{"id":4338,"date":"2021-07-27T06:27:23","date_gmt":"2021-07-27T05:27:23","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4338"},"modified":"2021-07-27T06:27:24","modified_gmt":"2021-07-27T05:27:24","slug":"novo-estudo-revela-formacao-estelar-nunca-antes-vista-na-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/07\/27\/novo-estudo-revela-formacao-estelar-nunca-antes-vista-na-via-lactea\/","title":{"rendered":"Novo estudo revela forma\u00e7\u00e3o estelar nunca antes vista na Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Astr\u00f3nomos, usando dois dos radiotelesc\u00f3pios mais poderosos do mundo, fizeram um levantamento detalhado e sens\u00edvel de um grande segmento da nossa Gal\u00e1xia &#8211; a Via L\u00e1ctea &#8211; detetando rastreadores nunca antes vistos de forma\u00e7\u00e3o estelar massiva, um processo que domina os ecossistemas gal\u00e1cticos. Os cientistas combinaram as capacidades do VLA (Karl G. Jansky Very Large Array) da NSF (National Science Foundation) e do Telesc\u00f3pio Effelsberg de 100 metros na Alemanha para produzir dados de alta qualidade que servir\u00e3o aos investigadores durante anos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/nrao20df_GLOSTAR.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"525\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/q8Is4svT_o-1024x525.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4339\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/q8Is4svT_o-1024x525.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/q8Is4svT_o-300x154.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/q8Is4svT_o-768x394.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/q8Is4svT_o.jpg 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Imagem GLOSTAR, usando dados do VLA e do Effelsberg, mostra um segmento do disco da Via L\u00e1ctea, revelando rastreadores nunca antes vistos de forma\u00e7\u00e3o estelar massiva.<br>Cr\u00e9dito: Brunthaler et al., Sophia Dagnello, NRAO\/AUI\/NSF<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estrelas com mais de dez vezes a massa do nosso Sol s\u00e3o componentes importantes da Gal\u00e1xia e afetam fortemente os seus arredores. No entanto, entender como estas estrelas massivas s\u00e3o formadas mostra-se um desafio para os astr\u00f3nomos. Nos \u00faltimos anos, este problema foi resolvido estudando a Via L\u00e1ctea numa variedade de comprimentos de onda, incluindo r\u00e1dio e infravermelho. Este novo levantamento, chamado GLOSTAR (Global view of the Star formation in the Milky Way), foi projetado para aproveitar as vantagens dos recursos amplamente aprimorados que um projeto de atualiza\u00e7\u00e3o conclu\u00eddo em 2012 deu ao VLA e assim produzir dados anteriormente imposs\u00edveis de obter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O GLOSTAR entusiasmou os astr\u00f3nomos com novos dados sobre os processos de nascimento e morte de estrelas massivas, bem como sobre o t\u00e9nue material entre as estrelas. A equipa de investigadores do GLOSTAR publicou uma s\u00e9rie de artigos na revista Astronomy &amp; Astrophysics relatando os resultados iniciais do seu trabalho, incluindo estudos detalhados de v\u00e1rios objetos individuais. As observa\u00e7\u00f5es continuam e posteriormente ser\u00e3o publicados mais resultados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento detetou rastreadores reveladores dos est\u00e1gios iniciais da forma\u00e7\u00e3o de estrelas massivas, incluindo regi\u00f5es compactas do g\u00e1s hidrog\u00e9nio ionizado pela poderosa radia\u00e7\u00e3o de estrelas jovens e emiss\u00e3o de r\u00e1dio de mol\u00e9culas de metanol que podem apontar a localiza\u00e7\u00e3o de estrelas muito jovens ainda profundamente envoltas pelas nuvens de g\u00e1s e poeira onde se est\u00e3o a formar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento tamb\u00e9m encontrou muitos novos vest\u00edgios de explos\u00f5es de supernova &#8211; as mortes dram\u00e1ticas de estrelas massivas. Estudos anteriores haviam encontrado menos de um-ter\u00e7o do n\u00famero esperado de remanescentes de supernova na Via L\u00e1ctea. Na regi\u00e3o que estudou, GLOSTAR mais que duplicou o n\u00famero encontrado usando apenas os dados do VLA, e espera-se que mais apare\u00e7am nos dados do Effelsberg.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este \u00e9 um passo importante para resolver este mist\u00e9rio de longa data dos remanescentes de supernova perdidos,&#8221; disse Rohit Dokara, estudante de doutoramento no Instituto Max Planck para Radioastronomia e autor principal de um artigo sobre os remanescentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa GLOSTAR combinou dados do VLA e do telesc\u00f3pio Effelsberg para obter uma vis\u00e3o completa da regi\u00e3o estudada. O VLA &#8211; um interfer\u00f3metro &#8211; combina os sinais de antenas amplamente separadas para fazer imagens com resolu\u00e7\u00e3o muito alta que mostram pequenos detalhes. No entanto, este sistema geralmente n\u00e3o consegue detetar estruturas em grande escala. O telesc\u00f3pio Effelsberg de 100 metros de di\u00e2metro forneceu os dados sobre estruturas maiores do que aquelas que o VLA poderia detetar, tornando a imagem completa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto demonstra claramente que o telesc\u00f3pio Effelsberg ainda \u00e9 muito importante, mesmo ap\u00f3s 50 anos de opera\u00e7\u00e3o,&#8221; disse Andreas Brunthaler do Instituto Max Planck para Radioastronomia, l\u00edder do projeto e autor principal do artigo geral do levantamento.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/34\/cc\/fCYphD1V_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/34\/cc\/fCYphD1V_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Radiotelesc\u00f3pios usados para as observa\u00e7\u00f5es do levantamento GLOSTAR: o telesc\u00f3pio Effelsberg de 100 metros (esquerda) e as 10 antenas do VLA (direita).<br>Cr\u00e9dito: Norbert Tacken\/MPIfR (telesc\u00f3pios Effelsberg); NRAO\/AUI\/NSF (VLA)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A luz vis\u00edvel \u00e9 fortemente absorvida pela poeira, que as ondas de r\u00e1dio podem penetrar prontamente. Os radiotelesc\u00f3pios s\u00e3o essenciais para revelar as regi\u00f5es envoltas em poeira nas quais as estrelas jovens se formam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados do GLOSTAR, combinados com outros levantamentos no r\u00e1dio e no infravermelho, &#8220;fornecem aos astr\u00f3nomos um censo quase completo de enxames formadores de estrelas massivas em v\u00e1rios est\u00e1gios de desenvolvimento, e isso ter\u00e1 valor duradouro para estudos futuros,&#8221; disse o membro da equipa William Cotton, do NRAO (National Radio Astronomy Observatory), que \u00e9 especialista em combinar dados de interfer\u00f3metro e de telesc\u00f3pio singular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O GLOSTAR \u00e9 o primeiro mapa do Plano Gal\u00e1ctico em comprimentos de onda de r\u00e1dio que deteta muitos dos importantes rastreadores de forma\u00e7\u00e3o estelar em alta resolu\u00e7\u00e3o espacial. A dete\u00e7\u00e3o de linhas espectrais at\u00f3micas e moleculares \u00e9 fundamental para determinar a localiza\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o de estrelas e para melhor entender a estrutura da Gal\u00e1xia,&#8221; disse Dana Balser, tamb\u00e9m do NRAO.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O iniciador do GLOSTAR, Karl Menten do Instituto Max Planck para Radioastronomia, acrescentou: &#8220;\u00c9 \u00f3timo ver a bela ci\u00eancia resultante da uni\u00e3o de for\u00e7as de dois dos nossos radiotelesc\u00f3pios favoritos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"GLOSTAR\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/577753138?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"618\" height=\"348\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/new-study-star-formation-milky-way\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.mpifr-bonn.mpg.de\/pressreleases\/2021\/9\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Max Planck para Radioastronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2021\/07\/aa39856-20\/aa39856-20.html\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2106.00377\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2021\/07\/aa39873-20\/aa39873-20.html\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2103.06267\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2021\/07\/aa40817-21\/aa40817-21.html\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2105.07471\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2021\/07\/aa40802-21\/aa40802-21.html\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2105.03212\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova_remnant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Remanescente de supernova (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Levantamento GLOSTAR:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/glostar.mpifr-bonn.mpg.de\/glostar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.vla.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NRAO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Radiotelesc\u00f3pio de Effelsberg:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.mpifr-bonn.mpg.de\/8964\/effelsberg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto Max Planck para Radioastronomia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Effelsberg_100-m_Radio_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos, usando dois dos radiotelesc\u00f3pios mais poderosos do mundo, fizeram um levantamento detalhado e sens\u00edvel de um grande segmento da nossa Gal\u00e1xia &#8211; 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