{"id":4954,"date":"2022-03-25T07:20:37","date_gmt":"2022-03-25T06:20:37","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4954"},"modified":"2022-03-25T07:20:37","modified_gmt":"2022-03-25T06:20:37","slug":"marco-cientifico-nasa-confirma-5000-exoplanetas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/03\/25\/marco-cientifico-nasa-confirma-5000-exoplanetas\/","title":{"rendered":"Marco cient\u00edfico: NASA confirma 5000 exoplanetas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o h\u00e1 muito tempo, viv\u00edamos num Universo com apenas um pequeno n\u00famero de planetas conhecidos, todos eles em \u00f3rbita do nosso Sol. Mas uma nova fornada de descobertas assinala um marco cient\u00edfico: foram agora confirmados, no total, mais de 5000 planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/1-5000-exoplanets-1041.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/uiUuYa9E_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4955\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/uiUuYa9E_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/uiUuYa9E_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/uiUuYa9E_o-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Qual \u00e9 o aspeto dos planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar? A imagem mostra uma variedade de possibilidades. Os cientistas descobriram os primeiros exoplanetas nos anos 90. A partir de 2022, a contagem \u00e9 de pouco mais de 5000 exoplanetas confirmados.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O od\u00f3metro planet\u00e1rio rodou a 21 de mar\u00e7o, com o lote mais recente de 65 exoplanetas &#8211; planetas fora da nossa fam\u00edlia solar imediata &#8211; adicionado ao Arquivo de Exoplanetas da NASA. O arquivo regista as descobertas de exoplanetas que aparecem em artigos cient\u00edficos revistos por pares e que foram confirmados utilizando m\u00faltiplos m\u00e9todos de dete\u00e7\u00e3o ou por t\u00e9cnicas anal\u00edticas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os mais de 5000 planetas encontrados at\u00e9 agora incluem mundos pequenos e rochosos como a Terra, gigantes de g\u00e1s muitas vezes maiores que J\u00fapiter e &#8220;J\u00fapiteres quentes&#8221; em \u00f3rbitas abrasadoramente \u00edntimas em torno das suas estrelas. Existem &#8220;super-Terras&#8221;, que s\u00e3o mundos rochosos maiores do que o nosso, e &#8220;mini-Neptunos&#8221;, vers\u00f5es mais pequenas do que Neptuno do nosso Sistema Solar. Acrescente-se \u00e0 mistura planetas que orbitam duas estrelas ao mesmo tempo e planetas que teimam em orbitar os remanescentes estelares de estrelas moribundas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o \u00e9 apenas um n\u00famero,&#8221; disse Jessie Christiansen, l\u00edder cient\u00edfica do arquivo e cientista de investiga\u00e7\u00e3o do Instituto de Ci\u00eancia Exoplanet\u00e1ria da NASA em Caltech, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. &#8220;Cada um deles \u00e9 um mundo novo, um planeta novinho em folha. Fico entusiasmada com cada um deles porque n\u00e3o sabemos nada sobre eles.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas sabemos isto: a nossa Gal\u00e1xia cont\u00e9m provavelmente centenas de milhares de milh\u00f5es de exoplanetas. A batida constante da descoberta come\u00e7ou em 1992 com estranhos novos mundos em \u00f3rbita de uma estrela ainda mais estranha. Era um tipo de estrela de neutr\u00f5es conhecida como pulsar, um cad\u00e1ver estelar com rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida que pulsa com rajadas de radia\u00e7\u00e3o de milissegundos. A medi\u00e7\u00e3o de ligeiras altera\u00e7\u00f5es no tempo dos pulsos permitiu aos cientistas revelar planetas em \u00f3rbita em torno do pulsar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA confirms 5,000 Planets \u2013 and Counting\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2qDg5uHk-4c?list=PLTiv_XWHnOZrNBx4W9OMDy7SPlPcKWUq_\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta de apenas tr\u00eas planetas em torno desta estrela girat\u00f3ria abriu essencialmente as comportas, disse Alexander Wolszczan, autor principal do artigo que, h\u00e1 30 anos atr\u00e1s, revelou os primeiros planetas a serem confirmados para l\u00e1 do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se conseguimos encontrar planetas em torno de uma estrela de neutr\u00f5es, os planetas t\u00eam que estar basicamente por todo o lado,&#8221; disse Wolszczan. &#8220;O processo de produ\u00e7\u00e3o de planetas tem de ser muito robusto.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wolszczan, que ainda procura exoplanetas como professor na Universidade Estatal da Pensilv\u00e2nia, diz que estamos a abrir uma nova era de descobertas que ir\u00e1 al\u00e9m da simples adi\u00e7\u00e3o de novos planetas \u00e0 lista. O TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite), lan\u00e7ado em 2018, continua a fazer novas descobertas exoplanet\u00e1rias. Mas em breve os poderosos telesc\u00f3pios de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o e os seus instrumentos altamente sens\u00edveis, a come\u00e7ar pelo recentemente lan\u00e7ado Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, ir\u00e3o captar luz das atmosferas dos exoplanetas, lendo quais os gases presentes para potencialmente identificar sinais indicadores de condi\u00e7\u00f5es habit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman, cujo lan\u00e7amento est\u00e1 previsto para 2027, far\u00e1 novas descobertas de exoplanetas utilizando uma variedade de m\u00e9todos. A miss\u00e3o ARIEL (Atmospheric Remote-sensing Infrared Exoplanet Large-survey) da ESA, com lan\u00e7amento previsto para 2029, ir\u00e1 observar as atmosferas de exoplanetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Para mim, \u00e9 inevit\u00e1vel que encontremos algum tipo de vida algures &#8211; muito provavelmente do tipo primitivo&#8221;, disse Wolszczan. A estreita liga\u00e7\u00e3o entre a qu\u00edmica da vida na Terra e a qu\u00edmica encontrada por todo o Universo, bem como a dete\u00e7\u00e3o de mol\u00e9culas org\u00e2nicas disseminadas, sugere que a dete\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria vida \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de tempo, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/e3-exoplanet-infographic-1600.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/bf\/67\/GAgcvQu8_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Os mais de 5000 exoplanetas confirmados na nossa Gal\u00e1xia at\u00e9 agora incluem uma variedade de tipos &#8211; alguns que s\u00e3o semelhantes aos planetas do nosso Sistema Solar, outros muito diferentes. Entre estes encontra-se uma variedade misteriosa conhecida como &#8220;super-Terras&#8221; porque s\u00e3o maiores do que o nosso planeta e possivelmente rochosos.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como encontrar outros mundos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este quadro nem sempre pareceu t\u00e3o promissor. O primeiro planeta detetado em torno de uma estrela parecida com o Sol, em 1995, revelou-se um J\u00fapiter quente: um gigante gasoso com cerca de metade da massa do nosso pr\u00f3prio J\u00fapiter numa \u00f3rbita extremamente \u00edntima, de quatro dias, em torno da sua estrela. Por outras palavras, um ano neste planeta dura apenas quatro dias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim que os astr\u00f3nomos aprenderam a reconhec\u00ea-los, apareceram mais planetas deste tipo nos dados de telesc\u00f3pios terrestres &#8211; primeiro d\u00fazias, depois centenas. Foram encontrados utilizando o m\u00e9todo de &#8220;oscila\u00e7\u00e3o&#8221;: o rastreamento de movimentos ligeiros de uma estrela, provocados pela atra\u00e7\u00e3o gravitacional de planetas em \u00f3rbita. Mas mesmo assim, nada parecia ser habit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta de mundos pequenos e rochosos como o nosso exigiu o pr\u00f3ximo grande salto na tecnologia de ca\u00e7a exoplanet\u00e1ria: o m\u00e9todo de &#8220;tr\u00e2nsito&#8221;. O astr\u00f3nomo William Borucki teve a ideia de fixar detetores de luz extremamente sens\u00edveis a um telesc\u00f3pio, lan\u00e7ando-o depois para o espa\u00e7o. O telesc\u00f3pio olharia durante anos para um campo com mais de 170.000 estrelas, \u00e0 procura de pequenas quedas no brilho das estrelas quando um planeta passava em frente, do ponto de vista do Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa ideia foi concretizada no Telesc\u00f3pio Espacial Kepler.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Borucki, investigador principal da miss\u00e3o Kepler, miss\u00e3o esta agora aposentada, diz que o seu lan\u00e7amento em 2009 abriu uma nova janela sobre o Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tenho uma verdadeira sensa\u00e7\u00e3o de satisfa\u00e7\u00e3o e realmente de admira\u00e7\u00e3o pelo que existe por a\u00ed,&#8221; disse. &#8220;Nenhum de n\u00f3s esperava esta enorme variedade de sistemas planet\u00e1rios e estrelas. \u00c9 realmente espantoso.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"5,000 Exoplanets: Listen to the Sounds of Discovery (NASA Data Sonification)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yv4DbU1CWAY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/cosmic-milestone-nasa-confirms-5000-exoplanets\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RST ([Nancy Grace] Roman Space Telescope, anteriormente WFIRST):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/roman.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nancy_Grace_Roman_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASARoman\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASARoman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/webbLaunch\/whereIsWebb.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Onde est\u00e1 o Webb? (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ARIEL (Atmospheric Remote-sensing Infrared Exoplanet Large-survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/arielmission.space\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/sci.esa.int\/web\/ariel\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ARIEL\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA (p\u00e1gina oficial)<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/kepler\/\">Arquivo de dados do Kepler<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/k2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados da miss\u00e3o K2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o h\u00e1 muito tempo, viv\u00edamos num Universo com apenas um pequeno n\u00famero de planetas conhecidos, todos eles em \u00f3rbita do nosso Sol. 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