobertas de tirar o f\u00f4lego por astrof\u00edsicos que est\u00e3o entre os primeiros a espreitar atrav\u00e9s de uma janela para o passado, janela esta recentemente aberta pelo Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb \u00e9 o maior telesc\u00f3pio infravermelho [pr\u00f3ximo] no espa\u00e7o e a sua not\u00e1vel resolu\u00e7\u00e3o fornece uma vis\u00e3o sem paralelo de objetos t\u00e3o distantes que a sua luz demora milhares de milh\u00f5es de anos a chegar \u00e0 Terra. Embora estes objetos j\u00e1 tenham envelhecido, s\u00f3 a luz dos seus primeiros momentos teve tempo suficiente para viajar atrav\u00e9s do Universo e para acabar nos detetores do Webb. Como resultado, n\u00e3o s\u00f3 o Webb funciona como uma esp\u00e9cie de m\u00e1quina do tempo &#8211; levando os cientistas de volta ao per\u00edodo pouco depois do Big Bang &#8211; como as imagens que est\u00e1 a produzir tornaram-se um \u00e1lbum de fam\u00edlia, com instant\u00e2neos de gal\u00e1xias e estrelas infantis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O GLASS-JWST foi um dos 13 projetos ERS selecionados em 2017 pela NASA para produzir rapidamente conjuntos de dados acess\u00edveis ao p\u00fablico e para demonstrar e testar as capacidades dos instrumentos do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O projeto visa compreender como e quando a luz das primeiras gal\u00e1xias &#8220;queimou&#8221; atrav\u00e9s do nevoeiro de hidrog\u00e9nio deixado para tr\u00e1s pelo Big Bang &#8211; um fen\u00f3meno e per\u00edodo de tempo chamado \u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o &#8211; e como o g\u00e1s e elementos pesados est\u00e3o distribu\u00eddos dentro e \u00e0 volta das gal\u00e1xias ao longo do tempo c\u00f3smico. Treu e Roberts-Borsani usam tr\u00eas dos inovadores instrumentos do Webb, dedicado ao infravermelho pr\u00f3ximo, para fazer medi\u00e7\u00f5es detalhadas de gal\u00e1xias distantes no Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A \u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o \u00e9 um per\u00edodo que continua a ser mal compreendido pelos cientistas. At\u00e9 agora, os investigadores n\u00e3o tinham os instrumentos infravermelhos extremamente sens\u00edveis necess\u00e1rios para observar gal\u00e1xias que existiam na altura. Antes da reioniza\u00e7\u00e3o c\u00f3smica, o Universo primitivo permaneceu desprovido de luz porque os fot\u00f5es ultravioletas das estrelas iniciais eram absorvidos pelos \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio que saturavam o espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas pensam que, algures nos primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo, a radia\u00e7\u00e3o emitida pelas primeiras gal\u00e1xias e possivelmente pelos primeiros buracos negros fez com que os \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio perdessem eletr\u00f5es, ou ionizassem, impedindo que os fot\u00f5es se &#8220;colassem&#8221; a eles e abrindo um caminho para que os fot\u00f5es viajassem atrav\u00e9s do espa\u00e7o. \u00c0 medida que as gal\u00e1xias come\u00e7aram a ionizar bolhas cada vez maiores, o Universo tornou-se transparente e a luz p\u00f4de viajar livremente, como hoje acontece, permitindo-nos ver uma brilhante copa de estrelas e gal\u00e1xias todas as noites.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta de Roberts-Borsani de que as gal\u00e1xias se formaram mais depressa e mais cedo do que se pensava anteriormente poder\u00e1 confirmar que foram as culpadas da reioniza\u00e7\u00e3o c\u00f3smica. O estudo tamb\u00e9m confirma as dist\u00e2ncias de duas das gal\u00e1xias mais distantes conhecidas, utilizando uma nova t\u00e9cnica que permite aos astr\u00f3nomos sondar o in\u00edcio da reioniza\u00e7\u00e3o c\u00f3smica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/newsroom.ucla.edu\/releases\/james-webb-space-telescope-early-galaxies\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia, Los Angeles (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/jwst-draws-back-curtain-universes-early-galaxies\" target=\"_blank\">\/\/ Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2220\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2022\/nasa-s-webb-draws-back-curtain-on-universe-s-early-galaxies\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/ESA_Multimedia\/Images\/2022\/11\/Webb_draws_back_curtain_on_Universe_s_early_galaxies#.Y3ZUnDjaL3Q.link\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2022\/news-2022-044\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.ucsc.edu\/2022\/11\/early-galaxies.html\" target=\"_blank\">\/\/ UC Santa Cruz (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2207.13527\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ac8e6e\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2207.11387\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/media\/videos\/2022\/044\/01GGZEJHSG12CM2WH0KK1GP4PP?news=true\" target=\"_blank\">\/\/ Entrevista a Tommaso Treu (via STScI)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-distant-galaxies-early-results\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/jwst-peers-deep-into-the-universes-early-galaxies-revealing-something-surprising\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-11-webb-space-telescope-reveals-birth.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2022\/11\/19\/its-official-webb-telescope-made-a-staggering-discovery-a-day-after-being-switched-on\/?sh=7b14404d1f63\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Science_News\/2022\/11\/18\/james-webb-telescope-galaxies\/9191668780592\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2022\/11\/17\/world\/webb-telescope-early-galaxies-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.theverge.com\/2022\/11\/17\/23464796\/jwst-galaxies-early-universe-nasa-james-webb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Verge<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Reionization\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/glass.astro.ucla.edu\/ers\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GLASS-JWST (UCLA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo liderado pela UCLA (Universidade da Calif\u00f3rnia, Los Angeles), e publicado numa edi\u00e7\u00e3o especial da revista The Astrophysical Journal, relata que as primeiras gal\u00e1xias eram bolas de fogo c\u00f3smicas que convertiam g\u00e1s em estrelas a velocidades estonteantes e em toda a sua extens\u00e3o. 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