{"id":4378,"date":"2021-08-10T06:29:36","date_gmt":"2021-08-10T05:29:36","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4378"},"modified":"2021-08-10T06:29:38","modified_gmt":"2021-08-10T05:29:38","slug":"tess-sintoniza-uma-sinfonia-de-estrelas-gigantes-vermelhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/08\/10\/tess-sintoniza-uma-sinfonia-de-estrelas-gigantes-vermelhas\/","title":{"rendered":"TESS sintoniza uma &#8220;sinfonia&#8221; de estrelas gigantes vermelhas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando observa\u00e7\u00f5es do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, os astr\u00f3nomos identificaram uma cole\u00e7\u00e3o sem precedentes de estrelas gigantes vermelhas pulsantes por todo o c\u00e9u. Estas estrelas, cujos ritmos surgem de ondas sonoras internas, fornecem os acordes iniciais de uma explora\u00e7\u00e3o sinf\u00f3nica da nossa vizinhan\u00e7a gal\u00e1ctica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TESS ca\u00e7a principalmente mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, tamb\u00e9m conhecidos como exoplanetas. Mas as suas medi\u00e7\u00f5es sens\u00edveis do brilho estelar tornam o TESS ideal para estudar oscila\u00e7\u00f5es estelares, uma \u00e1rea de investiga\u00e7\u00e3o chamada asterosismologia.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/tess_red_giant_composite.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/tTeZZa3V_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4379\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/tTeZZa3V_o.jpg 640w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/tTeZZa3V_o-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><figcaption>Estrelas gigantes vermelhas pr\u00f3ximas e distantes varrem o c\u00e9u nesta ilustra\u00e7\u00e3o. As medi\u00e7\u00f5es do TESS da NASA identificaram mais de 158.000 gigantes vermelhas pulsantes por quase todo o c\u00e9u. Estas descobertas t\u00eam grande potencial para explorar a estrutura detalhada da nossa Gal\u00e1xia.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA\/Chris Smith (KBRwyle)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso resultado inicial, usando medi\u00e7\u00f5es estelares ao longo dos primeiros anos do TESS, mostra que podemos determinar as massas e os tamanhos destas gigantes oscilantes com uma precis\u00e3o que s\u00f3 vai melhorar \u00e0 medida que o TESS avan\u00e7a,&#8221; disse Marc Hon, associado do Hubble na Universidade do Hawaii em Honolulu. &#8220;O que \u00e9 realmente aqui incompar\u00e1vel \u00e9 que a ampla cobertura do TESS permite-nos fazer estas medi\u00e7\u00f5es uniformemente em quase todo o c\u00e9u.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hon apresentou a investiga\u00e7\u00e3o durante a segunda Confer\u00eancia Cient\u00edfica do TESS, um evento apoiado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) em Cambridge &#8211; realizada virtualmente de 2 a 6 de agosto &#8211; onde os cientistas discutiram todos os aspetos da miss\u00e3o. A revista The Astrophysical Journal aceitou um artigo que descreve as descobertas, liderado por Hon.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As ondas sonoras que viajam atrav\u00e9s de qualquer objeto &#8211; uma corda de viola, um tubo de \u00f3rg\u00e3o ou o interior da Terra e do Sol &#8211; podem refletir e interagir, refor\u00e7ando algumas ondas e cancelando outras. Isto pode resultar num movimento ordenado chamado ondas estacion\u00e1rias, que criam os tons nos instrumentos musicais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Logo abaixo da superf\u00edcie de estrelas como o Sol, o g\u00e1s quente sobe, arrefece e depois desce, onde \u00e9 aquecido novamente, como uma panela de \u00e1gua a ferver num fog\u00e3o. Este movimento produz ondas de mudan\u00e7a de press\u00e3o &#8211; ondas sonoras &#8211; que interagem, em \u00faltima an\u00e1lise conduzindo oscila\u00e7\u00f5es est\u00e1veis com per\u00edodos de alguns minutos que produzem mudan\u00e7as subtis de brilho. Para o Sol, estas varia\u00e7\u00f5es totalizam algumas partes por milh\u00e3o. Estrelas gigantes com massas semelhantes \u00e0 do Sol pulsam muito mais devagar e as altera\u00e7\u00f5es de brilho correspondentes podem ser centenas de vezes maiores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As oscila\u00e7\u00f5es no Sol foram observadas pela primeira vez na d\u00e9cada de 1960. As oscila\u00e7\u00f5es do tipo solar foram detetadas em milhares de estrelas pelo telesc\u00f3pio espacial franc\u00eas CoRoT (Convection, Rotation and planetary Transits), que operou de 2006 a 2013. As miss\u00f5es Kepler e K2 da NASA, que estudaram o c\u00e9u de 2009 a 2018, descobriram dezenas de milhares de gigantes oscilantes. Agora, o TESS aumenta esse n\u00famero em mais de 10 vezes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com uma amostra t\u00e3o grande, as gigantes que podem ocorrer apenas 1% das vezes tornam-se bastante comuns&#8221;, disse o coautor Jamie Tayar, associado do Hubble tamb\u00e9m na Universidade do Hawaii. &#8220;Agora podemos come\u00e7ar a pensar em encontrar exemplos ainda mais raros.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"TESS Maps Red Giants Across the Sky\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uZaRnyN0wp0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o as diferen\u00e7as f\u00edsicas entre um violoncelo e um violino que produzem os seus sons distintos. Da mesma forma, as oscila\u00e7\u00f5es estelares que os astr\u00f3nomos observam dependem da estrutura interna, da massa e do tamanho de cada estrela. Isto significa que a asterosismologia pode ajudar a determinar propriedades fundamentais para um grande n\u00famero de estrelas com precis\u00f5es n\u00e3o alcan\u00e7\u00e1veis de outra forma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando estrelas semelhantes em massa ao Sol evoluem para gigantes vermelhas, a pen\u00faltima fase das suas vidas estelares, as suas camadas externas expandem 10 vezes ou mais. Estes vastos inv\u00f3lucros gasosos pulsam com per\u00edodos mais longos e amplitudes maiores, o que significa que as suas oscila\u00e7\u00f5es podem ser observadas em estrelas mais fracas e mais numerosas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TESS monitoriza grandes \u00e1reas do c\u00e9u durante cerca de um m\u00eas de cada vez usando as suas quatro c\u00e2maras. Durante a sua miss\u00e3o principal de dois anos, o TESS cobriu cerca de 75% do c\u00e9u, cada c\u00e2mara capturando uma imagem completa medindo 24 por 24 graus a cada 30 minutos. Em meados de 2020, as c\u00e2maras come\u00e7aram a obter estas imagens a um ritmo ainda mais r\u00e1pido, a cada 10 minutos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/tess_giant_mass_map.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/60\/90\/nTZKZG90_o.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>O TESS da NASA fotografou aproximadamente 75% do c\u00e9u durante a sua miss\u00e3o prim\u00e1ria de dois anos. Este gr\u00e1fico dissolve-se entre o mapa TESS do c\u00e9u e um &#8220;mapa de massa&#8221; constru\u00eddo combinando medi\u00e7\u00f5es TESS de 158.000 estrelas gigantes vermelhas oscilantes com as suas dist\u00e2ncias estabelecidas pela miss\u00e3o Gaia da ESA. A faixa proeminente em ambas as imagens \u00e9 a Via L\u00e1ctea, que marca o plano central da nossa Gal\u00e1xia. No mapa de massa, as cores verde, amarelo, laranja e vermelho mostram onde as gigantes vermelhas t\u00eam uma m\u00e9dia superior a 1,4 vezes a massa do Sol. Estas estrelas evoluem mais depressa do que o Sol, tornando-se gigantes em idades mais jovens. A estreita correspond\u00eancia de gigantes de maior massa com o plano da Via L\u00e1ctea, que cont\u00e9m os bra\u00e7os espirais da nossa Gal\u00e1xia, demonstra que cont\u00e9m muitas estrelas jovens.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/MIT\/TESS e Ethan Kruse (USRA), M. Hon et al., 2021<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As imagens foram usadas para desenvolver curvas de luz &#8211; gr\u00e1ficos de mudan\u00e7a de brilho &#8211; para quase 24 milh\u00f5es de estrelas ao longo de 27 dias, o tempo que o TESS olha fixamente para cada zona do c\u00e9u. Para filtrar esta imensa acumula\u00e7\u00e3o de medi\u00e7\u00f5es, Hon e colegas &#8220;ensinaram&#8221; um computador a reconhecer gigantes pulsantes. A equipa usou aprendizagem de m\u00e1quina, uma forma de intelig\u00eancia artificial que treina computadores a tomar decis\u00f5es com base em padr\u00f5es gerais, sem os programar explicitamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para treinar o sistema, a equipa usou curvas de luz do Kepler para mais de 150.000 estrelas, das quais cerca de 20.000 eram gigantes vermelhas oscilantes. Quando a rede neuronal terminou de processar todos os dados TESS, tinha identificado um coro de 158.505 gigantes pulsantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De seguida, a equipa determinou as dist\u00e2ncias para cada gigante usando dados da miss\u00e3o Gaia da ESA, e tra\u00e7ou as massas destas estrelas no c\u00e9u. Estrelas mais massivas do que o Sol evoluem mais depressa, tornando-se gigantes em idades mais jovens. Uma previs\u00e3o fundamental na astronomia gal\u00e1ctica \u00e9 que estrelas mais jovens e de maior massa deveriam estar mais pr\u00f3ximas do plano da Gal\u00e1xia, que \u00e9 marcado pela alta densidade de estrelas que criam a faixa brilhante da Via L\u00e1ctea no c\u00e9u noturno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso mapa demonstra empiricamente, pela primeira vez, que este \u00e9 realmente o caso em quase todo o c\u00e9u,&#8221; disse o coautor Daniel Huber, professor assistente de astronomia na Universidade do Hawaii. &#8220;Com a ajuda do Gaia, o TESS deu-nos agora bilhetes para um concerto de gigantes vermelhas no c\u00e9u.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Tuning Into a Trio of Red Giants\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MRXC12BFStI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2021\/nasa-s-tess-tunes-into-an-all-sky-symphony-of-red-giant-stars\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.hawaii.edu\/news\/2021\/08\/04\/oscillating-red-giant-stars-detected\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Hawaii (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2108.01241\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gigante vermelha:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_giant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hertzsprung%E2%80%93Russell_diagram\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Diagrama Hertzsprung-Russell (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Asterosismologia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroseismology\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.asteroseismology.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">asteroseismology.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/TblView\/nph-tblView?app=ExoTbls&amp;config=planets&amp;constraint=pl_facility+like+%27%TESS%%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/early-data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EDR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CoRoT:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/SPECIALS\/COROT\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Corot_%28space_mission%29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/kepler.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA (p\u00e1gina oficial)<\/a><br><a href=\"http:\/\/keplerscience.arc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">K2 (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/kepler\/\">Arquivo de dados do Kepler<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/k2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados da miss\u00e3o K2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zooniverse.org\/projects\/ianc2\/exoplanet-explorers\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet Explorers<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Usando observa\u00e7\u00f5es do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, os astr\u00f3nomos identificaram uma cole\u00e7\u00e3o sem precedentes de estrelas gigantes vermelhas pulsantes por todo o c\u00e9u. 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