{"id":4366,"date":"2021-08-06T06:36:46","date_gmt":"2021-08-06T05:36:46","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4366"},"modified":"2021-08-06T06:36:48","modified_gmt":"2021-08-06T05:36:48","slug":"modelo-descreve-estrela-proxima-que-se-assemelha-a-nossa-na-sua-juventude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/08\/06\/modelo-descreve-estrela-proxima-que-se-assemelha-a-nossa-na-sua-juventude\/","title":{"rendered":"Modelo descreve estrela pr\u00f3xima que se assemelha \u00e0 nossa na sua juventude"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma nova investiga\u00e7\u00e3o liderada pela NASA fornece uma vis\u00e3o mais detalhada de uma estrela pr\u00f3xima que se parece com o nosso jovem Sol. O trabalho permite que os cientistas entendam melhor como o nosso Sol pode ter sido quando era jovem e como pode ter moldado a atmosfera do nosso planeta e o desenvolvimento da vida na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas pessoas sonham em encontrar uma vers\u00e3o mais jovem de si pr\u00f3prias para trocar conselhos, identificar as origens das suas caracter\u00edsticas e partilhar esperan\u00e7as para o futuro. Com 4,65 mil milh\u00f5es de anos, o nosso Sol \u00e9 uma estrela de meia-idade. Os cientistas costumam ficar curiosos para saber exatamente quais as propriedades que permitiram com que o nosso Sol, nos seus anos mais jovens, sustentassem a vida na vizinha Terra.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/faintyounsun1_print.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/rUBEVqQi_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4367\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/rUBEVqQi_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/rUBEVqQi_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/rUBEVqQi_o-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Ilustra\u00e7\u00e3o do poss\u00edvel aspeto do Sol h\u00e1 4 mil milh\u00f5es de anos, por volta da \u00e9poca em que a vida se desenvolveu na Terra.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA\/CIL<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Sem uma m\u00e1quina do tempo para transportar cientistas milhares de milh\u00f5es de anos para o passado, retra\u00e7ar a atividade inicial da nossa estrela pode parecer uma fa\u00e7anha imposs\u00edvel. Felizmente, na nossa Via L\u00e1ctea &#8211; o segmento cintilado e espiralado do Universo onde o nosso Sistema Solar est\u00e1 localizado &#8211; existem mais de 100 mil milh\u00f5es de estrelas. Uma em cada dez compartilha caracter\u00edsticas com o nosso Sol, e muitas est\u00e3o nos est\u00e1gios iniciais de desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Imagine que eu queria reproduzir a foto de um adulto quando este tinha um ou dois anos, e todas as fotos foram apagadas ou perdidas. Eu olharia para uma foto dele agora, e para fotos dos seus parentes mais pr\u00f3ximos, com mais ou menos essa idade e, a partir da\u00ed, reconstruiria as suas fotos de beb\u00e9,&#8221; disse Vladimir Airapetian, astrof\u00edsico s\u00e9nior da Divis\u00e3o de Heliof\u00edsica do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, autor principal do novo estudo. &#8220;Este \u00e9 o tipo de processo que estamos a seguir aqui &#8211; olhar para as caracter\u00edsticas de uma jovem estrela semelhante \u00e0 nossa, para melhor entender como a nossa pr\u00f3pria estrela era na sua juventude e o que lhe permitiu alimentar a vida num dos seus planetas pr\u00f3ximos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Kappa 1 Ceti \u00e9 uma tal an\u00e1loga solar. A estrela est\u00e1 localizada a cerca de 30 anos-luz de dist\u00e2ncia (em termos espaciais, \u00e9 como um vizinho que mora na rua ao lado) e tem uma idade estimada em 600 a 750 milh\u00f5es de anos, mais ou menos a mesma idade que o nosso Sol tinha quando a vida se desenvolveu na Terra. Tamb\u00e9m tem massa e temperatura superficial semelhantes ao nosso Sol, disse o segundo autor do estudo, Meng Jin, heliof\u00edsico do Instituto SETI e do LMSAL (Lockheed Martin Solar and Astrophysics Laboratory) na Calif\u00f3rnia. Todos estes fatores fazem de Kappa 1 Ceti uma &#8220;g\u00e9mea&#8221; do nosso jovem Sol na \u00e9poca em que a vida surgiu na Terra e um importante alvo de estudo.<\/p>\n\n\n\n<p>Airapetian, Jin e v\u00e1rios colegas adaptaram um modelo solar existente para prever algumas das caracter\u00edsticas mais importantes, embora dif\u00edceis de medir, de Kappa 1 Ceti. O modelo baseia-se na entrada de dados de uma variedade de miss\u00f5es espaciais, incluindo o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) e o NICER da NASA e o XMM-Newton da ESA. A equipa publicou o seu estudo na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Poder estelar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tal como as crian\u00e7as humanas, as crian\u00e7as estelares s\u00e3o conhecidas pelas suas explos\u00f5es de energia e atividade. Para as estrelas, uma das maneiras pela qual esta energia contida \u00e9 libertada \u00e9 na forma de um vento estelar.<\/p>\n\n\n\n<p>Os ventos estelares, como as pr\u00f3prias estrelas, s\u00e3o compostos principalmente de um g\u00e1s superaquecido conhecido como plasma, criado quando as part\u00edculas de um g\u00e1s se dividem em i\u00f5es carregados positivamente e eletr\u00f5es carregados negativamente. O plasma mais energ\u00e9tico, com a ajuda do campo magn\u00e9tico de uma estrela, pode disparar da parte mais externa e mais quente da atmosfera de uma estrela, a coroa, numa erup\u00e7\u00e3o, ou fluir de forma mais constante em dire\u00e7\u00e3o aos planetas pr\u00f3ximos como vento estelar. &#8220;O vento estelar flui continuamente de uma estrela em dire\u00e7\u00e3o aos planetas pr\u00f3ximos, influenciando o ambiente destes planetas,&#8221; disse Jin.<\/p>\n\n\n\n<p>Estrelas mais jovens tendem a gerar ventos estelares mais quentes e vigorosos e erup\u00e7\u00f5es de plasma mais poderosas do que as estrelas mais velhas. Estas explos\u00f5es podem afetar a atmosfera e a qu\u00edmica dos planetas pr\u00f3ximos e, possivelmente, at\u00e9 catalisar o desenvolvimento de mat\u00e9ria org\u00e2nica &#8211; os blocos de constru\u00e7\u00e3o da vida &#8211; nesses planetas.<\/p>\n\n\n\n<p>O vento estelar pode ter um impacto significativo nos planetas em qualquer fase da vida. Mas os ventos estelares fortes e altamente densos das estrelas jovens podem comprimir os escudos magn\u00e9ticos de prote\u00e7\u00e3o dos planetas circundantes, tornando-os ainda mais suscet\u00edveis aos efeitos das part\u00edculas carregadas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/coronal_mass_ejection_hitting_young_earths_weak_magnetosphere.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/95\/e1\/YjtLJq8U_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de uma eje\u00e7\u00e3o de massa coronal a atingir a fraca magnetosfera da jovem Terra.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/GSFC\/CIL<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O nosso Sol \u00e9 um exemplo perfeito. Em compara\u00e7\u00e3o com agora, na sua inf\u00e2ncia, o nosso Sol provavelmente girava tr\u00eas vezes mais depressa, tinha um campo magn\u00e9tico mais forte e emitia part\u00edculas altamente energ\u00e9ticas e radia\u00e7\u00e3o mais intensa. Hoje em dia, para os espetadores sortudos, o impacto destas part\u00edculas \u00e0s vezes \u00e9 vis\u00edvel perto dos polos do planeta como auroras, as boreais ou as austrais. Airapetian diz que h\u00e1 4 mil milh\u00f5es de anos, considerando o impacto do vento do nosso Sol naquela \u00e9poca, estas tremendas auroras eram provavelmente vis\u00edveis de muitos mais lugares em torno do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Este alto n\u00edvel de atividade no nosso jovem Sol pode ter empurrado para tr\u00e1s a magnetosfera protetora da Terra, e fornecido ao planeta &#8211; n\u00e3o perto o suficiente para ficar tostado como V\u00e9nus, nem distante o suficiente para ser negligenciado como Marte &#8211; a qu\u00edmica atmosf\u00e9rica ideal para a forma\u00e7\u00e3o de mol\u00e9culas biol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Processos semelhantes podem estar em desenvolvimento noutros sistemas estelares por toda a nossa Gal\u00e1xia e no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O meu sonho \u00e9 encontrar um exoplaneta rochoso no est\u00e1gio em que o nosso planeta estava h\u00e1 mais de 4 mil milh\u00f5es de anos, a ser moldado pela sua jovem estrela ativa e quase pronto para hospedar vida,&#8221; disse Airapetian. &#8220;Entender como o nosso Sol era quando a vida estava a come\u00e7ar a desenvolver-se na Terra vai ajudar-nos a refinar a nossa busca por estrelas com exoplanetas que podem eventualmente hospedar vida.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma g\u00e9mea solar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora os an\u00e1logos solares possam ajudar a resolver um dos desafios de espreitar o passado do Sol, o tempo n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico fator que complica o estudo do nosso jovem Sol. Tamb\u00e9m existe a dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Temos instrumentos capazes de medir com precis\u00e3o o vento estelar do nosso pr\u00f3prio Sol, chamado vento solar. No entanto, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel observar diretamente o vento estelar de outras estrelas na nossa Gal\u00e1xia, como Kappa 1 Ceti, porque est\u00e3o demasiado distantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando os cientistas desejam estudar um evento ou fen\u00f3meno que n\u00e3o podem observar diretamente, a modelagem cient\u00edfica pode ajudar a preencher as lacunas. Os modelos s\u00e3o representa\u00e7\u00f5es ou previs\u00f5es de um objeto de estudo, constru\u00eddas com base em dados cient\u00edficos existentes. Embora os cientistas j\u00e1 tenham modelado anteriormente o vento estelar desta estrela, disse Airapetian, usaram suposi\u00e7\u00f5es mais simplificadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A base para o novo modelo de Kappa 1 Ceti por Airapetian, Jin e colegas \u00e9 o AWSoM (Alfv\u00e9n Wave Solar Model), que pertence \u00e0 Rede de Modelos do Clima Espacial desenvolvido pela Universidade de Michigan. O modelo funciona inserindo informa\u00e7\u00f5es conhecidas sobre uma estrela, incluindo o seu campo magn\u00e9tico e dados da linha de emiss\u00e3o ultravioleta, para prever a atividade do vento estelar. Quando o modelo foi testado no nosso Sol, foi validado e verificado contra dados observacionais para verificar se as suas previs\u00f5es s\u00e3o precisas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 capaz de modelar os ventos e a coroa com alta fidelidade,&#8221; disse Jin. &#8220;E \u00e9 um modelo que tamb\u00e9m podemos usar noutras estrelas para prever o seu vento estelar e, assim, investigar a habitabilidade. \u00c9 o que fizemos aqui.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos anteriores basearam-se em dados recolhidos pelo TESS e pelo Hubble para identificar Kappa 1 Ceti como uma g\u00e9mea solar jovem e para reunir as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias a inserir no modelo, como o campo magn\u00e9tico e dados da linha de emiss\u00e3o ultravioleta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Todos os modelos precisam de inputs para obter outputs,&#8221; disse Airapetian. &#8220;Para obter resultados \u00fateis e precisos, os dados de entrada precisam de ser dados s\u00f3lidos, idealmente de v\u00e1rias fontes ao longo do tempo. Temos todos esses dados de Kappa 1 Ceti, e realmente sintetiz\u00e1mo-los neste modelo preditivo para ir al\u00e9m dos estudos anteriores, puramente observacionais, da estrela.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Airapetian compara o modelo da sua equipa a um relat\u00f3rio m\u00e9dico. Para obter uma imagem completa de como o paciente est\u00e1, \u00e9 prov\u00e1vel que o m\u00e9dico converse com ele, re\u00fana dados como frequ\u00eancia card\u00edaca e temperatura e, se necess\u00e1rio, realize v\u00e1rios testes mais especializados, como uma an\u00e1lise ao sangue ou ultrassom. Estes provavelmente formular\u00e3o uma avalia\u00e7\u00e3o precisa do bem-estar do paciente com uma combina\u00e7\u00e3o destas m\u00e9tricas, n\u00e3o apenas uma.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, usando muitas informa\u00e7\u00f5es sobre Kappa 1 Ceti recolhidas por diferentes miss\u00f5es espaciais, os cientistas s\u00e3o mais capazes de prever a sua coroa e o vento estelar. Dado que o vento estelar pode afetar o escudo magn\u00e9tico de um planeta vizinho, este desempenha um papel na habitabilidade. A equipa tamb\u00e9m est\u00e1 a trabalhar noutro projeto, examinando mais de perto as part\u00edculas que podem ter surgido das primeiras erup\u00e7\u00f5es solares, bem como a qu\u00edmica prebi\u00f3tica na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O passado do nosso Sol, escrito nas estrelas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores esperam usar o seu modelo para mapear os ambientes de outras estrelas semelhantes ao Sol em v\u00e1rios est\u00e1gios de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Especificamente, t\u00eam olhos postos na jovem estrela EK Dra &#8211; a 111 anos-luz de dist\u00e2ncia e com apenas 100 milh\u00f5es de anos &#8211; que provavelmente gira tr\u00eas vezes mais depressa e lan\u00e7a mais proemin\u00eancias e plasma do que Kappa 1 Ceti. A documenta\u00e7\u00e3o de como estas estrelas semelhantes de v\u00e1rias idades diferem umas das outras ajudar\u00e1 a caracterizar a trajet\u00f3ria t\u00edpica da vida de uma estrela.<\/p>\n\n\n\n<p>O seu trabalho, disse Airapetian, tem tudo a ver com &#8220;olhar para o nosso pr\u00f3prio Sol, o seu passado e o seu poss\u00edvel futuro, atrav\u00e9s das lentes de outras estrelas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2021\/nasa-model-describes-nearby-star-which-resembles-ours-in-its-youth\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ac081e\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2106.01284\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Kappa 1 Ceti:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/simbad.u-strasbg.fr\/simbad\/sim-id?Ident=HD+20630\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.solstation.com\/stars\/kap-ceti.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SolStation.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kappa1_Ceti\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/TblView\/nph-tblView?app=ExoTbls&amp;config=planets&amp;constraint=pl_facility+like+%27%TESS%%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>NICER:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/nicer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_Star_Interior_Composition_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio XMM-Newton:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/xmm-newton\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/XMM-Newton\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova investiga\u00e7\u00e3o liderada pela NASA fornece uma vis\u00e3o mais detalhada de uma estrela pr\u00f3xima que se parece com o nosso jovem Sol. 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