{"id":5489,"date":"2022-10-14T06:45:34","date_gmt":"2022-10-14T05:45:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5489"},"modified":"2022-10-14T06:45:35","modified_gmt":"2022-10-14T05:45:35","slug":"duo-estelar-forma-impressao-digital-no-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/10\/14\/duo-estelar-forma-impressao-digital-no-espaco\/","title":{"rendered":"Duo estelar forma &#8220;impress\u00e3o digital&#8221; no espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma nova imagem pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA revela uma not\u00e1vel vis\u00e3o c\u00f3smica: pelo menos 17 an\u00e9is conc\u00eantricos de poeira emanando de um par de estrelas. Localizadas a pouco mais de 5000 anos-luz da Terra, as estrelas s\u00e3o coletivamente conhecidas como Wolf-Rayet 140.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada anel foi criado quando as duas estrelas se aproximaram e os seus ventos estelares (fluxos de g\u00e1s que sopram para o espa\u00e7o) se encontraram, comprimindo o g\u00e1s e formando poeira. As \u00f3rbitas das estrelas aproximam-nas cerca de uma vez em cada oito anos; tal como o crescimento dos an\u00e9is num tronco de uma \u00e1rvore, os an\u00e9is de poeira assinalam a passagem do tempo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01GEPRP510NX3PVHK418HX188K.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"679\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/RFC444uC_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5490\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/RFC444uC_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/RFC444uC_o-300x207.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/RFC444uC_o-768x529.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/RFC444uC_o-110x75.jpg 110w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>As duas estrelas em Wolf-Rayet 140 produzem conchas de poeira de oito em oito anos que parecem an\u00e9is, como se v\u00ea nesta imagem do Telesc\u00f3pio Espacial Webb da NASA. Cada anel foi criado quando as estrleas se aproximaram e os seus ventos estelares colidiram, comprimindo o g\u00e1s e formando poeira.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a olhar para mais de um s\u00e9culo de produ\u00e7\u00e3o de poeira neste sistema&#8221;, disse Ryan Lau, astr\u00f3nomo do NOIRLab da NSF (National Science Foundation) e autor principal de um novo estudo sobre o sistema, publicado na revista Nature Astronomy. &#8220;A imagem tamb\u00e9m ilustra o qu\u00e3o sens\u00edvel \u00e9 este telesc\u00f3pio. Antes, s\u00f3 pod\u00edamos ver dois an\u00e9is de poeira, utilizando telesc\u00f3pios terrestres. Agora vemos pelo menos 17&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m da sensibilidade geral do Webb, o seu instrumento MIRI (Mid-Infrared Instrument) est\u00e1 unicamente qualificado para estudar os an\u00e9is de poeira &#8211; ou aquilo a que Lau e os seus colegas chamam conchas, porque s\u00e3o mais espessos e largos do que aparecem na imagem. Os instrumentos cient\u00edficos do Webb detetam luz infravermelha, uma gama de comprimentos de onda invis\u00edveis ao olho humano. O MIRI deteta os comprimentos de onda infravermelhos mais longos, o que significa que pode frequentemente ver objetos mais frios &#8211; incluindo os an\u00e9is de poeira &#8211; do que os outros instrumentos do Webb. O espectr\u00f3metro do MIRI tamb\u00e9m revelou a composi\u00e7\u00e3o da poeira, formada principalmente a partir de material ejetado por um tipo de estrela conhecida como estrela Wolf-Rayet.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O MIRI foi desenvolvido atrav\u00e9s de uma parceria entre a NASA e a ESA. O JPL no sul da Calif\u00f3rnia liderou o esfor\u00e7o para a NASA, e um cons\u00f3rcio multinacional de institutos astron\u00f3micos europeus contribuiu para a ESA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma estrela Wolf-Rayet \u00e9 uma estrela de classe O, nascida com pelo menos 25 vezes mais massa do que o nosso Sol, que est\u00e1 perto do fim da sua vida, quando provavelmente ir\u00e1 colapsar e formar um buraco negro. Mais quente agora que durante a sua juventude, uma estrela Wolf-Rayet gera ventos poderosos que empurram enormes quantidades de g\u00e1s para o espa\u00e7o. A estrela Wolf-Rayet neste par particular pode ter vertido mais de metade da sua massa original atrav\u00e9s deste processo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Formando poeira ao vento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A transforma\u00e7\u00e3o de g\u00e1s em poeira \u00e9 um pouco como transformar farinha em p\u00e3o: requer condi\u00e7\u00f5es e ingredientes espec\u00edficos. O elemento mais comum encontrado nas estrelas, o hidrog\u00e9nio, n\u00e3o pode formar poeira por si s\u00f3. Mas dado que as estrelas Wolf-Rayet libertam tanta massa, tamb\u00e9m ejetam elementos mais complexos tipicamente encontrados no interior de uma estrela, incluindo carbono. Os elementos pesados, no vento, arrefecem enquanto viajam pelo espa\u00e7o e s\u00e3o depois comprimidos onde os ventos de ambas as estrelas se encontram, como quando duas m\u00e3os amassam a massa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alguns outros sistemas Wolf-Rayet formam poeira, mas nenhum \u00e9 conhecido por fazer an\u00e9is como Wolf-Rayet 140. O padr\u00e3o \u00fanico dos an\u00e9is forma-se porque a \u00f3rbita da estrela Wolf-Rayet em WR 140 \u00e9 alongada, n\u00e3o circular. S\u00f3 quando as estrelas se aproximam &#8211; mais ou menos \u00e0 mesma dist\u00e2ncia entre a Terra e o Sol &#8211; e os seus ventos colidem est\u00e1 o g\u00e1s sob press\u00e3o suficiente para formar poeira. Com \u00f3rbitas circulares, os bin\u00e1rios Wolf-Rayet podem produzir poeira continuamente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/original_images\/jpegPIA25431.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/b5\/e7\/1yc3pXY9_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra o tamanho relativo do Sol, no canto superior esquerdo, em compara\u00e7\u00e3o com as duas estrelas do sistema conhecido como Wolf-Rayet 140. A estrela de classe O tem cerca de 30 vezes a massa do Sol, enquanto a sua companheira tem cerca de 10 vezes a massa do Sol.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lau e coautores pensam que os ventos de WR 140 tamb\u00e9m varreram para longe a \u00e1rea circundante de material residual com o qual podiam colidir, o que pode ser a raz\u00e3o pela qual os an\u00e9is permanecem t\u00e3o imaculados em vez de estarem manchados ou de se dispersarem. \u00c9 prov\u00e1vel que existam ainda mais an\u00e9is que se tenham tornado demasiado fracos e dispersos, que nem mesmo o Webb os consegue ver nos dados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas Wolf-Rayet podem parecer ex\u00f3ticas em compara\u00e7\u00e3o com o nosso Sol, mas podem ter desempenhado um papel na forma\u00e7\u00e3o estelar e planet\u00e1ria. Quando uma estrela Wolf-Rayet &#8220;limpa&#8221; uma \u00e1rea, o material varrido pode acumular-se na periferia e tornar-se denso o suficiente para a forma\u00e7\u00e3o de novas estrelas. H\u00e1 algumas evid\u00eancias de que o Sol se formou num tal cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando dados do modo de Espectroscopia de Resolu\u00e7\u00e3o M\u00e9dia do MIRI, o novo estudo fornece as melhores evid\u00eancias, at\u00e9 agora, de que as estrelas Wolf-Rayet produzem mol\u00e9culas de poeira ricas em carbono. Al\u00e9m disso, a preserva\u00e7\u00e3o das conchas de poeira indica que esta poeira pode sobreviver no ambiente hostil entre estrelas, passando a fornecer material para futuras estrelas e planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sen\u00e3o \u00e9 que, embora os astr\u00f3nomos estimem que deveriam haver pelo menos alguns milhares de estrelas Wolf-Rayet na nossa Gal\u00e1xia, apenas cerca de 600 foram encontradas at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Embora as estrelas Wolf-Rayet sejam raras na nossa Gal\u00e1xia porque t\u00eam vida curta no que toca \u00e0s estrelas, \u00e9 poss\u00edvel que tenham produzido muita poeira ao longo da hist\u00f3ria da Via L\u00e1ctea antes de explodirem e\/ou formarem buracos negros&#8221;, disse Patrick Morris, astrof\u00edsico do Caltech em Pasadena, Calif\u00f3rnia, e coautor do novo estudo. &#8220;Penso que com o novo telesc\u00f3pio espacial da NASA vamos aprender muito mais sobre como estas estrelas moldam o material entre estrelas e como despoletam a forma\u00e7\u00e3o de novas estrelas nas gal\u00e1xias&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Cosmic Dust Rings Spotted by NASA\u2019s James Webb Space Telescope\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ssJ_I5loCbc?list=PLTiv_XWHnOZpegG_WpYvUvvAegH7e02Aw\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/star-duo-forms-fingerprint-in-space-nasa-s-webb-finds\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/ESA_Multimedia\/Images\/2022\/10\/Webb_finds_star_duo_forms_fingerprint_in_space\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/blog\/jwst\/\" target=\"_blank\">\/\/ NOIRLab (blog)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cam.ac.uk\/stories\/dust-plumes-pushed-by-star\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cambridge (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.isas.jaxa.jp\/en\/topics\/003214.html\" target=\"_blank\">\/\/ JAXA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.sydney.edu.au\/news-opinion\/news\/2022\/10\/13\/baffling-spiderweb-star-not-an-alien-megastructure.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Sydney (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-022-01812-x\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2210.06452\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/dance-of-giant-stars-creates-ripples-of-dust\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/157385\/these-bizarre-concentric-rings-in-space-are-real-not-an-optical-illusion-new-data-from-jwst-explains-whats-happening\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/earthsky.org\/space\/ringed-star-wr140-shows-light-can-push-matter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EarthSky<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-10-plumes-interstellar-space-intense-starlight.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2342315-jwst-has-spotted-bizarre-rings-of-dust-around-a-dying-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/jwst-captures-incredible-images-of-dust-being-pushed-by-light\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2022\/10\/12\/bizarre-ripples-around-a-star-revealed-in-jaw-dropping-new-image-from-the-webb-telescope-but-what-are-they\/?sh=73eab6da6a85\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.sky.com\/story\/nasas-james-webb-space-telescope-takes-image-of-dust-fingerprint-created-by-two-stars-12718813\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sky news<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/science-environment-63234027\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC News<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/james-webb-telescope-dust-rings-fingerprint-190504880.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2022\/10\/12\/nova-imagem-do-telescopio-james-webb-mostra-impressao-digital-cosmica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/imagem-espetacular-de-james-webb-mostra-impressoes-digitais-cosmicas-de-duas-estrelas-gigantes-502393\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Wolf-Rayet 140:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WR_140\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas Wolf-Rayet:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wolf%E2%80%93Rayet_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de classe O:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/O-type_main-sequence_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\">STScI<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\">ESA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\">ESA\/Webb<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\">Facebook<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\">Twitter<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\">Instagram<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\">MIRI (NASA)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova imagem pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA revela uma not\u00e1vel vis\u00e3o c\u00f3smica: pelo menos 17 an\u00e9is conc\u00eantricos de poeira emanando de um par de estrelas. 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