{"id":4471,"date":"2021-09-17T06:15:34","date_gmt":"2021-09-17T05:15:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4471"},"modified":"2021-09-17T06:15:35","modified_gmt":"2021-09-17T05:15:35","slug":"alma-revela-ambientes-ricos-em-carbono-e-materia-organica-que-dao-origem-a-planetas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/09\/17\/alma-revela-ambientes-ricos-em-carbono-e-materia-organica-que-dao-origem-a-planetas\/","title":{"rendered":"ALMA revela ambientes [ricos em carbono e mat\u00e9ria org\u00e2nica] que d\u00e3o origem a planetas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma colabora\u00e7\u00e3o internacional de cientistas, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), concluiu o mais extenso mapeamento da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica dos discos protoplanet\u00e1rios em torno de cinco estrelas jovens pr\u00f3ximas a alta resolu\u00e7\u00e3o, produzindo imagens que capturam a composi\u00e7\u00e3o molecular associada a nascimentos planet\u00e1rios, e um roteiro para estudos futuros da composi\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e comet\u00e1ria. O novo estudo desvenda pistas sobre o papel das mol\u00e9culas na forma\u00e7\u00e3o do sistema planet\u00e1rio e se esses jovens sistemas de planetas em forma\u00e7\u00e3o t\u00eam tudo o necess\u00e1rio para albergar vida. Os resultados do programa, apropriadamente chamado de MAPS (Molecules with ALMA at Planet-forming Scales), aparecer\u00e3o numa edi\u00e7\u00e3o especial de 20 artigos cient\u00edficos da revista The Astrophysical Journal Supplement Series.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/cfa-025-planetary_disk_ill_2panElrg-1209x600.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"508\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/cfa-025-planetary_disk_ill_2panElrg-1209x600-1-1024x508.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4472\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/cfa-025-planetary_disk_ill_2panElrg-1209x600-1-1024x508.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/cfa-025-planetary_disk_ill_2panElrg-1209x600-1-300x149.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/cfa-025-planetary_disk_ill_2panElrg-1209x600-1-768x381.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/cfa-025-planetary_disk_ill_2panElrg-1209x600-1.jpg 1209w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Nesta impress\u00e3o de artista, os planetas formam-se a partir do g\u00e1s e da poeira no disco protoplanet\u00e1rio em redor da estrela jovem. O g\u00e1s \u00e9 composto por muitas mol\u00e9culas diferentes, incluindo cianeto de hidrog\u00e9nio e nitrilos mais complexos &#8211; ligados ao desenvolvimento da vida na Terra &#8211; e outras subst\u00e2ncias org\u00e2nicas e inorg\u00e2nicas. Dos simples compostos org\u00e2nicos aos mais complexos, a sopa de mol\u00e9culas numa localiza\u00e7\u00e3o particular no disco molda o futuro da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria a\u00ed, e determina se ou planeta pode suportar vida como a conhecemos ou n\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: M. Weiss\/Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas formam-se em discos de poeira e g\u00e1s &#8211; tamb\u00e9m chamados discos protoplanet\u00e1rios &#8211; em torno de estrelas jovens. A composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica ou mol\u00e9culas contidas nestes discos pode ter um impacto sobre os pr\u00f3prios planetas, incluindo como e onde ocorre a forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica dos planetas e se esses planetas t\u00eam a composi\u00e7\u00e3o org\u00e2nica necess\u00e1ria para suportar vida. O MAPS olhou especificamente para os discos protoplanet\u00e1rios em torno das estrelas jovens IM Lup, GM Aur, AS 209, HD 163296 e MWC 480, onde j\u00e1 tinham sido detetadas evid\u00eancias de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em andamento. O projeto levou a v\u00e1rias descobertas empolgantes, incluindo uma liga\u00e7\u00e3o entre poeira e subestruturas qu\u00edmicas e a presen\u00e7a de grandes reservat\u00f3rios de mol\u00e9culas org\u00e2nicas nas regi\u00f5es internas do disco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com o ALMA, pudemos ver como as mol\u00e9culas s\u00e3o distribu\u00eddas onde os exoplanetas est\u00e3o atualmente a formar-se,&#8221; disse Karin \u00d6berg, astr\u00f3noma no Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (CfA) e investigadora principal do MAPS. &#8220;Uma das coisas realmente interessantes que vimos \u00e9 que os discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em torno destas cinco estrelas jovens s\u00e3o f\u00e1bricas de uma classe especial de mol\u00e9culas org\u00e2nicas, os chamados nitrilos, que est\u00e3o implicadas nas origens da vida aqui na Terra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foram observadas ao longo do projeto, e em detalhes sem precedentes, mol\u00e9culas org\u00e2nicas simples como HCN, C2H e H2CO, gra\u00e7as \u00e0 sensibilidade e poder de resolu\u00e7\u00e3o dos recetores de Banda 3 e Banda 6 do ALMA. &#8220;Em particular, pudemos observar a quantidade de pequenas mol\u00e9culas org\u00e2nicas nas regi\u00f5es internas dos discos, onde provavelmente est\u00e3o a ser formados planetas rochosos,&#8221; disse Viviana V. Guzm\u00e1n, astr\u00f3noma do Instituto de Astrof\u00edsica da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Chile, autora principal do MAPS VI e coinvestigadora principal do MAPS. &#8220;Estamos a descobrir que o nosso pr\u00f3prio Sistema Solar n\u00e3o \u00e9 particularmente \u00fanico, e que outros sistemas planet\u00e1rios em redor de outras estrelas t\u00eam ingredientes b\u00e1sicos suficientes para formar os blocos de constru\u00e7\u00e3o da vida.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Fig6_HD163296_HCN_260GH_hf1_BLUElog_black_3K75percent-1024x1024-1-700x700.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Fig6_HD163296_HCN_260GH_hf1_BLUElog_black_3K75percent-1024x1024-1-700x700.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Os dados ALMA da jovem estrela HD 163296 mostram a brilhante emiss\u00e3o do cianeto de hidrog\u00e9nio a azul. O projeto MAPS focou-se no cianeto de hidrog\u00e9nio e noutras subst\u00e2ncias org\u00e2nicas e inorg\u00e2nicas em discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria para obter mais informa\u00e7\u00f5es sobre as composi\u00e7\u00f5es dos jovens planetas e como as composi\u00e7\u00f5es est\u00e3o relacionadas com o local, no disco protoplanet\u00e1rio, onde os planetas se formam.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO)\/D. Berry (NRAO), K. \u00d6berg et al (MAPS)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas tamb\u00e9m observaram mol\u00e9culas org\u00e2nicas mais complexas como HC3N, CH3CN e c-C3H2 &#8211; especialmente aquelas que cont\u00eam carbono e, portanto, t\u00eam maior probabilidade de atuar como mat\u00e9ria-prima de mol\u00e9culas pr\u00e9-bi\u00f3ticas maiores. Embora estas mol\u00e9culas j\u00e1 tenham sido detetadas antes em discos protoplanet\u00e1rios, o MAPS \u00e9 o primeiro estudo sistem\u00e1tico em v\u00e1rios discos e a alta resolu\u00e7\u00e3o espacial e sensibilidade, e o primeiro estudo a encontrar as mol\u00e9culas em escalas pequenas e quantidades t\u00e3o significativas. &#8220;Encontr\u00e1mos mais mol\u00e9culas org\u00e2nicas grandes do que o esperado, por um fator de 10 ou 100 a mais, localizadas nos discos internos em escalas do Sistema Solar, e a sua qu\u00edmica parece semelhante \u00e0 dos cometas do Sistema Solar,&#8221; disse John Ilee, astr\u00f3nomo na Universidade de Leeds e autor principal do MAPS IX. &#8220;A presen\u00e7a destas grandes mol\u00e9culas org\u00e2nicas \u00e9 significativa porque s\u00e3o o ponto de partida entre mol\u00e9culas simples baseadas em carbono, como o mon\u00f3xido de carbono, que \u00e9 encontrado em abund\u00e2ncia no espa\u00e7o, e as mol\u00e9culas mais complexas necess\u00e1rias para criar e suportar vida.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, as mol\u00e9culas n\u00e3o est\u00e3o distribu\u00eddas uniformemente pelos discos protoplanet\u00e1rios, como evidenciado no MAPS III e IV, que revelaram que, embora as composi\u00e7\u00f5es gerais pare\u00e7am ser semelhantes \u00e0 do Sistema Solar, a amplia\u00e7\u00e3o a alta resolu\u00e7\u00e3o revela alguma diversidade na composi\u00e7\u00e3o que poderia resultar em diferen\u00e7as de planeta para planeta. &#8220;O g\u00e1s molecular nos discos protoplanet\u00e1rios \u00e9 muitas vezes encontrado em conjuntos de an\u00e9is e lacunas distintas,&#8221; disse Charles Law, astr\u00f3nomo do CfA e autor principal do MAPS III e IV. &#8220;Mas o mesmo disco, observado em diferentes linhas de emiss\u00e3o molecular, parece completamente diferente, com cada disco tendo m\u00faltiplas faces moleculares. Isto tamb\u00e9m significa que planetas em discos diferentes, ou no mesmo disco, mas em locais diferentes, podem formar-se em ambientes qu\u00edmicos radicalmente diferentes&#8221;. Isto significa que alguns planetas se formam com as ferramentas necess\u00e1rias para construir e suportar vida, enquanto outros planetas vizinhos n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um destes ambientes radicalmente diferentes ocorre no espa\u00e7o em torno de planetas semelhantes a J\u00fapiter, onde os cientistas descobriram que o g\u00e1s \u00e9 pobre em carbono, oxig\u00e9nio e elementos mais pesados, embora seja rico em hidrocarbonetos, como o metano. &#8220;A qu\u00edmica observada nos discos protoplanet\u00e1rios deve ser herdada pela forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria,&#8221; disse Arthur Bosman, astr\u00f3nomo na Universidade de Michigan e autor principal do MAPS VII. &#8220;As nossas descobertas sugerem que muitos gigantes gasosos podem formar-se com atmosferas extremamente pobres em oxig\u00e9nio (ricas em carbono), desafiando as expetativas atuais das composi\u00e7\u00f5es planet\u00e1rias.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No geral, o MAPS est\u00e1 a fornecer exatamente isso: um mapa para os cientistas seguirem, ligando os pontos entre o g\u00e1s e a poeira num disco protoplanet\u00e1rio e os planetas que eventualmente se formam a partir deles para criar um sistema planet\u00e1rio. &#8220;A composi\u00e7\u00e3o de um planeta \u00e9 um registo da localiza\u00e7\u00e3o no disco em que foi formado&#8221;, disse Bosman. &#8220;Ligar a composi\u00e7\u00e3o do planeta e a composi\u00e7\u00e3o do disco permite-nos examinar a hist\u00f3ria de um planeta e ajuda-nos a entender as for\u00e7as que o formaram.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Joe Pesce, astr\u00f3nomo e oficial do programa ALMA da NSF (National Science Foundation), observa, &#8220;saber se a vida existe para l\u00e1 da Terra \u00e9 uma das quest\u00f5es fundamentais da humanidade. Agora sabemos que os planetas se encontram em todos os lugares, e o pr\u00f3ximo passo \u00e9 determinar se t\u00eam as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para a vida como a conhecemos (e qu\u00e3o comum essa situa\u00e7\u00e3o pode ser). O programa MAPS ajudar-nos-\u00e1 a melhor responder a estas perguntas. A busca do ALMA por precursores da vida, longe da Terra, complementa os estudos realizados em laborat\u00f3rios e em locais como fontes hidrotermais na Terra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00d6berg acrescentou: &#8220;O MAPS \u00e9 o culminar de d\u00e9cadas de trabalho na qu\u00edmica dos discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria por cientistas usando o ALMA e seus precursores. Embora o MAPS tenha investigado apenas cinco discos at\u00e9 agora, n\u00e3o t\u00ednhamos ideia que qu\u00e3o quimicamente complexos e visualmente impressionantes estes discos realmente eram at\u00e9 agora. O MAPS respondeu pela primeira vez a quest\u00f5es que nem sequer pod\u00edamos imaginar perguntar h\u00e1 d\u00e9cadas atr\u00e1s, e tamb\u00e9m nos deixou com muitas mais para responder.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-releases\/alma-reveals-carbon-rich-organic-birth-environments-of-planets\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/alma-reveals-carbon-rich-organic-birth-environments-of-planets\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/alma-telescope.jp\/en\/news\/press\/maps-202109\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NAOJ (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/planets-form-organic-soups-different-ingredients\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.mpg.de\/17471408\/submitted-news-from-mpi\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Max Planck para Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.leeds.ac.uk\/news-science\/news\/article\/4915\/how-planets-may-be-seeded-with-the-chemicals-necessary-for-life\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Leeds (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/new-alma-study-reveals-the-many-molecular-faces-of-protoplanetary-disks\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Michigan (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Artigos cient\u00edficos em destaque:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2109.06268\" target=\"_blank\">MAPS I (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2109.06210\" target=\"_blank\">MAPS III (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2109.06217\" target=\"_blank\">MAPS IV (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2109.06391\" target=\"_blank\">MAPS VI (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2109.06221\" target=\"_blank\">MAPS VII (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2109.06319\" target=\"_blank\">MAPS IX (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/928241\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2021\/09\/210915111020.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-09-alma-reveals-carbon-rich-birth-environments.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nitrilos:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nitrile\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MAPS:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/alma-maps.info\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/alma-telescope.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma colabora\u00e7\u00e3o internacional de cientistas, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), concluiu o mais 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