{"id":5180,"date":"2022-06-21T06:16:51","date_gmt":"2022-06-21T05:16:51","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5180"},"modified":"2022-06-21T06:17:04","modified_gmt":"2022-06-21T05:17:04","slug":"novas-imagens-utilizando-dados-de-telescopios-aposentados-revelam-caracteristicas-ocultas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/06\/21\/novas-imagens-utilizando-dados-de-telescopios-aposentados-revelam-caracteristicas-ocultas\/","title":{"rendered":"Novas imagens, utilizando dados de telesc\u00f3pios aposentados, revelam caracter\u00edsticas ocultas"},"content":{"rendered":"\n<p>Novas imagens utilizando dados de miss\u00f5es da ESA e da NASA mostram a poeira que preenche o espa\u00e7o entre as estrelas em quatro das gal\u00e1xias mais pr\u00f3ximas da nossa pr\u00f3pria Via L\u00e1ctea. Mais do que impressionantes, as fotos s\u00e3o tamb\u00e9m um tesouro cient\u00edfico, dando uma ideia de como a densidade das nuvens de poeira pode variar drasticamente dentro de uma gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p>Com uma consist\u00eancia semelhante \u00e0 do fumo, a poeira \u00e9 criada por estrelas moribundas e \u00e9 um dos materiais que formam novas estrelas. As nuvens de poeira observadas pelos telesc\u00f3pios espaciais s\u00e3o constantemente moldadas pela explos\u00e3o de estrelas, ventos estelares e pelos efeitos da gravidade. Quase metade de toda a luz das estrelas no Universo \u00e9 absorvida pela poeira. Muitos dos elementos qu\u00edmicos pesados essenciais \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de planetas como a Terra est\u00e3o presos em gr\u00e3os de poeira no espa\u00e7o interestelar. Assim, a compreens\u00e3o da poeira \u00e9 uma parte essencial da compreens\u00e3o do nosso Universo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/original_images\/1-main-LMC_Herschel-sm.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-main-LMC_Herschel-sm.width-1280-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5181\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-main-LMC_Herschel-sm.width-1280-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-main-LMC_Herschel-sm.width-1280-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-main-LMC_Herschel-sm.width-1280-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-main-LMC_Herschel-sm.width-1280-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-main-LMC_Herschel-sm.width-1280.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>A Grande Nuvem de Magalh\u00e3es \u00e9 um sat\u00e9lite da Via L\u00e1ctea, contendo cerca de 30 mil milh\u00f5es de estrelas. Vista aqui no infravermelho distante e no r\u00e1dio, a poeira fria e quente da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es \u00e9 mostrada a verde e azul, respetivamente, com o g\u00e1s hidrog\u00e9nio a vermelho.\nCr\u00e9dito: ESA\/NASA\/JPL-Caltech\/CSIRO\/C. Clark (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>As novas observa\u00e7\u00f5es foram poss\u00edveis atrav\u00e9s do trabalho do Observat\u00f3rio Espacial Herschel da ESA, que operou de 2009 a 2013. O JPL da NASA, no sul da Calif\u00f3rnia, EUA, contribuiu com pe\u00e7as-chave de dois instrumentos na nave espacial. Os instrumentos superfrios do Herschel foram capazes de detetar o brilho t\u00e9rmico da poeira, que \u00e9 emitido como luz infravermelha distante, uma gama de comprimentos de onda mais longos do que o que os olhos humanos conseguem detetar.<\/p>\n\n\n\n<p>As imagens da poeira interestelar, pelo Herschel, fornecem vistas de alta resolu\u00e7\u00e3o de detalhes finos nestas nuvens, revelando intricadas subestruturas. Mas a forma como o telesc\u00f3pio espacial foi concebido significava que muitas vezes n\u00e3o conseguia detetar a luz de nuvens mais espalhadas e difusas, especialmente nas regi\u00f5es exteriores das gal\u00e1xias, onde o g\u00e1s e a poeira se tornam esparsos e, portanto, mais t\u00e9nues.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/original_images\/2e-M31_Herschel-sm.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/images\/2e-M31_Herschel-sm.width-1280.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda, ou M31, \u00e9 mostrada aqui no infravermelho e no r\u00e1dio. Algum do g\u00e1s hidrog\u00e9nio (vermelho) que tra\u00e7a a orla do disco de Andr\u00f3meda foi puxado do espa\u00e7o intergal\u00e1ctico e algum foi arrancado das gal\u00e1xias que se fundiram com Andr\u00f3meda no passado.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/NASA\/JPL-Caltech\/GBT\/WSRT\/IRAM\/C. Clark (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Para algumas gal\u00e1xias pr\u00f3ximas, isso significava que o Herschel perdia at\u00e9 30% de toda a luz emitida pela poeira. Com uma lacuna t\u00e3o significativa, os astr\u00f3nomos esfor\u00e7avam-se por utilizar os dados do Herschel para compreender como a poeira e o g\u00e1s se comportavam nestes ambientes. Para preencher os mapas de poeira do Herschel, as novas imagens combinam dados de tr\u00eas outras miss\u00f5es: o aposentado Observat\u00f3rio Planck da ESA, juntamente com duas miss\u00f5es da NASA igualmente reformadas, o IRAS (Infrared Astronomical Satellite) e o COBE (Cosmic Background Explorer).<\/p>\n\n\n\n<p>As imagens mostram a Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda, tamb\u00e9m conhecida como M31; a gal\u00e1xia do Tri\u00e2ngulo, ou M33; e a Grande e Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es &#8211; gal\u00e1xias an\u00e3s que orbitam a Via L\u00e1ctea que n\u00e3o t\u00eam a estrutura espiral das gal\u00e1xias de Andr\u00f3meda e do Tri\u00e2ngulo. Todas as quatro est\u00e3o a menos de 3 milh\u00f5es de anos-luz da Terra.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/original_images\/3e-SMC_Herschel-sm.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/images\/3e-SMC_Herschel-sm.width-1280.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es \u00e9 um sat\u00e9lite da Via L\u00e1ctea, contendo cerca de 3 mil milh\u00f5es de estrelas. Esta imagem no infravermelho distante e no r\u00e1dio mostra a poeira fria (verde) e quente (azul), bem como o g\u00e1s hidrog\u00eanio (vermelho).<br>Cr\u00e9dito: ESA\/NASA\/JPL-Caltech\/CSIRO\/NANTEN2\/C. Clark (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Nas imagens, o vermelho indica o g\u00e1s hidrog\u00e9nio, o elemento mais comum no Universo. Estes dados foram recolhidos utilizando m\u00faltiplos radiotelesc\u00f3pios localizados em todo o globo. A imagem da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es mostra uma cauda vermelha a sair em baixo e \u00e0 esquerda, que foi provavelmente criada quando colidiu com a Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es h\u00e1 cerca de 100 milh\u00f5es de anos. As bolhas de espa\u00e7o vazio indicam regi\u00f5es onde as estrelas se formaram recentemente, porque ventos intensos das estrelas rec\u00e9m-nascidas sopram a poeira e o g\u00e1s circundantes. A luz verde \u00e0 volta das orlas dessas bolhas indica a presen\u00e7a de poeira fria que se acumulou como resultado destes ventos. A poeira mais quente, vista a azul, indica onde as estrelas est\u00e3o a formar-se ou outros processos que aqueceram a poeira.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos elementos pesados na natureza &#8211; incluindo carbono, oxig\u00e9nio e ferro &#8211; podem ficar presos a gr\u00e3os de poeira e a presen\u00e7a de elementos diferentes muda a forma como a poeira absorve a luz das estrelas. Isto, por sua vez, afeta a vis\u00e3o que os astr\u00f3nomos t\u00eam de eventos como a forma\u00e7\u00e3o estelar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/original_images\/4e-M33_Herschel-sm.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/images\/4e-M33_Herschel-sm.width-1280.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A gal\u00e1xia do Tri\u00e2ngulo, ou M33, \u00e9 mostrada aqui em comprimentos de onda de luz infravermelha distante e no r\u00e1dio. Algum do g\u00e1s hidrog\u00e9nio (vermelho) que tra\u00e7a a orla do disco do Tri\u00e2ngulo foi puxado do espa\u00e7o intergal\u00e1ctico e algum foi arrancado das gal\u00e1xias que se fundiram com M33 no passado.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/NASA\/JPL-Caltech\/GBT\/VLA\/IRAM\/C. Clark (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Nas nuvens mais densas de poeira, quase todos os elementos pesados podem ficar presos em gr\u00e3os de poeira, o que aumenta a rela\u00e7\u00e3o poeira-g\u00e1s. Mas em regi\u00f5es menos densas, a radia\u00e7\u00e3o destrutiva das estrelas rec\u00e9m-nascidas ou as ondas de choque da explos\u00e3o de estrelas esmaga os gr\u00e3os de poeira e devolve alguns desses elementos pesados trancados de volta ao g\u00e1s, alterando mais uma vez a propor\u00e7\u00e3o. Os cientistas que estudam o espa\u00e7o interestelar e a forma\u00e7\u00e3o estelar querem compreender melhor este ciclo cont\u00ednuo. As imagens do Herschel mostram que a rela\u00e7\u00e3o poeira-g\u00e1s pode variar dentro de uma \u00fanica gal\u00e1xia at\u00e9 um factor de 20, muito mais do que anteriormente estimado.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estas imagens melhoradas do Herschel mostram-nos que os &#8216;ecossistemas&#8217; de poeira nestas gal\u00e1xias s\u00e3o muito s\u00e3o muito din\u00e2micos,&#8221; disse Christopher Clark, astr\u00f3nomo do STScI (Space Telescope Science Institute) em Maryland, que liderou o trabalho de cria\u00e7\u00e3o das novas imagens.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/news\/new-images-using-data-from-retired-telescopes-reveal-hidden-features?utm_source=iContact&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=nasajpl&amp;utm_content=daily20220616-1\" target=\"_blank\">\/\/ JPL\/NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda (M31):<br><\/strong><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m031.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Andromeda_Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gal\u00e1xia do Tri\u00e2ngulo (M33):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/m\/m033.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Triangulum_Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nuvens de Magalh\u00e3es:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/xtra\/ngc\/smc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es (SEDS)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Small_Magellanic_Cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/xtra\/ngc\/lmc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Grande Nuvem de Magalh\u00e3es (SEDS)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Magellanic_Cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Grande Nuvem de Magalh\u00e3es (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Poeira interestelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Interstellar_dust\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio Espacial Herschel:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=16\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (ci\u00eancia e tecnologia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/herschel.esac.esa.int\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (centro cient\u00edfico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/SPECIALS\/Herschel\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (p\u00e1gina de opera\u00e7\u00f5es)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/herschel\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.herschel.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Herschel_Space_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio Planck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=17\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (ci\u00eancia e tecnologia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/planck\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (centro cient\u00edfico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/SPECIALS\/Operations\/SEM45HZTIVE_0.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (p\u00e1gina de opera\u00e7\u00f5es)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/planck\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/pla.esac.esa.int\/pla\/#home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo do Legado Planck (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Planck_(telescope)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>IRAS:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/irsa.ipac.caltech.edu\/IRASdocs\/iras.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/IRAS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>COBE:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/lambda.gsfc.nasa.gov\/product\/cobe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_Background_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novas imagens utilizando dados de miss\u00f5es da ESA e da NASA mostram 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