{"id":5209,"date":"2022-07-01T06:14:59","date_gmt":"2022-07-01T05:14:59","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5209"},"modified":"2022-07-01T06:15:02","modified_gmt":"2022-07-01T05:15:02","slug":"estrela-morta-apanhada-a-despedacar-sistema-planetario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/07\/01\/estrela-morta-apanhada-a-despedacar-sistema-planetario\/","title":{"rendered":"Estrela morta apanhada a despeda\u00e7ar sistema planet\u00e1rio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O leito de morte de uma estrela perturbou t\u00e3o violentamente o seu sistema planet\u00e1rio que a estrela morta deixada para tr\u00e1s, chamada an\u00e3 branca, est\u00e1 a retirar detritos tanto do alcance interno como externo do sistema. Esta \u00e9 a primeira vez que os astr\u00f3nomos observam uma estrela an\u00e3 branca a consumir tanto material rochoso-met\u00e1lico como gelado, os ingredientes dos planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dados de arquivo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e outros observat\u00f3rios da NASA foram essenciais no diagn\u00f3stico deste caso de canibalismo c\u00f3smico. As descobertas ajudam a descrever a natureza violenta dos sistemas planet\u00e1rios evolu\u00eddos e podem dizer aos astr\u00f3nomos mais sobre a composi\u00e7\u00e3o dos sistemas rec\u00e9m-formados.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/E90WWSTF_o-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/E90WWSTF_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5210\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/E90WWSTF_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/E90WWSTF_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/E90WWSTF_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/E90WWSTF_o-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/E90WWSTF_o-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra uma estrela an\u00e3 branca a extrair os detritos de objetos despeda\u00e7ados num sistema planet\u00e1rio. O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble deteta a assinatura espectral dos detritos vaporizados que revelou uma combina\u00e7\u00e3o de material rochoso met\u00e1lico e gelado, os ingredientes dos planetas. As descobertas ajudam a descrever a natureza violenta dos sistemas planet\u00e1rios evolu\u00eddos e a composi\u00e7\u00e3o dos seus corpos desintegrados.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados baseiam-se na an\u00e1lise do material capturado pela atmosfera da estrela an\u00e3 branca pr\u00f3xima G238-44. Uma an\u00e3 branca \u00e9 o que resta de uma estrela como o nosso Sol, depois de ter libertado as suas camadas exteriores e deixado de queimar combust\u00edvel atrav\u00e9s da fus\u00e3o nuclear. &#8220;Nunca t\u00ednhamos visto ambos os tipos de objetos a acumular-se numa an\u00e3 branca ao mesmo tempo,&#8221; disse Ted Johnson, investigador principal e recente licenciado da UCLA (Universidade da Calif\u00f3rnia em Los Angeles). &#8220;Ao estudar estas an\u00e3s brancas, esperamos obter uma melhor compreens\u00e3o dos sistemas planet\u00e1rios que ainda se encontram intactos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas s\u00e3o tamb\u00e9m intrigantes porque pequenos objetos gelados s\u00e3o creditados por chocarem e &#8220;irrigarem&#8221; planetas secos e rochosos no nosso Sistema Solar. Pensa-se que, h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, cometas e asteroides entregaram \u00e1gua \u00e0 Terra, criando as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para a vida como a conhecemos. A composi\u00e7\u00e3o dos corpos detetados a &#8220;choverem&#8221; para a an\u00e3 branca implica que os reservat\u00f3rios de gelo podem ser comuns entre os sistemas planet\u00e1rios, disse Johnson.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A vida tal como a conhecemos requer um planeta rochoso coberto com uma variedade de elementos como carbono, azoto e oxig\u00e9nio,&#8221; disse Benjamin Zuckerman, professor da UCLA e coautor. &#8220;As abund\u00e2ncias dos elementos que vemos nesta an\u00e3 branca parecem exigir um corpo parente rochoso e um corpo parente vol\u00e1til &#8211; o primeiro exemplo que encontramos entre os estudos de centenas de an\u00e3s brancas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Derby de demoli\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As teorias da evolu\u00e7\u00e3o dos sistemas planet\u00e1rios descrevem a transi\u00e7\u00e3o entre a fase de gigante vermelha e da an\u00e3 branca como um processo ca\u00f3tico. A estrela perde rapidamente as suas camadas exteriores e as \u00f3rbitas dos planetas mudam drasticamente. Pequenos objetos, como asteroides e planetas an\u00f5es, podem aventurar-se demasiado perto de planetas gigantes e ser enviados a cair em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 estrela. Este estudo confirma a verdadeira escala desta violenta fase ca\u00f3tica, mostrando que at\u00e9 100 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o in\u00edcio da sua fase de an\u00e3 branca, a estrela \u00e9 capaz de capturar e consumir simultaneamente material das suas regi\u00f5es semelhantes \u00e0s nossas cinturas, a de asteroides e a de Kuiper.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A massa total estimada eventualmente devorada pela an\u00e3 branca neste estudo pode n\u00e3o ser mais do que a massa de um asteroide ou pequena lua. Embora a presen\u00e7a de pelo menos dois objetos que a an\u00e3 branca est\u00e1 a consumir n\u00e3o tenha sido medida diretamente, \u00e9 prov\u00e1vel que um seja rico em metais como um asteroide e o outro seja um corpo gelado semelhante ao que se encontra no limite do nosso Sistema Solar, na cintura de Kuiper.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora os astr\u00f3nomos tenham catalogado mais de 5000 exoplanetas, o \u00fanico planeta onde temos algum conhecimento direto da sua composi\u00e7\u00e3o interior \u00e9 a Terra. O canibalismo da an\u00e3 branca proporciona uma oportunidade \u00fanica de &#8220;desmontar&#8221; planetas e ver do que eram feitos quando se formaram pela primeira vez em torno da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa mediu a presen\u00e7a de azoto, oxig\u00e9nio, magn\u00e9sio, sil\u00edcio e ferro, entre outros elementos. A dete\u00e7\u00e3o de ferro numa abund\u00e2ncia muito elevada \u00e9 evid\u00eancia para n\u00facleos met\u00e1licos de planetas terrestres, como a Terra, V\u00e9nus, Marte e Merc\u00fario. Uma abund\u00e2ncia inesperadamente elevada de azoto levou-os a concluir a presen\u00e7a de corpos gelados. &#8220;O melhor ajuste para os nossos dados foi uma mistura de quase dois-para-um de material semelhante a Merc\u00fario e material comet\u00e1rio, que \u00e9 feito de gelo e poeira,&#8221; disse Johnson. &#8220;O ferro e o azoto gelado sugerem, cada um, condi\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria extremamente diferentes. N\u00e3o h\u00e1 nenhum objeto conhecido do Sistema Solar com tanto de ambos.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/f1\/96\/UcBtVbMe_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/f1\/96\/UcBtVbMe_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Este diagrama ilustrado do sistema planet\u00e1rio G238-44 tra\u00e7a a sua destrui\u00e7\u00e3o. A min\u00fascula estrela an\u00e3 branca est\u00e1 no centro da a\u00e7\u00e3o. Um disco de acre\u00e7\u00e3o muito fraco \u00e9 composto pelos peda\u00e7os de corpos estilha\u00e7ados que caem sobre a an\u00e3 branca. Os restantes asteroides e corpos planet\u00e1rios constituem um reservat\u00f3rio de material em redor da estrela. Podem ainda existir no sistema planetas gigantes gasosos. Muito mais longe est\u00e1 uma cintura de corpos gelados, tais como cometas, que em \u00faltima an\u00e1lise tamb\u00e9m alimentam a estrela morta.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Morte de um sistema planet\u00e1rio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando uma estrela como o nosso Sol se expande para uma gigante vermelha inchada, no final da sua vida, come\u00e7a a libertar massa soprando as suas camadas exteriores. Uma consequ\u00eancia disto pode ser a dispers\u00e3o gravitacional de pequenos objetos como asteroides, cometas e luas por quaisquer planetas grandes restantes. Tal como um jogo de pinball, os objetos sobreviventes podem ser atirados para \u00f3rbitas altamente exc\u00eantricas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ap\u00f3s a fase de gigante vermelha, a estrela an\u00e3 branca que resta \u00e9 compacta &#8211; n\u00e3o maior do que a Terra. Os planetas podem acabar por se aproximar demasiado da estrela e sentir poderosas for\u00e7as de mar\u00e9 que os despeda\u00e7am, criando um disco gasoso e poeirento que acaba por cair sobre a superf\u00edcie da an\u00e3 branca&#8221;, explicou Johnson.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores est\u00e3o a analisar o cen\u00e1rio final da evolu\u00e7\u00e3o do Sol, daqui a 5 mil milh\u00f5es de anos. A Terra poder\u00e1 ser completamente vaporizada juntamente com os planetas interiores. Mas as \u00f3rbitas de muitos dos asteroides na cintura principal ser\u00e3o gravemente perturbadas por J\u00fapiter e acabar\u00e3o por cair sobre a an\u00e3 branca em que o Sol eventualmente se transformar\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante mais de dois anos, o grupo de investiga\u00e7\u00e3o da UCLA, da Universidade da Calif\u00f3rnia em San Diego e da Universidade de Kiel na Alemanha, trabalhou para desvendar este mist\u00e9rio, analisando os elementos detetados na estrela an\u00e3 branca catalogada como G238-44. A sua an\u00e1lise inclui dados do aposentado FUSE (Far Ultraviolet Spectroscopic Explorer) da NASA, do instrumento HIRES (High Resolution Echelle Spectrometer) montado no Observat\u00f3rio Keck no Hawaii e dos COS (Cosmic Origins Spectrograph) e STIS (Space Telescope Imaging Spectrograph) do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados da equipa foram apresentados numa confer\u00eancia de imprensa da Sociedade Astron\u00f3mica Americana no passado dia 15 de junho de 2022.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Dead Star Caught Ripping Up Planetary System\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mUb8SZh5Q5w?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2022\/hubble-dead-star-caught-ripping-up-planetary-system\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/newsroom.ucla.edu\/releases\/dead-star-caught-ripping-up-a-planetary-system\" target=\"_blank\">\/\/ UCLA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/a-strange-white-dwarf-with-a-chaotic-past\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/cannibal-star-white-dwarf-water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-06-dead-star-cannibalism-planetary-far-reaching.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/156519\/a-dying-stars-last-act-was-to-destroy-all-its-planets\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/a-dead-star-has-been-caught-ripping-apart-the-planetary-system-that-once-orbited-it\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.tsf.pt\/futuro\/canibalismo-cosmico-estrela-morta-consome-material-de-planetas-e-perturba-violentamente-sistema-planetario-14947218.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TSF<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s brancas:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/science\/objects\/dwarfs2.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FUSE:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/nssdc.gsfc.nasa.gov\/nmc\/spacecraft\/display.action?id=1999-035A\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/fuse.pha.jhu.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade Johns Hopkins<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Far_Ultraviolet_Spectroscopic_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www2.keck.hawaii.edu\/inst\/hires\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HIRES<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O leito de morte de uma estrela perturbou t\u00e3o violentamente o seu sistema planet\u00e1rio que a estrela morta deixada para tr\u00e1s, chamada an\u00e3 branca, est\u00e1 a retirar detritos tanto do alcance interno como externo do sistema. 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