{"id":5066,"date":"2022-05-06T06:28:23","date_gmt":"2022-05-06T05:28:23","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5066"},"modified":"2022-05-06T06:28:24","modified_gmt":"2022-05-06T05:28:24","slug":"um-raro-binario-viuva-negra-com-a-orbita-mais-curta-ate-agora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/05\/06\/um-raro-binario-viuva-negra-com-a-orbita-mais-curta-ate-agora\/","title":{"rendered":"Um raro bin\u00e1rio &#8220;vi\u00fava negra&#8221;, com a \u00f3rbita mais curta at\u00e9 agora"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O clar\u00e3o de uma estrela pr\u00f3xima atraiu os astr\u00f3nomos do MIT (Massachusetts Institute of Technology) para um novo e misterioso sistema a 3000 anos-luz da Terra. Este estranho objeto estelar parece ser um novo bin\u00e1rio &#8220;vi\u00fava negra&#8221; &#8211; uma estrela de neutr\u00f5es com rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, ou pulsar, que est\u00e1 a circular e a consumir lentamente uma estrela companheira mais pequena, como o hom\u00f3nimo aracn\u00eddeo faz ao seu companheiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos conhecem cerca de duas d\u00fazias de &#8220;bin\u00e1rios de vi\u00favas negras&#8221; na Via L\u00e1ctea. Este novo candidato, chamado ZTF J1406+1222, tem o per\u00edodo orbital mais curto at\u00e9 agora identificado, com o pulsar e a estrela companheira a orbitarem-se um ao outro a cada 62 minutos. O sistema \u00e9 \u00fanico, na medida em que parece abrigar uma terceira estrela, distante, que orbita em torno das duas estrelas interiores de 10.000 em 10.000 anos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/zpzE1F4M_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"600\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/zpzE1F4M_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5067\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/zpzE1F4M_o.jpg 900w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/zpzE1F4M_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/zpzE1F4M_o-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption>Ilustra\u00e7\u00e3o de um pulsar &#8220;vi\u00fava negra&#8221; e da sua companheira estelar. As emiss\u00f5es de raios-gama do pulsar (magenta) aquecem fortemente o lado frontal da estrela (laranja). O pulsar est\u00e1 gradualmente a evaporar a sua companheira.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA\/Cruz deWilde<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta prov\u00e1vel vi\u00fava negra tripla est\u00e1 a levantar quest\u00f5es sobre como um tal sistema pode ter sido formado. Com base nas suas observa\u00e7\u00f5es, a equipa do MIT prop\u00f5e uma hist\u00f3ria de origem: tal como a maioria dos bin\u00e1rios de vi\u00favas negras, o sistema triplo provavelmente surgiu de uma densa constela\u00e7\u00e3o de estrelas velhas conhecida como enxame globular. Este enxame em particular pode ter-se dirigido para o centro da Via L\u00e1ctea, onde a gravidade do buraco negro central foi suficiente para fragmentar o enxame, deixando intacta a vi\u00fava negra tripla.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 um cen\u00e1rio complicado de nascimento,&#8221; diz Kevin Burdge, p\u00f3s-doutorado no Departamento de F\u00edsica do MIT. &#8220;Este sistema flutua provavelmente na Via L\u00e1ctea h\u00e1 mais tempo do que o Sol.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Burdge \u00e9 o autor de um estudo publicado na revista Nature que detalha a descoberta da equipa. Os investigadores utilizaram uma nova abordagem para detetar o sistema triplo. Enquanto a maioria dos bin\u00e1rios de vi\u00favas negras s\u00e3o encontrados atrav\u00e9s dos raios-gama e raios-X emitidos pelo pulsar central, a equipa utilizou a luz vis\u00edvel, e especificamente o piscar da estrela companheira do bin\u00e1rio, para detetar ZTF J1406+1222.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este sistema \u00e9 realmente \u00fanico at\u00e9 no que toca \u00e0s vi\u00favas negras, porque encontr\u00e1mo-lo no vis\u00edvel, e devido \u00e0 sua ampla companheira e ao facto de ter vindo do Centro Gal\u00e1ctico,&#8221; explica Burdge. &#8220;Ainda h\u00e1 muito que n\u00e3o compreendemos sobre ele. Mas temos uma nova forma de procurar estes sistemas no c\u00e9u.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os coautores do estudo s\u00e3o colaboradores de m\u00faltiplas institui\u00e7\u00f5es, incluindo a Universidade de Warwick, do Caltech, da Universidade de Washington, da Universidade McGill e da Universidade de Maryland.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dia e noite<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os bin\u00e1rios de vi\u00favas negras s\u00e3o alimentados por pulsares &#8211; estrelas de neutr\u00f5es de rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida que s\u00e3o os n\u00facleos colapsados de estrelas massivas. Os pulsares t\u00eam um per\u00edodo de rota\u00e7\u00e3o vertiginoso, girando a cada poucos milissegundos e emitindo no processo flashes de raios-gama e raios-X altamente energ\u00e9ticos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Normalmente, os pulsares diminuem a sua rota\u00e7\u00e3o e morrem relativamente depressa \u00e0 medida que queimam uma enorme quantidade de energia. Mas de vez em quando, uma estrela passageira pode dar uma nova vida ao pulsar. Quando uma estrela se aproxima, a gravidade do pulsar retira material da estrela, o que fornece nova energia \u00e0 sua rota\u00e7\u00e3o. O pulsar &#8220;reciclado&#8221; come\u00e7a ent\u00e3o a reirradiar energia que retira ainda mais material \u00e0 estrela, eventualmente destruindo-a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes sistemas s\u00e3o chamados de vi\u00favas negras devido \u00e0 forma como o pulsar consome o objeto que a reciclou, tal como a aranha come o seu companheiro,&#8221; diz Burdge.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos os bin\u00e1rios de vi\u00favas negras at\u00e9 \u00e0 data foram detetados atrav\u00e9s dos flashes de raios-gama e raios-X do pulsar. ZTF J1406+1222 foi o primeiro sistema do g\u00e9nero a ser detetado gra\u00e7as ao flash \u00f3tico da estrela companheira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao que parece, o lado diurno da estrela companheira &#8211; o lado perpetuamente virado para o pulsar &#8211; pode ser muitas vezes mais quente do que o seu lado noturno, devido \u00e0 constante radia\u00e7\u00e3o altamente energ\u00e9tica que recebe do pulsar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensei, em vez de procurar diretamente o pulsar, tentar procurar a estrela que este est\u00e1 a &#8216;cozinhar&#8217;,&#8221; salientou Burdge.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele argumentou que se os astr\u00f3nomos observassem uma estrela cujo brilho mudava periodicamente em grande quantidade, isso seria um sinal forte de que estava num bin\u00e1rio com um pulsar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Movimento estelar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para testar esta teoria, Burdge e colegas examinaram dados \u00f3ticos obtidos pelo ZTF (Zwicky Transient Facility), um observat\u00f3rio no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia que recolhe imagens de campo amplo do c\u00e9u noturno. A equipa estudou o brilho das estrelas para ver se alguma estava a mudar dramaticamente por um factor de 10 ou mais, numa escala de tempo de cerca de uma hora ou menos &#8211; sinais que indicam a presen\u00e7a de um pulsar em \u00f3rbita \u00edntima.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa foi capaz de discernir a d\u00fazia de bin\u00e1rios de vi\u00favas negras conhecidos, validando a precis\u00e3o do novo m\u00e9todo. Depois avistaram uma estrela cujo brilho mudava por um factor de 13, a cada 62 minutos, indicando que fazia provavelmente parte de um novo bin\u00e1rio vi\u00fava negra, que rotularam de ZTF J1406+1222.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Procuraram a estrela em observa\u00e7\u00f5es feitas pelo Gaia, um telesc\u00f3pio espacial operado pela ESA que mant\u00e9m medi\u00e7\u00f5es precisas da posi\u00e7\u00e3o e movimento das estrelas no c\u00e9u. Analisando medi\u00e7\u00f5es da estrela para tr\u00e1s no tempo, gra\u00e7as aos dados do SDSS (Sloan Digital Sky Survey), a equipa descobriu que o bin\u00e1rio estava a ser seguido por outra estrela distante. A julgar pelos seus c\u00e1lculos, esta terceira estrela parecia estar a orbitar o bin\u00e1rio interior a cada 10.000 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Curiosamente, os astr\u00f3nomos n\u00e3o detetaram diretamente emiss\u00f5es de raios-gama ou raios-X do pulsar no bin\u00e1rio, que \u00e9 a forma t\u00edpica de confirma\u00e7\u00e3o das vi\u00favas negras. ZTF J1406+1222, portanto, \u00e9 considerado um candidato a bin\u00e1rio vi\u00fava negra, que a equipa espera confirmar com futuras observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A \u00fanica coisa que sabemos ao certo \u00e9 que vemos uma estrela com um lado diurno muito mais quente do que o lado noturno, orbitando algo a cada 62 minutos,&#8221; acrescenta Burdge. &#8220;Tudo parece apontar para o facto de ser um bin\u00e1rio vi\u00fava negra. Mas h\u00e1 aqui algumas coisas estranhas, por isso \u00e9 poss\u00edvel que seja algo inteiramente novo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa planeia continuar a observar o novo sistema, bem como a aplicar a t\u00e9cnica \u00f3tica para iluminar mais estrelas de neutr\u00f5es e vi\u00favas negras no c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"&#039;Black Widow&#039; Pulsar Animation\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-SoZ1xvCpMw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2022\/black-widow-binary-orbit-0504\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.caltech.edu\/about\/news\/black-widow-star-devours-its-rapidly-circling-companion\" target=\"_blank\">\/\/ Caltech (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.washington.edu\/news\/2022\/05\/04\/black-widow-binary\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Washington (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.iac.es\/index.php\/en\/outreach\/news\/astronomers-discover-black-widow-binary-star-system-shortest-orbital-period-known\" target=\"_blank\">\/\/ IAC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-022-04551-1\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/black-widow-pulsar-eats-companion-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/05\/220504110446.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-05-astronomers-rare-black-widow-binary.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.inverse.com\/science\/weird-black-widow-pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inverse<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/extreme-black-widow-pulsar-detected-just-3-000-light-years-away\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pulsares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ZTF:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ipac.caltech.edu\/project\/ztf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Zwicky_Transient_Facility\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/early-data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EDR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SDSS:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.sdss.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sloan_Digital_Sky_Survey\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O clar\u00e3o de uma estrela pr\u00f3xima atraiu os astr\u00f3nomos do MIT (Massachusetts Institute of Technology) para um novo e misterioso sistema a 3000 anos-luz da Terra. 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