{"id":4149,"date":"2021-05-14T06:23:57","date_gmt":"2021-05-14T05:23:57","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4149"},"modified":"2021-05-14T06:24:16","modified_gmt":"2021-05-14T05:24:16","slug":"a-medida-que-a-voyager-1-estuda-o-espaco-interestelar-as-suas-medicoes-de-densidade-levantam-ondas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/05\/14\/a-medida-que-a-voyager-1-estuda-o-espaco-interestelar-as-suas-medicoes-de-densidade-levantam-ondas\/","title":{"rendered":"\u00c0 medida que a Voyager 1 estuda o espa\u00e7o interestelar, as suas medi\u00e7\u00f5es de densidade &#8220;levantam ondas&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 recentemente, todas as naves espaciais da hist\u00f3ria haviam feito todas as suas medi\u00e7\u00f5es dentro da nossa heliosfera, a bolha magn\u00e9tica inflada pelo nosso Sol. Mas no dia 25 de agosto de 2012, a Voyager 1 da NASA fez algo diferente. Ao cruzar a fronteira da heliosfera, tornou-se o primeiro objeto feito pela humanidade a entrar &#8211; e medir &#8211; o espa\u00e7o interestelar. Agora, oito anos na sua jornada interestelar, os dados da Voyager 1 est\u00e3o a produzir novas informa\u00e7\u00f5es sobre esta nova fronteira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se a nossa heliosfera for um navio a navegar por \u00e1guas interestelares, a Voyager 1 \u00e9 um bote salva-vidas rec\u00e9m-lan\u00e7ado do conv\u00e9s, determinado a pesquisar as correntes. Por enquanto, quaisquer \u00e1guas agitadas que sente s\u00e3o principalmente o rastro da nossa heliosfera. Mas, mais longe, vai sentir as agita\u00e7\u00f5es de fontes mais profundas no cosmos. Eventualmente, a presen\u00e7a da nossa heliosfera desaparecer\u00e1 completamente das suas medi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/i.postimg.cc\/5tCw72hV\/pia21839-main.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pia21839-main-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4151\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pia21839-main-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pia21839-main-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pia21839-main-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/pia21839-main.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Esta impress\u00e3o de artista mostra uma das sondas Voyager da NASA a entrar no espa\u00e7o interestelar, ou o espa\u00e7o entre as estrelas. Esta regi\u00e3o \u00e9 dominada por plasma expelido durante a morte de estrelas gigantes h\u00e1 milh\u00f5es de anos. O plasma mais quente e mais esparso preenche o ambiente dentro da nossa bolha solar.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Temos algumas ideias sobre o qu\u00e3o longe a Voyager precisar\u00e1 de chegar para come\u00e7ar a ver \u00e1guas interestelares mais puras, por assim dizer,&#8221; disse Stella Ocker, estudante de doutoramento da Universidade de Cornell em Ithaca, no estado norte-americano de Nova Iorque, e o mais novo membro da equipa da Voyager. &#8220;Mas n\u00e3o temos a certeza de quando vamos chegar a esse ponto.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo estudo de Ocker, publicado na passada segunda-feira na revista Nature Astronomy, relata o que pode ser a primeira medi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da densidade do material no espa\u00e7o interestelar. &#8220;Esta dete\u00e7\u00e3o fornece-nos uma nova maneira de medir a densidade do espa\u00e7o interestelar e abre um novo caminho para explorarmos a estrutura do meio interestelar muito pr\u00f3ximo,&#8221; disse Ocker.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando imaginamos o material entre as estrelas &#8211; os astr\u00f3nomos chamam-no de &#8220;meio interestelar&#8221;, uma sopa difusa de part\u00edculas e radia\u00e7\u00e3o &#8211; podemos imaginar um ambiente calmo, silencioso e sereno. Isso seria um erro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Usei a frase &#8216;meio interestelar quiescente&#8217; &#8211; mas podemos encontrar muito lugares que n\u00e3o s\u00e3o particularmente tranquilos,&#8221; disse Jim Cordes, f\u00edsico espacial de Cornell e coautor do artigo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tal como o oceano, o meio interestelar est\u00e1 cheio de ondas turbulentas. As maiores v\u00eam da rota\u00e7\u00e3o da nossa Gal\u00e1xia, \u00e0 medida que o espa\u00e7o se espalha e cria ondula\u00e7\u00f5es com dezenas de anos-luz de di\u00e2metro. Ondas mais pequenas (embora ainda gigantescas) surgem de explos\u00f5es de supernova, estendendo-se por milhares de milh\u00f5es de quil\u00f3metros de ponta a ponta. As ondula\u00e7\u00f5es mais pequenas s\u00e3o geralmente do nosso pr\u00f3prio Sol, j\u00e1 que erup\u00e7\u00f5es solares enviam ondas de choque atrav\u00e9s do espa\u00e7o que permeiam o revestimento da nossa heliosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas ondas em quebra revelam pistas sobre a densidade do meio interestelar &#8211; um valor que afeta a nossa compreens\u00e3o da forma da nossa heliosfera, o modo como as estrelas se formam e at\u00e9 mesmo a nossa pr\u00f3pria localiza\u00e7\u00e3o na Via L\u00e1ctea. \u00c0 medida que estas ondas reverberam pelo espa\u00e7o, vibram os eletr\u00f5es em redor, que ressoam em frequ\u00eancias caracter\u00edsticas, dependendo de qu\u00e3o amontoados est\u00e3o. Quanto mais alto o tom desse zumbido, maior a densidade dos eletr\u00f5es. O PWS (Plasma Wave Subsystem) da Voyager 1 \u2013 um instrumento em forma de &#8220;orelhas de coelho&#8221; que inclui duas antenas que se esticam 10 metros atr\u00e1s da sonda &#8211; foi constru\u00eddo para ouvir esse &#8220;som&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia22915.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/vmhQdrFL\/pia22915.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Ilustra\u00e7\u00e3o da sonda Voyager da NASA que mostra as antenas usadas pelo PWS (Plasma Wave Subsystem) e por outros instrumentos.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em novembro de 2012, tr\u00eas meses ap\u00f3s sair da heliosfera, a Voyager 1 ouviu sons interestelares pela primeira vez. Seis meses depois, apareceu outro &#8220;assobio&#8221; &#8211; desta vez mais alto e ainda mais agudo. O meio interestelar parecia estar a ficar mais espesso, e depressa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes assobios moment\u00e2neos continuam em intervalos irregulares nos dados atuais da Voyager. S\u00e3o uma excelente maneira de estudar a densidade do meio interestelar, mas requerem um pouco de paci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;S\u00f3 t\u00eam sido vistos cerca de uma vez por ano, de modo que depender deste tipo de eventos fortuitos significa que o nosso mapa da densidade do espa\u00e7o interestelar fica um tanto ou quanto esparso,&#8221; disse Ocker.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ocker decidiu encontrar uma medi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da densidade do meio interestelar para preencher as lacunas &#8211; uma que n\u00e3o dependesse das ondas de choque ocasionais que se propagavam do Sol. Depois de filtrar os dados da Voyager 1, \u00e0 procura de sinais fracos, mas consistentes, encontrou um candidato promissor. Come\u00e7ou a ganhar for\u00e7a em 2017, mais ou menos aquando de outro assobio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 praticamente um \u00fanico tom,&#8221; disse Ocker. &#8220;E, com o tempo, vemos mudan\u00e7as &#8211; mas a forma como a frequ\u00eancia se move diz-nos como a densidade est\u00e1 a mudar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/mg8M269t\/picture2.png\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/nLrmsYKT\/picture1.png\" alt=\"\"\/><figcaption>Olhando para os sinais apenas um pouco acima do ru\u00eddo, Ocker descobriu um sinal fraco mas cont\u00ednuo &#8211; vis\u00edvel como a fina linha vermelha &#8211; ligando eventos de oscila\u00e7\u00e3o de plasma mais fortes nos dados do PWS da Voyager 1. O gr\u00e1fico azul mostra apenas os sinais fortes.<br>Cr\u00e9dito: PWS da Voyager 1 da NASA\/Stella Ocker<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ocker chama ao novo sinal de emiss\u00e3o de onda de plasma e, tamb\u00e9m, parece rastrear a densidade do espa\u00e7o interestelar. Quando os assobios abruptos apareceram nos dados, o tom da emiss\u00e3o sobe e desce com eles. O sinal tamb\u00e9m se assemelha a um observado na atmosfera superior da Terra, que \u00e9 conhecido por rastrear a densidade de eletr\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto \u00e9 realmente empolgante, porque somos capazes de amostrar regularmente a densidade ao longo de um trecho muito longo do espa\u00e7o, o trecho mais longo que temos at\u00e9 agora,&#8221; disse Ocker. &#8220;Isto fornece-nos o mapa mais completo da densidade e do meio interestelar visto pela Voyager.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base no sinal, a densidade de eletr\u00f5es em torno da Voyager 1 come\u00e7ou a aumentar em 2013 e atingiu os seus n\u00edveis atuais em 2015, um aumento de densidade de aproximadamente 40 vezes. A nave espacial parece estar numa gama de densidade semelhante, com algumas flutua\u00e7\u00f5es, em todo o conjunto de dados que analisaram, que terminou no in\u00edcio de 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ocker e colegas est\u00e3o atualmente a tentar desenvolver um modelo f\u00edsico de como a emiss\u00e3o das ondas de plasma \u00e9 produzida, que ser\u00e1 a chave para a sua interpreta\u00e7\u00e3o. Entretanto, o PWS da Voyager 1 continua a enviar dados de cada vez mais longe de casa, onde cada nova descoberta tem o potencial de nos fazer reimaginar o nosso lugar no cosmos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Voyager Captures Sounds of Interstellar Space\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LIAZWb9_si4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2021\/as-nasa-s-voyager-1-surveys-interstellar-space-its-density-measurements-are-making-waves\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2021\/05\/emptiness-space-voyager-1-detects-plasma-hum\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-021-01363-7\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2105.04000\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomynow.com\/2021\/05\/11\/voyager-1-sheds-new-light-on-interstellar-medium\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy Now<\/a><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/interstellar\/in-the-emptiness-of-space-voyager-i-detects-plasma-hum.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">spaceref<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/exploration\/voyager-1-hears-plasma-hum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/In_the_emptiness_of_space_Voyager_I_detects_plasma_hum_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/voyager-1-is-continuing-to-detect-a-hum-of-plasma-waves-in-the-void-of-interstellar-space\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/lifestyle\/science\/faraway-nasa-probe-detects-eerie-hum-interstellar-space-2021-05-11\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2021\/05\/11\/world\/nasa-voyager-1-intl-scli-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/brucedorminey\/2021\/05\/10\/nasas-voyager-1-spacecraft-detects-gentle-rain-of-vibrating-interstellar-plasma\/?sh=371ec3a16d37\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2021\/05\/11\/nasas-voyager-1-space-probe-hears-hum-outside-the-solar-system-14557480\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/nasa-s-voyager-1-probe-detects-the-steady-hum-of-plas-1846859565\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newsweek.com\/nasa-voyager-1-plasma-hum-interstellar-space-1590450\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Newsweek<\/a><br><a href=\"https:\/\/visao.sapo.pt\/exameinformatica\/noticias-ei\/ciencia-ei\/2021-05-11-voyager-1-deteta-um-murmurio-interestelar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vis\u00e3o<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Espa\u00e7o interestelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Interstellar_medium\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Heliosfera:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Heliosphere\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema Solar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.ccvalg.pt\/astronomia\/sistema_solar\/introducao.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CCVAlg &#8211; Astronomia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_System\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sondas Voyager:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/voyager.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.heavens-above.com\/SolarEscape.aspx?lat=0&amp;lng=0&amp;loc=Unspecified&amp;alt=0&amp;tz=CET\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Heavens Above<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Voyager_1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Voyager 1 (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Voyager_2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Voyager 2 (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=seXbrauRTY4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Document\u00e1rio &#8220;Voyager &#8211; Journey to the Stars&#8221; (SpaceRip via YouTube)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 recentemente, todas as naves espaciais da hist\u00f3ria haviam feito todas as suas medi\u00e7\u00f5es dentro da nossa heliosfera, a bolha magn\u00e9tica inflada pelo nosso Sol. 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