{"id":5177,"date":"2022-06-17T06:34:56","date_gmt":"2022-06-17T05:34:56","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5177"},"modified":"2022-06-17T06:35:12","modified_gmt":"2022-06-17T05:35:12","slug":"a-teia-cosmica-da-tarantula-astronomos-mapeiam-formacao-estelar-em-nebulosa-fora-da-nossa-galaxia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/06\/17\/a-teia-cosmica-da-tarantula-astronomos-mapeiam-formacao-estelar-em-nebulosa-fora-da-nossa-galaxia\/","title":{"rendered":"A teia c\u00f3smica da Tar\u00e2ntula: astr\u00f3nomos mapeiam forma\u00e7\u00e3o estelar em nebulosa fora da nossa Gal\u00e1xia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o aux\u00edlio do ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), os astr\u00f3nomos revelaram detalhes intrincados de 30 Doradus, uma regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar tamb\u00e9m conhecida por Nebulosa da Tar\u00e2ntula. Numa imagem de alta resolu\u00e7\u00e3o divulgada anteontem pelo ESO (Observat\u00f3rio Europeu do Sul), que inclui dados ALMA, vemos a nebulosa numa nova luz, com nuvens de g\u00e1s que nos mostram como \u00e9 que as estrelas massivas d\u00e3o forma a esta regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso2209a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"552\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/FrRXzo41_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5178\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/FrRXzo41_o.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/FrRXzo41_o-300x237.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Esta imagem composta mostra a regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar 30 Doradus, tamb\u00e9m conhecida por Nebulosa da Tar\u00e2ntula. A imagem de fundo, obtida no infravermelho, \u00e9 j\u00e1 por si s\u00f3 uma imagem composta: foi capturada pelo instrumento HAWK-I montado no VLT (Very Large Telescope) e pelo VISTA (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy), ambos do ESO, e mostra estrelas brilhantes e nuvens cor de rosa claras de g\u00e1s quente. Os tra\u00e7os brilhantes vermelhos\/amarelos que est\u00e3o sobrepostos na imagem v\u00eam das observa\u00e7\u00f5es r\u00e1dio obtidas pelo ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) e revelam regi\u00f5es de g\u00e1s denso e frio, com o potencial de colapsar e formar novas estrelas. Foi a estrutura em teia muito caracter\u00edstica das nuvens de g\u00e1s que levou os astr\u00f3nomos a dar a esta nebulosa o nome de tar\u00e2ntula.<br>Cr\u00e9dito: ESO, ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO)\/Wong et al., ESO\/M.-R. Cioni\/VISTA Magellanic Cloud survey; reconhecimento &#8211; Cambridge Astronomical Survey Unit<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes fragmentos podem ser os restos de nuvens, anteriormente grandes e que foram despeda\u00e7adas pelas enormes energias emitidas por estrelas jovens massivas, num processo a que chamamos feedback,&#8221; disse Tony Wong, que liderou o trabalho de investiga\u00e7\u00e3o sobre 30 Doradus apresentado no Encontro da Sociedade Astron\u00f3mica Americana e publicado na revista da especialidade The Astrophysical Journal. Os astr\u00f3nomos pensavam inicialmente que o g\u00e1s existente nestas regi\u00f5es estivesse demasiado disperso e sobrecarregado por este feedback turbulento para que a gravidade o conseguisse aglomerar para formar novas estrelas. No entanto, os novos dados revelaram tamb\u00e9m filamentos muito densos onde o papel da gravidade \u00e9 significativo. &#8220;Os nossos resultados mostram que, at\u00e9 na presen\u00e7a de feedbacks muito fortes, a gravidade consegue exercer uma influ\u00eancia forte, permitindo a continua\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o estelar,&#8221; acrescenta Wong, professor da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Situada na Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, uma gal\u00e1xia sat\u00e9lite da nossa pr\u00f3pria Via L\u00e1ctea, a Nebulosa da Tar\u00e2ntula \u00e9 uma das regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar mais brilhantes e ativas da nossa vizinhan\u00e7a gal\u00e1ctica, a cerca de 170.000 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra. No seu cora\u00e7\u00e3o encontram-se algumas das estrelas mais massivas conhecidas, algumas com mais de 150 vezes a massa do nosso Sol, o que faz desta regi\u00e3o o local ideal para estudar como \u00e9 que as nuvens de g\u00e1s colapsam sob a a\u00e7\u00e3o da gravidade para formar novas estrelas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/publicationjpg\/eso2209b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/4e\/e4\/CINu0v7G_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem mostra a regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar 30 Doradus, tamb\u00e9m conhecida por Nebulosa da Tar\u00e2ntula, nos comprimentos de onda do r\u00e1dio, observada pelo ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array). Os tra\u00e7os brilhantes vermelhos\/amarelos revelam regi\u00f5es de g\u00e1s denso e frio, com o potencial de colapsar e formar novas estrelas. A estrutura em teia \u00fanica das nuvens de g\u00e1s \u00e9 caracter\u00edstica da Nebulosa da Tar\u00e2ntula.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO)\/Wong et al.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que torna 30 Doradus \u00fanica \u00e9 o facto de se encontrar suficientemente perto de n\u00f3s para podermos estudar com todo o detalhe como \u00e9 que as estrelas se formam e, no entanto, as suas propriedades s\u00e3o semelhantes \u00e0quelas encontradas em gal\u00e1xias muito distantes, quando o Universo era jovem,&#8221; explica Guido De Marchi, cientista na Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA) e coautor do artigo que apresenta estes resultados. &#8220;Gra\u00e7as a 30 Doradus, podemos estudar como \u00e9 que as estrelas se formavam h\u00e1 10 mil milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, na \u00e9poca em que nasceram a maioria das estrelas do Universo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar da maior parte dos estudos anteriores relativos \u00e0 Nebulosa da Tar\u00e2ntula se terem focado essencialmente em regi\u00f5es do seu centro, os astr\u00f3nomos j\u00e1 sabiam desde h\u00e1 muito que a forma\u00e7\u00e3o de estrelas massivas ocorre tamb\u00e9m noutros lados. Para compreender melhor este processo, a equipa levou a cabo observa\u00e7\u00f5es de alta resolu\u00e7\u00e3o que cobrem uma grande regi\u00e3o da nebulosa. Com o aux\u00edlio do ALMA, os investigadores fizeram medi\u00e7\u00f5es da emiss\u00e3o de mon\u00f3xido de carbono gasoso, conseguindo assim mapear as enormes nuvens de g\u00e1s frio da nebulosa que colapsam para dar origem a novas estrelas \u2014 e observar como \u00e9 que se v\u00e3o modificando \u00e0 medida que enormes quantidades de energia v\u00e3o sendo libertadas por essas novas estrelas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso2209c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ea\/33\/PjhyB7Y0_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem infravermelha mostra a regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar 30 Doradus, tamb\u00e9m conhecida por Nebulosa da Tar\u00e2ntula, onde se destacam as suas estrelas brilhantes e nuvens cor de rosa claras de g\u00e1s quente. A imagem \u00e9 composta: foi capturada pelo instrumento HAWK-I montado no VLT (Very Large Telescope) e pelo VISTA (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy), ambos do ESO.<br>Cr\u00e9dito: ESO, M.-R. Cioni\/VISTA Magellanic Cloud survey. reconhecimento &#8211; Cambridge Astronomical Survey Unit<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Est\u00e1vamos \u00e0 espera de descobrir que as partes da nebulosa mais pr\u00f3ximas das estrelas jovens massivas mostrassem os sinais mais claros da gravidade a ser ultrapassada pelo feedback,&#8221; disse Wong. &#8220;Em vez disso, descobrimos que a gravidade continua a desempenhar um papel importante mesmo nas regi\u00f5es da nebulosa que est\u00e3o muito expostas ao feedback \u2014 pelo menos nas partes suficientemente densas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na imagem divulgada pelo ESO, vemos os novos dados ALMA sobrepostos a uma imagem infravermelha da mesma regi\u00e3o que mostra estrelas brilhantes e nuvens de g\u00e1s quente cor-de rosa claras, obtida anteriormente com o VLT (Very Large Telescope) e o VISTA (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy), ambos do ESO. A imagem composta mostra uma forma distinta de teia nas nuvens de g\u00e1s da Nebulosa da Tar\u00e2ntula, o que deu precisamente origem ao seu nome. Os novos dados ALMA correspondem aos tra\u00e7os brilhantes vermelhos e amarelos que vemos na imagem: g\u00e1s denso muito frio que pode um dia colapsar e formar estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nova investiga\u00e7\u00e3o d\u00e1-nos pistas importantes sobre como \u00e9 que a gravidade se comporta nas regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar da Nebulosa da Tar\u00e2ntula, no entanto o trabalho est\u00e1 longe de chegar ao fim. &#8220;H\u00e1 ainda muito trabalho a fazer com este conjunto de dados e \u00e9 por isso mesmo que estamos a divulg\u00e1-lo publicamente de modo a que outros investigadores possam levar a cabo os seus pr\u00f3prios estudos,&#8221; conclui Wong.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"30 Doradus in optical to radio wavelengths\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/S5YPPzBDVpw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso2209\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-releases\/alma-gets-front-row-seat-to-an-ongoing-star-formation-standoff-in-the-large-magellanic-cloud\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/alma-star-formation-large-magellanic-cloud-30-doradus\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ac723a\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2206.06528\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/955307\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/astronomy.com\/news\/2022\/06\/snapshot-tarantula-nebula-leaps-to-life-in-new-image-research-from-eso\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/06\/220615134657.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-06-alma-ongoing-star-formation-standoff-large.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2022\/06\/15\/spectacular-new-images-reveal-violence-inside-the-tarantula-nebula-as-the-most-massive-stars-weve-ever-found-are-born\/?sh=2be23f1c4bd6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/lifestyle\/science\/tarantula-nebula-stunning-view-stars-being-born-2022-06-15\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/multimedia\/artigos\/astronomos-mapeiam-formacao-estelar-em-teia-nebulosa-fora-da-via-lactea\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO tek<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>30 Doradus (Nebulosa da Tar\u00e2ntula):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Tarantula_Nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/xtra\/ngc\/n2070.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Grande Nuvem de Magalh\u00e3es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Magellanic_Cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/alma-telescope.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio VISTA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/surveytelescopes\/vista\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/VISTA_(telescope)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o aux\u00edlio do ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), os astr\u00f3nomos revelaram detalhes intrincados de 30 Doradus, uma regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar tamb\u00e9m conhecida por Nebulosa da Tar\u00e2ntula. 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