{"id":5513,"date":"2022-10-25T06:15:27","date_gmt":"2022-10-25T05:15:27","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5513"},"modified":"2022-10-25T06:15:38","modified_gmt":"2022-10-25T05:15:38","slug":"um-mundo-marshmallow-em-orbita-de-uma-fria-ana-vermelha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/10\/25\/um-mundo-marshmallow-em-orbita-de-uma-fria-ana-vermelha\/","title":{"rendered":"Um mundo &#8220;marshmallow&#8221; em \u00f3rbita de uma fria an\u00e3 vermelha"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando o Telesc\u00f3pio WIYN de 3,5 metros no Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak, no estado norte-americano do Arizona, os astr\u00f3nomos observaram um planeta invulgar semelhante a J\u00fapiter em torno de uma fria estrela an\u00e3 vermelha. Localizado a aproximadamente 580 anos-luz da Terra, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Cocheiro, este planeta, identificado como TOI-3757 b, \u00e9 o planeta com a menor densidade jamais detetado em torno de uma an\u00e3 vermelha e estima-se que tenha uma densidade m\u00e9dia semelhante \u00e0 de um marshmallow.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas an\u00e3s vermelhas s\u00e3o os membros mais pequenos e t\u00e9nues das chamadas estrelas de sequ\u00eancia principal &#8211; estrelas que convertem hidrog\u00e9nio em h\u00e9lio nos seus n\u00facleos a um ritmo constante. Embora &#8220;frias&#8221; em compara\u00e7\u00e3o com estrelas como o nosso Sol, as estrelas an\u00e3s vermelhas podem ser extremamente ativas e sofrer erup\u00e7\u00f5es poderosas capazes de despojar um planeta da sua atmosfera, tornando este sistema estelar num local aparentemente in\u00f3spito para formar um planeta t\u00e3o delicado.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/media\/archives\/images\/large\/noirlab2225a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"394\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/axo6dVrr_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5514\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/axo6dVrr_o.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/axo6dVrr_o-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Um exoplaneta gigante gasoso [direita] com a densidade de um marshmallow foi detetado em \u00f3rbita em torno de uma fria estrela an\u00e3 vermelha [esquerda] pelo instrumento de velocidade radial NEID financiado pela NASA no Telesc\u00f3pio WIYN de 3,5 metros situado no Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak, um programa do NOIRLab da NSF. O planeta, chamado TOI-3757 b, \u00e9 o planeta gigante gasoso mais &#8220;fofo&#8221; jamais descoberto em torno deste tipo de estrela.<br>Cr\u00e9dito: NOIRLab\/NSF\/AURA\/J. da Silva\/Spaceengine\/M. Zamani<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os planetas gigantes que orbitam an\u00e3s vermelhas t\u00eam, tradicionalmente, sido considerados dif\u00edceis de formar&#8221;, diz Shubham Kanodia, investigador do Laborat\u00f3rio da Terra e dos Planetas, do Instituto Carnegie para Ci\u00eancia e autor principal de um artigo cient\u00edfico publicado na revista The Astronomical Journal. &#8220;At\u00e9 agora, isto s\u00f3 foi analisado com pequenas amostras de levantamentos Doppler, que tipicamente encontram planetas gigantes mais longe destas estrelas an\u00e3s vermelhas. At\u00e9 agora n\u00e3o tivemos uma amostra suficientemente grande para encontrar planetas pr\u00f3ximos de uma forma robusta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda existem mist\u00e9rios inexplicados acerca de TOI-3757 b, sendo o maior a forma como um planeta gigante gasoso se pode formar em torno de uma estrela an\u00e3 vermelha, e especialmente um planeta de t\u00e3o baixa densidade. A equipa de Kanodia, no entanto, pensa que pode ter uma solu\u00e7\u00e3o para esse mist\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Prop\u00f5em que a densidade extrabaixa de TOI-3757 b pode ser o resultado de dois factores. O primeiro est\u00e1 relacionado com o n\u00facleo rochoso do planeta; pensa-se que os gigantes de g\u00e1s come\u00e7am como n\u00facleos rochosos massivos com cerca de dez vezes a massa da Terra, altura em que rapidamente puxam grandes quantidades de g\u00e1s vizinho para formar os gigantes de g\u00e1s que vemos hoje. A estrela hospedeira de TOI-3757 b tem uma menor abund\u00e2ncia de elementos pesados em compara\u00e7\u00e3o com outras an\u00e3s-M que albergam gigantes gasosos, e isto pode ter resultado na forma\u00e7\u00e3o mais lenta do n\u00facleo rochoso, atrasando o in\u00edcio da acre\u00e7\u00e3o de g\u00e1s e afetando assim a densidade global do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O segundo factor pode ser a \u00f3rbita do planeta, que se pensa ser, hesitantemente, ligeiramente el\u00edptica. H\u00e1 momentos em que se aproxima mais da sua estrela do que em outros, resultando num substancial excesso de aquecimento que pode provocar o incha\u00e7o da atmosfera do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta foi inicialmente avistado pelo sat\u00e9lite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA. A equipa de Kanodia fez ent\u00e3o observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento utilizando instrumentos terrestres, incluindo o NEID e o NESSI (NN-EXPLORE Exoplanet Stellar Speckle Imager), ambos acoplados no Telesc\u00f3pio WIYN de 3,5 metros; o HPF (Habitable-zone Planet Finder) no Telesc\u00f3pio Hobby-Eberly; e o RBO (Red Buttes Observatory) no estado norte-americano do Wyoming.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TESS analisou o tr\u00e2nsito deste exoplaneta TOI-3757 b em frente da sua estrela, o que permitiu aos astr\u00f3nomos calcular o di\u00e2metro do planeta em cerca de 150.000 quil\u00f3metros, ou ligeiramente maior do que o de J\u00fapiter. O planeta completa uma \u00f3rbita em torno da sua estrela hospedeira em apenas 3,5 dias, 25 vezes menos do que o planeta mais pr\u00f3ximo do Sol, Merc\u00fario, que leva cerca de 88 dias para o fazer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos utilizaram ent\u00e3o o NEID e o HPF para medir o movimento aparente da estrela ao longo da nossa linha de vis\u00e3o, tamb\u00e9m conhecido como a sua velocidade radial. Estas medi\u00e7\u00f5es forneceram a massa do planeta, que foi calculada como sendo cerca de um-quarto da de J\u00fapiter, ou cerca de 85 vezes a massa da Terra. Sabendo o tamanho e a massa permitiu \u00e0 equipa de Kanodia calcular a densidade m\u00e9dia de TOI-3757 b, 0,27 gramas por cent\u00edmetro c\u00fabico, o que a tornaria inferior a metade da densidade de Saturno (o planeta com a densidade mais baixa do Sistema Solar), cerca de um-quarto da densidade da \u00e1gua (o que significa que flutuaria se colocado numa banheira gigante cheia de \u00e1gua) ou, de facto, com a densidade semelhante \u00e0 de um marshmallow.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Potenciais observa\u00e7\u00f5es futuras da atmosfera deste planeta, usando o novo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, podem ajudar a esclarecer a sua natureza inchada&#8221;, diz Jessica Libby-Roberts, investigadora p\u00f3s-doutorada na Universidade Estatal da Pensilv\u00e2nia e segunda autora do artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A descoberta de mais sistemas deste tipo, com planetas gigantes &#8211; que em tempos foram teorizados ser extremamente raros em torno de an\u00e3s vermelhas &#8211; faz parte do nosso objetivo de compreender com os planetas se formam&#8221;, diz Kanodia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta destaca a import\u00e2ncia do NEID na sua capacidade de confirmar alguns dos candidatos exoplanet\u00e1rios atualmente a serem descobertos pela miss\u00e3o TESS da NASA, fornecendo alvos importantes para o novo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb dar seguimento e come\u00e7ar a caracterizar as suas atmosferas. Isto, por sua vez, ir\u00e1 informar os astr\u00f3nomos da composi\u00e7\u00e3o dos planetas e de como se formaram e, para mundos rochosos potencialmente habit\u00e1veis, se poder\u00e3o ser capazes de suportar vida.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Cosmoview Episode 55:  \u2018Marshmallow\u2019 World Orbiting a Cool Red Dwarf Star\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GrSqzQW_UKg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/news\/noirlab2225\/\" target=\"_blank\">\/\/ NOIRLab (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ac7c20\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2203.07178\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/marshmallow-exoplanet-lowest-density-red-dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/158211\/astronomers-find-a-marshmallow-world-the-lowest-density-gas-giant-ever-discovered\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-10-marshmallow-world-orbiting-cool-red.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2022\/10\/20\/weve-found-a-fluffy-marshmallow-world-580-light-years-from-earth-say-scientists\/?sh=1e9bbf1e6f90\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/exoplanet-marshmallow-density-red-dwarf-1849682597\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-3757 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/8561\/toi-3757-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/TOI-3757\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-3757_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TOI-3757%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/visitkittpeak.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kitt_Peak_National_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.wiyn.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio WIYN de 3,5 metros (p\u00e1gina principal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WIYN_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio WIYN de 3,5 metros (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.wiyn.org\/Instruments\/wiynneid.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEID (Telesc\u00f3pio WIYN)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.wiyn.org\/Instruments\/wiynnessi.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NESSI (Telesc\u00f3pio WIYN)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio McDonald:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/mcdonaldobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/McDonald_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/mcdonaldobservatory.org\/research\/telescopes\/HET\">Telesc\u00f3pio Hobby-Eberly (Observat\u00f3rio McDonald)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hobby%E2%80%93Eberly_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio Hobby-Eberly (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/hpf.psu.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HPF (Habitable-zone Planet Finder)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RBO (Red Buttes Observatory):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/physics.uwyo.edu\/~RBO\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Wyoming<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_Buttes_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Usando o Telesc\u00f3pio WIYN de 3,5 metros no Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak, no estado norte-americano do Arizona, os astr\u00f3nomos observaram um planeta invulgar semelhante a J\u00fapiter em torno de uma fria estrela an\u00e3 vermelha. 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