{"id":4590,"date":"2021-11-02T07:50:41","date_gmt":"2021-11-02T06:50:41","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4590"},"modified":"2021-11-02T07:50:52","modified_gmt":"2021-11-02T06:50:52","slug":"resultados-cientificos-da-juno-fornecem-primeira-visao-3d-da-atmosfera-de-jupiter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/11\/02\/resultados-cientificos-da-juno-fornecem-primeira-visao-3d-da-atmosfera-de-jupiter\/","title":{"rendered":"Resultados cient\u00edficos da Juno fornecem primeira vis\u00e3o 3D da atmosfera de J\u00fapiter"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Novos achados da sonda Juno da NASA, em \u00f3rbita de J\u00fapiter, d\u00e3o uma imagem mais completa de como as caracter\u00edsticas atmosf\u00e9ricas distintas e coloridas do planeta fornecem pistas sobre os processos invis\u00edveis abaixo das suas nuvens. Os resultados destacam o funcionamento interno das faixas e zonas de nuvens que rodeiam J\u00fapiter, bem como dos seus ciclones polares e at\u00e9 mesmo da Grande Mancha Vermelha.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/1-pia24818_-_jupiter_bands_leigh_slide1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"895\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/xXoTE9Ki_o.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4591\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/xXoTE9Ki_o.png 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/xXoTE9Ki_o-300x273.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/xXoTE9Ki_o-768x698.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>As faixas de J\u00fapiter s\u00e3o criadas pela &#8220;camada clim\u00e1tica&#8221; formadora de nuvens. Esta composi\u00e7\u00e3o (da esquerda para a direita) mostra vistas de J\u00fapiter no infravermelho e no vis\u00edvel obtidas pelo Telesc\u00f3pio Gemini North e pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA, respetivamente.<br>Cr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Gemini\/NOIRLab\/NSF\/AURA\/NASA\/ESA, M.H. Wong e I. de Pater (UC Berkeley) et al.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores publicaram v\u00e1rios artigos cient\u00edficos sobre as descobertas atmosf\u00e9ricas da Juno a semana passada na revista Science e na revista Journal of Geophysical Research: Planets. Artigos cient\u00edficos adicionais foram publicados em duas edi\u00e7\u00f5es recentes da revista Geophysical Research Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas novas observa\u00e7\u00f5es da Juno abrem um &#8216;ba\u00fa do tesouro&#8217; de novas informa\u00e7\u00f5es sobre as enigm\u00e1ticas caracter\u00edsticas observ\u00e1veis de J\u00fapiter,&#8221; disse Lori Glaze, diretora da Divis\u00e3o de Ci\u00eancia Planet\u00e1ria da NASA na sede da ag\u00eancia em Washington. &#8220;Cada artigo lan\u00e7a luz sobre diferentes aspetos dos processos atmosf\u00e9ricos do planeta &#8211; um exemplo maravilhoso de como as nossas equipas cient\u00edficas fortalecem a compreens\u00e3o do nosso Sistema Solar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Juno entrou na \u00f3rbita de J\u00fapiter em 2016. Durante cada uma das 37 passagens da nave pelo planeta, at\u00e9 ao momento, um conjunto especializado de instrumentos espiou abaixo da sua turbulenta camada de nuvens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Anteriormente, a Juno surpreendeu-nos com ind\u00edcios de que os fen\u00f3menos na atmosfera de J\u00fapiter eram mais profundos do que o esperado,&#8221; disse Scott Bolton, investigador principal da Juno no SwRI (Southwest Research Institute) em San Antonio, no estado norte-americano do Texas, autor principal do artigo publicado na revista Science sobre a profundidade dos v\u00f3rtices de J\u00fapiter. &#8220;Agora, estamos a come\u00e7ar a juntar todas estas pe\u00e7as individuais e a obter a nossa primeira compreens\u00e3o real de como funciona a bela e violenta atmosfera &#8211; em 3D.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O radi\u00f3metro de micro-ondas (MWR) da Juno permite que os cientistas da miss\u00e3o olhem por baixo das nuvens de J\u00fapiter e investiguem a estrutura das suas numerosas tempestades em v\u00f3rtice. A mais famosa destas tempestades \u00e9 o ic\u00f3nico anticiclone conhecido com Grande Mancha Vermelha. Mais largo do que a Terra, este v\u00f3rtice carmesim tem intrigado os cientistas desde a sua descoberta h\u00e1 quase dois s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Jupiter animation 2610\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eV3JUehzHRk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os novos resultados mostram que os ciclones s\u00e3o mais quentes no topo, com menores densidades atmosf\u00e9ricas, enquanto s\u00e3o mais frios em baixo, com densidades mais altas. Os anticiclones, que giram na dire\u00e7\u00e3o oposta, s\u00e3o mais frios em cima, mas mais quentes em baixo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas tamb\u00e9m indicam que estas tempestades s\u00e3o bem mais altas do que o esperado, algumas estendendo-se por 100 km abaixo do topo das nuvens e outras, incluindo a Grande Mancha Vermelha, estendendo-se por mais de 350 km. Esta descoberta surpreendente demonstra que os v\u00f3rtices cobrem regi\u00f5es para l\u00e1 daquelas onde a \u00e1gua se condensa e forma nuvens, abaixo da profundidade onde a luz solar aquece a atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A altura e o tamanho da Grande Mancha Vermelha significam que a concentra\u00e7\u00e3o de massa atmosf\u00e9rica dentro da tempestade pode ser parcialmente detet\u00e1vel por instrumentos que estudam o campo gravitacional de J\u00fapiter. Duas passagens rasantes da Juno sobre a mancha mais famosa de J\u00fapiter forneceram a oportunidade de procurar pela assinatura gravitacional da tempestade e complementar os resultados da sua profundidade pelo MRW.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando a Juno passou bem perto do topo de nuvens de J\u00fapiter, a cerca de 209.000 km\/h, os cientistas da miss\u00e3o foram capazes de medir mudan\u00e7as de velocidade t\u00e3o pequenas quanto 0,01 mil\u00edmetros por segundo usando uma antena de rastreamento da DSN (Deep Space Network) da NASA, a uma dist\u00e2ncia de mais de 650 milh\u00f5es de quil\u00f3metros. Isto permitiu que a equipa restringisse a profundidade da Grande Mancha Vermelha a cerca de 500 km abaixo do topo das nuvens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A precis\u00e3o necess\u00e1ria para obter a gravidade da Grande Mancha Vermelha durante o &#8216;flyby&#8217; de julho de 2019 \u00e9 impressionante,&#8221; disse Marzia Parisi, cientista da Juno no JPL da NASA no sul da Calif\u00f3rnia e autora principal de um artigo publicado na revista Science sobre os voos gravitacionais pela Grande Mancha Vermelha. &#8220;Ser capaz de complementar a descoberta do MRW sobre a profundidade d\u00e1-nos grande confian\u00e7a de que experi\u00eancias futuras de gravidade em J\u00fapiter produzam resultados igualmente intrigantes.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e5\/f6\/NQFrwr6p_o.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e5\/f6\/NQFrwr6p_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o combina uma imagem de J\u00fapiter obtida pela JunoCam a bordo da sonda Juno da NASA com uma composi\u00e7\u00e3o da Terra que ilustra o tamanho e a profundidade da Grande Mancha Vermelha de J\u00fapiter.<br>Cr\u00e9dito: dados da JunoCam &#8211; NASA\/JPL-Caltech\/SwRI\/MSSS; processamento da imagem da JunoCam &#8211; Kevin M. Gill; imagem da Terra &#8211; NASA<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Faixas e zonas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de ciclones e anticiclones, J\u00fapiter \u00e9 conhecido pelas suas faixas e zonas &#8211; bandas de nuvens brancas e avermelhadas que envolvem o planeta. Fortes ventos este-oeste, movendo-se em dire\u00e7\u00f5es opostas, separam as bandas. A Juno descobriu anteriormente que estes ventos, ou correntes, atingem profundidades de aproximadamente 3200 km. Os investigadores ainda est\u00e3o a tentar resolver o mist\u00e9rio de como as correntes se formam. Os dados recolhidos pelo MWR da Juno, ao longo de v\u00e1rias passagens, revelam uma poss\u00edvel pista: que o g\u00e1s am\u00f3nia da atmosfera viaja para cima e para baixo num not\u00e1vel alinhamento com as correntes observadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ao seguir a am\u00f3nia, encontr\u00e1mos c\u00e9lulas de circula\u00e7\u00e3o nos hemisf\u00e9rios sul e norte que s\u00e3o semelhantes em natureza \u00e0s &#8216;C\u00e9lulas de Ferrel&#8217; que controlam grande parte do nosso clima aqui na Terra,&#8221; disse Keren Duer, estudante do Instituto Weizmann de Ci\u00eancia em Israel e autora principal do artigo cient\u00edfico publicado na revista Geophysical Research Letters sobre as c\u00e9lulas semelhantes \u00e0s de Ferrel em J\u00fapiter. &#8220;Ao passo que a Terra tem uma c\u00e9lula de Ferrel por hemisf\u00e9rio, J\u00fapiter tem oito &#8211; cada uma pelo menos 30 vezes maior.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados do MWR da Juno tamb\u00e9m mostram que as faixas e zonas passam por uma transi\u00e7\u00e3o a cerca de 65 km abaixo das nuvens de \u00e1gua de J\u00fapiter. A profundidades menores, as bandas de J\u00fapiter s\u00e3o mais brilhantes em micro-ondas do que as zonas vizinhas. Mas a n\u00edveis mais profundos, abaixo das nuvens de \u00e1gua, acontece o oposto &#8211; o que revela uma semelhan\u00e7a com os nossos oceanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a chamar a este n\u00edvel &#8216;Joviclina&#8217; em analogia a uma camada de transi\u00e7\u00e3o vista nos oceanos da Terra, conhecida como termoclina &#8211; onde a \u00e1gua do mar transita abruptamente de quente para relativamente fria,&#8221; disse Leigh Fletcher, cientista participante da Juno na Universidade de Leicester no Reino Unido e autor principal do artigo publicado na revista Journal of Geophysical Research: Planets, real\u00e7ando as observa\u00e7\u00f5es da Juno em micro-ondas das faixas e zonas temperadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ciclones polares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Juno j\u00e1 havia descoberto arranjos poligonais de tempestades cicl\u00f3nicas gigantes em ambos os polos de J\u00fapiter &#8211; oito arranjadas num padr\u00e3o octagonal no norte e cinco arranjadas num padr\u00e3o pentagonal no sul. Agora, cinco anos depois, os cientistas da miss\u00e3o, usando observa\u00e7\u00f5es pelo JIRAM (Jovian Infrared Auroral Mapper) da sonda, determinaram que estes fen\u00f3menos atmosf\u00e9ricos s\u00e3o extremamente resistentes, permanecendo no mesmo local.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os ciclones de J\u00fapiter afetam o movimento uns dos outros, fazendo com que oscilem em torno de uma posi\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio,&#8221; disse Alessandro Mura, coinvestigador da Juno no Instituto Nacional de Astrof\u00edsica em Roma e autor principal de um artigo recente publicado na Geophysical Research Letters sobre as oscila\u00e7\u00f5es e estabilidade nos ciclones polares de J\u00fapiter. &#8220;O comportamento destas oscila\u00e7\u00f5es lentas sugere que t\u00eam ra\u00edzes profundas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados do JIRAM tamb\u00e9m indicam que, como os furac\u00f5es na Terra, estes ciclones querem mover-se em dire\u00e7\u00e3o aos polos, mas os ciclones localizados no centro de cada polo empurram-nos para tr\u00e1s. Este equil\u00edbrio explica onde os ciclones residem e os n\u00fameros diferentes em cada polo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Jupiter\u2019s 3D Atmosphere Revealed by NASA\u2019s Juno Spacecraft (Media Briefing)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PeQ7JEkBxLE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/press-release\/nasa-s-juno-science-results-offer-first-3d-view-of-jupiter-atmosphere\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2021\/10\/juno-craft-provides-first-3d-view-jupiters-deep-storms\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.swri.org\/press-release\/swri-scientist-outlines-first-3d-view-of-jupiter-s-atmosphere\" target=\"_blank\">\/\/ SwRI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/wis-wander.weizmann.ac.il\/space-physics\/jupiter%E2%80%99s-great-red-spot-measured-depth-first-time\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Weizmann de Ci\u00eancia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/le.ac.uk\/news\/2021\/october\/juno-belts-zones\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Leicester (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.abf1015\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (Science)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.abf1396\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (Science)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1029\/2021GL095651\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (Geophysical Research Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2110.07255\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1029\/2021JE006858\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (Journal of Geophysical Research: Planets)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/jupiter-great-red-spot-deeper-than-thought\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/jupiters-great-red-spot-runs-deep\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2021\/10\/211028153800.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/jupiters-great-red-spot-is-surprisingly-deep\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Scientific American<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2294961-jupiters-great-red-spot-extends-far-deeper-than-we-realised\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popsci.com\/science\/jupiter-great-red-spot-storm-deeper\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-10-juno-spacecraft-peers-deep-jupiter.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2021\/10\/28\/the-weather-on-jupiter-is-beautiful-and-violent-nasa-reveals-massive-storms-and-great-red-spot-in-3d-for-the-first-time\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/lifestyle\/science\/jupiters-huge-great-red-spot-storm-is-much-deeper-than-expected-2021-10-28\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newsweek.com\/jupiter-great-red-spot-explained-new-juno-findings-reveal-storm-depth-nasa-scott-bolton-1643752\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Newsweek<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2021\/10\/28\/world\/juno-jupiter-nasa-great-red-spot-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.wired.com\/story\/jupiters-great-red-spot-extends-deep-into-the-gas-giant\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wired<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2021\/10\/juno-reveals-deep-3d-structure-of-jupiters-massive-storms\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ars Technica<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/jupiter-atmosphere-3d-view-juno-probe-210638035.html?guccounter=1&amp;guce_referrer=aHR0cHM6Ly93d3cuZ29vZ2xlLmNvbS8&amp;guce_referrer_sig=AQAAAHNYLT0PBUSdZnyHWoAB52GPTqdNnXcOm8P2c2-fIoj09FJdPwoerRvI9KXpYeKh6nlDEfKmafO7OLoBo78EJwmyTT3l725OofkZBhSmRZaRFrSUIfYbvtPnzJ3CTxZtMqBhHjdRVy9WZQAdkpZOT6mjvctsulHBQvEV6QCKpnCR\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2021\/10\/29\/ciencia\/noticia\/mancha-vermelha-jupiter-estendese-fundo-atmosfera-pensava-1982943\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00fablico<\/a><br><a href=\"https:\/\/expresso.pt\/sociedade\/2021-10-28-Grande-Mancha-Vermelha-de-Jupiter-estende-se-mais-fundo-na-atmosfera-do-planeta-do-que-se-pensava-eea0510a\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Expresso<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.rtp.pt\/madeira\/sociedade\/grande-mancha-vermelha-de-jupiter-estende-se-mais-fundo-na-atmosfera-do-planeta_77242\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">RTP<\/a><br><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2021-10-28-Grande-Mancha-Vermelha-de-Jupiter-estende-se-mais-fundo-na-atmosfera-do-planeta-do-que-se-pensava-82d421f3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIC Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/pplware.sapo.pt\/ciencia\/sonda-juno-da-nasa-oferece-a-primeira-imagem-3d-da-atmosfera-de-jupiter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pplware<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2021\/10\/28\/grande-mancha-vermelha-de-jupiter-estende-se-mais-fundo-na-atmosfera-do-planeta-do-que-se-pensava\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>J\u00fapiter:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/jupiter\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/jupiter.html\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Great_Red_Spot\" target=\"_blank\">Grande Mancha Vermelha (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Miss\u00e3o Juno:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/juno\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.missionjuno.swri.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SwRI<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAJuno\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Juno_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novos achados da sonda Juno da NASA, em \u00f3rbita de J\u00fapiter, d\u00e3o uma imagem mais completa de como as caracter\u00edsticas atmosf\u00e9ricas distintas e coloridas do planeta fornecem pistas sobre os processos invis\u00edveis abaixo das suas nuvens. 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