{"id":4436,"date":"2021-09-03T06:23:47","date_gmt":"2021-09-03T05:23:47","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4436"},"modified":"2021-09-03T06:24:06","modified_gmt":"2021-09-03T05:24:06","slug":"uma-descoberta-acidental-sugere-uma-populacao-oculta-de-objetos-cosmicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/09\/03\/uma-descoberta-acidental-sugere-uma-populacao-oculta-de-objetos-cosmicos\/","title":{"rendered":"Uma descoberta acidental sugere uma popula\u00e7\u00e3o oculta de objetos c\u00f3smicos"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/1-wise-all-sky-image-16.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"496\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Nla2p9mY_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4437\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Nla2p9mY_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Nla2p9mY_o-300x151.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Nla2p9mY_o-768x387.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Este mosaico mostra todo o c\u00e9u fotogfrafado pelo WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer). A radia\u00e7\u00e3o infravermelha refere-se a comprimentos de onda que s\u00e3o mais longos do que aqueles vis\u00edveis a olho humanos. Muitos objetos c\u00f3smicos irradiam no infravermelho, incluindo g\u00e1s e nuvens de poeira onde as estrelas se formam, e an\u00e3s castanhas.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/UCLA<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Um novo estudo fornece uma explica\u00e7\u00e3o tentadora de como um objeto c\u00f3smico peculiar chamado WISEA J153429.75-104303.3 &#8211; que recebeu a alcunha de &#8220;O Acidente&#8221; &#8211; teve origem. O Acidente \u00e9 uma an\u00e3 castanha. Embora se formem como estrelas, estes objetos n\u00e3o t\u00eam massa suficiente para dar in\u00edcio a fus\u00e3o nuclear, o processo que faz com que as estrelas brilhem. Embora as an\u00e3s castanhas \u00e0s vezes desafiem a caracteriza\u00e7\u00e3o, os astr\u00f3nomos t\u00eam uma boa compreens\u00e3o das suas caracter\u00edsticas gerais.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou tinham, at\u00e9 terem encontrado esta.<\/p>\n\n\n\n<p>O Acidente recebeu este nome depois de ser descoberto por pura sorte. Escapou aos levantamentos normais porque n\u00e3o se parece com nenhuma das pouco mais de 2000 an\u00e3s castanhas que foram encontradas na nossa Gal\u00e1xia at\u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que as an\u00e3s castanhas envelhecem, arrefecem e o seu brilho em diferentes comprimentos de onda muda. N\u00e3o \u00e9 diferente de como alguns metais, quando aquecidos, v\u00e3o do branco brilhante ao vermelho profundo \u00e0 medida que arrefecem. O Acidente confundiu os cientistas porque era t\u00e9nue em alguns comprimentos de onda importantes, sugerindo que era muito fria (e antiga), mas brilhante noutros, indicando uma temperatura mais alta.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/40\/65\/VziJ3JlR_o.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/40\/65\/VziJ3JlR_o.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Consegue ver a mancha escura movendo-se em baixo \u00e0 esquerda? \u00c9 uma an\u00e3 castanha denominada &#8220;O Acidente&#8221;, que foi descoberta pelo cientista cidad\u00e3o Dan Caselden. Ela havia escapado aos levantamentos normais porque n\u00e3o se parecia com nenhuma outra an\u00e3 castanha conhecida.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/Dan Caselden<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>&#8220;Este objeto desafiou todas as nossas expetativas,&#8221; disse Davy Kirkpatrick, astrof\u00edsico do IPAC do Caltech em Pasadena, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. Ele e coautores postulam, num novo artigo publicado na revista The Astrophysical Journal Letters, que o Acidente pode ter entre 10 e 13 mil milh\u00f5es de anos &#8211; pelo menos o dobro da m\u00e9dia de idades de outras an\u00e3s castanhas conhecidas. Isto significa que teria sido formada quando a nossa Gal\u00e1xia era muito mais jovem e tinha uma composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica diferente. A ser esse o caso, provavelmente h\u00e1 muitas mais destas an\u00e3s castanhas antigas \u00e0 espreita na nossa vizinhan\u00e7a gal\u00e1ctica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um Perfil Peculiar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Acidente foi detetado pela primeira vez pelo NEOWISE (Near-Earth Object Wide-Field Infrared Survey Explorer) da NASA, lan\u00e7ado em 2009 sobre o apelido WISE e gerido pelo JPL da NASA no sul da Calif\u00f3rnia. Dado que as an\u00e3s castanhas s\u00e3o objetos relativamente frios, irradiam principalmente luz infravermelha, ou comprimentos de onda maiores do que o olho humano pode ver.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/e2-brown-dwarf-infographic-16.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ef\/32\/9Mo6b5FV_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>As an\u00e3s castanhas partilham certas caracter\u00edsticas com ambas as estrelas e os planetas. Em geral, s\u00e3o menos massivas do que as estrelas e mais massivas do que os planetas. Uma an\u00e3 castanha torna-se uma estrela se a press\u00e3o no seu n\u00facleo se tornar suficientemente alta para dar in\u00edcio \u00e0 fus\u00e3o nuclear, o processo que faz com que as estrelas brilhem.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Para descobrir como O Acidente poderia ter propriedades t\u00e3o contradit\u00f3rias &#8211; algumas sugerindo que \u00e9 muito fria, outras indicando que \u00e9 muito mais quente &#8211; os cientistas precisaram de mais informa\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o, observaram o objeto em comprimentos de onda infravermelhos adicionais com um telesc\u00f3pio terrestre no Observat\u00f3rio W. M. Keck no Hawaii. Mas a an\u00e3 castanha aparecia t\u00e3o t\u00e9nue nesses comprimentos de onda, que nem sequer a conseguiram detetar, aparentemente confirmando a sua sugest\u00e3o de que era muito fria.<\/p>\n\n\n\n<p>De seguida, decidiram determinar se o baixo brilho resultava de O Acidente estar mais distante da Terra do que o esperado. Mas n\u00e3o foi esse o caso, de acordo com medi\u00e7\u00f5es precisas da dist\u00e2ncia pelos telesc\u00f3pios espaciais Hubble e Spitzer da NASA. Tendo determinado a dist\u00e2ncia do objeto &#8211; cerca de 50 anos-luz da Terra &#8211; a equipa percebeu que estava a mover-se rapidamente &#8211; cerca de 800.000 km\/h. Este valor \u00e9 muito superior ao de todas as outras an\u00e3s castanhas conhecidas por estarem a esta dist\u00e2ncia da Terra, o que significa que provavelmente viaja pela Gal\u00e1xia h\u00e1 muito tempo, encontrando objetos massivos que a aceleram com a sua gravidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Com um monte de evid\u00eancias que sugerem que O Acidente \u00e9 extremamente antigo, os investigadores prop\u00f5em que as suas estranhas propriedades n\u00e3o s\u00e3o de todo estranhas e que podem ser uma pista da sua idade.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando a Via L\u00e1ctea se formou h\u00e1 cerca de 13,6 mil milh\u00f5es de anos, era composta quase inteiramente de hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio. Outros elementos, como o carbono, formaram-se dentro das estrelas; quando as estrelas mais massivas explodiram como supernovas, espalharam os elementos por toda a Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p>O metano, composto por hidrog\u00e9nio e carbono, \u00e9 comum na maioria das an\u00e3s castanhas que t\u00eam uma temperatura semelhante \u00e0 de O Acidente. Mas o perfil de luz de O Acidente sugere que cont\u00e9m muito pouco metano. Tal como todas as mol\u00e9culas, o metano absorve comprimentos de onda espec\u00edficos, de modo que uma an\u00e3 castanha rica em metano seria fraca nestes comprimentos de onda. O Acidente, por contraste, \u00e9 brilhante nestes comprimentos de onda, o que pode indicar baixos n\u00edveis de metano.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o perfil de luz de O Acidente poderia corresponder ao de uma an\u00e3 castanha muito velha que se formou quando a Gal\u00e1xia ainda era pobre em carbono; muito pouco carbono aquando da forma\u00e7\u00e3o significa muito pouco metano na sua atmosfera hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 uma surpresa encontrar uma an\u00e3 castanha t\u00e3o velha, mas \u00e9 uma surpresa encontrar uma no nosso quintal,&#8221; disse Federico Marocco, astrof\u00edsico do IPAC no Caltech que liderou as novas observa\u00e7\u00f5es usando os telesc\u00f3pios Keck e Hubble. &#8220;Esper\u00e1vamos que an\u00e3s castanhas t\u00e3o antigas existissem, mas tamb\u00e9m esper\u00e1vamos que fossem incrivelmente raras. A chance de encontrar uma t\u00e3o perto do Sistema Solar pode ser uma coincid\u00eancia feliz, ou diz-nos que s\u00e3o mais comuns do que pens\u00e1vamos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/e3-brown-dwarf-illustration-16.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/98\/a0\/D43uFTD2_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta impress\u00e3o de artista mostra uma an\u00e3 castanha t\u00e9nue e fria no espa\u00e7o. As an\u00e3s castanhas formam-se como estrelas, mas n\u00e3o t\u00eam massa suficiente para dar in\u00edcio \u00e0 fus\u00e3o nuclear nos seus n\u00facleos &#8211; o processo que faz com que as estrelas brilhem. Como resultado, partilham algumas caracter\u00edsticas f\u00edsicas com os planetas gigantes, como J\u00fapiter.<br>Cr\u00e9dito: IPAC\/Caltech<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Um Acidente Fortuito<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para encontrar an\u00e3s castanhas mais antigas como O Acidente &#8211; se \u00e9 que existem &#8211; os investigadores podem ter que mudar a forma como procuram estes objetos.<\/p>\n\n\n\n<p>O Acidente foi descoberto pelo cientista cidad\u00e3o Dan Caselden, que estava a usar um programa online que ele desenvolveu para encontrar an\u00e3s castanhas em dados do NEOWISE. O c\u00e9u est\u00e1 repleto de objetos que irradiam luz infravermelha; no geral, estes objetos parecem permanecer fixos no c\u00e9u, devido \u00e0 sua grande dist\u00e2ncia da Terra. Mas dado que as an\u00e3s castanhas s\u00e3o t\u00e3o fracas, s\u00e3o vis\u00edveis apenas quando est\u00e3o relativamente perto da Terra, e isso significa que os cientistas podem observ\u00e1-las movendo-se pelo c\u00e9u durante meses ou anos (o NEOWISE mapeia todo o c\u00e9u uma vez a cada seis meses).<\/p>\n\n\n\n<p>O programa de Caselden tentou remover os objetos infravermelhos estacion\u00e1rios (como estrelas distantes) dos mapas do NEOWISE e destacar objetos em movimento que tinham caracter\u00edsticas semelhantes \u00e0s das an\u00e3s castanhas conhecidas. Ele estava a olhar para uma destas candidatas a an\u00e3 castanha quando avistou outro objeto muito mais fraco movendo-se rapidamente pelo ecr\u00e3. Este acabaria por ser WISEA J153429.75-104303.3, que n\u00e3o havia sido destacado porque n\u00e3o correspondia ao perfil de an\u00e3 castanha do programa. Caselden avistou-a por acidente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta descoberta est\u00e1 a dizer-nos que h\u00e1 mais variedade nas composi\u00e7\u00f5es das an\u00e3s castanhas do que vimos at\u00e9 agora,&#8221; disse Kirkpatrick. &#8220;Provavelmente existem mais estranhas por a\u00ed, e precisamos de pensar em como procur\u00e1-las.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/an-accidental-discovery-hints-at-a-hidden-population-of-cosmic-objects\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ac0437\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2106.13408\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>WISEA J153429.75-104303.3:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WISE_1534%E2%80%931043\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>An\u00e3s castanhas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Brown_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/vision\/universe\/starsgalaxies\/brown_dwarf_detectives.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.darkstar1.co.uk\/ds3.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Andy Lloyd&#8217;s Dark Star Theory<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>WISE:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wide-field_Infrared_Survey_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/neo.jpl.nasa.gov\/stats\/wise\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEOWISE (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/wise.ssl.berkeley.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">U. Berkeley<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Cient\u00edfico Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este mosaico mostra todo o c\u00e9u fotogfrafado pelo WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer). 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