{"id":4637,"date":"2021-11-23T07:20:51","date_gmt":"2021-11-23T06:20:51","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4637"},"modified":"2021-11-23T07:20:53","modified_gmt":"2021-11-23T06:20:53","slug":"hubble-obtem-o-seu-grande-tour-anual-pelo-sistema-solar-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/11\/23\/hubble-obtem-o-seu-grande-tour-anual-pelo-sistema-solar-exterior\/","title":{"rendered":"Hubble obt\u00e9m o seu &#8220;grande tour&#8221; anual pelo Sistema Solar exterior"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2113a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"733\" height=\"300\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/mVA2n8DW_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4638\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/mVA2n8DW_o.jpg 733w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/mVA2n8DW_o-300x123.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px\" \/><\/a><figcaption>Os planetas exteriores do Sistema Solar, da esquerda para a direita: J\u00fapiter, Saturno, \u00darano e Neptuno. Os planetas n\u00e3o est\u00e3o \u00e0 escala.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, A. Simon (Centro de Voo Espacial Goddard) e M.H. Wong (Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley) e equipa OPAL<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA fez as suas impressionantes observa\u00e7\u00f5es anuais dos planetas gigantes do Sistema Solar, para revelar mudan\u00e7as atmosf\u00e9ricas.<\/p>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA completou a sua &#8220;grande tour&#8221; do Sistema Solar exterior. Este \u00e9 o reino dos planetas gigantes &#8211; J\u00fapiter, Saturno, \u00darano e Neptuno &#8211; estendendo-se at\u00e9 30 vezes a dist\u00e2ncia entre a Terra e o Sol. Ao contr\u00e1rio dos planetas terrestres e rochosos como a Terra e Marte, situados perto do calor do Sol, estes mundos distantes s\u00e3o compostos principalmente de &#8220;sopas&#8221; gasosas e frias de hidrog\u00e9nio, h\u00e9lio, am\u00f3nia, metano e outros gases residuais em torno de um n\u00facleo compacto e intensamente quente.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora as naves rob\u00f3ticas j\u00e1 tenham transmitido instant\u00e2neos destes quatro planetas gigantes ao longo dos \u00faltimos 50 anos, as suas atmosferas girat\u00f3rias e coloridas mudam constantemente. Cumprindo o papel de um meteorologista, de cada vez que as c\u00e2maras n\u00edtidas do Hubble revisitam estes mundos, surgem novas surpresas, fornecendo mais informa\u00e7\u00f5es sobre o clima selvagem, impulsionado por din\u00e2micas ainda amplamente desconhecidas que ocorrem sob as nuvens.<\/p>\n\n\n\n<p>Os instant\u00e2neos dos planetas exteriores pelo Hubble revelam mudan\u00e7as extremas e subtis que ocorrem rapidamente nestes mundos distantes. A vis\u00e3o n\u00edtida do Hubble re\u00fane informa\u00e7\u00f5es sobre os fascinantes padr\u00f5es clim\u00e1ticos e sobre as esta\u00e7\u00f5es destes gigantes gasosos e permite que os astr\u00f3nomos investiguem as vari\u00e1veis muito semelhantes &#8211; e muito diferentes &#8211; que contribuem para as suas mudan\u00e7as atmosf\u00e9ricas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>J\u00fapiter<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es de J\u00fapiter, este ano, rastreiam a paisagem em constante mudan\u00e7a na turbulenta atmosfera, onde v\u00e1rias novas tempestades est\u00e3o a deixar a sua marca. E o equador do planeta mudou de cor mais uma vez.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2113b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d8\/de\/LCrM4LNj_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>J\u00fapiter, pelo Hubble.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, A. Simon (Centro de Voo Espacial Goddard) e M.H. Wong (Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley) e equipa OPAL<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A foto de 4 de setembro pelo Hubble mostra a atmosfera tumultuosa do planeta gigante em detalhe m\u00e1ximo. A zona equatorial do planeta \u00e9 agora de um tom laranja profundo, que os investigadores apelidam de invulgar. Embora o equador j\u00e1 tenha mudado da sua tradicional apar\u00eancia branca ou bege h\u00e1 alguns anos, os cientistas ficaram surpresos ao encontrar um laranja mais profundo nas imagens recentes do Hubble, quando esperavam que a zona ficasse nublada novamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo acima do equador, os cientistas salientam o aparecimento de v\u00e1rias novas tempestades, apelidadas de &#8220;barca\u00e7as&#8221;. Estas c\u00e9lulas vermelhas e alongadas podem ser definidas como v\u00f3rtices cicl\u00f3nicos, que variam em apar\u00eancia. Enquanto algumas das tempestades s\u00e3o nitidamente definidas e claras, outras s\u00e3o difusas e nubladas. Esta diferen\u00e7a na apar\u00eancia \u00e9 provocada pelas propriedades f\u00edsicas dentro das nuvens dos v\u00f3rtices.<\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores tamb\u00e9m observaram que uma caracter\u00edstica chamada &#8220;Mancha Vermelha J\u00fanior&#8221; (Oval BA), por baixo da Grande Mancha Vermelha onde o Hubble acabou de descobrir que os ventos est\u00e3o a aumentar de velocidade, ainda tem uma cor bege mais escura e \u00e9 acompanhada por v\u00e1rias tempestades cicl\u00f3nicas brancas adicionais para sul.<\/p>\n\n\n\n<p>As vistas n\u00edtidas de J\u00fapiter de 2020, pelo Hubble, foram dos lan\u00e7amentos fotogr\u00e1ficos mais populares at\u00e9 ao momento da ESA\/Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Saturno<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O novo olhar a Saturno, de dia 12 de setembro de 2021, mostra mudan\u00e7as de cor r\u00e1pidas e extremas nas bandas do hemisf\u00e9rio norte do planeta, onde agora \u00e9 o in\u00edcio do outono. As bandas variaram ao longo das observa\u00e7\u00f5es do Hubble em 2019 e 2020. A imagem de Saturno, pelo Hubble, captura o planeta ap\u00f3s o inverno no hemisf\u00e9rio sul, evidente na tonalidade azulada do polo sul.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2113c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/f3\/99\/bJHpUdTV_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Saturno, pelo Hubble.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, A. Simon (Centro de Voo Espacial Goddard) e M.H. Wong (Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley) e equipa OPAL<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>\u00darano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A imagem de \u00darano de 25 de outubro, pelo Hubble, coloca em destaque a brilhante regi\u00e3o polar norte do planeta. \u00c9 primavera no hemisf\u00e9rio norte e o aumento da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta oriunda do Sol parece estar a provocar o aumento do brilho polar. Os investigadores n\u00e3o sabem ao certo porqu\u00ea. Pode ser uma mudan\u00e7a na opacidade do metano atmosf\u00e9rico ou alguma varia\u00e7\u00e3o nas part\u00edculas aeross\u00f3is. Curiosamente, mesmo quando esta regi\u00e3o atmosf\u00e9rica fica mais brilhante, o limite extremo sul permanece \u00e0 mesma latitude. Isto tem sido constante ao longo dos \u00faltimos anos de observa\u00e7\u00f5es pelo Hubble. Talvez algum tipo de corrente esteja a criar uma barreira naquela latitude de 43 graus.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2113d.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e9\/06\/baFqy8Sr_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>\u00darano, pelo Hubble.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, A. Simon (Centro de Voo Espacial Goddard) e M.H. Wong (Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley) e equipa OPAL<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Neptuno<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em observa\u00e7\u00f5es feitas no dia 7 de setembro de 2021, os investigadores descobriram que a mancha escura de Neptuno, que se revelou recentemente ter invertido curso em dire\u00e7\u00e3o ao equador, ainda \u00e9 vis\u00edvel nesta imagem, juntamente com um hemisf\u00e9rio norte escurecido. Ainda h\u00e1 um not\u00e1vel c\u00edrculo escuro e alongado envolvendo o polo sul de Neptuno. A cor azul de Neptuno e de \u00darano \u00e9 um resultado da absor\u00e7\u00e3o da luz vermelha pelas atmosferas ricas em metano dos planetas, combinada com o mesmo efeito de dispers\u00e3o de Rayleigh que torna o c\u00e9u da Terra azul.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2113e.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/af\/39\/XnduJ1YF_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Neptuno, pelo Hubble.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, A. Simon (Centro de Voo Espacial Goddard) e M.H. Wong (Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley) e equipa OPAL<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Notas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estas novas imagens do Hubble fazem parte de mapas anuais dos planetas obtidos pelo programa OPAL (Outer Planets Atmospheres Legacy), que fornece visualiza\u00e7\u00f5es globais dos planetas externos a fim de procurar mudan\u00e7as nas suas tempestades, ventos e nuvens.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2113\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2021\/hubbles-grand-tour-of-the-outer-solar-system\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2021\/news-2021-047\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>J\u00fapiter:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/jupiter\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/jupiter.html\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Saturno:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/saturn\/overview\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/nineplanets.org\/saturn\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nine Planets<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Saturn_%28planet%29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00darano:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/uranus\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/uranus\/\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Uranus\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Neptuno:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/neptune\/overview\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/nineplanets.org\/neptune\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nine Planets<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neptune\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/prepds\/opal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa OPAL<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os planetas exteriores do Sistema Solar, da esquerda para a direita: J\u00fapiter, Saturno, \u00darano e Neptuno. 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