{"id":5171,"date":"2022-06-17T06:26:56","date_gmt":"2022-06-17T05:26:56","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5171"},"modified":"2022-06-17T06:26:58","modified_gmt":"2022-06-17T05:26:58","slug":"jovem-galaxia-contem-evidencias-de-que-as-primeiras-galaxias-podem-ser-maiores-e-mais-complexas-do-que-pensavamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/06\/17\/jovem-galaxia-contem-evidencias-de-que-as-primeiras-galaxias-podem-ser-maiores-e-mais-complexas-do-que-pensavamos\/","title":{"rendered":"Jovem gal\u00e1xia cont\u00e9m evid\u00eancias de que as primeiras gal\u00e1xias podem ser maiores e mais complexas do que pens\u00e1vamos"},"content":{"rendered":"\n<p>Cientistas usaram o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) para observar uma quantidade significativa de g\u00e1s frio e neutro nas regi\u00f5es exteriores da jovem gal\u00e1xia A1689-zD1, bem como fluxos de g\u00e1s quente provenientes do centro da gal\u00e1xia. Estes resultados podem lan\u00e7ar luz sobre uma fase cr\u00edtica da evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica para as primeiras gal\u00e1xias, onde as jovens gal\u00e1xias come\u00e7am a transforma\u00e7\u00e3o para serem cada vez mais como as suas primas mais recentes e mais estruturadas. As observa\u00e7\u00f5es foram apresentadas numa confer\u00eancia de imprensa na 240.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em Pasadena, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. Ser\u00e3o publicadas numa pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o da revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/nrao22ao08_a-700x671.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"671\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/nrao22ao08_a-700x671-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5172\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/nrao22ao08_a-700x671-1.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/nrao22ao08_a-700x671-1-300x288.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>A1689-zD1 \u00e9 uma gal\u00e1xia formadora de estrelas localizada na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Virgem. Foi observada pela primeira vez gra\u00e7as \u00e0 lente gravitacional da gal\u00e1xia Abell 1689, que fez com que a jovem gal\u00e1xia aparecesse nove vezes mais luminosa. Novas observa\u00e7\u00f5es feitas usando o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) est\u00e3o a revelar aos cientistas que a jovem gal\u00e1xia, e outras como ela, podem ser maiores e mais complexas do que se pensava originalmente.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO)\/H. Akins (Grinnell College), B. Saxton (NRAO\/AUI\/NSF)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A1689-zD1 &#8211; uma gal\u00e1xia jovem, ativa e formadora de estrelas ligeiramente menos luminosa e menos massiva do que a Via L\u00e1ctea &#8211; est\u00e1 localizada a cerca de 13 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Virgem. Foi descoberta escondida por tr\u00e1s do enxame gal\u00e1ctico Abell 1689 em 2007 e confirmada em 2015 gra\u00e7as a lentes gravitacionais, que ampliou o brilho da jovem gal\u00e1xia mais de 9 vezes. Desde ent\u00e3o, os cientistas t\u00eam continuado a estudar a gal\u00e1xia como uma poss\u00edvel an\u00e1loga para a evolu\u00e7\u00e3o de outras gal\u00e1xias &#8220;normais&#8221;. Esse r\u00f3tulo &#8211; normal &#8211; \u00e9 uma distin\u00e7\u00e3o importante que ajudou os investigadores a dividir os comportamentos e caracter\u00edsticas de A1689-zD1 em dois grupos: t\u00edpicos e invulgares, com as caracter\u00edsticas invulgares a imitarem as de gal\u00e1xias mais recentes e mais massivas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A1689-zD1 est\u00e1 localizada no Universo inicial &#8211; apenas 700 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Esta \u00e9 a era em que as gal\u00e1xias estavam apenas a come\u00e7ar a formar-se,&#8221; disse Hollis Akins, estudante universit\u00e1rio de astronomia em Grinnell College e autor principal da investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;O que vemos nestas observa\u00e7\u00f5es s\u00e3o evid\u00eancias de processos que podem contribuir para a evolu\u00e7\u00e3o daquilo a que chamamos gal\u00e1xias normais, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s gal\u00e1xias massivas. Mais importante ainda, estes processos s\u00e3o processos que n\u00e3o pens\u00e1vamos anteriormente aplic\u00e1veis a estas gal\u00e1xias normais.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Um destes processos invulgares \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o, na gal\u00e1xia, do combust\u00edvel para a forma\u00e7\u00e3o estelar, potencialmente em grandes quantidades. A equipa usou o recetor de Banda 6 do ALMA, altamente sens\u00edvel, para observar um halo de g\u00e1s carbono que se estende muito para al\u00e9m do centro da jovem gal\u00e1xia. Isto poderia ser evid\u00eancia de forma\u00e7\u00e3o estelar cont\u00ednua na mesma regi\u00e3o ou o resultado de ruturas estruturais, tais como fus\u00f5es ou fluxos, nas fases mais precoces da forma\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Akins, isto \u00e9 invulgar para as primeiras gal\u00e1xias. &#8220;O g\u00e1s de carbono que observ\u00e1mos nesta gal\u00e1xia \u00e9 tipicamente encontrado nas mesmas regi\u00f5es que o g\u00e1s hidrog\u00e9nio neutro, que \u00e9 tamb\u00e9m onde novas estrelas tendem a formar-se. Se for esse o caso para A1689-zD1, a gal\u00e1xia \u00e9 provavelmente muito maior do que se pensava anteriormente. \u00c9 tamb\u00e9m poss\u00edvel que este halo seja um remanescente da atividade gal\u00e1ctica anterior, como fus\u00f5es que exerceram for\u00e7as gravitacionais complexas na gal\u00e1xia, levando \u00e0 eje\u00e7\u00e3o de muito g\u00e1s neutro a estas grandes dist\u00e2ncias. Em ambos os casos, a evolu\u00e7\u00e3o precoce desta gal\u00e1xia foi provavelmente ativa e din\u00e2mica e estamos a aprender que este pode ser um tema comum, embora anteriormente n\u00e3o observado, na forma\u00e7\u00e3o das primeiras gal\u00e1xias.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Mais do que apenas invulgar, a descoberta poder\u00e1 ter implica\u00e7\u00f5es significativas para o estudo da evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica, particularmente \u00e0 medida que as observa\u00e7\u00f5es no r\u00e1dio desvendam detalhes invis\u00edveis nos comprimentos de onda \u00f3ticos. Seiji Fujimoto, investigador p\u00f3s-doutorado no Cosmic Dawn Center do Instituto Niels Bohr, coautor da investiga\u00e7\u00e3o, disse: &#8220;A emiss\u00e3o do g\u00e1s de carbono em A1689-zD1 \u00e9 muito mais extensa do que a observada com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e isto pode significar que as primeiras gal\u00e1xias n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o pequenas como parecem. Se, de facto, as primeiras gal\u00e1xias s\u00e3o maiores do que pens\u00e1vamos anteriormente, isto ter\u00e1 um grande impacto na teoria da forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias no Universo primitivo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Liderada por Akins, a equipa tamb\u00e9m observou fluxos de g\u00e1s quente e ionizado &#8211; geralmente provocados por atividade gal\u00e1ctica violenta como supernovas &#8211; empurrando para fora do centro da gal\u00e1xia. Dada a sua natureza potencialmente explosiva, os fluxos podem ter algo a ver com o halo de carbono. &#8220;Os fluxos ocorrem como resultado de atividade violenta, tal como explos\u00f5es de supernovas &#8211; que explodem material gasoso vizinho para fora da gal\u00e1xia &#8211; ou buracos negros nos centros das gal\u00e1xias &#8211; que t\u00eam fortes efeitos magn\u00e9ticos que podem ejetar material em jatos poderosos. Devido a isto, h\u00e1 uma forte possibilidade de que os fluxos quentes tenham algo a ver com a presen\u00e7a do halo frio de carbono,&#8221; disse Akins. &#8220;E isso real\u00e7a ainda mais a import\u00e2ncia da natureza multif\u00e1sica, ou quente para frio, do fluxo gasoso.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/nrao22ao08_c-700x700.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/nrao22ao08_c-700x700.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta impress\u00e3o de artista mostra a complexidade anteriormente desconhecida da jovem gal\u00e1xia, A1689-zD1. Estendendo-se muito al\u00e9m do centro da gal\u00e1xia, em tons de cor-de-rosa, um halo abundante de g\u00e1s de carbono frio. Para os cientistas, esta caracter\u00edstica pouco comum indica que a gal\u00e1xia pode ser muito maior do que se pensava anteriormente e que as fases iniciais da forma\u00e7\u00e3o normal da gal\u00e1xia podem ter sido mais ativas e din\u00e2micas do que a teorizada. Para cima \u00e0 esquerda e para baixo \u00e0 direita est\u00e3o fluxos de g\u00e1s quente e ionizado empurrando para fora a partir do centro da gal\u00e1xia, vistos aqui a vermelho. Os cientistas pensam ser poss\u00edvel que estes fluxos de g\u00e1s tenham algo, embora ainda n\u00e3o saibam o qu\u00ea, a ver com a presen\u00e7a do g\u00e1s carbono frio no exterior da gal\u00e1xia.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO), B. Saxton (NRAO\/AUI\/NSF)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Darach Watson, professor associado no Cosmic Dawn Center do Instituto Niels Bohr e coautor da nova investiga\u00e7\u00e3o, confirmou A1689-zD1 como uma gal\u00e1xia com um alto desvio para o vermelho em 2015, a mais distante gal\u00e1xia poeirenta conhecida. &#8220;Temos visto este tipo de grande emiss\u00e3o de halos gasosos de gal\u00e1xias que se formaram mais tarde no Universo, mas v\u00ea-lo numa gal\u00e1xia t\u00e3o precoce significa que este comportamento \u00e9 universal mesmo nas gal\u00e1xias mais modestas que formaram a maioria das estrelas no in\u00edcio do Universo. Compreender como estes processos ocorreram numa gal\u00e1xia t\u00e3o jovem \u00e9 fundamental para compreender como a forma\u00e7\u00e3o de estrelas ocorre no Universo primitivo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Kirsten Knudsen, professora de astrof\u00edsica no Departamento do Espa\u00e7o, Terra e Ambiente da Universidade de Tecnologia de Chalmers e coautora da investiga\u00e7\u00e3o, encontrou evid\u00eancias do continuum de poeira de A1689-zD1 em 2017. Knudsen real\u00e7ou o papel fortuito da lente gravitacional extrema para tornar poss\u00edvel cada descoberta na investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Dado que A1689-zD1 est\u00e1 ampliada mais de nove vezes, podemos ver detalhes cr\u00edticos que de outra forma s\u00e3o dif\u00edceis de observar em observa\u00e7\u00f5es comuns de gal\u00e1xias t\u00e3o distantes. Em \u00faltima an\u00e1lise, vemos aqui que as primeiras gal\u00e1xias do Universo s\u00e3o muito complexas e esta gal\u00e1xia continuar\u00e1 a apresentar novos desafios e resultados de investiga\u00e7\u00e3o durante algum tempo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>O Dr. Joe Pesce, oficial do programa ALMA na NSF, acrescentou: &#8220;Esta fascinante investiga\u00e7\u00e3o ALMA acrescenta a um conjunto crescente de resultados que indicam que as coisas n\u00e3o s\u00e3o exatamente como esper\u00e1vamos no in\u00edcio do Universo, mas s\u00e3o realmente interessantes e excitantes, apesar de tudo!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e3o planeadas para janeiro de 2023 observa\u00e7\u00f5es espectrosc\u00f3picas e infravermelhas de A1689-zD1, usando os instrumentos NIRSpec IFU (Integral Field Unit) e NIRCam no Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. As novas observa\u00e7\u00f5es v\u00e3o complementar os dados anteriores do Hubble e do ALMA, fornecendo um olhar multi-comprimento de onda mais profundo e mais completo da jovem gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-releases\/undergraduate-researcher-captures-young-galaxys-coming-of-age-and-finds-evidence-that-early-galaxies-may-be-bigger-and-more-complex-than-we-thought\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/a1689-galaxy-complex\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2206.06939\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/955637\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-06-evidence-early-galaxies-bigger-complex.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A1689-zD1:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/A1689-zD1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Reionization\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/alma-telescope.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/webbLaunch\/whereIsWebb.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Onde est\u00e1 o Webb? (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas usaram o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) para observar uma quantidade significativa de g\u00e1s frio e neutro nas regi\u00f5es exteriores da jovem gal\u00e1xia A1689-zD1, bem como fluxos de g\u00e1s quente provenientes do centro da gal\u00e1xia. 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