{"id":5076,"date":"2022-05-10T06:30:51","date_gmt":"2022-05-10T05:30:51","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5076"},"modified":"2022-05-10T06:30:52","modified_gmt":"2022-05-10T05:30:52","slug":"hubble-revela-estrela-companheira-sobrevivente-no-rescaldo-de-uma-supernova","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/05\/10\/hubble-revela-estrela-companheira-sobrevivente-no-rescaldo-de-uma-supernova\/","title":{"rendered":"Hubble revela estrela companheira sobrevivente no rescaldo de uma supernova"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA descobriu uma testemunha no local da morte explosiva de uma estrela: uma estrela companheira anteriormente escondida no brilho da supernova da sua parceira. A descoberta \u00e9 a primeira para um tipo particular de supernova &#8211; uma em que \u00e0 estrela foi retirado todo o seu inv\u00f3lucro exterior de g\u00e1s antes de explodir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta fornece uma vis\u00e3o crucial da natureza bin\u00e1ria das estrelas massivas, bem como a potencial prequela para a fus\u00e3o final das estrelas companheiras, que se &#8220;agitariam&#8221; atrav\u00e9s do Universo sob a forma de ondas gravitacionais, ondula\u00e7\u00f5es no pr\u00f3prio tecido do espa\u00e7o-tempo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01FZT776A659Z5KGJYHEWD84V6.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/RN9x8Cqx_o-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5077\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/RN9x8Cqx_o-1024x576.png 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/RN9x8Cqx_o-300x169.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/RN9x8Cqx_o-768x432.png 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/RN9x8Cqx_o.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra a supernova 2013ge, com a sua estrela companheira na parte inferior direita. A estrela companheira \u00e9 impactada pela onda de explos\u00e3o da supernova, mas n\u00e3o destru\u00edda. Ao longo do tempo os astr\u00f3nomos observaram a luz ultravioleta (UV) da supernova a desaparecer, revelando uma segunda fonte de luz UV pr\u00f3xima que mantinha o brilho. A teoria \u00e9 que as duas estrelas massivas evolu\u00edram juntas como um par bin\u00e1rio, e que a sobrevivente atual se desviou do inv\u00f3lucro exterior de hidrog\u00e9nio gasoso da sua parceira antes de esta explodir. Eventualmente, a estrela companheira tamb\u00e9m explodir\u00e1 como uma supernova.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos detetam a assinatura de v\u00e1rios elementos em explos\u00f5es de supernova. Estes elementos est\u00e3o estratificados como uma cebola na fase pr\u00e9-supernova. O hidrog\u00e9nio encontra-se na camada mais exterior de uma estrela e, se n\u00e3o for detetado hidrog\u00e9nio no rescaldo da supernova, isso significa que foi removido antes da explos\u00e3o ter ocorrido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A causa da perda de hidrog\u00e9nio tem sido um mist\u00e9rio e os astr\u00f3nomos t\u00eam vindo a usar o Hubble para procurar pistas e testar teorias que expliquem estas supernovas despojadas de hidrog\u00e9nio. As novas observa\u00e7\u00f5es pelo Hubble fornecem as melhores evid\u00eancias, at\u00e9 agora, que apoiam a teoria de que uma estrela companheira invis\u00edvel desvia o inv\u00f3lucro gasoso da sua estrela companheira antes desta explodir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este foi o momento por que esper\u00e1vamos, finalmente ver evid\u00eancias de um sistema bin\u00e1rio progenitor de uma supernova totalmente despojada,&#8221; disse Ori Fox do STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, no estado norte-americano de Maryland, investigador principal do programa Hubble. &#8220;O objetivo \u00e9 mover esta \u00e1rea de estudo da teoria para o trabalho com dados e ver como estes sistemas realmente s\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de Fox usou o instrumento WFC3 (Wide Field Camera 3) do Hubble para estudar a regi\u00e3o da supernova (SN) 2013ge no ultravioleta, bem como observa\u00e7\u00f5es anteriores pelo Hubble do MAST (Barbara A. Mikulski Archive for Space Telescopes). Os astr\u00f3nomos viram a luz da supernova a desaparecer ao longo do tempo entre 2016 e 2020 &#8211; mas outra fonte pr\u00f3xima de luz ultravioleta na mesma posi\u00e7\u00e3o manteve o seu brilho. Esta fonte subjacente de emiss\u00e3o ultravioleta \u00e9 o que a equipa prop\u00f5e ser a companheira bin\u00e1ria sobrevivente de SN 2013ge.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Duas a duas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anteriormente, os cientistas teorizavam que os ventos fortes de uma estrela progenitora massiva podiam fazer explodir o seu inv\u00f3lucro de hidrog\u00e9nio gasoso, mas as evid\u00eancias observacionais n\u00e3o corroboravam isso. Para explicar a desconex\u00e3o, os astr\u00f3nomos desenvolveram teorias e modelos em que uma companheira bin\u00e1ria desviava o hidrog\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nos \u00faltimos anos, muitas linhas diferentes de evid\u00eancia disseram-nos que as supernovas despojadas s\u00e3o provavelmente formadas em bin\u00e1rios, mas ainda n\u00e3o t\u00ednhamos visto realmente a companheira. Tanto do estudo de explos\u00f5es c\u00f3smicas \u00e9 parecido com a ci\u00eancia forense &#8211; procurar pistas e ver que teorias coincidem. Gra\u00e7as ao Hubble, podemos ver isto diretamente,&#8221; disse Maria Drout da Universidade de Toronto, membro da equipa de investiga\u00e7\u00e3o do Hubble.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01G1954MN9VE35FN5PPFXK8B07.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/6b\/2b\/ZdpajVyO_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Este infogr\u00e1fico mostra a evolu\u00e7\u00e3o que os astr\u00f3nomos prop\u00f5em para a supernova (SN) 2013ge. Os pain\u00e9is 1-3 mostram o que j\u00e1 ocorreu e os pain\u00e9is 4-6 mostram o que poder\u00e1 ocorrer no futuro. 1) Um par bin\u00e1rio de estrelas massivas orbitam-se uma \u00e0 outra. 2) Uma estrela envelhece para a sua fase de gigante vermelha, desenvolvendo um inv\u00f3lucro inchado exterior de hidrog\u00e9nio que a sua estrela companheira extrai devido \u00e0 gravidade. Os astr\u00f3nomos prop\u00f5em que \u00e9 por isso que o Hubble n\u00e3o encontrou vest\u00edgios de hidrog\u00e9nio nos detritos da supernova. 3) A estrela com inv\u00f3lucro exterior despojado explode como uma supernova (SN 2013ge), sacudindo mas n\u00e3o destruindo a sua estrela companheira. Ap\u00f3s a supernova, o n\u00facleo denso da antiga estrela massiva permanece como uma estrela de neutr\u00f5es ou um buraco negro. 4) Eventualmente a estrela companheira tamb\u00e9m envelhece at\u00e9 se tornar uma gigante vermelha, mantendo o seu inv\u00f3lucro exterior, parte do qual veio da sua companheira. 5) A estrela companheira tamb\u00e9m explode como supernova. 6) Se as estrelas estiverem suficientemente pr\u00f3ximas ums das outra para n\u00e3o serem lan\u00e7adas das suas \u00f3rbitas pela onda de explos\u00e3o da supernova, os n\u00facleos remanescentes continuar\u00e3o a orbitar-se mutuamente e acabar\u00e3o por se fundir, criando ondas gravitacionais no processo.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em observa\u00e7\u00f5es anteriores de SN 2013ge, o Hubble viu dois picos na radia\u00e7\u00e3o ultravioleta, em vez de apenas o tipicamente visto na maioria das supernovas. Fox disse que uma explica\u00e7\u00e3o para este aumento duplo de brilho era que o segundo pico mostrava quando a onda de choque atingia uma estrela companheira, uma possibilidade que agora parece muito mais prov\u00e1vel. As observa\u00e7\u00f5es mais recentes do Hubble indicam que embora a estrela companheira tenha sido significativamente &#8220;sacudida&#8221;, incluindo o hidrog\u00e9nio que desviou da sua companheira estelar, n\u00e3o foi destru\u00edda. Fox compara o efeito a agitar uma gelatina, que eventualmente termina o seu movimento e volta \u00e0 sua forma original.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora seja necess\u00e1rio encontrar confirma\u00e7\u00f5es adicionais e descobertas semelhantes de suporte, Fox disse que as implica\u00e7\u00f5es da descoberta ainda s\u00e3o substanciais, dando apoio a teorias de que a maioria das estrelas massivas se formam e evoluem como sistemas bin\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma a observar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao contr\u00e1rio das supernovas que t\u00eam uma concha inchada de g\u00e1s para iluminar, as progenitoras de supernovas totalmente despojadas do seu inv\u00f3lucro estelar exterior revelaram-se dif\u00edceis de identificar nas imagens pr\u00e9-explos\u00e3o. Agora que os astr\u00f3nomos tiveram a sorte de identificar a estrela companheira sobrevivente, podem utiliz\u00e1-la para trabalhar para tr\u00e1s e determinar as caracter\u00edsticas da estrela que explodiu, bem como a oportunidade sem precedentes de assistir ao rescaldo com a sobrevivente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m ela uma estrela massiva, a companheira de SN 2013ge est\u00e1 destinada a explodir como supernova. A sua antiga parceira \u00e9 agora provavelmente um objeto compacto, como uma estrela de neutr\u00f5es ou um buraco negro, e a companheira ir\u00e1 provavelmente tamb\u00e9m por esse caminho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A proximidade das estrelas companheiras originais determina se permanecem juntas ap\u00f3s a fase supernova. Se a dist\u00e2ncia for demasiado grande, a companheira ser\u00e1 atirada para fora do sistema para vaguear sozinha pela gal\u00e1xia hospedeira, um destino que poder\u00e1 explicar muitas supernovas aparentemente solit\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Contudo, se as estrelas estiverem suficientemente pr\u00f3ximas uma da outra durante a fase pr\u00e9-supernova, v\u00e3o continuar a orbitar-se uma \u00e0 outra como buracos negros ou estrelas de neutr\u00f5es. Nesse caso, acabariam por espiralar e fundir-se, criando ondas gravitacionais no processo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01G11E6C52A60QQ13660PK69HP.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/cd\/84\/mWEwyLap_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>As imagens, pelo Hubble, da gal\u00e1xia NGC 3287 mostram a supernova 2013ge a desaparecer com o tempo, revelando a constante fonte de luz ultravioleta que os astr\u00f3nomos identificaram como a sua estrela bin\u00e1ria companheira. CR\u00c9DITOS: CI\u00caNCIA:<br>Cr\u00e9dito: Ci\u00eancia &#8211; NASA, ESA, Ori Fox (STScI); Processamento de imagem &#8211; Joseph DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta \u00e9 uma perspetiva emocionante para os astr\u00f3nomos, pois as ondas gravitacionais s\u00e3o um ramo da astrof\u00edsica que apenas recentemente come\u00e7ou a ser explorado. S\u00e3o ondas ou ondula\u00e7\u00f5es no pr\u00f3prio tecido do espa\u00e7o-tempo, previsto por Albert Einstein no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. As ondas gravitacionais foram observadas pela primeira vez pelo LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com a companheira sobrevivente de SN 2013ge, poder\u00edamos estar potencialmente a ver a prequela de um evento de ondas gravitacionais, embora tal evento s\u00f3 v\u00e1 ocorrer daqui a mil milh\u00f5es de anos,&#8221; disse Fox.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fox e colaboradores v\u00e3o trabalhar com o Hubble para construir uma amostra maior de estrelas companheiras sobreviventes para outras supernovas, em efeito dando a SN 2013ge novamente alguma companhia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 um grande potencial para al\u00e9m da simples compreens\u00e3o da pr\u00f3pria supernova. Uma vez que sabemos agora que a maioria das estrelas massivas do Universo se formam aos pares, s\u00e3o necess\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es das estrelas companheiras sobreviventes para ajudar a compreender os detalhes por detr\u00e1s da forma\u00e7\u00e3o bin\u00e1ria, troca de material e desenvolvimento coevolucion\u00e1rio. \u00c9 uma \u00e9poca emocionante para estudar as estrelas,&#8221; disse Fox.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A compreens\u00e3o do ciclo de vida das estrelas massivas \u00e9 particularmente importante para n\u00f3s porque todos os elementos pesados s\u00e3o forjados nos seus n\u00facleos e atrav\u00e9s das suas supernovas. Esses elementos constituem grande parte do Universo observ\u00e1vel, incluindo a vida tal como a conhecemos,&#8221; acrescentou o coautor Alex Filippenko, da Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados foram publicados na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2022\/news-2022-011\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ac5890\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2203.01357\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/951832\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/astrophysics\/supernova-witness-hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-05-hubble-reveals-surviving-companion-star.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/05\/220505114702.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ib_and_Ic_supernovae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Supernovas do tipo Ib e Ic (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA descobriu uma testemunha no local da morte explosiva de uma estrela: uma estrela companheira anteriormente escondida no brilho da supernova da sua parceira. 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