{"id":4710,"date":"2021-12-21T07:29:56","date_gmt":"2021-12-21T06:29:56","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4710"},"modified":"2021-12-21T07:30:08","modified_gmt":"2021-12-21T06:30:08","slug":"rover-perseverance-faz-descobertas-surpreendentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/12\/21\/rover-perseverance-faz-descobertas-surpreendentes\/","title":{"rendered":"Rover Perseverance faz descobertas surpreendentes"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas da miss\u00e3o do rover Perseverance da NASA descobriram que a superf\u00edcie rochosa que o ve\u00edculo de seis rodas tem vindo a estudar desde que pousou em fevereiro provavelmente formou-se a partir de magma escaldante. A descoberta tem implica\u00e7\u00f5es para a compreens\u00e3o e para a data\u00e7\u00e3o precisa de eventos cr\u00edticos na hist\u00f3ria da Cratera Jezero &#8211; bem como para o resto do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa concluiu tamb\u00e9m que as rochas na cratera interagiram com a \u00e1gua v\u00e1rias vezes ao longo dos \u00e9ones e que algumas cont\u00eam mol\u00e9culas org\u00e2nicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas e outras descobertas foram apresentadas num &#8220;briefing&#8221; noticioso da reuni\u00e3o de outono da Uni\u00e3o Geof\u00edsica Americana em Nova Orle\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/e1b-pia25025-radargram1-image-1041.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"508\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/3B0frQiP_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4711\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/3B0frQiP_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/3B0frQiP_o-300x155.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/3B0frQiP_o-768x396.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Este gr\u00e1fico ilustra a entrada do Perseverance em &#8220;S\u00e9\u00edtah&#8221;, tanto do ponto de vista orbital como subsuperficial. A imagem de baixo \u00e9 um &#8220;radargrama&#8221; subsuperficial do instrumento RIMFAX do rover; as linhas vermelhas indicam a liga\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas subsuperficiais aos afloramentos rochosos resistentes \u00e0 eros\u00e3o vis\u00edveis acima da superf\u00edcie.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/Universidade do Arizona\/USGS\/FFI<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo antes do Perseverance aterrar em Marte, a equipa cient\u00edfica da miss\u00e3o j\u00e1 se tinha interrogado sobre a origem das rochas na regi\u00e3o. Ser\u00e1 que eram sedimentares &#8211; a acumula\u00e7\u00e3o comprimida de part\u00edculas minerais, possivelmente transportadas para o local por um antigo sistema fluvial? Ou ser\u00e1 que eram \u00edgneas, possivelmente formadas em fluxos de lava que subiram para a superf\u00edcie a partir de um vulc\u00e3o marciano agora extinto?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estava a come\u00e7ar a desesperar que nunca ir\u00edamos encontrar a resposta,&#8221; disse Ken Farley, cientista do projeto Perseverance do Caltech em Pasadena. &#8220;Mas ent\u00e3o o nosso instrumento PIXL conseguiu ver bem o local &#8220;raspado&#8221; numa rocha da \u00e1rea apelidada &#8220;South S\u00e9itah&#8221; e tudo se tornou claro: os cristais no seu interior forneceram a &#8216;arma fumegante'&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A broca na extremidade do bra\u00e7o rob\u00f3tico do Perseverance pode raspar ou triturar superf\u00edcies rochosas para permitir que outros instrumentos, como o PIXL, as estudem. O PIXL (Planetary Instrument for X-ray Lithochemistry) usa fluoresc\u00eancia de raios-X para mapear a composi\u00e7\u00e3o elementar das rochas. No dia 12 de novembro, o PIXL analisou uma rocha em South S\u00e9itah que a equipa cient\u00edfica tinha escolhido para recolher uma amostra com a broca do rover. Os dados do PIXL mostraram que a rocha, apelidada de &#8220;Brac&#8221;, era composta por uma abund\u00e2ncia invulgar de grandes cristais de olivina rodeados por cristais de piroxena.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Um bom estudante de geologia dir-lhe-\u00e1 que tal textura indica que a rocha se formou quando os cristais cresceram e se estabeleceram num magma de arrefecimento lento &#8211; por exemplo, num fluxo de lava espessa, lago de lava, ou c\u00e2mara magm\u00e1tica,&#8221; disse Farley. &#8220;A rocha foi ent\u00e3o alterada pela \u00e1gua v\u00e1rias vezes, tornando-a num tesouro que permitir\u00e1 aos cientistas futuros datar acontecimentos em Jezero, compreender melhor o per\u00edodo em que a \u00e1gua era mais comum \u00e0 sua superf\u00edcie e revelar a hist\u00f3ria inicial do planeta. A MSL (Mars Sample Return) vai ter grandes coisas para escolher!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A campanha multimiss\u00e3o MSR come\u00e7ou com o Perseverance, que est\u00e1 a recolher amostras de rochas marcianas em busca de vida microsc\u00f3pica antiga. Dos 43 tubos de amostragem do Perseverance, seis j\u00e1 foram selados at\u00e9 ao momento &#8211; quatro com n\u00facleos rochosos, um com atmosfera marciana e um que cont\u00e9m material &#8220;testemunhal&#8221; para observar qualquer contamina\u00e7\u00e3o que o rover pudesse ter trazido da Terra. A MSL vai tentar trazer tubos selecionados de volta \u00e0 Terra, onde gera\u00e7\u00f5es de cientistas ser\u00e3o capazes de os estudar com poderosos equipamentos laboratoriais demasiado grandes para enviar para Marte.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d9\/33\/2ORUF1Sw_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d9\/33\/2ORUF1Sw_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Nesta imagem tirada nos escrit\u00f3rios da miss\u00e3o Perseverance da NASA est\u00e3o seis tubos fac-s\u00edmile de amostragem pendurados numa placa, representativos das amostras j\u00e1 recolhidas em Marte.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda est\u00e1 por determinar se a rocha rica em olivina se formou num lago de lava espessa que arrefeceu \u00e0 superf\u00edcie ou se numa c\u00e2mara subterr\u00e2nea que mais tarde foi exposta pela eros\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mol\u00e9culas org\u00e2nicas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m boa not\u00edcia para a MSL \u00e9 a descoberta de subst\u00e2ncias org\u00e2nicas pelo instrumento SHERLOC (Scanning Habitable Environments with Raman &amp; Luminescence for Organics &amp; Chemicals). As mol\u00e9culas contendo carbono n\u00e3o est\u00e3o apenas no interior de rochas perfuradas ou raspadas que o SHERLOC analisou, mas tamb\u00e9m no p\u00f3 de rochas n\u00e3o alteradas pelo rover.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A confirma\u00e7\u00e3o de material org\u00e2nico n\u00e3o \u00e9 uma confirma\u00e7\u00e3o de que a vida j\u00e1 existiu na Cratera Jezero e que deixou sinais indicadores (bioassinaturas). Existem tanto mecanismos biol\u00f3gicos como n\u00e3o biol\u00f3gicos que criam subst\u00e2ncias org\u00e2nicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Curiosity tamb\u00e9m descobriu compostos org\u00e2nicos no seu local de aterragem dentro da Cratera Gale,&#8221; disse Luther Beegle, investigador principal do SHERLOC no JPL da NASA no sul da Calif\u00f3rnia. &#8220;O que o SHERLOC acrescenta \u00e0 hist\u00f3ria \u00e9 a sua capacidade de mapear a distribui\u00e7\u00e3o espacial do material org\u00e2nico dentro das rochas e de relacionar esse material com os minerais a\u00ed encontrados. Isto ajuda-nos a compreender o ambiente em que as subst\u00e2ncias org\u00e2nicas se formaram. \u00c9 necess\u00e1rio fazer mais an\u00e1lises para determinar o m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias org\u00e2nicas identificadas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A preserva\u00e7\u00e3o de material org\u00e2nico no interior de rochas antigas &#8211; independentemente da sua origem -, tanto na Cratera Gale como na Cratera Jezero, significa que as potenciais bioassinaturas (sinais de vida, passada ou presente) tamb\u00e9m poderiam estar preservadas. &#8220;Esta \u00e9 uma quest\u00e3o que provavelmente s\u00f3 ser\u00e1 resolvida quando as amostras estiverem no planeta Terra, mas a preserva\u00e7\u00e3o de material org\u00e2nico \u00e9 muito excitante. Quando estas amostras forem enviadas para a Terra, ser\u00e3o uma fonte de investiga\u00e7\u00e3o e descoberta cient\u00edfica durante muitos anos,&#8221; disse Beegle.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Radargrama&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Juntamente com as suas capacidades de amostragem rochosa, o Perseverance trouxe o primeiro radar de penetra\u00e7\u00e3o no solo para a superf\u00edcie de Marte. O RIMFAX (Radar Imager for Mars&#8217; Subsurface Experiment) cria um &#8220;radargrama&#8221; de caracter\u00edsticas subsuperficiais at\u00e9 cerca de 10 metros de profundidade. Os dados deste primeiro radargrama foram recolhidos enquanto o ve\u00edculo atravessava uma linha de cumeada desde a unidade geol\u00f3gica chamada &#8220;Crater Floor Fractured Rough&#8221; at\u00e9 \u00e0 unidade geol\u00f3gica S\u00e9itah.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta linha de cumeada tem m\u00faltiplas forma\u00e7\u00f5es rochosas com uma vis\u00edvel inclina\u00e7\u00e3o para baixo. Com os dados do RIMFAX, os cientistas sabem agora que estas camadas rochosas angulares continuam no mesmo \u00e2ngulo bem abaixo da superf\u00edcie. O radargrama tamb\u00e9m mostra que as camadas de rocha de S\u00e9itah projetam-se abaixo das da unidade geol\u00f3gica &#8220;Crater Floor Fractured Rough&#8221;. Os resultados confirmam ainda a previs\u00e3o da equipa cient\u00edfica de que a cria\u00e7\u00e3o de S\u00e9itah precedeu a da outra unidade geol\u00f3gica. A capacidade de observar caracter\u00edsticas geol\u00f3gicas mesmo abaixo da superf\u00edcie acrescenta uma nova dimens\u00e3o \u00e0s capacidades cartogr\u00e1ficas geol\u00f3gicas, em Marte, da equipa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mais sobre a miss\u00e3o Perseverance<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um objetivo principal da miss\u00e3o do Perseverance em Marte \u00e9 a investiga\u00e7\u00e3o astrobiol\u00f3gica, incluindo a busca por sinais de vida microbiana antiga. O rover vai caracterizar a geologia do planeta e o clima passado e ser\u00e1 a primeira miss\u00e3o a recolher e a armazenar rochas e reg\u00f3lito marciano, abrindo caminho para a explora\u00e7\u00e3o humana do Planeta Vermelho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As miss\u00f5es subsequentes da NASA, em coopera\u00e7\u00e3o com a ESA, v\u00e3o enviar naves a Marte para recolher estas amostras armazenadas \u00e0 superf\u00edcie e traz\u00ea-las para a Terra para uma an\u00e1lise mais profunda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A miss\u00e3o Mars 2020 do rover Perseverance faz parte da abordagem da explora\u00e7\u00e3o da Lua e de Marte da NASA, que inclui as miss\u00f5es Artemis \u00e0 Lua que v\u00e3o ajudar a preparar a explora\u00e7\u00e3o humana do Planeta Vermelho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"#AGU21 Press conference: Ten months of Perseverance: Jezero science\" width=\"618\" height=\"464\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/N0zWp-lR25g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/nasa-s-perseverance-mars-rover-makes-surprising-discoveries\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/youtu.be\/t1nZpgBk7qc\" target=\"_blank\">\/\/ Observando o delta da Cratera Jezero em Marte (JPL via YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/nasa-perseverance-rover-organics-mars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/perseverance-has-discovered-organic-molecules-in-mars-jezero-crater\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2302101-perseverance-mars-rover-uncovers-the-watery-history-of-jezero-crater\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-12-perseverance-mars-rover-discoveries.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2021\/12\/15\/world\/perseverance-rover-mars-findings-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/science-environment-59677383\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC News<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marte:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_%28planet%29\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cratera Jezero:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jezero_(crater)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rover Perseverance:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/mars.nasa.gov\/mars2020\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mars2020\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAPersevere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAPersevere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_2020\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os cientistas da miss\u00e3o do rover Perseverance da NASA descobriram que a superf\u00edcie rochosa que o ve\u00edculo de seis rodas tem vindo a estudar desde que pousou em fevereiro provavelmente formou-se a partir de magma escaldante. 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