{"id":4584,"date":"2021-11-02T07:43:25","date_gmt":"2021-11-02T06:43:25","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4584"},"modified":"2021-11-02T07:51:40","modified_gmt":"2021-11-02T06:51:40","slug":"jwst-vai-unir-forcas-com-o-eht-para-revelar-o-buraco-negro-supermassivo-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/11\/02\/jwst-vai-unir-forcas-com-o-eht-para-revelar-o-buraco-negro-supermassivo-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"JWST vai unir for\u00e7as com o EHT para revelar o buraco negro supermassivo da Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No topo de montanhas isoladas por todo o planeta, os cientistas aguardam a not\u00edcia de que &#8220;\u00e9 esta noite&#8221;: a complexa coordena\u00e7\u00e3o entre dezenas de telesc\u00f3pios no solo e no espa\u00e7o est\u00e1 completa, o c\u00e9u est\u00e1 limpo, as quest\u00f5es tecnol\u00f3gicas foram resolvidas &#8211; as estrelas metaf\u00f3ricas est\u00e3o alinhadas. \u00c9 hora de olhar para o buraco negro supermassivo no cora\u00e7\u00e3o da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este &#8220;Sudoku de agendamento&#8221;, como os astr\u00f3nomos o chamam, ocorre todos os dias durante uma campanha de observa\u00e7\u00e3o pela colabora\u00e7\u00e3o EHT (Event Horizon Telescope) e em breve poder\u00e3o contar com um novo jogador; o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA vai juntar-se aos esfor\u00e7os. Durante a primeira s\u00e9rie de observa\u00e7\u00f5es do Webb, os astr\u00f3nomos ir\u00e3o usar o seu poder de imagem infravermelha para abordar alguns dos desafios \u00fanicos e persistentes apresentados pelo buraco negro da Via L\u00e1ctea, de nome Sagit\u00e1rio A* (Sgr A*; o asterisco pronuncia-se como &#8220;estrela&#8221;).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-j-p2153a-f-2825x1645.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"574\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/IaUCnIGA_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4585\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/IaUCnIGA_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/IaUCnIGA_o-300x175.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/IaUCnIGA_o-768x448.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Um enorme v\u00f3rtice rodopiante de g\u00e1s quente brilha no infravermelho, assinalando a localiza\u00e7\u00e3o aproximada do buraco negro supermassivo no cora\u00e7\u00e3o da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea. Esta composi\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios comprimentos de onda inclui luz infravermelha pr\u00f3xima capturada pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA e foi a imagem infravermelha mais n\u00edtida j\u00e1 feita da regi\u00e3o do centro da Gal\u00e1xia quando divulgada em 2009. Surtos din\u00e2micos oscilantes na regi\u00e3o imediatamente ao redor do buraco negro, chamado Sagit\u00e1rio A*, complicaram os esfor\u00e7os da colabora\u00e7\u00e3o EHT para criar uma imagem mais pr\u00f3xima e detalhada. Embora o buraco negro propriamente dito n\u00e3o emita luz e n\u00e3o possa ser detetado por um telesc\u00f3pio, a equipa do EHT est\u00e1 a trabalhar para fotograf\u00e1-lo, obtendo uma imagem n\u00edtida do g\u00e1s quente brilhante e da poeira diretamente ao seu redor. O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, com lan\u00e7amento previsto para dezembro de 2021, combinar\u00e1 a resolu\u00e7\u00e3o do Hubble com ainda mais dete\u00e7\u00e3o de luz infravermelha. No seu primeiro ano de opera\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, o Webb vai juntar-se ao EHT na observa\u00e7\u00e3o de Sagit\u00e1rio A*, emprestando os seus dados infravermelhos para compara\u00e7\u00e3o com os dados de r\u00e1dio do EHT, tornando mais f\u00e1cil determinar quando os surtos brilhantes est\u00e3o presentes, produzindo uma imagem geral mais n\u00edtida da regi\u00e3o. Na composi\u00e7\u00e3o mostrada aqui, as cores representam diferentes comprimentos de onda de luz. As observa\u00e7\u00f5es no infravermelho pr\u00f3ximo pelo Hubble s\u00e3o mostradas a amarelo, revelando centenas de milhares de estrelas, ber\u00e7\u00e1rios estelares e g\u00e1s aquecido. As observa\u00e7\u00f5es infravermelhas mais profundas do Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA s\u00e3o vistas a vermelho, revelando ainda mais estrelas e nuvens de g\u00e1s. A luz detetada pelo Observat\u00f3rio de raios-X Chandra da NASA \u00e9 mostrada a azul e violeta, indicando onde o g\u00e1s \u00e9 aquecido a milh\u00f5es de graus por explos\u00f5es estelares e fluxos do buraco negro supermassivo.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, SSC, CXC, STScI<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2017, o EHT usou o poder de imagem combinado de oito instala\u00e7\u00f5es de radiotelesc\u00f3pios por todo o planeta para capturar a primeira vis\u00e3o hist\u00f3rica da regi\u00e3o imediatamente em torno de um buraco negro supermassivo, na gal\u00e1xia M87. Sgr A* est\u00e1 mais perto, mas \u00e9 mais escuro do que o buraco negro de M87, e o material em redor cintila, de modo que altera o padr\u00e3o de luz de hora a hora, apresentando desafios para os astr\u00f3nomos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O buraco negro supermassivo da nossa Gal\u00e1xia \u00e9 o \u00fanico que se conhece ter este tipo de surto e, embora isso tenha dificultado bastante a captura de uma imagem da regi\u00e3o, tamb\u00e9m torna Sagit\u00e1rio A* ainda mais interessante cientificamente,&#8221; disse o astr\u00f3nomo Farhad Yusef-Zadeh, professor da Universidade Northwestern e investigador do programa Webb para a observa\u00e7\u00e3o de Sgr A*.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas proemin\u00eancias aparecem devido \u00e0 acelera\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria, mas intensa, das part\u00edculas em torno do buraco negro para energias muito mais altas, com a emiss\u00e3o de luz correspondente. Uma grande vantagem de observar Sgr A* com o Webb \u00e9 a capacidade de capturar dados em dois comprimentos de onda infravermelhos (F210M e F480M) simultaneamente e continuamente, a partir da localiza\u00e7\u00e3o do telesc\u00f3pio para l\u00e1 da Lua. O Webb ter\u00e1 uma vis\u00e3o ininterrupta, observando ciclos de atividade e de calmaria que a equipa do EHT pode usar como refer\u00eancia com os seus pr\u00f3prios dados, resultando numa imagem mais limpa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A fonte ou mecanismo que causa os surtos de atividade ao redor de Sgr A* \u00e9 altamente debatida. As respostas sobre como as erup\u00e7\u00f5es de Sgr A* come\u00e7am, atingem o pico e se dissipam podem ter implica\u00e7\u00f5es de longo alcance para o estudo futuro dos buracos negros, bem como da f\u00edsica de part\u00edculas e do plasma, at\u00e9 mesmo das erup\u00e7\u00f5es solares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os buracos negros s\u00e3o incr\u00edveis,&#8221; disse Sera Markoff, astr\u00f3noma da equipa de investiga\u00e7\u00e3o de Sgr A* do Webb e atualmente vice-presidente do Conselho Cient\u00edfico do EHT. &#8220;A raz\u00e3o pela qual os cientistas e ag\u00eancias espaciais de todo o mundo se esfor\u00e7am tanto para estudar os buracos negros \u00e9 porque s\u00e3o os ambientes mais extremos do Universo conhecido, onde podemos colocar as nossas teorias fundamentais, como a relatividade geral, num teste pr\u00e1tico.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-j-p2153b-f-2825x1645.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/8c\/10\/IQywp6M9_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>G\u00e1s aquecido gira em torno da regi\u00e3o do buraco negro supermassivo da Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, iluminada por luz infravermelha capturada pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA. Divulgada em 2009 para comemorar o Ano Internacional da Astronomia, esta foi a imagem infravermelha mais n\u00edtida j\u00e1 feita da regi\u00e3o do centro da nossa Gal\u00e1xia. O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, com lan\u00e7amento previsto para dezembro de 2021, continuar\u00e1 esta investiga\u00e7\u00e3o, combinando a resolu\u00e7\u00e3o do Hubble com ainda mais capacidade de dete\u00e7\u00e3o no infravermelho. De particular interesse para os astr\u00f3nomos ser\u00e3o as observa\u00e7\u00f5es do Webb das erup\u00e7\u00f5es na \u00e1rea, que n\u00e3o foram observadas ao redor de qualquer outro buraco negro supermassivo e cuja causa \u00e9 desconhecida. Esta atividade complicou a tentativa da colabora\u00e7\u00e3o EHT em capturar uma imagem da \u00e1rea imediatamente ao redor do buraco negro e os dados infravermelhos de Webb dever\u00e3o ajudar em muito na produ\u00e7\u00e3o de uma imagem limpa.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI, Q. Daniel Wang (UMass)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros, previstos por Albert Einstein como parte da sua teoria da relatividade geral, s\u00e3o, em certo modo, o oposto do que o seu nome indica &#8211; em vez de um buraco vazio no espa\u00e7o, os buracos negros s\u00e3o as regi\u00f5es de mat\u00e9ria mais densas e compactadas conhecidas. O campo gravitacional de um buraco negro \u00e9 t\u00e3o forte que curva o tecido do espa\u00e7o em torno de si pr\u00f3prio, e qualquer material que se aproxime demais fica preso ali para sempre, juntamente com qualquer luz que o material emita. \u00c9 por isso que os buracos negros aparecem &#8220;negros&#8221;. Qualquer luz detetada pelos telesc\u00f3pios n\u00e3o prov\u00e9m realmente do buraco negro propriamente dito, mas da \u00e1rea em redor. Os cientistas chamam ao limite interno final desta luz o horizonte de eventos e \u00e9 da\u00ed que a colabora\u00e7\u00e3o EHT recebe o seu nome.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A imagem de M87 pelo EHT foi a primeira prova visual direta de que a previs\u00e3o do buraco negro de Einstein estava correta. Os buracos negros continuam a ser uma zona experimental para a teoria de Einstein e os cientistas esperam que observa\u00e7\u00f5es cuidadosamente programadas em v\u00e1rios comprimentos de onda de Sgr A* pelo EHT, pelo Webb, em raios-X e por outros observat\u00f3rios diminuam a margem de erro nos c\u00e1lculos da relatividade geral, ou talvez apontem para novos reinos da f\u00edsica que n\u00e3o entendemos atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por mais excitante que seja a perspetiva de um novo entendimento e\/ou de uma nova f\u00edsica, Markoff e Zadeh real\u00e7am que isto \u00e9 apenas o come\u00e7o. &#8220;\u00c9 um processo. Provavelmente teremos mais perguntas do que respostas ao in\u00edcio,&#8221; disse Markoff. A equipa de investiga\u00e7\u00e3o Sgr A* planeia pedir mais tempo de observa\u00e7\u00e3o com o Webb nos pr\u00f3ximos anos, para testemunhar outros eventos e construir uma base de conhecimento, determinando padr\u00f5es de atividade a partir de eventos aparentemente aleat\u00f3rios. As informa\u00e7\u00f5es obtidas com o estudo de Sgr A* ser\u00e3o ent\u00e3o aplicadas a outros buracos negros, para aprender o que \u00e9 fundamental \u00e0 sua natureza vs. o que torna um buraco negro \u00fanico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Portanto, este stressante Sudoku de agendamento vai continuar por algum tempo, mas os astr\u00f3nomos concordam que o esfor\u00e7o vale a pena. &#8220;\u00c9 a coisa mais nobre que os humanos podem fazer: procurar a verdade,&#8221; disse Zadeh. &#8220;Est\u00e1 na nossa natureza. Queremos saber como o Universo funciona porque fazemos parte do Universo. Os buracos negros podem conter pistas para algumas destas grandes quest\u00f5es.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb ser\u00e1 o principal observat\u00f3rio de ci\u00eancias espaciais do mundo quando for lan\u00e7ado ainda no final deste ano. O Webb resolver\u00e1 mist\u00e9rios no nosso Sistema Solar, olhar\u00e1 mais al\u00e9m para mundos distantes em redor de outras estrelas e investigar\u00e1 as misteriosas estruturas e origens do nosso Universo e o nosso lugar nele. O Webb \u00e9 um programa internacional liderado pela NASA com os seus parceiros, a ESA e a Ag\u00eancia Espacial Canadiana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2021\/nasa-s-webb-will-join-forces-with-the-event-horizon-telescope-to-reveal-the-milky-way-s\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>EHT (Event Horizon Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eventhorizontelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Event_Horizon_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sagit\u00e1rio A*:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sagittarius_A*\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>M87*:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Messier_87#Supermassive_black_hole_M87*\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Teoria da relatividade geral:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/General_relativity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No topo de montanhas isoladas por todo o planeta, os cientistas aguardam a not\u00edcia de que &#8220;\u00e9 esta noite&#8221;: a complexa coordena\u00e7\u00e3o entre dezenas de telesc\u00f3pios no solo e no espa\u00e7o est\u00e1 completa, o c\u00e9u est\u00e1 limpo, as quest\u00f5es tecnol\u00f3gicas foram resolvidas &#8211; 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