{"id":4537,"date":"2021-10-15T06:32:45","date_gmt":"2021-10-15T05:32:45","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4537"},"modified":"2021-10-15T06:32:46","modified_gmt":"2021-10-15T05:32:46","slug":"conheca-os-42-o-eso-obtem-imagens-de-alguns-dos-maiores-asteroides-do-nosso-sistema-solar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/10\/15\/conheca-os-42-o-eso-obtem-imagens-de-alguns-dos-maiores-asteroides-do-nosso-sistema-solar\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a os 42: O ESO obt\u00e9m imagens de alguns dos maiores asteroides do nosso Sistema Solar"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso2114a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"450\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/3u7HmPfQ_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4538\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/3u7HmPfQ_o.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/3u7HmPfQ_o-300x193.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Esta imagem composta mostra os 42 maiores objetos da cintura de asteroides, situada entre as \u00f3rbitas de Marte e J\u00fapiter. A maioria destes asteroides tem uma dimens\u00e3o superior a 100 km, sendo os dois maiores Ceres and Vesta, com cerca de 940 e 520 km de di\u00e2metro, respetivamente, e os dois mais pequenos Ur\u00e2nia e Ausonia, ambos com apenas 90 km. As imagens dos asteroides foram obtidas com o instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) montado no VLT do ESO.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/M. Kornmesser\/Vernazza et al.\/algoritmo MISTRAL (ONERA\/CNRS)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o aux\u00edlio do VLT (Very Large Telescope) do ESO no Chile, os astr\u00f3nomos obtiveram imagens de 42 dos maiores objetos da cintura de asteroides, situada entre as \u00f3rbitas de Marte e J\u00fapiter. Nunca tinham sido obtidas at\u00e9 \u00e0 data imagens t\u00e3o n\u00edtidas de um grupo de asteroides t\u00e3o extenso. As observa\u00e7\u00f5es revelam uma grande variedade de formas peculiares, desde esf\u00e9ricas a &#8220;osso de c\u00e3o&#8221;, e est\u00e3o a ajudar os astr\u00f3nomos a tra\u00e7ar as origens dos asteroides do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As imagens detalhadas destes 42 objetos s\u00e3o um grande passo em frente na explora\u00e7\u00e3o dos asteroides, poss\u00edvel gra\u00e7as a telesc\u00f3pios colocados no solo, e contribuem para responder \u00e0 &#8220;derradeira quest\u00e3o da vida, do universo e de tudo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;At\u00e9 \u00e0 data, apenas tinham sido obtidas imagens com um elevado grau de detalhe para tr\u00eas grandes asteroides da cintura principal, Ceres, Vesta e Lut\u00e9cia, na altura em que foram visitados pelas sondas das miss\u00f5es espaciais Dawn da NASA e Rosetta da ESA,&#8221; explica Pierre Vernazza, do Laboratoire d\u2019Astrophysique de Marseille em Fran\u00e7a, que liderou este estudo publicado na revista da especialidade Astronomy &amp; Astrophysics. &#8220;As nossas observa\u00e7\u00f5es mostram agora imagens muito n\u00edtidas de muito mais objetos, 42 no total.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Meet 42 Asteroids in Our Solar System (ESOcast 243 Light)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dMrTgD1mYEQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O anteriormente pequeno n\u00famero de observa\u00e7\u00f5es detalhadas de asteroides implicava que, at\u00e9 agora, muitas caracter\u00edsticas cruciais, tais como a forma tridimensional ou a densidade, permaneciam essencialmente desconhecidas. Entre 2017 e 2019, Vernazza e a sua equipa decidiram colmatar esta falha, levando a cabo um rastreio meticuloso dos corpos principais da cintura de asteroides.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maior parte dos 42 objetos desta amostra tem uma dimens\u00e3o superior a 100 km; em particular, a equipa obteve imagens de praticamente todos os asteroides da cintura maiores que 200 km, ou seja, 20 dos 23. Os dois maiores objetos observados foram Ceres e Vesta, com cerca de 940 e 520 km de di\u00e2metro, respetivamente, enquanto os mais pequenos foram Ur\u00e2nia e Ausonia, ambos com apenas 90 km.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso2114g.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/1a\/2e\/uLhcviiQ_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Este poster mostra 42 dos maiores objetos da cintura de asteroides, situada entre Marte e J\u00fapiter (as \u00f3rbitas n\u00e3o est\u00e3o \u00e0 escala). As imagens na circunfer\u00eancia exterior foram obtidas pelo instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) montado no VLT do ESO. A amostra de asteroides observados cont\u00e9m 39 objetos com dimens\u00f5es superiores a 100 km de di\u00e2metro, incluindo 20 com di\u00e2metros maiores que 200 km. O poster destaca alguns asteroides, como Ceres (o maior da cintura), Ur\u00e2nia (o mais pequeno observado), Cal\u00edope (o mais denso) e Lut\u00e9cia, que foi visitado pela miss\u00e3o Rosetta da Ag\u00eancia Espacial Europeia.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/M. Kornmesser\/Vernazza et al.\/algoritmo MISTRAL (ONERA\/CNRS)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao reconstruir as formas dos objetos, a equipa percebeu que os asteroides observados est\u00e3o essencialmente divididos em duas fam\u00edlias. Alguns s\u00e3o quase perfeitamente esf\u00e9ricos, tais como H\u00edgia e Ceres, enquanto outros t\u00eam formas &#8220;alongadas&#8221; mais peculiares, sendo Cle\u00f3patra a rainha incontest\u00e1vel deste subgrupo com a sua forma em &#8220;osso de c\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao combinar as formas dos asteroides com informa\u00e7\u00e3o sobre as suas massas, a equipa descobriu que as densidades mudam significativamente ao longo da amostra. Os quatro asteroides menos densos, que incluem Lamberta e S\u00edlvia, t\u00eam densidades de cerca de 1,3 gramas por cent\u00edmetro c\u00fabito, aproximadamente a densidade do carv\u00e3o. Os mais densos, Psique e Cal\u00edope, t\u00eam densidades de 3,9 e 4,4 gr\/cm3, respetivamente, mais elevadas que a densidade do diamante (3,5 gr\/cm3).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Looking at the identity cards of eight asteroids in our Solar System\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uGSHpUPN6CI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A grande diferen\u00e7a de densidades sugere que a composi\u00e7\u00e3o dos asteroides varia significativamente, dando aos astr\u00f3nomos pistas importantes sobre as suas origens. &#8220;As nossas observa\u00e7\u00f5es apoiam fortemente uma migra\u00e7\u00e3o substancial destes corpos depois da sua forma\u00e7\u00e3o. Em suma, uma tal variedade nas suas composi\u00e7\u00f5es apenas pode ser compreendida se os corpos tiverem tido origem em regi\u00f5es distintas do Sistema Solar,&#8221; explica Josef Hanu\u0161 da Universidade Charles em Praga, Rep\u00fablica Checa, um dos autores do estudo. Em particular, os resultados apoiam a teoria de que os asteroides menos densos se formaram nas regi\u00f5es remotas do Sistema Solar, para l\u00e1 da \u00f3rbita de Neptuno, tendo migrado posteriormente para a sua posi\u00e7\u00e3o atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram poss\u00edveis gra\u00e7as \u00e0 sensibilidade do instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) montado no VLT do ESO. &#8220;As capacidades melhoradas do SPHERE, aliadas ao facto de pouco se conhecer relativamente \u00e0 forma dos maiores asteroides da cintura principal, permitiram-nos avan\u00e7ar substancialmente nesta \u00e1rea de estudo,&#8221; diz o coautor Laurent Jorda, tamb\u00e9m do Laboratoire d&#8217;Astrophysique de Marseille.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos ir\u00e3o conseguir obter imagens muito detalhadas de ainda mais asteroides com o futuro ELT (Extremely Large Telescope) do ESO, atualmente em constru\u00e7\u00e3o no Chile e que dever\u00e1 come\u00e7ar a suas opera\u00e7\u00f5es no final desta d\u00e9cada. &#8220;Observa\u00e7\u00f5es de asteroides da cintura principal levadas a cabo com o ELT permitir-nos-\u00e3o estudar objetos com di\u00e2metros entre 35 e 80 km, dependendo da sua localiza\u00e7\u00e3o na cintura, e crateras com dimens\u00f5es aproximadamente entre 10 e 25 km,&#8221; diz Vernazza. &#8220;Adicionalmente, se dispusermos de um instrumento do tipo do SPHERE montado no ELT, poderemos inclusivamente obter imagens de um conjunto de objetos semelhante, mas situados na distante Cintura de Kuiper! Deste modo poder\u00edamos caracterizar, a partir do solo, a hist\u00f3ria geol\u00f3gica de uma amostra muito maior de pequenos corpos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"42 asteroids in our Solar System and their orbits\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/76okazkrp-0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso2114\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2021\/10\/aa41781-21\/aa41781-21.html\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Saiba mais:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Asteroides:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nineplanets.org\/asteroids.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroid\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ceres:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ceres_%28dwarf_planet%29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vesta:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/4_Vesta\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lut\u00e9cia:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/21_Lutetia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ur\u00e2nia:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/30_Urania\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ausonia:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/63_Ausonia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>H\u00edgia:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/10_Hygiea\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cle\u00f3patra:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/216_Kleopatra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lamberta:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/187_Lamberta\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>S\u00edlvia:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/87_Sylvia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Psyche:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/16_Psyche\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cal\u00edope:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/22_Kalliope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ELT (Extremely Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/e-elt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/eelt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO &#8211; 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/European_Extremely_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem composta mostra os 42 maiores objetos da cintura de asteroides, situada entre as \u00f3rbitas de Marte e J\u00fapiter. A maioria destes asteroides tem uma dimens\u00e3o superior a 100 km, sendo os dois maiores Ceres and Vesta, com cerca de 940 e 520 km de di\u00e2metro, respetivamente, e os dois mais pequenos Ur\u00e2nia e &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4538,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[1174,1177,1179,1184,601,1180,528,166,600,1181,119,1182,1178,494,107],"class_list":["post-4537","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-sistema-solar","tag-16-psyche","tag-asteroides","tag-ausonia","tag-caliope","tag-ceres","tag-cleopatra","tag-elt","tag-eso","tag-higia","tag-lamberta","tag-lutecia","tag-silvia","tag-urania","tag-vesta","tag-vlt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4537","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4537"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4537\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4539,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4537\/revisions\/4539"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4538"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4537"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4537"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4537"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}