{"id":5004,"date":"2022-04-12T06:21:19","date_gmt":"2022-04-12T05:21:19","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=5004"},"modified":"2022-04-12T06:24:58","modified_gmt":"2022-04-12T05:24:58","slug":"os-cientistas-avistaram-a-galaxia-mais-distante-de-sempre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/04\/12\/os-cientistas-avistaram-a-galaxia-mais-distante-de-sempre\/","title":{"rendered":"Os cientistas avistaram a gal\u00e1xia mais distante de sempre"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, incluindo investigadores do Centro para Astrof\u00edsica |Harvard &amp; Smithsonian, avistou o objeto astron\u00f3mico mais distante de sempre: uma gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Chamada HD1, a candidata a gal\u00e1xia est\u00e1 a cerca de 13,5 mil milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia e foi descrita na revista The Astrophysical Journal. Num artigo de acompanhamento publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, os cientistas come\u00e7aram a especular exatamente o que \u00e9 esta gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/fig_threecolor_v2-scaled.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"398\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/fig_threecolor_v2-700x398-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5005\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/fig_threecolor_v2-700x398-1.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/fig_threecolor_v2-700x398-1-300x171.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Imagem a tr\u00eas cores de HD1, candidata \u00e0 gal\u00e1xia mais distante at\u00e9 \u00e0 data, criada utilizando dados do telesc\u00f3pio VISTA. O objeto vermelho no centro da inser\u00e7\u00e3o \u00e9 HD1.<br>Cr\u00e9dito: Harikane et al.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa prop\u00f5e duas ideias: HD1 pode estar a formar estrelas a um ritmo espantoso e possivelmente at\u00e9 \u00e9 o lar de estrelas de Popula\u00e7\u00e3o III, as primeiras estrelas do Universo &#8211; que, at\u00e9 agora, nunca foram observadas. Alternativamente, HD1 pode conter um buraco negro supermassivo com cerca de 100 milh\u00f5es de vezes a massa do nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Responder a perguntas sobre a natureza de uma fonte t\u00e3o distante pode ser um desafio,&#8221; diz Fabio Pacucci, autor principal do estudo publicado na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, coautor do artigo de descoberta e astr\u00f3nomo no Centro para Astrof\u00edsica. &#8220;\u00c9 como adivinhar a nacionalidade de um navio a partir da bandeira que exibe, enquanto est\u00e1 longe da costa, com o navio no meio de um vendaval e de um nevoeiro denso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez se possa ver algumas cores e formas na bandeira, mas n\u00e3o na sua totalidade. \u00c9, em \u00faltima an\u00e1lise, um longo jogo de an\u00e1lise e exclus\u00e3o de cen\u00e1rios implaus\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">HD1 \u00e9 extremamente brilhante no ultravioleta. Para explicar isto, &#8220;alguns processos energ\u00e9ticos est\u00e3o a ocorrer ali ou, melhor ainda, ocorreram h\u00e1 alguns milhares de milh\u00f5es de anos,&#8221; diz Pacucci.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao in\u00edcio, os investigadores assumiram que HD1 era uma t\u00edpica gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221;, uma gal\u00e1xia que cria estrelas a um ritmo elevado. Mas depois de calcular quantas estrelas HD1 estava a produzir, obtiveram &#8220;um ritmo incr\u00edvel &#8211; HD1 estaria a formar mais de 100 estrelas por ano. Isto \u00e9 pelo menos 10 vezes mais do que o que esperamos para estas gal\u00e1xias.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi a\u00ed que a equipa come\u00e7ou a suspeitar que HD1 poderia n\u00e3o estar a formar estrelas normais e quotidianas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A primeira popula\u00e7\u00e3o de estrelas que se formaram no Universo eram mais massivas, mais luminosas e mais quentes do que as estrelas modernas,&#8221; diz Pacucci. &#8220;Se assumirmos que as estrelas produzidas em HD1 s\u00e3o estas primeiras, ou de Popula\u00e7\u00e3o III, ent\u00e3o as suas propriedades poderiam ser explicadas mais facilmente. De facto, as estrelas de Popula\u00e7\u00e3o III s\u00e3o capazes de produzir mais luz UV do que estrelas normais, o que poderia clarificar a luminosidade ultravioleta extrema de HD1.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, um buraco negro supermassivo poderia tamb\u00e9m explicar a luminosidade extrema de HD1. Ao engolir enormes quantidades de g\u00e1s, podem ser emitidos fot\u00f5es altamente energ\u00e9ticos pela regi\u00e3o em redor do buraco negro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se for esse o caso, seria de longe o mais antigo buraco negro supermassivo conhecido, observado muito mais pr\u00f3ximo, no tempo, do Big Bang em compara\u00e7\u00e3o com o atual detentor do recorde.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;HD1 representaria um &#8216;beb\u00e9 gigante na sala de parto&#8217; do Universo primitivo,&#8221; diz Avi Loeb, astr\u00f3nomo do Centro para Astrof\u00edsica e coautor do estudo publicado na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. &#8220;Quebra o desvio para o vermelho mais alto de que h\u00e1 registo por quase um factor de dois, um feito not\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/imgEN-scaled.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/imgEN-700x350.jpeg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Os primeiros candidatos gal\u00e1cticos e a hist\u00f3ria do Universo.<br>Cr\u00e9dito: Harikane et al., NASA, ESA, e P. Oesch (Universidade de Yale)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">HD1 foi descoberta ap\u00f3s mais de 1200 horas de tempo de observa\u00e7\u00e3o com o Telesc\u00f3pio Subaru, o Telesc\u00f3pio VISTA, o UKIRT (United Kingdom Infrared Telescope) e com o Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi muito dif\u00edcil encontrar HD1 por entre mais de 700.000 objetos,&#8221; diz Yuichi Harikane, astr\u00f3nomo da Universidade de T\u00f3quio, que descobriu a gal\u00e1xia. &#8220;A cor vermelha de HD1 correspondia \u00e0s caracter\u00edsticas esperadas de uma gal\u00e1xia a 13,5 mil milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia surpreendentemente bem, dando-me alguns arrepios quando a encontrei.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa realizou ent\u00e3o observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento utilizando o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) para confirmar a dist\u00e2ncia, que \u00e9 100 milh\u00f5es de anos-luz mais do que GN-z11, a atual detentora do recorde para gal\u00e1xia mais distante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o voltar\u00e1 em breve a observar HD1 para verificar a sua dist\u00e2ncia da Terra. Se os c\u00e1lculos iniciais se revelarem corretos, HD1 ser\u00e1 a gal\u00e1xia mais distante &#8211; e mais antiga &#8211; alguma vez registada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As mesmas observa\u00e7\u00f5es permitir\u00e3o \u00e0 equipa aprofundar a identidade de HD1 e confirmar se uma das suas teorias est\u00e1 correta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Formando-se algumas centenas de milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, um buraco negro em HD1 deve ter surgido de uma semente massiva a um ritmo sem precedentes,&#8221; diz Loeb. &#8220;Mais uma vez, a natureza parece ser mais imaginativa do que n\u00f3s somos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/scientists-have-spotted-farthest-galaxy-ever\" target=\"_blank\">\/\/ Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-releases\/astronomers-detect-most-distant-galaxy-candidate-yet\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.harvard.edu\/gazette\/story\/2022\/04\/scientist-have-spotted-farthest-galaxy-on-record\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Harvard (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2112.09141\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2201.00823\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomy.com\/news\/2022\/04\/researchers-discover-the-most-distant-galaxy-yet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/are-these-the-most-distant-galaxies-yet-seen\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2315330-astronomers-have-found-what-may-be-the-most-distant-galaxy-ever-seen\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/04\/220407101043.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-04-scientists-farthest-galaxy.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2022\/04\/07\/meet-hd1-the-new-most-distant-galaxy-found-135-billion-years-back-in-time-and-close-to-the-big-bang\/?sh=6fdbc7fa34f8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/newsround\/61035215\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC<\/a><br><a href=\"https:\/\/expresso.pt\/sociedade\/2022-04-07-Astronomos-detetam-galaxia-mais-distante-da-Terra-a-135-mil-milhoes-de-anos-luz-28d68e7c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Expresso<\/a><br><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/astronomos-detetam-a-galaxia-mais-distante-de-nos-a-135-mil-milhoes-de-anos-luz-da-terra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIC Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/cnnportugal.iol.pt\/astronomia\/chile\/astronomos-detetam-a-galaxia-mais-distante-a-13-5-mil-milhoes-de-anos-luz-da-terra\/20220407\/624e87ba0cf21847f0b5e397\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN Portugal<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/noticias\/ciencia\/artigos\/hd-1-a-galaxia-mais-distante-alguma-vez-encontrada-esta-envolta-em-misterio\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/galaxia-distante-terra-estrelas-antigas-472369\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HD1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/HD1_(galaxy)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de Popula\u00e7\u00e3o III:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_population#Population_III_stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Subaru:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.naoj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NAOJ<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Subaru_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio VISTA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/surveytelescopes\/vista\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/VISTA_(telescope)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>UKIRT (United Kingdom Infrared Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/about.ifa.hawaii.edu\/ukirt\/about-us\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/United_Kingdom_Infrared_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Cient\u00edfico Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/webbLaunch\/whereIsWebb.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Onde est\u00e1 o Webb? (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, incluindo investigadores do Centro para Astrof\u00edsica |Harvard &amp; Smithsonian, avistou o objeto astron\u00f3mico mais distante de sempre: uma gal\u00e1xia. Chamada HD1, a candidata a gal\u00e1xia est\u00e1 a cerca de 13,5 mil milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia e foi descrita na revista The Astrophysical Journal. 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