{"id":4795,"date":"2022-01-21T07:23:40","date_gmt":"2022-01-21T06:23:40","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4795"},"modified":"2022-01-21T07:26:50","modified_gmt":"2022-01-21T06:26:50","slug":"rover-curiosity-da-nasa-mede-assinatura-intrigante-de-carbono-em-marte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2022\/01\/21\/rover-curiosity-da-nasa-mede-assinatura-intrigante-de-carbono-em-marte\/","title":{"rendered":"Rover Curiosity da NASA mede assinatura intrigante de carbono em Marte"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/22\/4e\/OSihLqnR_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"439\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/OSihLqnR_o-1024x439.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4796\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/OSihLqnR_o-1024x439.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/OSihLqnR_o-300x129.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/OSihLqnR_o-768x329.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/OSihLqnR_o.jpg 1041w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>O rover Curiosity da NASA capturou estas nuvens logo ap\u00f3s o p\u00f4r-do-sol de 19 de mar\u00e7o de 2021, o 3063.\u00ba dia marciano, ou sol, da sua miss\u00e3o. O mosaico \u00e9 constitu\u00eddo por 21 exposi\u00e7\u00f5es individuais &#8220;costuradas&#8221; e corrigidas em termos de cor, para fazer com que a cena apare\u00e7a como apareceria ao olho humano.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/MSSS<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de analisarem amostras de rochas em p\u00f3 recolhidas da superf\u00edcie de Marte pelo rover Curiosity da NASA, os cientistas anunciaram que v\u00e1rias das amostras s\u00e3o ricas num tipo de carbono que na Terra est\u00e1 associado a processos biol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora a descoberta seja intrigante, n\u00e3o aponta necessariamente para vida antiga em Marte, uma vez que os cientistas ainda n\u00e3o encontraram evid\u00eancias conclusivas que sustentem biologia antiga ou atual, tais como forma\u00e7\u00f5es rochosas sedimentares produzidas por bact\u00e9rias antigas, ou uma diversidade de mol\u00e9culas org\u00e2nicas complexas formadas pela vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a encontrar coisas em Marte que s\u00e3o tentadoramente interessantes, mas precisar\u00edamos realmente de mais evid\u00eancias para dizer que identific\u00e1mos vida,&#8221; disse Paul Mahaffy, que foi investigador principal do laborat\u00f3rio qu\u00edmico SAM (Sample Analysis at Mars), a bordo do Curiosity, at\u00e9 se reformar do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, em dezembro de 2021. &#8220;Portanto, estamos a estudar o que mais poderia ter provocado a assinatura de carbono que estamos a ver, se n\u00e3o a vida.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num artigo sobre os achados, publicado dia 18 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas do Curiosity fornecem v\u00e1rias explica\u00e7\u00f5es para os sinais invulgares de carbono que detetaram. As suas hip\u00f3teses s\u00e3o em parte retiradas de assinaturas de carbono na Terra, mas os cientistas advertem que os dois planetas s\u00e3o t\u00e3o diferentes que n\u00e3o podem tirar conclus\u00f5es definitivas com base em exemplos da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O mais dif\u00edcil \u00e9 p\u00f4r de lado a Terra, p\u00f4r de lado aquele vi\u00e9s que temos e tentar realmente debru\u00e7armo-nos sobre os fundamentos da qu\u00edmica, f\u00edsica e processos ambientes em Marte,&#8221; disse a astrobi\u00f3loga de Goddard, Jennifer L. Eigenbrode, que participou no estudo do carbono. Anteriormente, Eigenbrode liderou uma equipa internacional de cientistas do Curiosity na dete\u00e7\u00e3o de uma mir\u00edade de mol\u00e9culas org\u00e2nicas &#8211; aquelas que cont\u00eam carbono &#8211; na superf\u00edcie marciana.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ad\/cd\/FSL0qeYO_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ad\/cd\/FSL0qeYO_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem mostra o buraco perfurado chamado &#8220;Highfield&#8221; feito pelo rover Curiosity da NASA ao recolher uma amostra na \u00e1rea Vera Rubin na cratera Gale em Marte. O p\u00f3 feito pela broca, neste buraco, est\u00e1 enriquecido de carbono-12. A imagem foi obtida pelo MAHLI (Mars Hand Lens Imager) no 2247.\u00ba dia marciano, ou sol, da miss\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Caltech-JPL\/MSSS<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Precisamos de abrir as nossas mentes e pensar fora da caixa,&#8221; disse Eigenbrode, &#8220;e \u00e9 isso que este artigo faz.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A explica\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica que os cientistas do Curiosity apresentam no seu artigo cient\u00edfico \u00e9 inspirada pela vida terrestre. Envolve bact\u00e9rias antigas na superf\u00edcie, que teriam produzido uma assinatura \u00fanica de carbono ao libertarem metano para a atmosfera, onde a luz ultravioleta teria convertido esse g\u00e1s em mol\u00e9culas maiores e mais complexas. Estas novas mol\u00e9culas teriam &#8220;chovido&#8221; at\u00e9 \u00e0 superf\u00edcie e agora poderiam ser preservadas com a sua assinatura distinta de carbono nas rochas marcianas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas outras hip\u00f3teses oferecem explica\u00e7\u00f5es n\u00e3o-biol\u00f3gicas. Uma sugere que a assinatura de carbono poderia ter resultado da intera\u00e7\u00e3o da luz ultravioleta com o g\u00e1s di\u00f3xido de carbono na atmosfera marciana, produzindo novas mol\u00e9culas contendo carbono que se teriam fixado \u00e0 superf\u00edcie. E a outra especula que o carbono poderia ter sido deixado para tr\u00e1s por um raro evento h\u00e1 centenas de milh\u00f5es de anos, quando o Sistema Solar passou por uma nuvem molecular gigante rica no tipo de carbono detetado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Todas as tr\u00eas explica\u00e7\u00f5es encaixam nos dados,&#8221; disse Christopher House, cientista do Curiosity na Universidade Penn State que liderou o estudo do carbono. &#8220;Precisamos simplesmente de mais dados para as confirmar ou excluir.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para analisar o carbono \u00e0 superf\u00edcie marciana, a equipa de House usou o instrumento TLS (Tunable Laser Spectrometer) dentro do laborat\u00f3rio SAM. O SAM aqueceu 24 amostras de locais geologicamente diversos na cratera Gale do planeta a cerca de 850\u00ba C, para libertar os gases no seu interior. Em seguida, o TLS mediu os is\u00f3topos de algum do carbono reduzido que foi libertado no processo de aquecimento. Os is\u00f3topos s\u00e3o \u00e1tomos de um elemento com massas diferentes devido ao seu n\u00famero distinto de neutr\u00f5es, e s\u00e3o instrumentais para a compreens\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e biol\u00f3gica dos planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O carbono \u00e9 particularmente importante uma vez que este elemento se encontra em toda a vida na Terra; flui continuamente atrav\u00e9s do ar, \u00e1gua e solo, num ciclo que \u00e9 bem compreendido gra\u00e7as \u00e0s medi\u00e7\u00f5es isot\u00f3picas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por exemplo, os seres vivos na Terra utilizam o mais leve e pequeno \u00e1tomo de carbono-12 para metabolizar os alimentos ou para a fotoss\u00edntese, vs. o mais pesado \u00e1tomo de carbono-13. Assim, significativamente mais carbono-12 do que carbono-13 em rochas antigas, juntamente com outras evid\u00eancias, sugere aos cientistas que est\u00e3o a olhar para assinaturas de qu\u00edmica relacionada com a vida. Olhar para a propor\u00e7\u00e3o destes dois is\u00f3topos de carbono ajuda os cientistas a discernir que tipo de vida est\u00e3o a estudar e em que ambiente essa vida existiu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em Marte, os investigadores do Curiosity descobriram que metade das suas amostras tinham quantidades surpreendentemente grandes de carbono-12 em compara\u00e7\u00e3o com o que os cientistas mediram na atmosfera e em meteoritos marcianos. Segundo os investigadores, estas amostras provinham de cinco locais distintos na cratera Gale, o que pode estar relacionado com o facto de todos os locais terem superf\u00edcies antigas e bem preservadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Na Terra, os processos que produziriam o sinal de carbono que estamos a detetar em Marte s\u00e3o biol\u00f3gicos,&#8221; disse House. &#8220;Temos de compreender se a mesma explica\u00e7\u00e3o funciona para Marte, ou se existem outras explica\u00e7\u00f5es, porque Marte \u00e9 muito diferente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ab\/db\/IGBTTtRK_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ab\/db\/IGBTTtRK_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Este mosaico foi feito a partir de imagens tiradas pela Mast Camera a bordo do rover Curiosity da NASA no 2729.\u00ba dia marciano, ou sol, da miss\u00e3o. Mostra a paisagem da forma\u00e7\u00e3o de arenito Stimson na cratera Gale. Neste local, o Curiosity perfurou o furo &#8220;Edinburgh&#8221;, uma amostra do qual foi enriquecida de carbono-12.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Caltech-JPL\/MSSS<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Marte \u00e9 \u00fanico porque pode ter come\u00e7ado com uma mistura diferente de is\u00f3topos de carbono do que a Terra h\u00e1 4,5 mil milh\u00f5es de anos. Marte \u00e9 mais pequeno, mais frio, tem uma gravidade mais fraca e gases diferentes na sua atmosfera. Al\u00e9m disso, o carbono em Marte poderia estar a circular sem qualquer vida envolvida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 um enorme peda\u00e7o do ciclo de carbono na Terra que envolve vida e, por causa da vida, h\u00e1 um peda\u00e7o do ciclo de carbono na Terra que n\u00e3o conseguimos compreender, porque para onde quer que olhemos h\u00e1 vida&#8221;, disse Andrew Steele, cientista do Curiosity situado no Instituto Carnegie para Ci\u00eancia em Washington, DC.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Steele notou que os cientistas est\u00e3o nas fases iniciais de compreender como os ciclos de carbono em Marte funcionam e, portanto, de como interpretar os r\u00e1cios isot\u00f3picos e as atividades n\u00e3o-biol\u00f3gicas que poderiam levar estas propor\u00e7\u00f5es. O Curiosity, que chegou ao Planeta Vermelho em 2012, \u00e9 o primeiro rover com ferramentas para estudar os is\u00f3topos de carbono \u00e0 superf\u00edcie. Outras miss\u00f5es recolheram informa\u00e7\u00f5es sobre assinaturas isot\u00f3picas na atmosfera, e os cientistas mediram r\u00e1cios de meteoritos marcianos que foram recolhidos na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A defini\u00e7\u00e3o do ciclo de carbono em Marte \u00e9 absolutamente fundamental para tentar compreender como a vida poderia caber nesse ciclo,&#8221; disse Steele. &#8220;Fizemos isso com bastante sucesso na Terra, mas estamos apenas a come\u00e7ar a definir esse ciclo para Marte.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas do Curiosity v\u00e3o continuar a medir is\u00f3topos de carbono para ver se obt\u00eam uma assinatura semelhante quando o rover visitar outros locais suspeitos de terem superf\u00edcies antigas bem preservadas. Para testar ainda mais a hip\u00f3tese biol\u00f3gica envolvendo microrganismos produtores de metano, a equipa do Curiosity gostaria de analisar o conte\u00fado de carbono de uma pluma de metano libertada da superf\u00edcie. O rover encontrou inesperadamente uma tal pluma em 2019, mas n\u00e3o h\u00e1 forma de prever se isso ir\u00e1 acontecer novamente. Caso contr\u00e1rio, os investigadores salientam que este estudo fornece orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 equipa que est\u00e1 por detr\u00e1s do rover Perseverance da NASA sobre os melhores tipos de amostras a recolher para confirmar a assinatura de carbono e assim determinar definitivamente se esta prov\u00e9m ou n\u00e3o de vida. O Perseverance est\u00e1 a recolher amostras da superf\u00edcie marciana para um poss\u00edvel envio futuro para a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2022\/nasa-s-curiosity-rover-measures-intriguing-carbon-signature-on-mars\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.psu.edu\/news\/research\/story\/newly-discovered-carbon-may-yield-clues-ancient-mars\" target=\"_blank\">\/\/ PennState (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.pnas.org\/content\/119\/4\/e2115651119\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (PNAS)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.pnas.org\/content\/pnas\/119\/4\/e2115651119.full.pdf\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (PDF)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/mars-rover-detects-carbon-signature-hints-past-life-source\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/mars-organics-curiosity-rover-possible-biosignature\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"http:\/\/astrobiology.com\/2022\/01\/newly-discovered-carbon-may-yield-clues-to-ancient-mars.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astrobiology web<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2022\/01\/220117165551.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2022-01-newly-carbon-yield-clues-ancient.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/really-weird-carbon-has-been-found-on-mars-and-it-could-point-to-biological-life\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.smithsonianmag.com\/smart-news\/mars-rover-may-have-found-clue-for-ancient-life-on-the-red-planet-180979412\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Smithsonian<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2022\/01\/17\/world\/mars-curiosity-rover-carbon-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marte:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_%28planet%29\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cratera Gale:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gale_(crater)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mount_Sharp\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Monte Sharp (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rover Curiosity (MSL):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/msl\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/mars.jpl.nasa.gov\/msl\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MarsCuriosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/marscuriosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_Science_Laboratory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rover Perseverance:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/mars.nasa.gov\/mars2020\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mars2020\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAPersevere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAPersevere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_2020\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O rover Curiosity da NASA capturou estas nuvens logo ap\u00f3s o p\u00f4r-do-sol de 19 de mar\u00e7o de 2021, o 3063.\u00ba dia marciano, ou sol, da sua miss\u00e3o. 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