{"id":5186,"date":"2022-06-21T06:22:56","date_gmt":"2022-06-21T05:22:56","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5186"},"modified":"2022-06-21T06:22:57","modified_gmt":"2022-06-21T05:22:57","slug":"astronomos-encontram-evidencias-do-mais-poderoso-pulsar-em-galaxia-distante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/06\/21\/astronomos-encontram-evidencias-do-mais-poderoso-pulsar-em-galaxia-distante\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos encontram evid\u00eancias do mais poderoso pulsar em gal\u00e1xia distante"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Astr\u00f3nomos que analisavam dados do VLASS (VLA Sky Survey) descobriram uma das estrelas de neutr\u00f5es mais jovens conhecidas &#8211; o remanescente superdenso de uma estrela massiva que explodiu como uma supernova. Imagens do VLA (Karl G. Jansky Very Large Array) da NSF (National Science Foundation) indicam que a emiss\u00e3o brilhante de r\u00e1dio alimentada pelo campo magn\u00e9tico do pulsar girat\u00f3rio s\u00f3 recentemente surgiu por detr\u00e1s de uma densa concha de detritos da explos\u00e3o de supernova.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objeto, chamado VT 1137-0337, encontra-se numa gal\u00e1xia an\u00e3 a 395 milh\u00f5es de anos-luz da Terra. Apareceu pela primeira vez numa imagem VLASS feita em janeiro de 2018. N\u00e3o apareceu numa imagem da mesma regi\u00e3o feita pelo levantamento FIRST do VLA em 1998. Continuou a aparecer em observa\u00e7\u00f5es VLASS posteriores em 2018, 2019, 2020 e 2022.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/NRAO-002-pulsarwind_H_lrg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/kPg3ZJgw_o-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5187\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/kPg3ZJgw_o-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/kPg3ZJgw_o-300x225.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/kPg3ZJgw_o-768x576.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/kPg3ZJgw_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>\u00c0 medida que a concha de detritos da explos\u00e3o de supernova se expande ao longo de algumas d\u00e9cadas, torna-se menos densa e acaba por se tornar suficientemente fina para que as ondas de r\u00e1dio do interior possam escapar. Isto permitiu observa\u00e7\u00f5es do VLASS (VLA Sky Survey) para detetar emiss\u00f5es de r\u00e1dio brilhantes criadas \u00e0 medida que o poderoso campo magn\u00e9tico da estrela de neutr\u00f5es que gira rapidamente varre o espa\u00e7o circundante, acelerando as part\u00edculas carregadas. Este fen\u00f3meno \u00e9 chamado uma nebulosa de vento pulsar.<br>Cr\u00e9dito: Melissa Weiss, NRAO\/AUI\/NSF<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que mais provavelmente estamos a ver \u00e9 uma nebulosa de vento pulsar&#8221;, disse Dillon Dong, estudante no Caltech que vai come\u00e7ar uma bolsa de p\u00f3s-doutoramento no NRAO (National Radio Astronomy Observatory) no final deste ano. Uma nebulosa de vento pulsar \u00e9 criada quando o poderoso campo magn\u00e9tico de uma estrela de neutr\u00f5es em r\u00e1pida rota\u00e7\u00e3o acelera as part\u00edculas carregadas em redor at\u00e9 quase \u00e0 velocidade da luz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com base nas suas caracter\u00edsticas, este \u00e9 um pulsar muito jovem &#8211; possivelmente t\u00e3o jovem quanto apenas 14 anos, mas n\u00e3o com mais de 60 a 80 anos,&#8221; disse Gregg Hallinan, orientador de doutoramento de Dong no Caltech.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas relataram as suas descobertas na reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em Pasadena, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dong e Hallinan descobriram o objeto em dados do VLASS, um projeto do NRAO que come\u00e7ou em 2017 para pesquisar todo o c\u00e9u vis\u00edvel a partir do VLA &#8211; cerca de 80% do c\u00e9u. Ao longo de um per\u00edodo de sete anos, o VLASS est\u00e1 a realizar um scan completo do c\u00e9u tr\u00eas vezes, sendo um dos objetivos o de encontrar objetos transit\u00f3rios. Os astr\u00f3nomos encontraram VT 1137-0337 na primeira varredura VLASS de 2018.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Comparando esta an\u00e1lise VLASS com dados de um levantamento anterior do VLA, chamado FIRST, revelou 20 objetos transientes particularmente luminosos que poderiam estar associados a gal\u00e1xias conhecidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este destacou-se porque a sua gal\u00e1xia est\u00e1 a passar por um surto de forma\u00e7\u00e3o estelar e tamb\u00e9m por causa das caracter\u00edsticas da sua emiss\u00e3o de r\u00e1dio,&#8221; disse Dong. A gal\u00e1xia, chamada SDSS J113706.18-033737.1, \u00e9 uma gal\u00e1xia an\u00e3 contendo cerca de 100 milh\u00f5es de vezes a massa do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao estudar as caracter\u00edsticas de VT 1137-0337, os astr\u00f3nomos consideraram v\u00e1rias explica\u00e7\u00f5es poss\u00edveis, incluindo uma supernova, um GRB (&#8220;gamma ray burst&#8221;, em portugu\u00eas explos\u00e3o de raios-gama) ou um evento de rutura de mar\u00e9 em que uma estrela \u00e9 triturada por um buraco negro supermassivo. Eles conclu\u00edram que a melhor explica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma nebulosa de vento pulsar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/NRAO-002-4_panelE_lrg.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/bd\/48\/uGL0mD56_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Em cima \u00e0 esquerda: uma estrela azul gigante, muito mais massiva do que o nosso Sol, consumiu, atrav\u00e9s da fus\u00e3o nuclear no seu centro, todo o seu hidrog\u00e9nio, h\u00e9lio e elementos mais pesados at\u00e9 ao ferro. Tem agora um pequeno n\u00facleo de ferro (ponto vermelho) no seu centro. Ao contr\u00e1rio das fases iniciais de fus\u00e3o, a fus\u00e3o de \u00e1tomos de ferro absorve, em vez de libertar, energia. A energia libertada pela fus\u00e3o, que aguentou a estrela contra o seu pr\u00f3prio peso, desapareceu, e a estrela ir\u00e1 rapidamente colapsar, provocando uma explos\u00e3o de supernova.<br>Em cima \u00e0 direita: o colapso come\u00e7ou, produzindo uma estrela de neutr\u00f5es superdensa com um forte campo magn\u00e9tico no seu centro (inser\u00e7\u00e3o). A estrela de neutr\u00f5es, embora contenha cerca de 1,5 vezes a massa do Sol, tem apenas o tamanho de Manhattan, em Nova Iorque.<br>Em baixo, \u00e0 esquerda: A explos\u00e3o de supernova ejetou uma concha de destro\u00e7os em r\u00e1pido movimento para fora, para o espa\u00e7o interestelar. Nesta fase, a concha de detritos \u00e9 suficientemente densa para escondir de vista quaisquer ondas de r\u00e1dio vindas da regi\u00e3o da estrela de neutr\u00f5es.<br>Em baixo \u00e0 direita: \u00c0 medida que a concha de destro\u00e7os da explos\u00e3o se expande ao longo de algumas d\u00e9cadas, torna-se menos densa e acaba por se tornar suficientemente fina para que as ondas de r\u00e1dio do interior possam escapar. Isto permitiu observa\u00e7\u00f5es do VLASS (VLA Sky Survey) para detetar emiss\u00f5es de r\u00e1dio brilhantes criadas \u00e0 medida que o poderoso campo magn\u00e9tico da estrela de neutr\u00f5es, que gira rapidamente, varre o espa\u00e7o circundante, acelerando as part\u00edculas carregadas. Este fen\u00f3meno \u00e9 chamado nebulosa de vento pulsar.<br>Cr\u00e9dito: Melissa Weiss, NRAO\/AUI\/NSF (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/NRAO-002-4_panelE_noscale_lrg.jpg\" target=\"_blank\">vers\u00e3o n\u00e3o legendada<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste cen\u00e1rio, uma estrela muito mais massiva do que o Sol explodiu como supernova, deixando para tr\u00e1s uma estrela de neutr\u00f5es. A maior parte da massa da estrela original foi expelida para fora como uma concha de destro\u00e7os. A estrela de neutr\u00f5es gira rapidamente e \u00e0 medida que o seu poderoso campo magn\u00e9tico varre o espa\u00e7o circundante, acelera as part\u00edculas carregadas, provocando uma forte emiss\u00e3o de r\u00e1dio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inicialmente, a emiss\u00e3o de r\u00e1dio foi bloqueada pela concha de detritos da explos\u00e3o. \u00c0 medida que esse inv\u00f3lucro se expandia, tornou-se progressivamente menos denso at\u00e9 que eventualmente as ondas de r\u00e1dio da nebulosa de vento pulsar puderam passar atrav\u00e9s dele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto aconteceu entre a observa\u00e7\u00e3o FIRST em 1998 e a observa\u00e7\u00e3o VLASS em 2018,&#8221; disse Hallinan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Provavelmente o exemplo mais famoso de uma nebulosa de vento pulsar \u00e9 a Nebulosa do Caranguejo (M1) na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Touro, o resultado de uma supernova que brilhou intensamente no ano 1054. M1 \u00e9 facilmente vis\u00edvel hoje em dia atrav\u00e9s de telesc\u00f3pios pequenos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O objeto que encontr\u00e1mos parece ser aproximadamente 10.000 vezes mais energ\u00e9tico do que a Nebulosa do Caranguejo, com um campo magn\u00e9tico mais forte,&#8221; disse Dong. &#8220;\u00c9 prov\u00e1vel que seja um &#8216;super Caranguejo&#8217; emergente&#8221;, acrescentou.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/97\/6b\/snE5D8mI_o.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption>Imagens VLA da localiza\u00e7\u00e3o de VT 1137-0337 em 1998, \u00e0 esquerda, e 2018, \u00e0 direita. O objeto tornou-se vis\u00edvel para o VLA algures entre estas duas datas.<br>Cr\u00e9dito: Dong &amp; Hallinan, NRAO\/AUI\/NSF<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de Dong e Hallinan considerarem VT 1137-0337 como sendo muito provavelmente uma nebulosa de vento pulsar, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel que o seu campo magn\u00e9tico seja suficientemente forte para que a estrela de neutr\u00f5es se qualifique como um magnetar &#8211; uma classe de objetos super-magn\u00e9ticos. Os magnetares s\u00e3o um dos principais candidatos \u00e0 origem dos misteriosos FRBs (Fast Radio Bursts), agora sob intenso estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nesse caso, este seria o primeiro magnetar apanhado no ato de aparecer e isso, tamb\u00e9m, \u00e9 extremamente excitante,&#8221; disse Dong.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De facto, verificou-se que alguns FRBs foram associados a fontes de r\u00e1dio persistentes, cuja natureza tamb\u00e9m \u00e9 um mist\u00e9rio. T\u00eam fortes semelhan\u00e7as, nas suas propriedades, com VT 1137-0337, mas n\u00e3o mostraram evid\u00eancias de uma forte variabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A nossa descoberta de uma fonte muito semelhante a &#8216;ligar-se&#8217; sugere que as fontes de r\u00e1dio associadas aos FRBs tamb\u00e9m podem ser nebulosas luminosas de vento pulsar&#8221;, disse Dong.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos planeiam fazer observa\u00e7\u00f5es adicionais para aprender mais sobre o objeto e para monitorizar o seu comportamento ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/powerful-pulsar-in-distant-galaxy\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/aas.org\/sites\/default\/files\/2022-06\/AAS240_Wed2_DillonDong.pdf\" target=\"_blank\">\/\/ Apresenta\u00e7\u00e3o da descoberta na reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana (PDF)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomy.com\/news\/2022\/06\/most-powerful-pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/06\/220615211334.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-06-astronomers-evidence-powerful-pulsar-distant.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pulsares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.atnf.csiro.au\/research\/pulsar\/psrcat\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo ATNF de Pulsares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N<strong>ebulosa de vento de pulsar:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar_wind_nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.physics.mcgill.ca\/~pulsar\/pwncat.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo de nebulosas de vento pulsar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLA:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.vla.nrao.edu\/\" target=\"_blank\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/\" target=\"_blank\">NRAO<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Array\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/vlass\/\" target=\"_blank\">VLASS<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos que analisavam dados do VLASS (VLA Sky Survey) descobriram uma das estrelas de neutr\u00f5es mais jovens conhecidas &#8211; o remanescente superdenso de uma estrela massiva que explodiu como uma supernova. 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