{"id":5070,"date":"2022-05-10T06:25:00","date_gmt":"2022-05-10T05:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5070"},"modified":"2022-05-10T06:25:02","modified_gmt":"2022-05-10T05:25:02","slug":"discos-de-formacao-planetaria-evoluem-de-formas-surpreendentemente-semelhantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/05\/10\/discos-de-formacao-planetaria-evoluem-de-formas-surpreendentemente-semelhantes\/","title":{"rendered":"Discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria evoluem de formas surpreendentemente semelhantes"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um grupo de astr\u00f3nomos, liderado por Sierk van Terwisga do Instituto Max Planck para Astronomia, analisou a distribui\u00e7\u00e3o da massa em mais de 870 discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria na nuvem molecular gigante Orionte A. Ao explorar as propriedades estat\u00edsticas desta grande amostra de discos sem precedentes e de desenvolver um esquema inovador de processamento de dados, descobriram que, longe de ambientes agressivos como estrelas quentes, o decl\u00ednio da massa do disco depende apenas da sua idade. Os resultados indicam que, pelo menos at\u00e9 1000 anos-luz da Terra, os discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e os sistemas planet\u00e1rios evoluem de forma semelhante.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/d5hbwvmS_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/d5hbwvmS_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5071\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/d5hbwvmS_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/d5hbwvmS_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/d5hbwvmS_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/d5hbwvmS_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Esta impress\u00e3o de artista mostra o aspecto dos discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em torno de jovens estrelas. S\u00e3o inicialmente constitu\u00eddos por poeira e g\u00e1s configurados em an\u00e9is de material denso. Com o tempo, os componentes s\u00f3lidos crescem para seixos que eventualmente podem evoluir para planetas. Uma vez que as observa\u00e7\u00f5es ALMA utilizadas neste estudo s\u00e3o apenas sens\u00edveis a gr\u00e3os de poeira de tamanho milim\u00e9trico, os discos evolu\u00eddos com objetos maiores ou mesmo planetas produzem um sinal relativamente fraco a partir do material remanescente. Os novos resultados indicam que, sem irradia\u00e7\u00e3o externa, tais discos evoluem de forma semelhante. Ap\u00f3s cerca de um milh\u00e3o de anos, a maioria deles n\u00e3o tem massa suficiente para produzir grandes planetas como J\u00fapiter. No entanto, tais planetas podem j\u00e1 l\u00e1 ter sido formados.<br>Cr\u00e9dito: Departamento gr\u00e1fico do Instituto Max Planck para Astronomia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algumas das quest\u00f5es mais interessantes da investiga\u00e7\u00e3o astron\u00f3mica atual s\u00e3o: qual \u00e9 o aspeto dos outros sistemas planet\u00e1rios? Qu\u00e3o compar\u00e1vel \u00e9 o Sistema Solar a outros sistemas planet\u00e1rios? Uma equipa de astr\u00f3nomos contribuiu agora com pistas cruciais para a resolu\u00e7\u00e3o deste puzzle. &#8220;At\u00e9 agora, n\u00e3o sab\u00edamos ao certo quais as propriedades que dominam a evolu\u00e7\u00e3o dos discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em torno de jovens estrelas,&#8221; diz Sierk van Terwisga, que \u00e9 cientista do Instituto Max Planck para Astronomia em Heidelberg, Alemanha. Ele \u00e9 o autor principal do artigo de investiga\u00e7\u00e3o subjacente publicado na revista Astronomy &amp; Astrophysics. &#8220;Os nossos novos resultados indicam agora que em ambientes sem qualquer influ\u00eancia externa relevante, a massa observada do disco, dispon\u00edvel para formar novos planetas, depende apenas da idade do sistema estrela-disco&#8221;, acrescenta van Terwisga.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A massa do disco \u00e9 a propriedade chave quando se estuda a evolu\u00e7\u00e3o dos discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. Esta quantidade determina a quantidade de material dispon\u00edvel para ser transformado em planetas. Dependendo da idade do disco, pode tamb\u00e9m fornecer pistas sobre os planetas j\u00e1 ali presentes. Efeitos externos como a irradia\u00e7\u00e3o e os eventos de estrelas massivas vizinhas obviamente t\u00eam impacto na sobreviv\u00eancia do disco. Contudo, tais ambientes s\u00e3o raros e esses processos n\u00e3o revelam muito sobre os pr\u00f3prios discos. Ao inv\u00e9s, os astr\u00f3nomos est\u00e3o mais interessados nas propriedades internas dos discos, tais como a idade, a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, ou a din\u00e2mica da nuvem parental da qual emergiram as jovens estrelas com os seus discos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para determinar as v\u00e1rias contribui\u00e7\u00f5es, a equipa de astr\u00f3nomos selecionou uma grande e conhecida regi\u00e3o de jovens estrelas com discos, a nuvem Orionte A. Est\u00e1 a aproximadamente 1350 anos-luz da Terra. &#8220;Orionte A forneceu-nos uma amostra grande e sem precedentes de mais de 870 discos em torno de estrelas jovens. Foi crucial poder procurar pequenas varia\u00e7\u00f5es na massa do disco, dependendo da idade e mesmo dos ambientes locais dentro da nuvem,&#8221; explica \u00c1lvaro Hacar, coautor e cientista da Universidade de Viena, \u00c1ustria. A amostra resulta de observa\u00e7\u00f5es anteriores com o Telesc\u00f3pio Espacial Herschel, o que permitiu identificar os discos. A combina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios comprimentos de onda forneceu um crit\u00e9rio para estimar a idade. Uma vez que todos eles pertencem \u00e0 mesma nuvem, os astr\u00f3nomos esperavam pouca influ\u00eancia da qu\u00edmica e de varia\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria da nuvem. Tamb\u00e9m evitaram qualquer impacto de estrelas massivas no vizinho Enxame da Nebulosa de Orionte, rejeitando os discos a uma dist\u00e2ncia inferior a 13 anos-luz.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/bf\/18\/PJIRou17_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/bf\/18\/PJIRou17_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem mostra a gigantesca nuvem de forma\u00e7\u00e3o estelar Orionte A, observada pelo instrumento SPIRE (Spectral and Photometric Imaging Receiver) a bordo do Telesc\u00f3pio Espacial Herschel. Tra\u00e7a a distribui\u00e7\u00e3o em grande escala da poeira fria. Orionte A fica a cerca de 1350 anos-luz de dist\u00e2ncia e consiste em regi\u00f5es individuais de forma\u00e7\u00e3o estelar, conforme indicado pelas suas legendas. As localiza\u00e7\u00f5es dos discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria (+) observados com o ALMA s\u00e3o indicadas, enquanto os discos com massas de poeira acima de um equivalente a 100 massas terrestres aparecem como pontos azuis. A famosa Nebulosa de Orionte, vis\u00edvel a olho nu no c\u00e9u, acolhe o Enxame da Nebulosa de Orionte, incluindo v\u00e1rias estrelas massivas que emitem radia\u00e7\u00e3o intensa.<br>Cr\u00e9dito: Sierk van Terwisga et al.\/Instituto Max Planck para Astronomia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para medir a massa dos discos, a equipa utilizou o ALMA (Atacama Large Millimeter\/Submillimeter Array), localizado no planalto de Chajnantor, no deserto chileno do Atacama. O ALMA consiste de 66 antenas parab\u00f3licas, funcionando como um \u00fanico telesc\u00f3pio com uma resolu\u00e7\u00e3o angular vari\u00e1vel. Os cientistas aplicaram um modo de observa\u00e7\u00e3o que lhes permitiu visar eficazmente cada disco a um comprimento de onda de cerca de 1,2 mil\u00edmetros. Os discos frios s\u00e3o brilhantes nesta gama espectral. Por outro lado, a contribui\u00e7\u00e3o das estrelas centrais \u00e9 negligenci\u00e1vel. Com esta abordagem, os astr\u00f3nomos determinaram as massas dos discos de poeira. No entanto, as observa\u00e7\u00f5es s\u00e3o insens\u00edveis a objetos muito maiores do que alguns mil\u00edmetros, por exemplo, rochas e planetas. Portanto, a equipa mediu efetivamente a massa do material, no disco, capaz de formar planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de calcular a massa dos discos, os astr\u00f3nomos combinaram e calibraram os dados de v\u00e1rias d\u00fazias de telesc\u00f3pios ALMA. Esta tarefa torna-se um grande desafio quando lidamos com grandes conjuntos de dados. Utilizando m\u00e9todos padr\u00e3o, teria levado meses para processar os dados recolhidos. Em vez disso, a equipa desenvolveu um novo m\u00e9todo utilizando computadores paralelos. &#8220;A nossa nova abordagem melhorou a velocidade de processamento por um factor de 900,&#8221; salienta o coautor Raymond Oonk do fornecedor de servi\u00e7os de TI, SURF. As 3000 horas de CPU necess\u00e1rias para concluir a tarefa e preparar os dados para an\u00e1lise subsequente decorreram em menos de um dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao todo, Orionte A cont\u00e9m discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, cada um com poeira que pode chegar a algumas centenas de massas terrestres. No entanto, dos 870 discos, apenas 20 cont\u00eam poeira equivalente a 100 ou mais Terras. No geral, o n\u00famero de discos cai rapidamente com a massa, com uma maioria contendo menos de 2,2 massas terrestres de poeira. &#8220;A fim de procurar varia\u00e7\u00f5es, dissec\u00e1mos a nuvem de Orionte A e analis\u00e1mos estas regi\u00f5es separadamente. Gra\u00e7as \u00e0s centenas de discos, as subamostras ainda eram suficientemente grandes para produzir resultados estatisticamente significativos,&#8221; explica van Terwisga.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De facto, os cientistas encontraram pequenas varia\u00e7\u00f5es na distribui\u00e7\u00e3o da massa dos discos em escalas de dezenas de anos-luz dentro de Orionte A. No entanto, todas elas podem ser explicadas como um efeito da idade, ou seja, no espa\u00e7o de alguns milh\u00f5es de anos, as massas dos discos tendem a diminuir para popula\u00e7\u00f5es mais velhas. Dentro das margens de erro, grupos de discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria da mesma idade exibem a mesma distribui\u00e7\u00e3o de massa. N\u00e3o \u00e9 de todo surpreendente descobrir que a massa de poeira nos discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria diminui com o tempo. Afinal de contas, a poeira \u00e9 uma das mat\u00e9rias-primas dos planetas. Assim, a forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria reduz certamente a quantidade de poeira livre. Outros processos bem conhecidos s\u00e3o a migra\u00e7\u00e3o da poeira para o centro do disco e a evapora\u00e7\u00e3o da poeira por irradia\u00e7\u00e3o da estrela hospedeira. Ainda assim, \u00e9 surpreendente ver uma correla\u00e7\u00e3o t\u00e3o forte entre a massa do disco e a idade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos estes discos surgiram do mesmo ambiente que agora constitui a nuvem de Orionte A. Como \u00e9 que isto se compara com outras popula\u00e7\u00f5es de discos em torno de jovens estrelas? Os astr\u00f3nomos abordaram esta quest\u00e3o comparando os seus resultados com v\u00e1rias regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar vizinhas que t\u00eam discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. \u00c0 exce\u00e7\u00e3o de duas, todas elas encaixam na rela\u00e7\u00e3o de massa encontrada em Orionte A. &#8220;No geral, pensamos que o nosso estudo prova que, pelo menos at\u00e9 1000 anos-luz, todas as popula\u00e7\u00f5es de discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria mostram a mesma distribui\u00e7\u00e3o de massa numa determinada idade. E parecem estar a evoluir mais ou menos da mesma forma,&#8221; conclui van Terwisga. O resultado pode mesmo sugerir a forma\u00e7\u00e3o de sistemas planet\u00e1rios espantosamente semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como passo seguinte, os cientistas v\u00e3o analisar os poss\u00edveis impactos das estrelas pr\u00f3ximas em escalas menores de alguns anos-luz. Embora tenham evitado o forte campo de radia\u00e7\u00e3o provocado pelas estrelas massivas no Enxame da Nebulosa de Orionte, existem campos estelares potencialmente mais t\u00e9nues que podem afetar a poeira nos discos vizinhos e alterar as estat\u00edsticas da massa dos discos. Tais contribui\u00e7\u00f5es podem explicar alguns dos desvios encontrados na rela\u00e7\u00e3o entre a massa do disco e a idade. Os resultados podem ajudar a refor\u00e7ar o quadro geral da evolu\u00e7\u00e3o de um disco de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria dominado pela idade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.mpg.de\/18491330\/planet-forming-disks-evolve-in-surprisingly-similar-ways\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Max Planck para Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/medienportal.univie.ac.at\/presse\/aktuelle-pressemeldungen\/detailansicht\/artikel\/planetenentwicklung-verlaeuft-ueberraschend-aehnlich\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Viena (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.surf.nl\/en\/news\/planet-forming-disks-evolve-surprisingly-similar\" target=\"_blank\">\/\/ SURF (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2022\/05\/aa41913-21\/aa41913-21.html\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2202.11057\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nuvem de Orionte A:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Orion_molecular_cloud_complex#Orion_A\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Orion_molecular_cloud_complex\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nuvem molecular de Orionte (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/alma-telescope.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Espacial Herschel:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=16\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (ci\u00eancia e tecnologia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/herschel.esac.esa.int\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (centro cient\u00edfico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/SPECIALS\/Herschel\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (p\u00e1gina de opera\u00e7\u00f5es)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/herschel\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.herschel.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Herschel_Space_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um grupo de astr\u00f3nomos, liderado por Sierk van Terwisga do Instituto Max Planck para Astronomia, analisou a distribui\u00e7\u00e3o da massa em mais de 870 discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria na nuvem molecular gigante Orionte A. Ao explorar as propriedades estat\u00edsticas desta grande amostra de discos sem precedentes e de desenvolver um esquema inovador de processamento de &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5071,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,72,16,1],"tags":[305,306,345,473],"class_list":["post-5070","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-alma","tag-disco-protoplanetario","tag-nuvem-molecular-de-orionte","tag-observatorio-espacial-herschel"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5070","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5070"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5070\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5072,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5070\/revisions\/5072"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5071"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5070"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5070"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5070"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}