{"id":5045,"date":"2022-04-29T06:21:43","date_gmt":"2022-04-29T05:21:43","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5045"},"modified":"2022-04-29T06:21:44","modified_gmt":"2022-04-29T05:21:44","slug":"observacoes-do-hubble-utilizadas-para-responder-a-perguntas-chave-sobre-exoplanetas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/04\/29\/observacoes-do-hubble-utilizadas-para-responder-a-perguntas-chave-sobre-exoplanetas\/","title":{"rendered":"Observa\u00e7\u00f5es do Hubble utilizadas para responder a perguntas-chave sobre exoplanetas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observa\u00e7\u00f5es de arquivo de 25 J\u00fapiteres quentes, pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, foram analisadas por uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, permitindo-lhes responder a cinco quest\u00f5es em aberto importantes para a nossa compreens\u00e3o das atmosferas exoplanet\u00e1rias. Entre outros achados, a equipa descobriu que a presen\u00e7a de \u00f3xidos e hidretos met\u00e1licos nas atmosferas exoplanet\u00e1rias mais quentes estava claramente correlacionada com o facto de as atmosferas estarem termicamente invertidas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2206a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"522\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/uyYEKGL8_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5046\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/uyYEKGL8_o.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/uyYEKGL8_o-300x224.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Observa\u00e7\u00f5es de arquivo de 25 J\u00fapiteres quentes pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA foram analisadas por uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, permitindo-lhes responder a cinco quest\u00f5es em aberto importantes para a nossa compreens\u00e3o das atmosferas exoplanet\u00e1rias. Entre outros achados, a equipa descobriu que a presen\u00e7a de \u00f3xidos e hidretos met\u00e1licos nas atmosferas exoplanet\u00e1rias mais quentes estava claramente correlacionada com o facto de as atmosferas estarem termicamente invertidas.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, N. Bartmann<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O campo da ci\u00eancia exoplanet\u00e1ria h\u00e1 muito que mudou o seu foco de apenas dete\u00e7\u00e3o para a caracteriza\u00e7\u00e3o, embora esta caracteriza\u00e7\u00e3o continue a ser extremamente desafiante. At\u00e9 agora, a maior parte da investiga\u00e7\u00e3o sobre a caracteriza\u00e7\u00e3o tem sido direcionada para a modelagem, ou estudos centrados num ou em alguns exoplanetas. Este novo trabalho, liderado por investigadores da UCL (University College London), utilizou a maior quantidade de dados de arquivo alguma vez examinados num \u00fanico levantamento de atmosferas exoplanet\u00e1rias para analisar as atmosferas de 25 exoplanetas. A maioria dos dados prov\u00e9m de observa\u00e7\u00f5es feitas com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA. O autor principal, Quentin Changeat, explica: &#8220;O Hubble permitiu a caracteriza\u00e7\u00e3o aprofundada de 25 exoplanetas e a quantidade de informa\u00e7\u00e3o que aprendemos sobre a sua qu\u00edmica e forma\u00e7\u00e3o &#8211; gra\u00e7as a uma d\u00e9cada de intensas campanhas de observa\u00e7\u00e3o &#8211; \u00e9 incr\u00edvel.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa cient\u00edfica procurou encontrar respostas a cinco quest\u00f5es em aberto sobre atmosferas exoplanet\u00e1rias &#8211; um objetivo ambicioso que conseguiram alcan\u00e7ar. As suas perguntas estudaram o que o H- (o H- \u00e9 um i\u00e3o negativo de hidrog\u00e9nio que foi formado pela dissocia\u00e7\u00e3o de uma mol\u00e9cula como o H2 (hidrog\u00e9nio) ou H2O (\u00e1gua). Estas mol\u00e9culas separam-se a temperaturas muito elevadas, a mais de 2227\u00ba C) e certos metais nos podem dizer sobre a qu\u00edmica e circula\u00e7\u00e3o das atmosferas exoplanet\u00e1rias e sobre a forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. Escolheram investigar uma vasta gama de J\u00fapiteres quentes, com a inten\u00e7\u00e3o de identificar tend\u00eancias dentro da sua popula\u00e7\u00e3o de amostras que possam fornecer uma vis\u00e3o mais geral das atmosferas exoplanet\u00e1rias. O col\u00edder do estudo, Billy Edwards da UCL e do CEA (Commissariat \u00e0 l&#8217;\u00e9nergie atomique et aux \u00e9nergies alternatives) disse: &#8220;O nosso estudo marca um ponto de viragem para o campo: estamos agora a passar da caracteriza\u00e7\u00e3o de atmosferas exoplanet\u00e1rias individuais para a caracteriza\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A fim de investigar a sua amostra de 25 exoplanetas, a equipa reanalisou uma enorme quantidade de dados de arquivo, consistindo em 600 horas de observa\u00e7\u00f5es do Hubble, que complementaram com mais de 400 horas de observa\u00e7\u00f5es pelo Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer. Os seus dados continham eclipses para todos os 25 exoplanetas e tr\u00e2nsitos para 17 deles. Um eclipse ocorre quando um exoplaneta passa atr\u00e1s da sua estrela do ponto de vista da Terra, e um tr\u00e2nsito ocorre quando um planeta passa em frente da sua estrela. Tanto os dados dos eclipses como os dados dos tr\u00e2nsitos podem fornecer informa\u00e7\u00f5es cruciais sobre a atmosfera de um exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubble Helps Answer Key Exoplanet Questions\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AQZbnqze8Go?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento em grande escala produziu resultados, com a equipa capaz de identificar algumas tend\u00eancias e correla\u00e7\u00f5es claras entre as composi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas e o comportamento observado. Algumas das suas principais descobertas relacionavam-se com a presen\u00e7a ou aus\u00eancia de invers\u00f5es t\u00e9rmicas (uma invers\u00e3o t\u00e9rmica \u00e9 um fen\u00f3meno natural onde a atmosfera de um planeta ou exoplaneta n\u00e3o arrefece de forma est\u00e1vel com o aumento da altitude, mas em vez disso inverte do arrefecimento para o aquecimento a uma altitude mais elevada. Pensa-se que as invers\u00f5es t\u00e9rmicas ocorrem devido \u00e0 presen\u00e7a de certas esp\u00e9cies met\u00e1licas na atmosfera. Por exemplo, a atmosfera da Terra tem uma invers\u00e3o atmosf\u00e9rica que se deve \u00e0 presen\u00e7a do ozono (O3)) nas atmosferas da sua amostra de exoplanetas. Constataram que quase todos os exoplanetas com atmosfera termicamente invertida eram extremamente quentes, com temperaturas superiores a 2000 Kelvin. \u00c9 importante notar que isto \u00e9 suficientemente quente para que as esp\u00e9cies met\u00e1licas TiO (\u00f3xido de tit\u00e2nio), VO (\u00f3xido de van\u00e1dio) e FeH (hidreto de ferro) sejam est\u00e1veis numa atmosfera. Dos exoplanetas com invers\u00f5es t\u00e9rmicas, verificou-se que quase todos tinham H-, TiO, VO ou FeH nas suas atmosferas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 sempre um desafio tirar infer\u00eancias de tais resultados, porque a correla\u00e7\u00e3o n\u00e3o implica necessariamente causalidade. No entanto, a equipa foi capaz de propor um argumento convincente para que a presen\u00e7a de H-, TiO, VO ou FeH pudesse levar a uma invers\u00e3o t\u00e9rmica &#8211; nomeadamente que todas estas esp\u00e9cies met\u00e1licas absorvem muito eficazmente a luz estelar. Pode ser que as atmosferas exoplanet\u00e1rias suficientemente quentes para sustentar estes elementos tendam a ser termicamente invertidas, pois absorvem tanta luz estelar que as suas atmosferas superiores aquecem ainda mais. Por outro lado, a equipa tamb\u00e9m descobriu que os J\u00fapiteres quentes mais frios (com temperaturas inferiores a 2000 K e, portanto, sem H-, TiO, VO ou FeH nas suas atmosferas) quase nunca tiveram atmosferas termicamente invertidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um aspeto significativo desta investiga\u00e7\u00e3o foi que a equipa conseguiu utilizar uma grande amostra de exoplanetas e uma quantidade extremamente grande de dados para determinar tend\u00eancias, que podem ser utilizadas para prever o comportamento noutros exoplanetas. Isto \u00e9 extremamente \u00fatil, porque proporciona uma vis\u00e3o de como os planetas se podem formar e tamb\u00e9m porque permite que outros astr\u00f3nomos planeiem mais eficazmente observa\u00e7\u00f5es futuras. Inversamente, se um artigo cient\u00edfico se debru\u00e7ar num \u00fanico exoplaneta em grande detalhe, embora isso seja valioso, \u00e9 muito mais dif\u00edcil extrapolar tend\u00eancias a partir dele. Uma melhor compreens\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es de exoplanetas poderia tamb\u00e9m aproximar-nos da resolu\u00e7\u00e3o de mist\u00e9rios em aberto sobre o nosso pr\u00f3prio Sistema Solar. Changeat acrescenta: &#8220;Muitas quest\u00f5es como as origens da \u00e1gua na Terra, a forma\u00e7\u00e3o da Lua e as diferentes hist\u00f3rias evolutivas da Terra e de Marte, ainda est\u00e3o por resolver apesar da nossa capacidade em obter medi\u00e7\u00f5es in-situ. Grandes estudos populacionais de exoplanetas, como o que aqui apresentamos, visam a compreens\u00e3o desses processos gerais.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubblecast 121: What can we learn from exoplanet transits?\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/F0HORoRHz-4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/ESA_Multimedia\/Images\/2022\/04\/Hubble_observations_used_to_answer_key_exoplanet_questions\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2206\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ucl.ac.uk\/news\/2022\/apr\/mysteries-gas-giants-known-hot-jupiters-unravelled\" target=\"_blank\">\/\/ UCL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nao.ac.jp\/en\/news\/science\/2022\/20220426-dos.html\" target=\"_blank\">\/\/ NAOJ (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/blogs.nvidia.com\/blog\/2022\/04\/25\/exoplanet-hpc-researchers\/\" target=\"_blank\">\/\/ NVIDIA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4365\/ac5cc2\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Supplement Series)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2204.11729\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>J\u00fapiter quente:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hot_Jupiter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Cient\u00edfico Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Observa\u00e7\u00f5es de arquivo de 25 J\u00fapiteres quentes, 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