{"id":4994,"date":"2022-04-08T06:29:18","date_gmt":"2022-04-08T05:29:18","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4994"},"modified":"2022-04-08T06:29:19","modified_gmt":"2022-04-08T05:29:19","slug":"hubble-descobre-um-planeta-a-formar-se-de-uma-maneira-nao-convencional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/04\/08\/hubble-descobre-um-planeta-a-formar-se-de-uma-maneira-nao-convencional\/","title":{"rendered":"Hubble descobre um planeta a formar-se de uma maneira n\u00e3o convencional"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA fotografou diretamente evid\u00eancias da forma\u00e7\u00e3o de um protoplaneta do tipo J\u00fapiter atrav\u00e9s do que os investigadores descrevem como um &#8220;processo intenso e violento&#8221;. Esta descoberta apoia uma teoria h\u00e1 muito debatida de como planetas como J\u00fapiter se formam, chamada &#8220;instabilidade do disco&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo mundo em constru\u00e7\u00e3o est\u00e1 embebido num disco protoplanet\u00e1rio de g\u00e1s e poeira com uma estrutura espiral distinta que gira em torno de uma jovem estrela que se estima ter cerca de 2 milh\u00f5es de anos. Trata-se da idade do nosso Sistema Solar quando a forma\u00e7\u00e3o dos planetas estava em curso (a idade do Sistema Solar \u00e9 atualmente de 4,6 mil milh\u00f5es de anos).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/e8R1jsGj_o-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/e8R1jsGj_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4995\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/e8R1jsGj_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/e8R1jsGj_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/e8R1jsGj_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/e8R1jsGj_o-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/e8R1jsGj_o-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de Aurigae b, um gigante gasoso com uma massa estimada em nove vezes a de J\u00fapiter e a mais de duas vezes a dist\u00e2ncia correspondente \u00e0 que separa Plut\u00e3o do Sol.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A natureza \u00e9 inteligente: pode produzir planetas e v\u00e1rias formas diferentes,&#8221; disse Thayne Currie do Telesc\u00f3pio Subaru e da Eureka Scientific, investigador l\u00edder no estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos os planetas s\u00e3o feitos de material com origem num disco circunstelar. A teoria dominante para a forma\u00e7\u00e3o de um planeta joviano \u00e9 chamada de &#8220;acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo&#8221;, uma abordagem de baixo para cima onde os planetas incorporados no disco crescem a partir de pequenos objetos &#8211; com tamanhos que v\u00e3o desde gr\u00e3os de poeira a rochas &#8211; colidindo e aglutinando-se \u00e0 medida que orbitam uma estrela. Em contraste, a abordagem de instabilidade do disco \u00e9 um modelo de cima para baixo onde, \u00e0 medida que um disco massivo em torno de uma estrela arrefece, a gravidade faz com que o disco se desfa\u00e7a rapidamente num ou mais fragmentos de massa planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta recentemente formado, chamado AB Aurigae b, \u00e9 provavelmente cerca de nove vezes mais massivo do que J\u00fapiter e orbita a sua estrela hospedeira a uma dist\u00e2ncia incr\u00edvel de quase 14 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros &#8211; mais de duas vezes a dist\u00e2ncia que separa Plut\u00e3o do Sol. A essa dist\u00e2ncia, levaria muito tempo, se \u00e9 que alguma vez, para que um planeta do tamanho de J\u00fapiter se formasse por acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo. Isto leva os investigadores a concluir que a instabilidade do disco permitiu que este planeta se formasse a uma dist\u00e2ncia t\u00e3o grande. E est\u00e1 num contraste impressionante com as expetativas de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria pelo modelo amplamente aceite de acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nova an\u00e1lise combina dados de dois instrumentos do Hubble: o STIS (Space Telescope Imaging Spectrograph) e o NICMOS (Near Infrared Camera and Multi-Object Spectrograph). Estes dados foram comparados com os de um instrumento de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o chamado SCExAO (Subaru Coronagraphic Extreme-AO) acoplado ao Telesc\u00f3pio Subaru de 8,2 metros do Jap\u00e3o, localizado no cume do Mauna Kea, Hawaii. A riqueza dos dados dos telesc\u00f3pios espaciais e terrestres revelou-se cr\u00edtica, porque \u00e9 muito dif\u00edcil distinguir entre planetas infantis e caracter\u00edsticas complexas de disco n\u00e3o relacionadas com os planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A interpreta\u00e7\u00e3o deste sistema \u00e9 extremamente desafiante,&#8221; disse Currie. &#8220;Esta \u00e9 uma das raz\u00f5es porque precis\u00e1vamos do Hubble para este projeto &#8211; uma imagem limpa para melhor separar a lua do disco e de qualquer planeta.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pr\u00f3pria natureza tamb\u00e9m deu uma ajuda: o vasto disco de poeira e g\u00e1s que gira em torno da estrela AB Aurigae est\u00e1 inclinado para quase de face, da perspetiva da Terra.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/hubble_ab_aurigae_b_protoplanet_image.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/8e\/9b\/rFe3HnRj_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Os investigadores foram capazes de fotografar diretamente o rec\u00e9m-formado exoplaneta AB Aurigae b ao longo de um per\u00edodo de 13 anos, utilizando o STIS e o NICMOS do Hubble. No canto superior direito, a imagem NICMOS pelo Hubble capturada em 2007 mostra AB Aurigae b numa posi\u00e7\u00e3o sul em compara\u00e7\u00e3o com a sua estrela hospedeira, que \u00e9 coberta pelo coron\u00e1grafo do instrumento. A imagem capturada em 2021 pelo STIS mostra que o protoplaneta se deslocou no sentido anti-hor\u00e1rio ao longo do tempo.<br>Cr\u00e9dito: ci\u00eancia &#8211; NASA, ESA, Thayne Currie (Telesc\u00f3pio Subaru , Eureka Scientific Inc.); processamento de imagem &#8211; Thayne Currie (Telesc\u00f3pio Subaru, Eureka Scientific Inc.), Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Currie salientou que a longevidade do Hubble desempenhou um papel particular ao ajudar os investigadores a medir a \u00f3rbita do protoplaneta. Ele estava originalmente muito c\u00e9tico quando ao facto de AB Aurigae b ser um planeta. Os dados de arquivo do Hubble, combinados com as imagens pelo Subaru, provaram ser um ponto de viragem na mudan\u00e7a de opini\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o conseguimos detetar este movimento na ordem de um ou dois anos,&#8221; disse Currie. &#8220;O Hubble forneceu uma base temporal, combinada com os dados do Subaru, de 13 anos, que foi suficiente para poder detetar o movimento orbital.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este resultado alavanca as observa\u00e7\u00f5es terrestres e espaciais e podemos voltar atr\u00e1s no tempo com as observa\u00e7\u00f5es do arquivo Hubble,&#8221; acrescentou Olivier Guyon da Universidade do Arizona, em Tucson, e do Telesc\u00f3pio Subaru no Hawaii. &#8220;AB Aurigae b foi agora analisado em v\u00e1rios comprimentos de onda e surgiu uma imagem consistente &#8211; uma imagem muito s\u00f3lida.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados da equipa foram publicados na edi\u00e7\u00e3o de 4 de abril da revista Nature Astronomy.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta nova descoberta \u00e9 uma forte evid\u00eancia de que alguns planetas gigantes podem formar-se pelo mecanismo de instabilidade do disco,&#8221; sublinhou Alan Boss do Instituto Carnegie para Ci\u00eancia em Washington, D.C. &#8220;No final, a gravidade \u00e9 tudo o que conta, uma vez que os remanescentes do processo de forma\u00e7\u00e3o estelar acabar\u00e3o por ser puxados juntos pela gravidade para formar planetas, de uma forma ou de outra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Compreender os primeiros dias da forma\u00e7\u00e3o de planetas semelhantes a J\u00fapiter proporciona aos astr\u00f3nomos mais contexto na hist\u00f3ria do nosso pr\u00f3prio Sistema Solar. Esta descoberta abre caminhos para futuros estudos da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de discos protoplanet\u00e1rios como AB Aurigae, incluindo com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2022\/hubble-finds-a-planet-forming-in-an-unconventional-way\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2022\/news-2022-016.html\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/subarutelescope.org\/en\/results\/2022\/04\/04\/3039.html\" target=\"_blank\">\/\/ Telesc\u00f3pio Subaru (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.arizona.edu\/story\/astronomers-glimpse-giant-planet-its-infancy\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nao.ac.jp\/en\/news\/science\/2022\/20220405-subaru.html\" target=\"_blank\">\/\/ NAOJ (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.s.u-tokyo.ac.jp\/en\/press\/2022\/7827\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade T\u00f3quio (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-022-01634-x\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2204.00633\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/jupiter-size-exoplanet-caught-act-being-born\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/hubble-jovian-planetary-formation-disk-instability\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/155300\/hubble-has-been-watching-this-planet-form-for-13-years\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/youngest-protoplanet-images-formation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/exoplanets\/hubble-finds-a-planet-forming-in-an-unconventional-way.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2314719-exoplanet-sighting-shows-how-gas-giants-can-form-far-from-their-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/04\/220404120448.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-04-prenatal-protoplanet-upends-planet-formation.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/astronomers-have-seen-a-jupiter-like-exoplanet-forming-in-a-very-strange-way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Science_News\/2022\/04\/04\/Hubble-telescope-gas-giant-planet-forming-unexpected-way\/5771649110022\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/lifestyle\/science\/gigantic-jupiter-like-alien-planet-observed-still-in-womb-2022-04-04\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/newsround\/60996529\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2022\/04\/05\/descoberto-planeta-gigante-gasoso-ainda-no-utero-mas-ja-com-massa-nove-vezes-superior-a-de-jupiter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>AB Aurigae:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/AB_Aurigae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Subaru:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.naoj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NAOJ<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Subaru_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA fotografou diretamente evid\u00eancias da forma\u00e7\u00e3o de um protoplaneta do tipo J\u00fapiter atrav\u00e9s do que os investigadores descrevem como um &#8220;processo intenso e violento&#8221;. Esta descoberta apoia uma teoria h\u00e1 muito debatida de como planetas como J\u00fapiter se formam, chamada &#8220;instabilidade do disco&#8221;. O novo mundo em constru\u00e7\u00e3o est\u00e1 embebido &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4995,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,72,16,1],"tags":[784,306,150,384],"class_list":["post-4994","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-ab-aurigae","tag-disco-protoplanetario","tag-hubble","tag-telescopio-subaru"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4994","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4994"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4994\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4996,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4994\/revisions\/4996"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4995"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4994"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4994"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4994"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}