{"id":5565,"date":"2022-11-11T07:14:12","date_gmt":"2022-11-11T06:14:12","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5565"},"modified":"2022-11-11T07:14:13","modified_gmt":"2022-11-11T06:14:13","slug":"imagens-da-supernova-de-uma-supergigante-vermelha-revelam-segredos-de-um-universo-primitivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/11\/11\/imagens-da-supernova-de-uma-supergigante-vermelha-revelam-segredos-de-um-universo-primitivo\/","title":{"rendered":"<strong>Imagens da supernova de uma supergigante vermelha revelam segredos de um Universo primitivo<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de investiga\u00e7\u00e3o liderada pela Universidade de Minnesota mediu a dimens\u00e3o de uma estrela que explodiu h\u00e1 mais de 11 mil milh\u00f5es de anos. Imagens detalhadas mostram o arrefecimento da estrela em explos\u00e3o e podem ajudar os cientistas a aprender mais sobre as estrelas e gal\u00e1xias presentes no in\u00edcio do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo cient\u00edfico foi publicado na revista Nature.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2214a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"317\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/W9bWsaTz_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5566\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/W9bWsaTz_o.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/W9bWsaTz_o-300x136.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Como resultado de um fen\u00f3meno chamado lente gravitacional, tr\u00eas momentos diferentes numa distante explos\u00e3o de supernova foram capturados num \u00fanico instant\u00e2neo pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA. A luz da supernova, que se encontrava atr\u00e1s do enxame de gal\u00e1xias Abell 370, foi multiplicada pela imensa gravidade do enxame. Esta luz percorreu tr\u00eas percursos diferentes atrav\u00e9s da lente c\u00f3smica do enxame massivo. Os tr\u00eas percursos tinham tr\u00eas comprimentos diferentes, por isso quando a luz chegou ao Hubble (no mesmo dia em dezembro de 2010), a supernova apareceu em tr\u00eas fases diferentes da sua evolu\u00e7\u00e3o.<br>O painel esquerdo mostra a por\u00e7\u00e3o de Abell 370 onde apareceram as m\u00faltiplas imagens da supernova. O painel A, uma composi\u00e7\u00e3o de observa\u00e7\u00f5es Hubble de 2011 a 2016, mostra as localiza\u00e7\u00f5es da gal\u00e1xia hospedeira com imagens m\u00faltiplas depois da supernova ter desaparecido. O painel B, uma imagem Hubble de dezembro de 2010, mostra as tr\u00eas imagens da gal\u00e1xia hospedeira e da supernova em diferentes fases da sua evolu\u00e7\u00e3o. O painel C, que subtrai a imagem no painel B da imagem no painel A, mostra tr\u00eas faces diferentes da supernova em evolu\u00e7\u00e3o. Utilizando um processo de subtra\u00e7\u00e3o de imagem semelhante para m\u00faltiplos filtros de dados, o painel D mostra as diferentes cores da supernova em tr\u00eas fases diferentes da sua evolu\u00e7\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI, Wenlei Chen (UMN), Patrick Kelly (UMN), Hubble Frontier Fields (ver <a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2214b.jpg\">aqui<\/a> vers\u00e3o n\u00e3o legendada)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este \u00e9 o primeiro olhar detalhado sobre uma supernova numa fase muito precoce da evolu\u00e7\u00e3o do Universo&#8221;, disse Patrick Kelly, coautor do artigo e professor associado na Faculdade de Ci\u00eancias e Engenharia. &#8220;\u00c9 muito emocionante porque podemos aprender detalhes sobre uma estrela individual quando o Universo tinha menos de um-quinto da sua idade atual, e come\u00e7ar a compreender se as estrelas que existiam h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos s\u00e3o diferentes das que se encontram nas proximidades&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A supergigante vermelha em quest\u00e3o era cerca de 500 vezes maior do que o Sol, e est\u00e1 localizada cerca de 60 vezes mais longe do que qualquer outra supernova observada com este detalhe.<br><br>Usando dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e do LBT (Large Binocular Telescope), os investigadores foram capazes de identificar m\u00faltiplas imagens detalhadas da supergigante vermelha devido a um fen\u00f3meno chamado lente gravitacional, onde a massa, tal como a de uma gal\u00e1xia, dobra a luz. Isto amplia a luz emitida pela estrela.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2214c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e9\/74\/40IBSjE0_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Atrav\u00e9s do fen\u00f3meno de lente gravitacional, o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA capturou tr\u00eas momentos diferentes na explos\u00e3o de uma supernova muito distante &#8211; tudo numa s\u00f3 imagem! Neste caso, a imensa gravidade do enxame de gal\u00e1xias Abell 370 atuou como uma lente c\u00f3smica, dobrando e ampliando a luz da supernova mais distante localizada atr\u00e1s do enxame. A distor\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m produziu m\u00faltiplas imagens da explos\u00e3o ao longo de diferentes per\u00edodos de tempo que chegaram todos ao Hubble simultaneamente.<br>A caixa superior mostra uma por\u00e7\u00e3o de Abell 370. A inser\u00e7\u00e3o marca a \u00e1rea onde a supernova mais distante foi multiplicada pela lente. A imagem inferior \u00e9 uma vers\u00e3o ampliada desta \u00e1rea com os percursos da luz marcados para as tr\u00eas imagens da supernova. O lado direito da imagem de baixo mostra a gal\u00e1xia distante na qual a supernova explodiu. As linhas mostram como a luz viajou atrav\u00e9s da lente gravitacional, com algumas das luzes a percorrer percursos mais longos atrav\u00e9s de &#8220;vales&#8221; de espa\u00e7o dobrado. A deforma\u00e7\u00e3o produziu tr\u00eas imagens da explos\u00e3o ao longo de diferentes per\u00edodos de tempo que chegaram todas ao Hubble simultaneamente.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, A. Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A lente gravitacional funciona como uma lupa natural e multiplica o poder do Hubble por um factor de oito&#8221;, disse Kelly. &#8220;As imagens que captur\u00e1mos mostram como a supernova era em diferentes idades, separadas por v\u00e1rios dias. Vemos a supernova a arrefecer rapidamente, o que nos permite basicamente reconstruir o que aconteceu e estudar como a supernova arrefeceu nos seus primeiros dias com apenas um conjunto de imagens. Isto permite-nos ver uma repeti\u00e7\u00e3o de uma supernova&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores combinaram esta descoberta com outra das descobertas de uma supernova por Kelly, em 2014, para estimar quantas estrelas estavam a explodir quando o Universo tinha apenas uma pequena fra\u00e7\u00e3o da sua idade atual. Descobriram que haviam provavelmente muito mais supernovas do que se pensava anteriormente.<br><br>&#8220;As supernovas de colapso do n\u00facleo marcam a morte de estrelas massivas e de curta dura\u00e7\u00e3o. O n\u00famero de supernovas de colapso do n\u00facleo que detetamos pode ser usado para compreender quantas estrelas massivas foram formadas em gal\u00e1xias quando o Universo era muito mais jovem&#8221;, disse Wenlei Chen, primeiro autor do artigo cient\u00edfico e investigador p\u00f3s-doutorado da mesma Faculdade da Universidade de Minnesota.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubble Captures 3 Faces of Evolving Supernova\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LUII8bf9jgw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/twin-cities.umn.edu\/news-events\/red-supergiant-supernova-images-reveal-secrets-earlier-universe\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Minesota (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2022\/hubble-captures-3-faces-of-evolving-supernova-in-early-universe\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2214\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2022\/news-2022-054\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-022-05252-5\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/970779\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/hubble-spies-ancient-supernova\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/158582\/hubble-saw-the-same-supernova-at-three-different-times-thanks-to-gravitational-lensing\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-11-red-supergiant-supernova-images-reveal-secrets.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2346239-astronomers-saw-a-distant-supernova-less-than-6-hours-after-it-blew-up\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/11\/221109124321.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supergigante vermelha:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_supergiant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernova:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Abell 370:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Abell_370\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LBT (Large Binocular Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.lbto.org\/index.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">LBTO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Binocular_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa internacional de investiga\u00e7\u00e3o liderada pela Universidade de Minnesota mediu a dimens\u00e3o de uma estrela que explodiu h\u00e1 mais de 11 mil milh\u00f5es de anos. 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