{"id":4220,"date":"2021-06-11T06:13:54","date_gmt":"2021-06-11T05:13:54","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4220"},"modified":"2021-06-11T06:13:56","modified_gmt":"2021-06-11T05:13:56","slug":"cartografos-cosmicos-mapeiam-universo-proximo-revelando-a-diversidade-de-galaxias-formadoras-de-estrelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/06\/11\/cartografos-cosmicos-mapeiam-universo-proximo-revelando-a-diversidade-de-galaxias-formadoras-de-estrelas\/","title":{"rendered":"Cart\u00f3grafos c\u00f3smicos mapeiam Universo pr\u00f3ximo revelando a diversidade de gal\u00e1xias formadoras de estrelas"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma equipa de astr\u00f3nomos, recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), concluiu o primeiro censo de nuvens moleculares no Universo pr\u00f3ximo, revelando que, ao contr\u00e1rio da opini\u00e3o cient\u00edfica anterior, nem todos estes ber\u00e7\u00e1rios estelares t\u00eam o mesmo aspeto e comportamento. De facto, s\u00e3o t\u00e3o diferentes quanto as pessoas, casas, bairros e regi\u00f5es que constituem o nosso pr\u00f3prio mundo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/B5E4ROfk_o-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"819\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/B5E4ROfk_o-1024x819.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4221\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/B5E4ROfk_o-1024x819.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/B5E4ROfk_o-300x240.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/B5E4ROfk_o-768x614.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/B5E4ROfk_o-1536x1229.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/B5E4ROfk_o-2048x1639.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Usando o ALMA, cientistas conclu\u00edram um censo de quase 100 gal\u00e1xias no Universo pr\u00f3ximo, mostrando os seus comportamentos e apar\u00eancias. Os cientistas compararam os dados ALMA com os do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. O levantamento concluiu que, ao contr\u00e1rio da opini\u00e3o cient\u00edfica popular, os ber\u00e7\u00e1rios estelares n\u00e3o t\u00eam todos os mesmo aspeto e comportamento. De facto, como visto aqui, s\u00e3o t\u00e3o diferentes quanto as pessoas, casas, bairros e regi\u00f5es que constituem o nosso pr\u00f3prio mundo.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO)\/PHANGS, S. Dagnello (NRAO)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>As estrelas s\u00e3o formadas por nuvens de poeira e g\u00e1s chamadas nuvens moleculares, ou ber\u00e7\u00e1rios estelares. Cada ber\u00e7\u00e1rio estelar no Universo pode formar milhares ou at\u00e9 dezenas de milhares de novas estrelas durante a sua vida. Entre 2013 e 2019, astr\u00f3nomos do projeto PHANGS (Physics at High Angular Resolution in Nearby GalaxieS) realizaram o primeiro levantamento sistem\u00e1tico de 100.000 ber\u00e7\u00e1rios estelares em 90 gal\u00e1xias no Universo pr\u00f3ximo para obter uma melhor compreens\u00e3o da sua rela\u00e7\u00e3o com as gal\u00e1xias onde vivem.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Costum\u00e1vamos pensar que todos os ber\u00e7\u00e1rios estelares em todas as gal\u00e1xias tinham mais ou menos o mesmo aspeto, mas este levantamento revelou que n\u00e3o \u00e9 o caso, e os ber\u00e7\u00e1rios estelares mudam de local para local,&#8221; disse Adam Leroy, professor de astronomia na Universidade Estatal do Ohio, autor principal do artigo que apresenta o levantamento PHANGS pelo ALMA. &#8220;Esta \u00e9 a primeira vez que tiramos imagens de ondas milim\u00e9tricas de muitas gal\u00e1xias pr\u00f3ximas com a mesma nitidez e qualidade das imagens \u00f3ticas. E enquanto as imagens \u00f3ticas mostram a luz das estrelas, estas novas imagens inovadoras mostram-nos as nuvens moleculares que formam essas estrelas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas compararam estas mudan\u00e7as com o modo como as pessoas, as casas, bairros e cidades exigem caracter\u00edsticas semelhantes, mas mudam de regi\u00e3o para regi\u00e3o e de pa\u00eds para pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para entender como as estrelas se formam, precisamos de ligar o nascimento de uma \u00fanica estrela ao seu lugar no Universo. \u00c9 como ligar uma pessoa \u00e0 sua casa, vizinhan\u00e7a, cidade e regi\u00e3o. Se uma gal\u00e1xia representa uma cidade, ent\u00e3o a vizinhan\u00e7a \u00e9 o bra\u00e7o espiral, a casa a unidade de forma\u00e7\u00e3o estelar, e as gal\u00e1xias vizinhas as cidades pr\u00f3ximas da regi\u00e3o,&#8221; disse Eva Schinnerer, astr\u00f3noma do Instituto Max Planck para Astronomia e investigadora principal da colabora\u00e7\u00e3o PHANGS. &#8220;Estas observa\u00e7\u00f5es ensinaram-nos que a &#8216;vizinhan\u00e7a&#8217; tem efeitos pequenos, mas pronunciados, sobre onde e quantas estrelas nascem.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/PHANGS_ngc4254w_composite_color.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d8\/de\/28Ah5zUa_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Vista aqui como uma composi\u00e7\u00e3o de dados do ALMA (a laranja\/vermelho) e do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, NGC 4254 esteve entre as quase 100 gal\u00e1xias inclu\u00eddas no recente projeto PHANGS, um censo de gal\u00e1xias no Universo pr\u00f3ximo. O levantamento descobriu que os ber\u00e7\u00e1rios estelares n\u00e3o t\u00eam todos os mesmo aspeto e comportamento, e que estas caracter\u00edsticas dependem fortemente da localiza\u00e7\u00e3o dos ber\u00e7\u00e1rios estelares. NGC 4254 \u00e9 um exemplo de uma gal\u00e1xia com morfologia do tipo M.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO)\/PHANGS, S. Dagnello (NRAO)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Para melhor entender a forma\u00e7\u00e3o estelar em diferentes tipos de gal\u00e1xias, a equipa observou semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as nas propriedades moleculares do g\u00e1s e nos processos de forma\u00e7\u00e3o estelar nos discos gal\u00e1cticos, barras estelares, bra\u00e7os espirais e centros de gal\u00e1xias. Confirmaram que a localiza\u00e7\u00e3o, ou vizinhan\u00e7a, desempenha um papel cr\u00edtico na forma\u00e7\u00e3o das estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ao mapear diferentes tipos de gal\u00e1xias e a diversidade de ambientes que existem dentro das gal\u00e1xias, estamos a rastrear toda a gama de condi\u00e7\u00f5es sob as quais nuvens de g\u00e1s, formadoras de estrelas, vivem no Universo atual. Isto permite-nos medir o impacto que muitas vari\u00e1veis diferentes t\u00eam na forma como a forma\u00e7\u00e3o estelar ocorre,&#8221; disse Guillermo Blanc, astr\u00f3nomo do Instituto Carnegie para Ci\u00eancia e coautor do artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O modo como as estrelas se formam, e como a sua gal\u00e1xia afeta esse processo, s\u00e3o aspetos fundamentais da astrof\u00edsica,&#8221; disse Joseph Pesce, do programa NRAO\/ALMA para a NSF. &#8220;O projeto PHANGS utiliza o extraordin\u00e1rio poder de observa\u00e7\u00e3o do observat\u00f3rio ALMA e forneceu uma vis\u00e3o not\u00e1vel da hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o estelar de uma maneira nova e diferente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Annie Hughes, astr\u00f3noma do IRAP (L\u2019Institut de Recherche en Astrophysique et Plan\u00e9tologie), acrescentou que esta \u00e9 a primeira vez que os cientistas t\u00eam um instant\u00e2neo do aspeto das nuvens de forma\u00e7\u00e3o estelar ao longo de uma ampla gama de gal\u00e1xias diferentes. &#8220;Descobrimos que as propriedades das nuvens de forma\u00e7\u00e3o estelar dependem de onde est\u00e3o localizadas: as nuvens nas densas regi\u00f5es centrais das gal\u00e1xias tendem a ser mais densas, mais massivas e mais turbulentas do que as nuvens que residem nos arredores tranquilos de uma gal\u00e1xia. O ciclo de vida das nuvens tamb\u00e9m depende do seu ambiente. A rapidez com que uma nuvem forma estrelas e o processo que em \u00faltima an\u00e1lise acaba por destrui-la parecem depender de onde esta nuvem mora.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/PHANGS_NGC4535_composite_color.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/24\/5f\/BDPQRYi4_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>NGC 4535 \u00e9 uma gal\u00e1xia no Universo pr\u00f3ximo que cont\u00e9m uma morfologia em espiral e uma barra estelar. Foi catalogada juntamente com quase 100 gal\u00e1xias durante um censo recente pelo projeto PHANGS. O censo revelou que, ao contr\u00e1rio da teoria cient\u00edfica mais aceite, os ber\u00e7\u00e1rios estelares n\u00e3o t\u00eam todos os mesmo aspeto e comportamento. De facto, podem ser muito diferentes. NGC 4535 \u00e9 aqui vista como uma composi\u00e7\u00e3o de dados do ALMA (laranja\/vermelho) e do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO)\/PHANGS, S. Dagnello (NRAO)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Esta n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que o ALMA observa ber\u00e7\u00e1rios estelares noutras gal\u00e1xias, mas quase todos os estudos anteriores focaram-se em gal\u00e1xias individuais ou em parte de uma. Durante um per\u00edodo de cinco anos, o PHANGS montou uma vis\u00e3o completa da popula\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias pr\u00f3ximas. &#8220;O projeto PHANGS \u00e9 uma nova forma de cartografia c\u00f3smica que nos permite ver a diversidade das gal\u00e1xias sob uma nova luz, literalmente. Estamos finalmente a ver a diversidade do g\u00e1s formador de estrelas em muitas gal\u00e1xias e somos capazes de entender como muda ao longo do tempo. Era imposs\u00edvel fazer estes mapas detalhadas antes do ALMA,&#8221; disse Erik Rosolowsky, professor associado de f\u00edsica da Universidade de Alberta e coautor da investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Este novo atlas cont\u00e9m 90 dos melhores mapas j\u00e1 feitos, que revelam onde a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de estrelas se formar\u00e1.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Para a equipa, o novo atlas n\u00e3o significa o fim da viagem. Embora o levantamento tenha respondido a perguntas sobre o qu\u00ea e onde, levantou outras. &#8220;Esta \u00e9 a primeira vez que temos uma vis\u00e3o clara da popula\u00e7\u00e3o de ber\u00e7\u00e1rios estelares em todo o Universo pr\u00f3ximo. Nesse sentido, \u00e9 um grande passo para entender de onde viemos,&#8221; disse Leroy. &#8220;Embora agora saibamos que os ber\u00e7\u00e1rios estelares variam de um lugar para outro, ainda n\u00e3o sabemos porqu\u00ea ou como estas varia\u00e7\u00f5es afetam as estrelas e os planetas formados. Estas s\u00e3o perguntas que esperamos responder num futuro pr\u00f3ximo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Dez artigos que relatam os resultados do levantamento PHANGS foram apresentados esta semana na 238.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/alma-phangs-stellar-nursery-census\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.mpia.de\/5702143\/2021_06_PHANGS_E?c=5297512\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Max Planck para Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.osu.edu\/an-unprecedented-survey-of-the-nurseries-where-stars-are-born\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Estatal do Ohio (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2104.07739\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Projeto PHANGS:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/sites.google.com\/view\/phangs\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/phangs.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gal\u00e1xias:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation#Stellar_nurseries\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ber\u00e7\u00e1rios estelares (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/alma-telescope.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa de astr\u00f3nomos, recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), concluiu o primeiro censo de nuvens moleculares no Universo pr\u00f3ximo, revelando que, ao contr\u00e1rio da opini\u00e3o cient\u00edfica anterior, nem todos estes ber\u00e7\u00e1rios estelares t\u00eam o mesmo aspeto e comportamento. 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