{"id":4262,"date":"2021-06-25T06:39:51","date_gmt":"2021-06-25T05:39:51","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4262"},"modified":"2021-06-25T06:39:53","modified_gmt":"2021-06-25T05:39:53","slug":"exoplanetas-com-lugar-cosmico-de-destaque-para-encontrar-a-terra-retroiluminada-pelo-sol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/06\/25\/exoplanetas-com-lugar-cosmico-de-destaque-para-encontrar-a-terra-retroiluminada-pelo-sol\/","title":{"rendered":"Exoplanetas com lugar c\u00f3smico de destaque para encontrar a Terra retroiluminada pelo Sol"},"content":{"rendered":"\n<p>Cientistas de Cornell e do Museu Americano de Hist\u00f3ria Natural identificaram 2034 sistemas estelares pr\u00f3ximos &#8211; at\u00e9 uma pequena dist\u00e2ncia c\u00f3smica de 326 anos-luz &#8211; que poderiam encontrar a Terra meramente observando o nosso p\u00e1lido ponto azul a cruzar o Sol.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o 1715 sistemas estelares que podem ter avistado a Terra desde que a civiliza\u00e7\u00e3o humana floresceu h\u00e1 cerca de 5000 anos, e mais 319 sistemas estelares que ser\u00e3o acrescentados nos pr\u00f3ximos 5000 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas que publicaram a investiga\u00e7\u00e3o dia 23 de junho na revista Nature disseram que os exoplanetas em torno destas estrelas pr\u00f3ximas t\u00eam lugar c\u00f3smico de destaque para ver se a Terra cont\u00e9m vida.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/c3\/f7\/AelcFzbM_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/AelcFzbM_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4263\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/AelcFzbM_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/AelcFzbM_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/AelcFzbM_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/AelcFzbM_o.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Com o plano da Via L\u00e1ctea a estender-se de cima para baixo na imagem, esta impress\u00e3o art\u00edstica da Terra e do Sol milhares de quil\u00f3metros acima do nosso planeta, mostra que estrelas (com exoplanetas no seu pr\u00f3prio sistema) podem entrar e sair da posi\u00e7\u00e3o certa para poder observ\u00e1-lo a transitar a nossa estrela-m\u00e3e.<br>Cr\u00e9dito: OpenSpace\/Museu Americano de Hist\u00f3ria Natural<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>&#8220;Do ponto de vista dos exoplanetas, n\u00f3s somos os alien\u00edgenas,&#8221; disse Lisa Kaltenegger, professora de astronomia e diretora do Instituto Carl Sagan, na Faculdade de Artes e Ci\u00eancias da Universidade de Cornell.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Quer\u00edamos saber quais as estrelas que t\u00eam o ponto de vista ideal para ver a Terra, \u00e0 medida que bloqueia a luz do Sol,&#8221; disse. &#8220;E dado que as estrelas se movem, este ponto de vista \u00e9 ganho e \u00e9 perdido.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Kaltenegger e a astrof\u00edsica Jackie Faherty, cientista do Museu Americano de Hist\u00f3ria Natural, s\u00e3o coautoras do artigo cient\u00edfico. Usaram as posi\u00e7\u00f5es e os movimentos do cat\u00e1logo Gaia EDR3 da ESA para determinar quais as estrelas que entram e saem da Zona de Tr\u00e2nsito da Terra &#8211; e por quanto tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O Gaia forneceu-nos um mapa preciso da Via L\u00e1ctea,&#8221; disse Faherty, &#8220;permitindo-nos olhar para tr\u00e1s e para a frente no tempo e ver onde as estrelas estiveram localizadas e para onde est\u00e3o a ir.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A nossa vizinhan\u00e7a solar \u00e9 um lugar din\u00e2mico onde as estrelas saem e entram desse ponto de vista perfeito para ver a Terra transitar o Sol a um ritmo r\u00e1pido,&#8221; disse Faherty.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos 2034 sistemas estelares que passam pela Zona de Tr\u00e2nsito da Terra ao longo do per\u00edodo examinado de 10.000 anos, 117 objetos est\u00e3o a cerca de 100 anos-luz do Sol e 75 destes est\u00e3o na Zona de Tr\u00e2nsito da Terra desde que as esta\u00e7\u00f5es comerciais de r\u00e1dio na Terra come\u00e7aram a transmitir para o espa\u00e7o h\u00e1 cerca de um s\u00e9culo. As ondas de r\u00e1dio transmitidas da Terra s\u00e3o uma assinatura da nossa civiliza\u00e7\u00e3o tecnologicamente avan\u00e7ada e os exoplanetas dentro desse alcance podem t\u00ea-las captado.<\/p>\n\n\n\n<p>Inclu\u00eddos no cat\u00e1logo de 2034 sistemas estelares est\u00e3o sete conhecidos por hospedar exoplanetas. Cada um destes mundos teve ou ter\u00e1 a oportunidade de detetar a Terra, assim como os cientistas da Terra j\u00e1 encontraram milhares de mundos em \u00f3rbita de outras estrelas usando o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao observar o tr\u00e2nsito de exoplanetas distantes &#8211; a passagem em frente da sua estrela -, os astr\u00f3nomos da Terra podem interpretar as atmosferas iluminadas por essa estrela. Caso os exoplanetas possuam vida inteligente, podem observar a Terra iluminada pelo Sol e ver as assinaturas qu\u00edmicas da vida na nossa atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema Ross 128, com uma estrela an\u00e3 vermelha localizada na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Virgem, fica a cerca de 11 anos-luz e \u00e9 o segundo sistema mais pr\u00f3ximo com um exoplaneta do tamanho da Terra (cerca de 1,8 vezes o tamanho do nosso planeta). Qualquer habitante deste exomundo poderia ter visto a Terra a cruzar em frente do nosso pr\u00f3prio Sol durante 2158 anos, come\u00e7ando h\u00e1 cerca de 3057 anos; perderam o seu ponto de vista h\u00e1 cerca de 900 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema TRAPPIST-1, a 45 anos-luz da Terra, hospeda sete planetas do tamanho da Terra em tr\u00e2nsito &#8211; quatro deles na zona habit\u00e1vel temperada daquela estrela. Embora tenhamos descoberto estes exoplanetas em torno de TRAPPIST-1, eles n\u00e3o ser\u00e3o capazes de nos localizar at\u00e9 que o seu movimento os leve para a Zona de Tr\u00e2nsito da Terra daqui a 1642 anos. Potenciais observadores no sistema TRAPPIST-1 permanecer\u00e3o no lugar c\u00f3smico de destaque durante 2371 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A nossa an\u00e1lise mostra que mesmo as estrelas mais pr\u00f3ximas geralmente passam mais de 1000 anos num ponto de vista onde podem ver um tr\u00e2nsito da Terra pelo Sol,&#8221; disse Kaltenegger. &#8220;Se assumirmos que o inverso \u00e9 verdadeiro, isto fornece uma saud\u00e1vel linha temporal para que civiliza\u00e7\u00f5es identifiquem a Terra como um planeta interessante.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb &#8211; com lan\u00e7amento previsto para o final deste ano &#8211; vai observar v\u00e1rios mundos em tr\u00e2nsito para caracterizar as suas atmosferas e, finalmente, procurar por sinais de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>A iniciativa Breakthrough Starshot \u00e9 um projeto ambicioso em andamento que visa lan\u00e7ar uma nanosonda em dire\u00e7\u00e3o ao exoplaneta mais pr\u00f3ximo detetado em torno de Proxima Centauri &#8211; a cerca de 4,2 anos-luz de dist\u00e2ncia &#8211; e caracterizar completamente esse mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Podemos imaginar que os mundos para l\u00e1 da Terra que j\u00e1 nos detetaram est\u00e3o a fazer os mesmos planos para o nosso planeta e para o nosso Sistema Solar,&#8221; disse Faherty. &#8220;Este cat\u00e1logo \u00e9 uma experi\u00eancia mental na qual um dos nossos vizinhos pode ser capaz de nos encontrar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2021\/06\/exoplanets-get-cosmic-front-row-seat-find-backlit-earth\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-021-03596-y\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-021-01692-7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nature<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/finding-planets-that-see-earth-transit\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2281783-aliens-orbiting-1402-stars-near-earth-could-be-looking-at-us-right-now\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/these-nearby-star-systems-could-have-spotted-life-on-earth\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/astronomy\/which-alien-stars-can-see-earth\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.livescience.com\/1700-stars-could-see-Earth-in-past-5000-years.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Live Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2021\/06\/210623113905.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2021\/06\/23\/29-intelligent-alien-civilizations-may-have-already-spotted-us-say-scientists\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/astronomers-identify-the-stars-where-any-aliens-would-have-a-view-of-earth\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">National Geographic<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2021\/06\/23\/world\/earth-sight-exoplanets-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2021\/06\/who-could-know-were-here-on-earth\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ars Technica<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/early-data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EDR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ross 128:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ross_128\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ross_128_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ross 128 b (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/webbtelescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Breakthrough Starshot:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/breakthroughinitiatives.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Breakthrough_Starshot\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas de Cornell e do Museu Americano de Hist\u00f3ria Natural identificaram 2034 sistemas estelares pr\u00f3ximos 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