{"id":5154,"date":"2022-06-10T06:18:04","date_gmt":"2022-06-10T05:18:04","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5154"},"modified":"2022-06-10T06:18:05","modified_gmt":"2022-06-10T05:18:05","slug":"o-telescopio-espacial-hubble-capta-a-maior-imagem-no-infravermelho-proximo-a-fim-de-encontrar-as-galaxias-mais-raras-do-universo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/06\/10\/o-telescopio-espacial-hubble-capta-a-maior-imagem-no-infravermelho-proximo-a-fim-de-encontrar-as-galaxias-mais-raras-do-universo\/","title":{"rendered":"O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble capta a maior imagem no infravermelho pr\u00f3ximo a fim de encontrar as gal\u00e1xias mais raras do Universo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de cientistas divulgou recentemente a maior imagem no infravermelho pr\u00f3ximo jamais obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, permitindo aos astr\u00f3nomos mapear as regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar do Universo e aprender como tiveram origem as primeiras e mais distantes gal\u00e1xias. Denominado 3D-DASH, este levantamento de alta resolu\u00e7\u00e3o permitir\u00e1 aos investigadores encontrar objetos e alvos raros para observa\u00e7\u00f5es de seguimento com o recentemente lan\u00e7ado Telesc\u00f3pio Espacial James Webb durante a sua miss\u00e3o de d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma pr\u00e9-impress\u00e3o do artigo a ser publicado na revista The Astrophysical Journal est\u00e1 dispon\u00edvel no website arXiv.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/eUT6EUpI_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/eUT6EUpI_o-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5155\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/eUT6EUpI_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/eUT6EUpI_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/eUT6EUpI_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/eUT6EUpI_o.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Gal\u00e1xias dos \u00faltimos 10 mil milh\u00f5es de anos testemunhadas no programa 3D-DASH, criado usando imagens 3D-DASH\/F160W e ACS-COSMOS\/F814W.<br>Cr\u00e9dito: Lamiya Mowla<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Desde o seu lan\u00e7amento, h\u00e1 mais de 30 anos, que o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble tem liderado um renascimento no estudo de como as gal\u00e1xias mudaram nos \u00faltimos 10 mil milh\u00f5es de anos do Universo,&#8221; diz Lamiya Mowla, do Instituto de Astronomia e Astrof\u00edsica da Faculdade de Artes e Ci\u00eancias da Universidade de Toronto e autora principal do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O programa 3D-DASH estende o legado do Hubble em imagens de \u00e1rea ampla para que possamos come\u00e7ar a desvendar os mist\u00e9rios das gal\u00e1xias para l\u00e1 da nossa.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pela primeira vez, o 3D-DASH fornece aos investigadores um levantamento no infravermelho pr\u00f3ximo quase completo de todo o campo COSMOS, um dos mais ricos campos de dados para estudos extragal\u00e1cticos para l\u00e1 da Via L\u00e1ctea. Sendo o comprimento de onda mais longo e avermelhado observ\u00e1vel com o Hubble &#8211; logo para al\u00e9m do que \u00e9 vis\u00edvel ao olho humano -, o infravermelho pr\u00f3ximo significa que os astr\u00f3nomos s\u00e3o mais capazes de ver as primeiras gal\u00e1xias, que est\u00e3o mais distantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos tamb\u00e9m precisaram de procurar numa vasta \u00e1rea do c\u00e9u para encontrar objetos raros no Universo. At\u00e9 agora, uma imagem t\u00e3o grande s\u00f3 estava dispon\u00edvel a partir do solo e sofria de m\u00e1 resolu\u00e7\u00e3o, o que limitava o que podia ser observado. O 3D-DASH ajudar\u00e1 a identificar fen\u00f3menos \u00fanicos como as gal\u00e1xias mais massivas do Universo, buracos negros altamente ativos e gal\u00e1xias \u00e0 beira de colidir e fundir-se numa s\u00f3.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3c\/8c\/1JKrZkod_o.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3c\/8c\/1JKrZkod_o.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble captou todo o campo COSMOS reunindo v\u00e1rias imagens numa \u00fanica imagem, um processo chamado mosaico.<br>Cr\u00e9dito: anima\u00e7\u00e3o por Ivelina Momcheva<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Eu sou muito curiosa no que toca \u00e0s gal\u00e1xias monstruosas, que s\u00e3o as mais massivas do Universo formadas pela fus\u00e3o de outras gal\u00e1xias. Como cresceram as suas estruturas, e o que impulsionou as mudan\u00e7as na sua forma?&#8221; diz Mowla, que come\u00e7ou a trabalhar no projeto em 2015 como estudante na Universidade de Yale. &#8220;Foi dif\u00edcil estudar estes acontecimentos extremamente raros utilizando imagens existentes, o que motivou o design deste grande levantamento.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para fotografar uma zona do c\u00e9u t\u00e3o extensa, os investigadores utilizaram uma nova t\u00e9cnica com o Hubble conhecida como DASH (Drift And SHift). A t\u00e9cnica DASH cria uma imagem que \u00e9 oito vezes maior do que o campo de vis\u00e3o padr\u00e3o do Hubble, capturando v\u00e1rias exposi\u00e7\u00f5es que s\u00e3o depois reunidas num \u00fanico mosaico, semelhante ao modo como obtemos panoramas num smartphone.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A DASH tamb\u00e9m tira imagens mais rapidamente do que a t\u00e9cnica normalmente usada, tirando oito exposi\u00e7\u00f5es por \u00f3rbita do Hubble em vez de apenas uma, conseguindo em 250 horas o que teria anteriormente levado 2000 horas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O 3D-DASH acrescenta uma nova camada de observa\u00e7\u00f5es \u00fanicas no campo COSMOS e \u00e9 tamb\u00e9m um ponto de partida para os levantamentos espaciais da pr\u00f3xima d\u00e9cada,&#8221; diz Ivelina Momcheva, chefe da ci\u00eancia de dados do Instituto Max Planck para Astronomia e investigadora principal do estudo. &#8220;D\u00e1-nos uma espreitadela das futuras descobertas cient\u00edficas e permite-nos desenvolver novas t\u00e9cnicas para analisar estes grandes conjuntos de dados.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/12\/d9\/haIPQS3H_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/12\/d9\/haIPQS3H_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Uma zona do c\u00e9u obtida pelo 3D-DASH, mostrando os objectos mais brilhantes e mais raros do universo, tais como gal\u00e1xias monstruosas.<br>Cr\u00e9dito: Gabe Brammer<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O 3D-DASH cobre uma \u00e1rea total quase seis vezes maior do que o tamanho aparente da Lua no c\u00e9u. \u00c9 prov\u00e1vel que este recorde permane\u00e7a inalterado pelo sucessor do Hubble, o James Webb, que est\u00e1 ao inv\u00e9s constru\u00eddo para imagens sens\u00edveis e bastante ampliadas a fim de captar pequenos detalhes de uma pequena \u00e1rea. \u00c9 a maior imagem do c\u00e9u no infravermelho pr\u00f3ximo dispon\u00edvel para os astr\u00f3nomos at\u00e9 ao lan\u00e7amento da pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios, na pr\u00f3xima d\u00e9cada, como o Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman e o Euclid.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 l\u00e1, tanto os astr\u00f3nomos profissionais como os observadores amadores podem explorar os c\u00e9us utilizando uma vers\u00e3o online interativa da imagem 3D-DASH criada por Gabriel Brammer, membro do corpo docente do Centro Cosmic Dawn no Instituto Niels Bohr, na Universidade de Copenhaga.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"3D DASH Mosaicing\" width=\"618\" height=\"464\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DBxELbVuGp4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.utoronto.ca\/news\/hubble-space-telescope-captures-largest-near-infrared-image-find-universe-s-rarest-galaxies\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Toronto (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.mpia.de\/news\/institute-reports\/2022-3d-dash\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Max Planck para Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.umass.edu\/news\/article\/how-umass-astronomers-helped-hubble-space-telescope-take-widest-photo-universe-ever\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Massachusetts em Amherst (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2206.01156\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.lamiyamowla.com\/3d-dash\/explorer\" target=\"_blank\">\/\/ Vers\u00e3o online interativa da imagem 3D-DASH (na p\u00e1gina pessoal de Lamiya Mowla, criada por Gabe Brammer)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/954900\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/06\/220606091503.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-06-hubble-captures-largest-near-infrared-image.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3D-DASH:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.ccvalg.pt\/astronomia\/newsletter\/...link\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>COSMOS:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/cosmos.astro.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_Evolution_Survey\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Infravermelho pr\u00f3ximo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Infrared#Regions_within_the_infrared\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/webbLaunch\/whereIsWebb.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Onde est\u00e1 o Webb? (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RST ([Nancy Grace] Roman Space Telescope, anteriormente WFIRST):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/roman.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nancy_Grace_Roman_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASARoman\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASARoman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Euclid:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Euclid_overview\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Euclid_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa internacional de cientistas divulgou recentemente a maior imagem no infravermelho pr\u00f3ximo jamais obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, permitindo aos astr\u00f3nomos mapear as regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar do Universo e aprender como tiveram origem as primeiras e mais distantes gal\u00e1xias. 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