{"id":4271,"date":"2021-06-29T06:33:25","date_gmt":"2021-06-29T05:33:25","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4271"},"modified":"2021-06-29T06:33:26","modified_gmt":"2021-06-29T05:33:26","slug":"amanhecer-cosmico-ocorreu-250-a-350-milhoes-de-anos-apos-o-big-bang","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/06\/29\/amanhecer-cosmico-ocorreu-250-a-350-milhoes-de-anos-apos-o-big-bang\/","title":{"rendered":"Amanhecer c\u00f3smico ocorreu 250 a 350 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com um novo estudo liderado por investigadores da UCL (University College Londeo) e da Universidade de Cambridge, o amanhecer c\u00f3smico, quando as estrelas se formaram pela primeira vez, ocorreu 250 milh\u00f5es a 350 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o in\u00edcio do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo, publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, sugere que o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, com lan\u00e7amento previsto para novembro, ser\u00e1 sens\u00edvel o suficiente para observar diretamente o nascimento das gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3c\/16\/WQRcq87f_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"480\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/WQRcq87f_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4272\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/WQRcq87f_o.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/WQRcq87f_o-300x188.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><figcaption>Imagem a cores falsas do enxame gal\u00e1ctico usado para detetar uma das seis gal\u00e1xias, MACS0416-JD. Esta gal\u00e1xia tem uma idade estimada em 351 milh\u00f5es de anos, o que significa que foi formada 178 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. A massa estelar desta gal\u00e1xia \u00e9 mil milh\u00f5es de vezes a massa do nosso Sol. Este objeto \u00e9 atualmente a gal\u00e1xia mais distante j\u00e1 detetada com o ALMA.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, NASA, HST Frontier Fields<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Analisando imagens do Hubble e do Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer, os investigadores calcularam que a idade destas gal\u00e1xias varia entre 200 a 300 milh\u00f5es de anos, permitindo uma estimativa de quando as suas estrelas se formaram pela primeira vez.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de investiga\u00e7\u00e3o do Reino Unido examinou seis das gal\u00e1xias mais distantes atualmente conhecidas, cuja luz levou a maior parte da vida do Universo para chegar at\u00e9 n\u00f3s. Eles descobriram que a dist\u00e2ncia destas gal\u00e1xias correspondia a olhar para tr\u00e1s no tempo, at\u00e9 mais de 13 mil milh\u00f5es de anos, quando o Universo tinha apenas 550 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O autor principal, Dr. Nicolas Laporte (Universidade de Cambridge), que come\u00e7ou o projeto enquanto estava na UCL, disse: &#8220;Os te\u00f3ricos especulam que o Universo era um lugar escuro nas primeiras centenas de milh\u00f5es de anos, antes da forma\u00e7\u00e3o das primeiras estrelas e gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Testemunhar o momento em que o Universo foi banhado pela primeira vez pela luz das estrelas \u00e9 um dos grandes objetivos da astronomia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As nossas observa\u00e7\u00f5es indicam que o amanhecer c\u00f3smico ocorreu entre 250 e 350 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o in\u00edcio do Universo e, no momento da sua forma\u00e7\u00e3o, gal\u00e1xias como as que estud\u00e1mos teriam sido suficientemente luminosas para serem vistas com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores analisaram a luz estelar das gal\u00e1xias, conforme registada pelos telesc\u00f3pios espaciais Hubble e Spitzer, examinando um marcador na sua distribui\u00e7\u00e3o de energia indicativo da presen\u00e7a de hidrog\u00e9nio at\u00f3mico nas suas atmosferas estelares. Isto fornece uma estimativa da idade das estrelas que cont\u00eam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta assinatura de hidrog\u00e9nio aumenta em for\u00e7a \u00e0 medida que a popula\u00e7\u00e3o estelar envelhece, mas diminui quando a gal\u00e1xia tem mais de mil milh\u00f5es de anos. A depend\u00eancia da idade surge porque as estrelas mais massivas que contribuem para este sinal queimam o seu combust\u00edvel nuclear mais rapidamente e, portanto, morrem primeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O coautor Dr. Romain Meyer (UCL e Instituto Max Planck para Astronomia em Heidelberg, Alemanha), disse: &#8220;Este indicador de idade \u00e9 usado para datar estrelas no nosso pr\u00f3prio bairro na Via L\u00e1ctea, mas tamb\u00e9m pode ser usado para datar gal\u00e1xias extremamente remotas, vistas num per\u00edodo muito inicial do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Usando este indicador podemos inferir que, mesmo nestes primeiros tempos, as nossas gal\u00e1xias t\u00eam entre 200 e 300 milh\u00f5es de anos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao analisarem os dados do Hubble do Spitzer, os investigadores precisaram estimar o &#8220;desvio para o vermelho&#8221; de cada gal\u00e1xia, o que indica a sua dist\u00e2ncia cosmol\u00f3gica e, portanto, a \u00e9poca em que existiam no Universo. Para conseguir isto, realizaram medi\u00e7\u00f5es espectrosc\u00f3picas usando o arsenal completo de poderosos telesc\u00f3pios terrestres &#8211; o ALMA (Atacama Large Millimetre Array), o VLT e o Telesc\u00f3pio Gemini-Sul no Chile e os telesc\u00f3pios g\u00e9meos Keck no Hawaii.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas medi\u00e7\u00f5es permitiram \u00e0 equipa confirmar que observar estas gal\u00e1xias correspondia a olhar para uma \u00e9poca em que o Universo tinha 550 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O coautor e professor Richard Ellis (UCL), que rastreou gal\u00e1xias cada vez mais distantes ao longo da sua carreira, disse: &#8220;Na \u00faltima d\u00e9cada, os astr\u00f3nomos empurraram para tr\u00e1s as fronteiras do que podemos observar at\u00e9 uma \u00e9poca em que o Universo tinha apenas 4% da sua idade atual. No entanto, devido \u00e0 transpar\u00eancia limitada da atmosfera da Terra e \u00e0s capacidades dos telesc\u00f3pios espaciais Hubble e Spitzer, atingimos o nosso limite.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Aguardamos agora ansiosamente o lan\u00e7amento do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, que acreditamos ter a capacidade de testemunhar diretamente o amanhecer c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A busca para ver este momento importante na hist\u00f3ria do Universo tem sido um santo Graal na astronomia durante d\u00e9cadas. Uma vez que somos feitos de material processado nas estrelas, esta \u00e9, em certo sentido, a busca pelas nossas pr\u00f3prias origens.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ucl.ac.uk\/news\/2021\/jun\/cosmic-dawn-occurred-250-350-million-years-after-big-bang\" target=\"_blank\">\/\/ University College London (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cam.ac.uk\/research\/news\/astronomers-pinpoint-when-cosmic-dawn-occurred\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cambridge (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/505\/3\/3336\/6301992\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2104.08168\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Cosmic_dawn_occurred_250_to_350_million_years_after_Big_Bang_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/space\/astronomy-space\/scientists-peer-back-in-time-to-find-the-birth-of-the-first-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/science-environment-57515422\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC News<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Cient\u00edfico Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/alma-telescope.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Gemini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gemini.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gemini_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com um novo estudo liderado por investigadores da UCL (University College Londeo) e da Universidade de Cambridge, o amanhecer c\u00f3smico, quando as estrelas se formaram pela primeira vez, ocorreu 250 milh\u00f5es a 350 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o in\u00edcio do Universo. 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