{"id":4891,"date":"2022-02-25T07:56:07","date_gmt":"2022-02-25T06:56:07","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4891"},"modified":"2022-02-25T07:56:08","modified_gmt":"2022-02-25T06:56:08","slug":"foi-pela-primeira-vez-revelado-em-detalhe-o-lado-noturno-de-um-jupiter-quente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/02\/25\/foi-pela-primeira-vez-revelado-em-detalhe-o-lado-noturno-de-um-jupiter-quente\/","title":{"rendered":"Foi pela primeira vez revelado em detalhe o lado noturno de um J\u00fapiter quente"},"content":{"rendered":"\n<p>Os astr\u00f3nomos obtiveram a vis\u00e3o mais clara at\u00e9 agora do lado escuro perp\u00e9tuo de um exoplaneta que tem acoplamento de mar\u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua estrela. As suas observa\u00e7\u00f5es, combinadas com medi\u00e7\u00f5es do lado diurno permanente do planeta, proporcionam a primeira vista detalhada da atmosfera global de um exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estamos agora a ir al\u00e9m de obter instant\u00e2neos isolados de regi\u00f5es espec\u00edficas de atmosferas de exoplanetas, para as estudarmos como sistemas 3D que realmente s\u00e3o,&#8221; diz Thomas Mikal-Evans, que liderou o estudo como p\u00f3s-doc no Instituto Kavli para Astrof\u00edsica e Investiga\u00e7\u00e3o Espacial do MIT (Massachusetts Institute of Technology).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/sites\/default\/files\/download\/202202\/MIT_Jupiter-Night-01-PRESS.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"600\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/46zxi3MR_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4892\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/46zxi3MR_o.jpg 900w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/46zxi3MR_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/46zxi3MR_o-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de WASP-121b.<br>Cr\u00e9dito: Engine House VFX<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O planeta no centro do novo estudo, estudo este publicado na revista Nature Astronomy, \u00e9 WASP-121b, um massivo gigante gasoso com quase o dobro do tamanho de J\u00fapiter. O planeta \u00e9 um J\u00fapiter ultraquente e foi descoberto em 2015 em \u00f3rbita de uma estrela a cerca de 850 anos-luz da Terra. WASP-121b tem uma das \u00f3rbitas mais curtas j\u00e1 detetadas at\u00e9 \u00e0 data, completando uma volta em torno da sua estrela em apenas 30 horas. Tamb\u00e9m tem acoplamento de mar\u00e9, o que significa que um lado est\u00e1 sempre virado para a estrela (diurno), enquanto o outro est\u00e1 sempre em escurid\u00e3o, voltado sempre para o espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os J\u00fapiteres quentes s\u00e3o famosos por terem lados diurnos muito brilhantes, mas o lado noturno \u00e9 completamente diferente. O lado noturno de WASP-121b \u00e9 cerca de 10 vezes mais t\u00e9nue do que o seu lado diurno,&#8221; diz Tansu Daylan, p\u00f3s-doutorado do MIT que trabalha na miss\u00e3o TESS da NASA e coautor do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos j\u00e1 tinham detetado anteriormente vapor de \u00e1gua e estudado como a temperatura atmosf\u00e9rica muda com a altitude no lado diurno do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>O novo estudo obteve um quadro geral muito mais detalhado. Os investigadores foram capazes de mapear as mudan\u00e7as dram\u00e1ticas de temperatura do lado do dia para o lado da noite e de ver como estas temperaturas mudam com a altitude. Tamb\u00e9m rastrearam a presen\u00e7a de \u00e1gua pela atmosfera para mostrar, pela primeira vez, como a \u00e1gua circula entre o lado diurno e o lado noturno de um exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto que na Terra a \u00e1gua circula primeiro evaporando, depois condensando-se em nuvens, e depois chovendo, em WASP-121b o ciclo da \u00e1gua \u00e9 muito mais intenso: no lado diurno, os \u00e1tomos que comp\u00f5em a \u00e1gua s\u00e3o &#8220;rasgados&#8221; a temperaturas superiores a 3000 Kelvin. Estes \u00e1tomos s\u00e3o soprados para o lado da noite, onde as temperaturas mais frias permitem que os \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio e oxig\u00e9nio se recombinem em mol\u00e9culas de \u00e1gua, que depois sopram de volta para o lado do dia, onde o ciclo recome\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa calcula que o ciclo da \u00e1gua do exoplaneta \u00e9 sustentado por ventos que &#8220;chicoteiam&#8221; os \u00e1tomos \u00e0 volta do planeta a velocidades at\u00e9 5 quil\u00f3metros por segundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Parece tamb\u00e9m que a \u00e1gua n\u00e3o est\u00e1 sozinha a circular em torno do planeta. Os astr\u00f3nomos descobriram que o lado noturno \u00e9 suficientemente frio para hospedar nuvens ex\u00f3ticas de ferro e corindo &#8211; um mineral que comp\u00f5e rubis e safiras. Estas nuvens, como o vapor de \u00e1gua, podem deslocar-se at\u00e9 ao lado diurno, onde as altas temperaturas vaporizam os metais para o estado gasoso. Pelo caminho, pode ser produzida chuva ex\u00f3tica, como gemas l\u00edquidas das nuvens de corindo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Com esta observa\u00e7\u00e3o, estamos realmente a obter uma vis\u00e3o global da meteorologia de um exoplaneta,&#8221; diz Mikal-Evans.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo inclui coautores do MIT, da Universidade Johns Hopkins, do Caltech e de outras institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dia e noite<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A equipa observou WASP-121b usando uma c\u00e2mara espectrosc\u00f3pica a bordo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA. O instrumento observa a luz de um planeta e da sua estrela, e quebra essa luz nos seus comprimentos de onda constituintes, cujas intensidades d\u00e3o aos astr\u00f3nomos pistas sobre a temperatura e composi\u00e7\u00e3o de uma atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s de estudos espectrosc\u00f3picos, os cientistas observaram detalhes atmosf\u00e9ricos nos lados diurnos de muitos exoplanetas. Mas fazer o mesmo para o lado noturno \u00e9 muito mais complicado, uma vez que requer a observa\u00e7\u00e3o de pequenas mudan\u00e7as em todo o espectro do planeta \u00e0 medida que orbita a sua estrela.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o novo estudo, a equipa observou WASP-121b durante duas \u00f3rbitas completas &#8211; uma em 2018, e a outra em 2019. Para ambas as observa\u00e7\u00f5es, os investigadores examinaram os dados de luz em busca de uma linha espec\u00edfica, ou caracter\u00edstica espectral, que indicava a presen\u00e7a de vapor de \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Vimos esta caracter\u00edstica da \u00e1gua e mape\u00e1mos como mudou em diferentes partes da \u00f3rbita do planeta,&#8221; diz Mikal-Evans. &#8220;Isto codifica informa\u00e7\u00e3o sobre o que a temperatura da atmosfera do planeta est\u00e1 a fazer em fun\u00e7\u00e3o da altitude.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A caracter\u00edstica mut\u00e1vel da \u00e1gua ajudou a equipa a mapear o perfil da temperatura tanto no lado do dia como no lado da noite. Descobriram que o lado diurno varia de 2500 K na sua camada observ\u00e1vel mais profunda at\u00e9 3500 K nas suas camadas mais altas. O lado noturno varia de 1800 K na camada mais profunda a 1500 K na atmosfera superior. Curiosamente, os perfis de temperatura parecem inverter-se, subindo com a altitude no lado diurno &#8211; uma &#8220;invers\u00e3o t\u00e9rmica&#8221;, em termos de meteorol\u00f3gicos &#8211; e descendo com a altitude no lado noturno.<\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores passaram ent\u00e3o os mapas de temperatura atrav\u00e9s de v\u00e1rios modelos para identificar elementos qu\u00edmicos suscet\u00edveis de existirem na atmosfera do planeta, dadas as altitudes e temperaturas espec\u00edficas. Esta modelagem revelou o potencial para nuvens met\u00e1licas, como ferro, corindo e tit\u00e2nio no lado noturno.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir do seu mapeamento de temperatura, a equipa observou tamb\u00e9m que a regi\u00e3o mais quente do planeta \u00e9 deslocada para este da regi\u00e3o &#8220;subestelar&#8221; diretamente abaixo da estrela. Deduziram que este deslocamento se deve aos ventos extremos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O g\u00e1s \u00e9 aquecido no ponto subestelar mas \u00e9 soprado para este antes de poder ser redirecionado para o espa\u00e7o,&#8221; explica Mikal-Evans.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo tamanho deste desvio, a equipa estima que as velocidades do vento rondem os 5 quil\u00f3metros por segundo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estes ventos s\u00e3o muito mais r\u00e1pidos do que as correntes de ar da Terra e podem provavelmente mover nuvens por todo o planeta em mais ou menos 20 horas,&#8221; diz Daylan, que liderou trabalhos anteriores sobre o planeta usando o TESS.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos reservaram tempo no Telesc\u00f3pio Espacial James Webb para observar WASP-121b no final deste ano e esperam mapear as mudan\u00e7as n\u00e3o s\u00f3 no vapor de \u00e1gua, mas tamb\u00e9m no mon\u00f3xido de carbono, que os cientistas suspeitam residir na atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Seria a primeira vez que poder\u00edamos medir uma mol\u00e9cula portadora de carbono na atmosfera deste planeta,&#8221; diz Mikal-Evans. &#8220;A quantidade de carbono e oxig\u00e9nio na atmosfera fornece pistas sobre onde este tipo de planeta se forma.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"An exotic water cycle and metal clouds on the hot Jupiter WASP-121 b\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XnMXf-uASzo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2022\/hot-jupiter-dark-side-0221\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.mpia.de\/news\/science\/2022-05-wasp121b\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Max Planck para Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.bristol.ac.uk\/news\/2022\/february\/exoplanet-water-cycle.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Bristol (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.exeter.ac.uk\/news\/research\/title_899312_en.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Exeter (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-021-01592-w\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2202.09884\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/metal-clouds-rain-hot-jupiter-exoplanet-wasp121b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/astronomy\/tidally-locked-hot-jupiter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-02-hot-jupiter-dark-side-revealed.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2022\/02\/21\/world\/liquid-gems-exoplanet-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/this-hell-planet-has-metal-clouds-astronomers-say-1848578403\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/hot-jupiter-dark-side-detail-172412557.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>WASP-121b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3281\/wasp-121-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wasp-121_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/WASP-121%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WASP-121b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/webbLaunch\/whereIsWebb.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Onde est\u00e1 o Webb? (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos obtiveram a vis\u00e3o mais clara at\u00e9 agora do lado escuro perp\u00e9tuo de um exoplaneta que tem acoplamento de mar\u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua estrela. As suas observa\u00e7\u00f5es, combinadas com medi\u00e7\u00f5es do lado diurno permanente do planeta, proporcionam a primeira vista detalhada da atmosfera global de um exoplaneta. &#8220;Estamos agora a ir al\u00e9m de &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4892,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[147,150,387,309,532],"class_list":["post-4891","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-exoplaneta","tag-hubble","tag-jwst","tag-tess","tag-wasp-121b"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4891","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4891"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4891\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4893,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4891\/revisions\/4893"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4892"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4891"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4891"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4891"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}