{"id":5244,"date":"2022-07-12T18:03:34","date_gmt":"2022-07-12T17:03:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5244"},"modified":"2022-07-12T18:03:35","modified_gmt":"2022-07-12T17:03:35","slug":"a-primeira-ciencia-do-telescopio-espacial-james-webb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/07\/12\/a-primeira-ciencia-do-telescopio-espacial-james-webb\/","title":{"rendered":"A primeira ci\u00eancia do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb"},"content":{"rendered":"\n<p>Os parceiros cient\u00edficos da miss\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, a NASA, a ESA e a CSA (Canadian Space Agency) divulgaram as primeiras imagens e dados cient\u00edficos num &#8220;livestream&#8221; realizado 12 de julho a partir do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado de Maryland.<\/p>\n\n\n\n<p>Divulgadas uma a uma, estas primeiras imagens do maior e mais poderoso telesc\u00f3pio espacial alguma vez constru\u00eddo demonstram o seu poder \u00e0 medida que d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 sua miss\u00e3o de estudar o Universo infravermelho.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O enxame de gal\u00e1xias SMACS 0723<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta imagem foi a primeira &#8220;oficial&#8221; do Telesc\u00f3pio Webb, divulgada ontem pelo presidente dos EUA, Joe Biden. \u00c9 a imagem infravermelha mais n\u00edtida e mais profunda do Universo distante at\u00e9 \u00e0 data. Agora conhecida como FDF (First Deep Field) do Webb, a imagem do enxame gal\u00e1ctico SMACS 0723 &#8220;transborda&#8221; de detalhes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01G7JJADTH90FR98AKKJFKSS0B.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1004\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o-1004x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5245\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o-1004x1024.jpg 1004w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o-294x300.jpg 294w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o-768x783.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o.jpg 1041w\" sizes=\"auto, (max-width: 1004px) 100vw, 1004px\" \/><\/a><figcaption>Imagem do enxame de gal\u00e1xias SMACS 0723.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Milhares de gal\u00e1xias &#8211; incluindo os objetos mais t\u00e9nues alguma vez observados no infravermelho &#8211; apareceram na vis\u00e3o do Webb pela primeira vez. Esta regi\u00e3o do vasto Universo cobre um peda\u00e7o de c\u00e9u equivalente aproximadamente a um gr\u00e3o de areia mantido \u00e0 dist\u00e2ncia de um bra\u00e7o estendido por algu\u00e9m no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Este campo profundo, obtido pelo instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb, \u00e9 uma composi\u00e7\u00e3o feita a partir de imagens em diferentes comprimentos de onda, totalizando 12,5 horas &#8211; e alcan\u00e7ando profundidades em comprimentos de onda infravermelhos para al\u00e9m dos campos mais profundos do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, o que lhe levou semanas.<\/p>\n\n\n\n<p>A imagem mostra o enxame de gal\u00e1xias SMACS 0723 tal como era h\u00e1 4,6 mil milh\u00f5es de anos. A massa combinada deste enxame gal\u00e1ctico atua como uma lente gravitacional, ampliando gal\u00e1xias muito mais distantes por tr\u00e1s. O NIRCam do Webb trouxe essas gal\u00e1xias distantes para foco extremo &#8211; t\u00eam estruturas min\u00fasculas e fracas que nunca tinham sido vistas antes, incluindo enxames estelares e caracter\u00edsticas difusas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O espectro de WASP-96 b<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O JWST tamb\u00e9m capturou a assinatura distinta da \u00e1gua, juntamente com evid\u00eancias de nuvens e neblina, na atmosfera de um quente gigante gasoso em \u00f3rbita de uma estrela parecida com o Sol. Este espectro \u00e9 o mais detalhado do seu tipo at\u00e9 \u00e0 data, demonstrando a capacidade sem precedentes do telesc\u00f3pio em analisar atmosferas a centenas de anos-luz de dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01G7NBXDHYYSVBP2M476PRGG3A.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/2a\/0b\/JLvyC2SJ_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>O espectro do exoplaneta WASP-96 b.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>WASP-96 b \u00e9 um dos mais de 5000 exoplanetas confirmados na Via L\u00e1ctea. Localizado a cerca de 1150 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de F\u00e9nix, representa um tipo de gigante gasoso que n\u00e3o tem an\u00e1logo direto no nosso Sistema Solar. Com uma massa inferior a metade da de J\u00fapiter e um di\u00e2metro 1,2 vezes maior, WASP-96b \u00e9 muito mais &#8220;inchado&#8221; do que qualquer planeta que orbita a nossa estrela. E com uma temperatura superior a 530\u00ba C, \u00e9 muito mais quente. WASP-96 b orbita extremamente perto da sua estrela do tipo solar, a apenas um-nono da dist\u00e2ncia entre Merc\u00fario e o Sol, completando uma \u00f3rbita a cada 3,5 dias.<\/p>\n\n\n\n<p>O espectro foi obtido no dia 21 de junho pelo NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph) do Webb, durante 6,4 horas, enquanto o planeta transitava a sua estrela hospedeira. \u00c9 o espectro exoplanet\u00e1rio mais detalhado no infravermelho pr\u00f3ximo, mas tamb\u00e9m abrange outros comprimentos de onda, incluindo a luz vermelha vis\u00edvel e uma por\u00e7\u00e3o do espectro que n\u00e3o era anteriormente acess\u00edvel com outros telesc\u00f3pios (comprimentos de onda superiores a 1,6 micr\u00f3metros). Esta parte do espectro \u00e9 especialmente sens\u00edvel \u00e0 \u00e1gua, bem como a outras mol\u00e9culas como o oxig\u00e9nio, metano e di\u00f3xido de carbono, que n\u00e3o s\u00e3o imediatamente \u00f3bvias no espectro de WASP-96 b, mas que dever\u00e3o ser detet\u00e1veis para outros exoplanetas que ser\u00e3o observados pelo Webb no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>NGC 3132<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Duas c\u00e2maras a bordo do Webb capturaram esta imagem da nebulosa planet\u00e1ria NGC 3132, conhecida informalmente como a Nebulosa do Anel do Sul. Est\u00e1 a cerca de 2500 anos-luz de dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01G79R28V7S4AXDN8NG5QCPGE3.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/80\/88\/QG04LUL2_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A nebulosa planet\u00e1ria NGC 3132, vista pelo instrumento NIRCam (esquerda) e pelo MIRI (direita).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Duas estrelas, que est\u00e3o numa \u00f3rbita \u00edntima, moldam a paisagem local. A imagem infravermelha do Webb apresenta novos detalhes deste sistema complexo. As estrelas &#8211; e as suas camadas de luz &#8211; s\u00e3o proeminentes na imagem do instrumento NIRCam \u00e0 esquerda, enquanto a imagem do MIRI (Mid-Infrared Instrument) \u00e0 direita mostra, pela primeira vez, que a segunda estrela est\u00e1 rodeada de poeira. A estrela mais brilhante est\u00e1 num est\u00e1gio anterior da sua evolu\u00e7\u00e3o estelar e ir\u00e1 provavelmente ejetar a sua pr\u00f3pria nebulosa planet\u00e1ria no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es feitas com o NIRCam tamb\u00e9m revelam raios de luz extremamente finos em torno da nebulosa planet\u00e1ria. A luz estelar das estrelas centrais &#8220;corre&#8221; para fora onde h\u00e1 buracos no g\u00e1s e na poeira &#8211; como a luz do Sol atrav\u00e9s de buracos numa nuvem.<\/p>\n\n\n\n<p>Daqui a milhares de anos, estas camadas delicadas de g\u00e1s e poeira v\u00e3o dissipar-se para o espa\u00e7o em redor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Quinteto de Stephan<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um agrupamento visual de cinco gal\u00e1xias, este enorme mosaico \u00e9 a mais larga imagem do Webb at\u00e9 \u00e0 data, cobrindo cerca de um-quinto do di\u00e2metro da Lua no c\u00e9u. Cont\u00e9m mais de 150 milh\u00f5es de pix\u00e9is e foi constru\u00eddo a partir de quase 1000 exposi\u00e7\u00f5es individuais. As informa\u00e7\u00f5es recolhidas pelo Webb fornecem novas informa\u00e7\u00f5es sobre como as intera\u00e7\u00f5es gal\u00e1cticas podem ter impulsionado a evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica no Universo primitivo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01G7NCYE040TD50H3BPMP4FRS6.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ed\/45\/QiN45njc_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>O Quinteto de Stephan.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A poderosa vis\u00e3o infravermelha do Webb permite ver detalhes nunca antes vistos, enxames e enxames de estrelas e regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva. Caudas enormes de g\u00e1s, poeira e estrelas que est\u00e3o a ser puxadas de v\u00e1rias das gal\u00e1xias devido a intera\u00e7\u00f5es gravitacionais. Mais dramaticamente, o Webb captura enormes ondas de choque enquanto uma das gal\u00e1xias, NGC 7318B, colide com o enxame.<\/p>\n\n\n\n<p>A proximidade destas gal\u00e1xias fornece aos astr\u00f3nomos um lugar privilegiado para testemunhar a fus\u00e3o e as intera\u00e7\u00f5es entre gal\u00e1xias que s\u00e3o t\u00e3o cruciais para toda a evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica. Muito raramente os cientistas v\u00eam tanto detalhe nas intera\u00e7\u00f5es de gal\u00e1xias e no modo como despoletam forma\u00e7\u00e3o estelar, e como o g\u00e1s nestas gal\u00e1xias est\u00e1 a ser perturbado. O Quinteto de Stephan \u00e9 um &#8220;laborat\u00f3rio&#8221; fant\u00e1stico para o estudo destes processos fundamentais para todas as gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p>A gal\u00e1xia no topo do grupo &#8211; NGC 7319 &#8211; alberga um n\u00facleo gal\u00e1ctico ativo, um buraco negro supermassivo com 24 milh\u00f5es de vezes a massa do Sol. O Webb estudou este objeto em grande detalhe com o NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) e com o MIRI (Mid-Infrared Instrument). Estes instrumentos permitem analisar a informa\u00e7\u00e3o em grande detalhe. O Webb penetrou atrav\u00e9s do manto de poeira que rodeia o n\u00facleo para revelar g\u00e1s quente perto do buraco negro ativo e assim medir a velocidade dos fluxos brilhantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Em NGC 7320, a gal\u00e1xia mais \u00e0 esquerda do grupo, o Webb foi capaz de resolver estrelas individuais e at\u00e9 o n\u00facleo brilhante da gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Nebulosa Carina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta paisagem de &#8220;montanhas&#8221; e &#8220;vales&#8221; salpicados com estrelas cintilantes \u00e9 na realidade a orla de uma jovem regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar chamada NGC 3324, na Nebulosa Carina. A imagem revela, pela primeira vez, \u00e1reas anteriormente invis\u00edveis de nascimento estelar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01G7ETQTCAQ2HBGGHTYCQ53FGG.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/79\/e5\/3QpQ7bjd_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar NGC 3324, na Nebulosa Carina.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Com a alcunha de &#8220;Cosmic Cliffs&#8221;, a imagem da cavidade interior de NGC 3324 mostra &#8220;picos&#8221; com 7 anos-luz de altura. Foi esculpida a partir da nebulosa pela intensa radia\u00e7\u00e3o ultravioleta e por ventos estelares de estrelas jovens extremamente massivas e quentes, localizadas no centro da bolha, acima da \u00e1rea mostrada na imagem.<\/p>\n\n\n\n<p>O Webb revela ber\u00e7\u00e1rios estelares e estrelas individuais que est\u00e3o completamente escondidas nas imagens \u00f3ticas. Gra\u00e7as \u00e0 sensibilidade infravermelha do Webb, pode penetrar atrav\u00e9s da poeira c\u00f3smica para ver estes objetos. Jatos protoestelares, que emergem claramente nesta imagem, s\u00e3o &#8220;disparados&#8221; de algumas destas estrelas jovens. As fontes mais jovens aparecem como pontos vermelhos na regi\u00e3o escura e poeirenta da nuvem.<\/p>\n\n\n\n<p>Localizada a mais ou menos 7600 anos-luz de dist\u00e2ncia, NGC 3324 foi fotografada com o NIRCam e com o MIRI do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p>NGC 3324 foi catalogada pela primeira vez por James Dunlop em 1826. Vis\u00edvel a partir do hemisf\u00e9rio sul, est\u00e1 localizada no canto noroeste da Nebulosa Carina (NGC 3372), que reside na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o Carina.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas primeiras imagens e dados cient\u00edficos do Webb provam, sem sombra de d\u00favida, o poder do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, que se encontra mais que pronto para come\u00e7ar a desvendar o Universo infravermelho.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/image-feature\/goddard\/2022\/nasa-s-webb-delivers-deepest-infrared-image-of-universe-yet\" target=\"_blank\">\/\/ NASA #1 (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/image-feature\/goddard\/2022\/nasa-s-webb-reveals-steamy-atmosphere-of-distant-planet-in-detail\" target=\"_blank\">\/\/ NASA #2 (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/image-feature\/goddard\/2022\/nasa-s-webb-captures-dying-star-s-final-performance-in-fine-detail\" target=\"_blank\">\/\/ NASA #3 (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/image-feature\/goddard\/2022\/nasa-s-webb-sheds-light-on-galaxy-evolution-black-holes\" target=\"_blank\">\/\/ NASA #4 (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/image-feature\/goddard\/2022\/nasa-s-webb-reveals-cosmic-cliffs-glittering-landscape-of-star-birth\" target=\"_blank\">\/\/ NASA #5 (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/First_images_from_Webb_telescope_reveal_unseen_Universe\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.asc-csa.gc.ca\/eng\/satellites\/jwst\/science-images-from-james-webb-space-telescope.asp\" target=\"_blank\">\/\/ CSA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>SMACS 0723:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/SMACS_J0723.3-7327\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>WASP-96b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5152\/wasp-96-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wasp-96_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/WASP-96%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>NGC 3132:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_3132\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quinteto de Stephan:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stephan's_Quintet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>NGC 3324:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_3324\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Carina_Nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nebulosa Carina (Wikipedia)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os parceiros cient\u00edficos da miss\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, a NASA, a ESA e a CSA (Canadian Space Agency) divulgaram as primeiras imagens e dados cient\u00edficos num &#8220;livestream&#8221; realizado 12 de julho a partir do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado de Maryland. Divulgadas uma a uma, estas primeiras &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5245,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,72,60,16,1],"tags":[147,387,1373,1375,1374,1371,1372],"class_list":["post-5244","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-exoplanetas","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-exoplaneta","tag-jwst","tag-ngc-3132","tag-ngc-3324","tag-quinteto-de-stephan","tag-smacs-0723","tag-wasp-96b"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5244","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5244"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5244\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5246,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5244\/revisions\/5246"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5245"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5244"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5244"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}